As Historias Do Meu Blog – As Duas Rãs

#9 – Vídeo História da Crónica “Historias Do Meu Blog”.

 

As Duas Rãs

 

É impossível, diz o orgulho.
É arriscado, diz a experiência.
É sem saída, diz a razão.
Experimentemos, diz o coração.

– William Arthur Ward

 

 

Duas pequenas rãs eram amigas de longa data.

 

Uma delas era alegre e otimista, enquanto que a outra estava muitas vezes de humor cinzento.

Num final de tarde, enquanto passeavam na floresta, à beira de um charco, viram ao longe uma luz.

Aproximaram-se e depararam-se com um alpendre de uma casa bem iluminado.

Curiosas, entraram na casa e descobriram um verdadeiro parque de diversões para rãs. A pequena casa de madeira, estava repleta de jarros, potes de todos os tamanhos e feitios e um número infinito de todo o tipo de recipientes.

 

Puseram-se então a saltar que nem umas loucas, estavam completamente eufóricas de tanta brincadeira.

Até que caíram as suas dentro de um enorme pote de natas!

Aflitas e sem conseguirem sair do enorme pote, que tinha as paredes lisas e gordurosas das natas, apenas lhes restava dar à perna para não se afundarem.

 

 

A rã de humor cinzento disse:

Este cheiro a natas é completamente enjoativo, e de qualquer forma nunca sairemos daqui!

Continua a dar à perna disse a rã otimista, nunca ninguém viu uma rã afundar-se num pote de natas!

Não aguento mais, disse a rã de humor cinzento, não serve de nada!

 

Deixou-se ir e afogou-se nas natas…

A rã otimista, cheia de tristeza pela sua amiga, continuou a dar à perna até ficar sem forças. Já tinha a cabeça á roda e a visão turva e, quando estava no limite, sentiu algo firme debaixo dela e conseguiu sentar-se!

 

Estava sentada num enorme pedaço de manteiga!

 

A moral desta história, é que sempre que a vida te prega uma partida e achares que tudo está perdido, é então aí que deves meter mais ação. É aí que deves reagir e fazer muito mais do que farias se tudo estivesse bem.

 

Sai da tua zona de conforto, mete ação!

 

Um grande abraço e até à próxima história

 

 

As Historias Do Meu Blog – Tudo mais Claro Aqui

#8 – Vídeo História da Crónica “Historias Do Meu Blog”.

Tudo mais Claro Aqui

#8 – Vídeo História da Crónica “Historias Do Meu Blog”.

Tudo mais Claro Aqui

«Está mais claro aqui»

(Podes ver AQUI a primeira edição deste artigo sem vídeo)

A noite caiu sobre a cidade,

Um homem no passeio, á volta de um poste de luz, vasculha o chão como se tivesse perdido algo.

– O que perdeste? Pergunta um homem que passa por ele.

 – A minha chave, responde o outro.

Metem-se então ambos de joelhos no chão em busca da chave perdida.

Não achando chave nenhuma durante um bom período de tempo, aquele que por ali passou pergunta:

– Tens a certeza que a perdeste aqui?

Não, perdia-a mesmo em frente a minha casa.

– Então porque estamos a procurar aqui?

– Porque aqui há luz.

 

Podes achar vários sentidos nesta história, mas vou propor-te um apenas:

Todos nós temos tendência a procurar as nossas respostas no exterior, onde há luz, onde temos por hábito ir, onde é confortável. Ao passo que é em nós que devemos buscar a chave de nossa casa, a verdade. E para a “DES – COBRIR”, devemos remover a tampa, ir mais fundo do que a superfície, devemos ousar olhar para a escuridão. 

 

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Forte Abraço

As Historias Do Meu Blog – O Barqueiro e o Pedagogo

#7 – Vídeo História da Crónica “Historias Do Meu Blog”.

O Barqueiro e o Pedagogo

(Podes ver a primeira edição deste artigo sem vídeo AQUI)

Num dia de trov

#7 – Vídeo História da Crónica “Historias Do Meu Blog”.

O Barqueiro e o Pedagogo

(Podes ver a primeira edição deste artigo sem vídeo AQUI)

Num dia de trovoada, muitas ondas e mau tempo, o barqueiro do Sado esteve quase quase para fechar a loja e decretar dia sem travessias para troia.

 

Só não um fez porque apareceu um pedagogo que requisitou os seus serviços. Naquela altura era assim, não haviam cá ferry-boats nem hovercrafts para ir atravessar o rio.

Assim que a pequena barcaça se fez ao mar, o pedagogo perguntou preocupado ao barqueiro se corriam algum perigo, com toda aquela ondulação.

– «Na me preguntis nada disse que isse dá azari», respondeu o barqueiro num fraco português

– Nunca aprendeste gramática? Perguntou de seguida o pedagogo

– Não, respondeu o barqueiro

– Nesse caso perdeste metade da tua vida, disse o pedagogo.
 

O barqueiro nada disse e continuou a remar.

A tempestade piorou, as ondas gigantescas quase viravam aquela casca de noz que rapidamente começou a encher-se de água. O pedagogo em pânico começou aos gritos.

 

O barqueiro debruçou-se sobre o pedagogo e perguntou-lhe:

– Nunca aprendeste a nadar?

– Não!

– Nesse caso perdeste a tua vida toda, pois o barco está a afundar-se!
 

Moral da História

Podes ter muitas competências, mas o facto é que tens que ter aquelas que se adequam á tua realidade.

De nada te vale ser bom carpinteiro se queres ganhar dinheiro online. Assim como o contrário!
 

Uma coisa eu sei…se queres ser carpinteiro não te consigo ajudar, porque não tenho as competências necessárias, agora se queres ganhar dinheiro na Internet e ser Internet Marketer…aí o caso muda de figura 🙂

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Forte Abraço

 

 

As Historias Do Meu Blog – Uma Corrida De Sapos

#6 – Vídeo História da Crónica “Historias Do Meu Blog”.

Uma Corrida De Sapos

(Podes ver a primeira publicação deste artigo sem vídeo aqui)

Era uma vez…uma

#6 – Vídeo História da Crónica “Historias Do Meu Blog”.

Uma Corrida De Sapos

(Podes ver a primeira publicação deste artigo sem vídeo aqui)

Era uma vez…uma corrida de sapos.

 

O objetivo da corrida era chegar ao cimo de uma torre muito alta.
Muitas pessoas vieram ver a corrida e se reuniram na base da torre à espera que o evento começasse.

 

A corrida começou…
 

O que sei é que secretamente a pessoas não acreditavam que os sapos pudessem chegar ao topo da torre, pois as palavras que ecoavam na multidão eram do género:

– Que pena!!! Nunca irão conseguir!

Todavia um dos sapos continuava os esforços e perseguia a sua ascensão sem nunca fraquejar.

Pouco a pouco os sapos foram desistindo, dando-se por vencidos…todos menos o tal sapo, que sozinho conseguiu chegar ao topo.
 

Claro que todas as pessoas quiseram saber como tinha feito o sapo para chegar ao fim da prova, e quando se aproximaram dele para lhe perguntar qual tinha sido o segredo…descobriram que o sapo era surdo!

A moral desta história é que devemos permanecer surdos em relação aqueles que nos dizem que não podemos concretizar os nossos sonhos.
 

As palavras têm um poder extraordinário.

Vigia ao máximo a tua positividade.

Sê uma fonte de inspiração para ti mesmo e para os teus.

Rodeia-te de pessoas positivas e foge daqueles que têm o mau hábito de serem negativas, são aquelas que roubam a esperança de dentro de ti!

As Historias Do Meu Blog – As convicções são prisões

#5 – Vídeo História da Crónica “As convicções são prisões”.

Buda contou aos seus monges:
Um jovem viúvo dedicava a sua vida ao seu fil

#5 – Vídeo História da Crónica “Historias Do Meu Blog”.

As convicções são prisões

Buda contou aos seus monges:

Um jovem viúvo dedicava a sua vida ao seu filho. Um dia quando teve que viajar por necessidades do seu ofício, bandidos tomaram de assalto a sua aldeia e incendiaram tudo e até raptaram o seu jovem filho, tudo o que ficou para trás foram cinzas.


Quando o pai regressou, apenas encontrou ruinas e uns restos calcinados de uma criança que julgou ser o seu próprio filho. Com o coração partido preparou um serviço fúnebre, recolheu as cinzas e colocou-as numa urna que transportava com ele para todo o lado.

Um dia, o seu filho, aquele que ainda estava vivo, que havia sido raptado pelos bandidos conseguiu fugir e encontrou de volta o seu caminho, à casa que o seu pai tinha construído. Quando lá chegou bateu à porta e o seu pai perguntou:


 

– Quem é?

– Sou eu, o teu filho. Deixa-me entrar!

 

O pai, que trazia sempre consigo a urna com as cinzas do filho, desesperadamente triste, pensou que fosse algum miserável a gozar com ele e gritou:

– Vai-te embora!
 

O filho batia à porta incansavelmente, mas o pai dava sempre a mesma resposta. De coração partido o filho foi-se embora sem nunca mais voltar.

 

Depois de terminar a história Buda disse:

– Se te agarrares a uma ideia como sendo uma verdade inalterável, quando a verdade vier em pessoa bater-te à porta, não serás capaz de lhe abrir e de a aceitar.

Dica: Questiona-te, nem tu nem ninguém são detentores da verdade absoluta! O que é verdade hoje pode não o ser amanhã

A tua verdade para hoje:

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As Historias Do Meu Blog – Que Cruz carregas

#4 – Vídeo História da Crónica “Historias Do Meu Blog”.

Que Cruz carregas

(Podes ver a primeira edição deste artigo sem vídeo AQUI)

 

Muitas são as peque

#4 – Vídeo História da Crónica “Historias Do Meu Blog”.

Que Cruz carregas

(Podes ver a primeira edição deste artigo sem vídeo AQUI)

 

Muitas são as pequenas coisas que deixamos para trás, momentos ancorados na poeira do tempo. Podemos tentar ignorá-los, mas estas pequenas coisas colocadas umas depois das outras formam uma corrente enorme que nos prende ao passado.

 

Conheces a história dos dois monges zen, Jin e Chang?

Não?

Então deixa-me contar-te.

Dois monges zen, Jin e Chang, caminhavam por uma estrada velha de terra batida, que ficou completamente cheia de lama depois das chuvas torrenciais.

Perto de uma aldeia, cruzaram uma jovem rapariga que tentava atravessar a estrada. A lama era tão funda que ela teria estragado o seu kimono de seda que vestia.

Chang de um gesto brusco, carregou-a nos seus ombros e transportou-a para o outro lado da estrada.

Os monges retomaram silenciosamente o seu caminho.

Cinco horas mais tarde, quando se aproximavam do templo onde iriam pernoitar, Jin não se conseguiu conter:

– Porque foste tu carregar aquela mulher? Perguntou. Nós somos monges, não somos supostos fazer esse tipo de coisas!

– Faz horas que pousei essa mulher no outro lada da estrada, respondeu Chang. Mas tu ainda a carregas parece-me a mim.

É claro que viver no presente não significa que tenhamos que esquecer totalmente o passado. É útil lembrarmos os nossos erros e os nossos sucessos, pra retirarmos aprendizagem e recursos.

Mas o passado não nos deve absorver por inteiro, ao ponto de se transformar num fardo, num peso que carregamos ao ombro e que acaba por se fundir connosco e fazer parte de quem somos.

 

Tantas pessoas carregam às costas malas de lembranças carregadas de emoções às quais se agarram, como se não existissem sem aquela história, como se as suas identidades dependesse inteiramente do passado. Quanto sofrimento inútil quando o passado é doloroso!

 

E se aproveitasses o fim-de-semana que se avizinha para depositar essa carga toda fora?

A Natureza é um excelente local para a reciclar.
Sopra a tua carga ao vento. Abraça-te a uma árvore e passa-lhe a carga. Agarra um punhado de erva e joga-a fora ao vento ou na corrente de um rio qualquer, simbolizando o afastamento dessa carga.

 

Purifica-te! 

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Forte Abraço!

As Historias Do Meu Blog – A Historia De Mark

#3 – Vídeo História da Crónica “Historias Do Meu Blog”.

A História De Mark

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Mark era uma autêntic

#3 – Vídeo História da Crónica “Historias Do Meu Blog”.

A História De Mark

(Podes ver a primeira edição deste artigo sem vídeo AQUI)

Mark era uma autêntica montanha. O orgulho em pessoa. O Mais valente de todos os cavaleiros. A sua vida de adulto foi atravessada por um galope selvagem, lá em cima, nos montes.

O mais forte e belo de todos nas batalhas, invencível no beberete, e a todas as mulheres que amou foi tão generoso como um príncipe Árabe, tão indomável quanto um lobo, assim ele foi.

Quando a idade lhe caiu em cima, regressou á sua aldeia de lenhadores, onde nascera.
Muitos vinham de longe para o visitar. No seu largo sofá vermelho, á porta de sua casa, recebia os cavaleiros de visita, tanto os nobres como os pobres, com o seu negro olhar e a cabeça sempre erguida apesar da sua barba de idoso.

Diz-se que um dia um jovem príncipe o visitou e lhe quis oferecer um castelo.

– A troco de quê, perguntou Mark

– De uma resposta apenas, disse o príncipe

– Um castelo? Não, não quero castelo nenhum, mas se te puder ajudar jovem, fá-lo-ei de boa vontade, disse Mark.

O jovem príncipe inclinou-se e fez então a sua pergunta:

– Segundo o meu pai, nenhum outro cavaleiro no mundo foi tão corajoso como tu. A quem saiste tu, ou com quem aprendeste esta virtude?

– Aprendi com um cão, respondeu Mark. E como o príncipe ficou espantado, Mark explicou:

– Observa uma matilha de cães á briga. Um deles apesar de ser um cão de raça amedronta-se e foge. O que fazem os outros? Desde o mais magro ao mais barulhento, perseguem-no e rasgam-no todo!

– Mas se houver um que se firme e se recuse a recuar, mesmo pequeno e desdentado, nenhum outro ousará atacá-lo! Testemunhei na minha infância um jovem rafeiro magro como um galgo doente intimidar assim uma matilha inteira. Desde esse instante que ele foi o meu mestre. Não tive nenhum outro senão ele.

Deixo-te saborear estas palavras, possam elas servir-te de inspiração para que tomes ação, aqui, agora e sempre na vida.

Toma ação agora!

 

Historias Do Meu Blog – As Aparencias Iludem

#2 – Vídeo História da Crónica “Historias Do Meu Blog”.

 

As Aparencias Iludem

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Dois anjos viaja

#2 – Vídeo História da Crónica “Historias Do Meu Blog”.

 

As Aparencias Iludem

(Podes ver a primeira edição deste artigo sem vídeo AQUI)

Dois anjos viajantes, um novo e um mais velho, pararam para passar a noite no castelo de uma família rica.

O casal algo rígido recusou aos viajantes o quarto de hóspedes e os anjos viram-se convidados a dormir num pequeno espaço húmido e frio da cave do castelo.

 

Quando preparavam as suas camas de betão, o anjo mais velho viu um buraco na parede e tapou-o, ficando a parede novamente intacta. O anjo mais novo perguntou-lhe porquê e anjo de mais idade respondeu-lhe:

– As aparências iludem.

Na noite seguinte, os anjos pernoitaram na quinta de um pobre casal de agricultores muito hospitaleiros.

Depois de partilharem com os viajantes o magro jantar que tinham para aquela noite, o casal ofereceu-lhes a sua cama, para que pudessem ter uma noite descansada e regressarem à sua jornada.

Quando o sol rompeu, os anjos foram dar com o casal em lágrimas. A sua única vaca em que o leite era a sua única fonte de rendimento estava morta no pasto.

O jovem anjo furiosos dirigiu-se ao anjo mais velho e questionou-o:

– Porque permitiste tal coisa? Os nossos primeiros hóspedes tinham tudo, eram avarentos e tu ainda os ajudaste, reparando-lhes um buraco na parede! A segunda família não tinha praticamente nada e partilhou connosco tudo o que tinham e tu deixaste morrer a sua única vaca?

– As aparências iludem, disse o anjo mais velho.

– Quando estávamos na cave do castelo, reparei que havia ouro escondido no buraco da parede. Como o proprietário era tão avarento e não queria partilhar nada com ninguém, tapei o buraco, para que não descobrisse o ouro.

– Ontem à noite enquanto dormíamos na cama daquele casal, o anjo da morte veio buscar a mulher. Dei-lhe a vaca.

 

Não sejas tão pessimista quando as coisas não te correm de feição. Tem confiança que algo de melhor te espera.

Talvez demores a perceber isto…mas as aparências iludem!

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Forte Abraço!

 

Historias Do Meu Blog – A Loucura e o Amor

Primeira Vídeo História da Crónica “Historias Do Meu Blog”.

A Loucura decidiu convidar todos os seus amigos a tomar café em sua casa. Todos os convidados ate

Primeira Vídeo História da Crónica “Historias Do Meu Blog”.

A Loucura decidiu convidar todos os seus amigos a tomar café em sua casa. Todos os convidados atenderam ao convite.

Depois do café a Loucura propôs:

Vamos jogar às escondidas?

– Escondidas? O que é isso? Perguntou a Curiosidade.

– Escondidas é um jogo. Eu conto até cem e vocês escondem-se. Quando acabar de contar, vou procurar-vos, o primeiro que eu encontrar será o próximo a contar.

Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.

– 1, 2, 3,…, a Loucura começou a contar.

 

A Pressa foi a primeira a esconder-se, num sítio qualquer.
A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se atras de um magro arbusto.
A Alegria correu para o meio do jardim.
A tristeza começou a chorar, pois não achava um local apropriado para se esconder.
A Inveja acompanhava o Triunfo e escondeu-se perto dele atras de uma rocha.
A Loucura continuava a contar enquanto os seus amigos se escondiam.
O Desespero estava desesperado vendo que a Loucura já ia em setenta e dois.

 

– Cem! Gritou a Loucura. Vou começar a procurar…

 

A primeira a ser encontrada foi a Curiosidade, que não se conseguiu conter de espreitar fora do seu esconderijo para ver quem seria a primeira a ser descoberta. Olhando para o lado, a Loucura viu a dúvida pendurada no cimo de uma vedação, não sabendo qual o melhor lado para se esconder. E assim foi descobrindo a Alegria, a Tristeza, a Timidez…

Quando se juntaram todos a Curiosidade perguntou:

– Onde está o Amor?

Ninguém o tinha visto. A Loucura começou a procurar. Procurou no cimo de uma montanha, nos rios, atras das rochas. Mas não achava o Amor.

Procurando por todo o lado, a Loucura viu uma grande roseira, pegou num pau e começou a vasculhar por entre os ramos da enorme roseira, quando de repente ouviu um grito. Era o Amor, que gritava porque um espinho lhe tinha furado um olho.

A Loucura não sabia o que fazer. Ela desculpou-se, implorou o seu perdão e até prometeu segui-lo para sempre:

O Amor aceitou as suas desculpas.

É por isto que ainda hoje o Amor é cego e a Loucura o acompanha sempre!

 

Desejo-te um dia cheio de Amor com um sopro de Loucura.