Melhoria Continua: Filosofia Kaizen

Este é sem dúvida o único método para conseguires tudo aquilo que Empreendes.

 

E se de repente, com um toque de varinha mágica, todos os teus projetos se pudessem realizar?

Seria fantástico, certo?

Mas logicamente, essa varinha mágica não existe. No entanto, podes colocar do teu lado todos os meios para conseguires. Um dos meios mais potentes é sem dúvida alguma a melhoria continua.
O conceito de melhoria contínua nasce no japão, em grandes empresas como a “Toyota”, depois disso foi difundido nos Estados Unidos e na Europa. É um método usado nas grandes empresas industriais para aumentar a sua eficácia, produção e favorecer a inovação.

 

Este método permite-lhes ficar sempre na vanguarda das suas indústrias e atingir a excelência!
E se também tu (tal como eu) desejas melhorar a médio e longo prazo as tuas competências, aumentar o teu bem-estar e desenvolvimento pessoal, alguns elementos da melhoria contínua são totalmente transportáveis para a nossa vida pessoal.

 

 

Melhoria continua: O método para progredir na vida pessoal

 

Para conseguirmos realizar tudo aquilo que empreendemos, a chave, é agirmos de forma regular e constante. O método da melhoria continua, permite-nos precisamente dar lugar a uma estratégia para progredirmos sempre. Mesmo fazendo pequenas ações de cada vez.

 

E como funciona isto na nossa vida?

 

Etapa 1: Querer Mudar


Hoje melhor que ontem, amanhã melhor que hoje

 

A melhoria contínua pressupões antes de mais “querer mudar”. É uma condição prévia colocar ação, adotar um estado de espirito positivo, orientado para a melhoria de si mesmo.

 

Este é o sentido da palavra japonesa que designa a melhoria continua: Kaizen.

Literalmente, Kai = mudança e Zen = bem. A vida está em perpétua mudança e é marcada por um ciclo permanente de adaptação.

emails


Etapa 2: Agir através de pequenas ações

 

Para nos colocarmos concretamente em movimento, esta segunda etapa consiste em agir pouco a pouco. Não é necessário atingir grandes feitos de uma só vez, a melhoria contínua repousa sobre a ideia de que toda e qualquer progressão é efetuada de forma regular e coerente.

 

Para cada aspeto da vida que queres melhorar na tua vida pessoal, começa por pequenas ações:

– 30 Minutos de atividade física por dia, para melhorares a tua saúde.

– Ler um capítulo por dia de um livro para aprender a fotografar como um profissional.

– Ver um vídeo por dia em inglês, para progredires nesta língua.

– Etc…

 

 

Etapa 3: Avaliar as ações

 

No final de algumas semanas, não te esqueças de avaliar os resultados das tuas ações.

Coloca-te as questões seguintes:

O que funcionou bem? Que progresso fiz?

O que não funcionou? O que posso melhorar para que corra ainda melhor?

Qual será a próxima ação que devo empreender para continuar em direção ao meu objetivo?

A ideia geral é a seguinte: Valoriza as pequenas mudanças positivas, isto vai ajudar-te a continuares motivado na tua jornada. Considera cada elemento que não funcionou, como uma fonte de aprendizagem e de melhoria.

Planifica a próxima (pequena) ação a realizares, para continuares a ser constante e regular, sempre orientado para o sucesso do teu objetivo.

 

Etapa 4: Agir, agir e continuar a agir
Uma vez que tenhas avaliado o resultado das tuas ações e descoberto “os eixos” de melhoria, vais continuar a tomar ação diária e consistentemente.
Esta rotina consistente, vai tornar-se com o tempo um hábito de vida, algo natural em ti e vais entrar num “circulo virtuoso” onde cada ação que levas a cabo se direciona no sentido de melhorares.
Pouco a pouco vais assim modificar as tuas crenças internas limitativas para ires sempre mais longe.
Eu sei…é ambicioso…muito ambicioso até, pois adotar este método é mudar a maneira de conceber a vida no seu todo. Só isso!  🙂
A melhoria contínua é mais do que um método, é uma filosofia
A melhoria continua, ou “Kaizen”, é claramente uma filosofia de ação do quotidiano. Requer vontade e compromisso, o compromisso de progredir sempre e de ir em direção á nossa melhor versão.

 

A melhoria contínua diferencia-se do perfecionismo, no sentido em que é baseada na ação perpétua. Não procuramos realizar tudo perfeitamente desde o inicio, mas simmelhorar pouco a pouco e consistentemente.
Aqui o tempo tem um papel importante. O Kaizen convida-nos efetivamente a pensar de forma diferente acerca da vida e a longo prazo.

 

Todos os nossos hábitos, crenças internas ditadas pelas nossas educações, experiencias passadas e culturas, podem ser modificados no sentido de retomarmos o controlo das nossas vidas e vivermos plenamente as nossas escolhas.

É um processo sem fim, que escrevemos a cada dia no livro da nossa vida.

 

Agora a bola está no teu lado 🙂

 

Se tens este objetivo de melhoria continua para a tua vida, então estás no sítio certo!

 

Coloca ação hoje mesmo na melhoria continua e junta-te ao grupo de empreendedores online com maior sucesso em todo o mundo.

 

Começa hoje a construir o teu futuro!

 

REGISTA-TE AQUI

Qualidades à Mão Cheia!

Como Identificares as Tuas Qualidades e Desenvolvê-las?

 

 

Se tivesses que desenhar o teu retrato descrevendo as tuas qualidades, quais seriam elas?

 

Identificar as nossas qualidades pode averiguar-se um exercício que gera algum desconforto.

Porquê?

 

Porque para algumas pessoas é simplesmente difícil valorizarem-se, afirmarem-se perante os outros e “saírem do lote”. Também pode ser devido à falta de autoconfiança, excesso de modéstia, ou simplesmente ter receio e achar que é arrogância.

No entanto todos nós temos qualidades…muitas mais até do que aquilo que por vezes possamos pensar.

Tal como para as competências, é importante identificares as qualidades para melhor te conheceres, apoiares-te nas tuas forças e trunfos, para levares a bom porto os teus projetos e desenvolver relações com os outros.

Dá-me vontade de dizer: Afirmar as qualidades é uma qualidade 🙂


Não te subestimes nunca!

 

Para identificar as tuas qualidades deves fazer um trabalho de introspeção.
Não te vou propor uma lista de qualidade na qual possas escolher, como se estivesses a jogar à “bisca”, acho que seria boicotar o exercício. De facto, temos tendência, seja a subestimar e então identificar qualidades que estão abaixo daquelas que temos, ou ao contrário a sobrevalorizar e a identificar qualidades que na realidade não possuímos, para termos uma melhor imagem de nós mesmos.

 

Para te avaliares à tua justa medida, com honestidade e sinceridade, vou propor-te dois eixos de introspeção para identificares as tuas qualidades.

O primeiro repousa sobre as tuas próprias experiências, o segundo sob um olhar exterior dos teus amigos e dos teus próximos.

 

Lembra-te que o resultado deste exercício é para ti e somente para ti.

 

Eixo nº 1: Identificar as tuas qualidades através das tuas próprias conquistas.

Eis duas grandes questões às quais vais poder responder para identificares as tuas diferentes qualidades.

Pensa bem nas diferentes áreas da tua vida, grandes momentos, ou coisas mais pequenas.
Momentos em que fizeste uso de qualidades racionais, intelectuais, físicas ou até morais.

Questão nº1: Quais as tuas principais conquistas ou feitos e quais foram as qualidades sob as quais tiveste que agir para lá chegares?

Questão nº2: Quais os desafios que ultrapassaste e quais as qualidades de que te serviste para conseguires?

 
Eixo nº2: Identificar as tuas qualidades com ajuda e feedback dos outros.

 


O interesse em perguntares por um feedback a pessoas do teu circulo é de teres á tua disposição um olhar exterior, sem filtros, algo que tu não vês e que só é percetível pelos outros, o teu “eu cego”.

Desta forma não corres o risco de uma desvalorização ou sobrevalorização das tuas qualidades.

 
Interroga pessoas que te são realmente próximas, que conheces bem e que sabes que vão ter sobre ti um olhar honesto e sincero.

 
Pergunta-lhes o que pensam espontaneamente de ti, que tipo de pessoa pensam que és, como te vêm, que qualidades te atribuem.

 
Se alguém tivessem que contar contigo a 100% para resolver alguma situação, o que seria?

Através destas diferentes questões, colocaste em evidência qualidades que certamente foram surgindo múltiplas vezes. Podes assim elaborar o teu retrato resumindo as tuas qualidades sob a forma de frase: « sou organizado, confiável, corajoso, etc. ». Tens assim de alguma forma o teu slogan, a tua imagem de marca que te posiciona em relação a ti próprio e aos outros.

 

Para além das tuas atuais qualidades, talvez tenhas vontade de desenvolver algumas outras. Eis algumas etapas que podes seguir para ires ainda mais longe e melhorares a médio e longo prazo:

 

 

emails

 

 
As 4 etapas para transpores as tuas qualidades no seio dos teus projetos e desejos.

 

Etapa nº1: Identificar as qualidades a desenvolver

 

 

[fancy_box id=1]

Para isto, pega num caderno e começa a escrever. Lista 3 pessoas que admiras muito e associa as qualidades que mais gostas neles.

 

Este exercício é pura magia, revela com 100% de precisão as qualidades que queres alcançar. Através das pessoas que admiras, projetas-te em direção às suas próprias qualidades, aquelas que desejas para ti, sem mesmo teres consciência disso.

[/fancy_box]

 

 

Como?

 

Segue a segunda etapa…

 

 

Etapa nº2: Lança-te pequenos desafios para agires sobre as tuas qualidades

 

[fancy_box id=1]

As tuas qualidades só evoluem com o tempo e com o tempo vem a experiência. Com aquilo que fazes em concreto. Pode demorar mais ou menos. Para encurtar este período podes lançar-te pequenos desafios em relação às qualidades que queres desenvolver.

 

Por exemplo, se desejas ser mais aberto e menos introvertido. Aceita o desafio de falares com desconhecidos, de os abordares, seja com um elogio ou com algo que aches que tenham em comum contigo.

 

Ou ainda, se tens dificuldade em falar em público e te queres tornar num orador exímio, desafia-te a seres sempre aquele que representa os outros, aquele que fala pelo grupo, aquele que se “chega à frente” quando é preciso dar voz.

[/fancy_box]

 

 

 

 

Etapa nº3: Integrar as qualidades nos teus projetos

 

[fancy_box id=1]Nesta terceira etapa, trata-se de aprofundar o desenvolvimento de uma qualidade e de a integrar no fio condutor dos teus projetos. Não hesites em utilizar a visualização positiva. Fazer prova de uma vontade férrea e de perseverança para que ela fique “ancorada” em ti e te sirva no teu projeto.[/fancy_box]

 

 

Etapa nº4: Avaliar como essas qualidades de ajudaram a ter mais resultados

 

[fancy_box id=1]Finalmente, quando o teu projeto atingir uma primeira etapa importante, faz o balanço e procura perceber se conseguiste efetivamente sair da tua zona de conforto e como podes ainda melhorar.[/fancy_box]

A bola agora está no teu campo!

Identificaste as tuas qualidades? Sabes que qualidades deves desenvolver?

Deixa nos comentários:

-Quais as dificuldades que tiveste em encontrar as tuas qualidades?
-Como os outros te ajudaram no exercício de identificação das tuas qualidades?
-Como vais colocar em prática as qualidades que desejas desenvolver?
Se gostaste deste artigo, não deixes de o partilhar nas redes sociais.

 

 

Se gostas de desenvolvimento pessoal aproveita esta oportunidade única!

Por apenas $100 dólares de subscrição acede ao “Inner Circle”, um curso com recursos em áudio (em Português, Inglês e Espanhol) e em constante atualização.

Uma autêntica mina de ouro em áudio e vídeo, recheada de estratégias ensinadas por algumas das pessoas de maior sucesso na Internet, todo o mindset necessário para o sucesso e desenvolvimento pessoal.

SUBSCREVE AQUI!

 

 

Forte Abraço 🙂

Conheces As Tuas Próprias Competências?

Como Fazer O Inventário das Tuas Competências

 

Para fazeres o inventário das tuas competências deves seguir 4 eixos de reflexão.

 

Geralmente ouvimos falar do inventário das competências, quando se trata de evoluir na carreira, mudar de profissão ou reorientar-se profissionalmente.

Contudo, a noção de competência em si, não se limita às tarefas realizadas no quadro do trabalho. A noção de competência é bem mais ampla do que isso.

 


Diariamente e em permanência, todos nós mobilizamos no nosso quotidiano, numerosas competências, sem mesmo nos apercebermos disso.
Acredita! Sabes fazer muitas coisas que os outros não sabem!

 

Achas que todos sabem de bricolage, organizar um evento ou até uma viagem?…Sabem fazê-lo porque é fácil para ti?

 

As competências que mobilizamos numa base diária, são a nossa força distintiva. Um trunfo do qual podemos tirar proveito e até monetizá-lo. Daí a importância de bem o identificarmos, através de um inventário de competências.

 

 

Porque deves fazer um inventário de competências?

 

 

Hoje proponho-te fazeres o ponto da situação das tuas competências a fim de:

 

 

– Tomares consciência de que a soma dos teus conhecimentos e competências é muito mais extensa, do que aquilo a que és levado(a) a creditar no quotidiano.

 

– Tomares consciência do conjunto de competências que podes mobilizar, mas que não utilizas forçosamente. De facto, o meio no qual evoluímos, determina muitas vezes as competências que mobilizamos. Limita-nos. Mas tu és muito mais do que isso!

 

 – Aumentares a tua autoconfiança através do autoconhecimento e da “força dos teus trunfos”. Isto vai permitir que te afirmes e que ouses empreender projetos que realmente queres para ti.

 

– Vais conseguir fazer o balanço das tuas competências, desenvolvendo uma visão que engloba o conjunto dos aspetos da tua vida.

 

 

Este exercício vai permitir que faças uma reflexão sobre o teu “know-how” e competências adquiridas ao longo do tempo ou transmitidas pelos teus próximos.

 

 

Estás pronto(a)? Comecemos então.

 

Pega em várias folhas de papel ou num caderno (eu gosto daqueles de capas duras), para listares todas as competências em função das categorias que te vou indicar nos parágrafos seguintes.

 

[fancy_box id=1]Convido-te a “cavares” em profundidade, não te limites aquelas competências que parecem mais evidentes. Faz apelo às tuas memórias e a situações concretas, onde consigas identificar que foi naquele ponto que adquiriste aquele saber ou aquela competência.[/fancy_box]

 

Primeiro eixo do inventário das competências.


As competências adquiridas no quadro escolar.

 

O primeiro eixo é tradicional e assenta na aprendizagem escolar e nos diplomas e “canudos” que obtiveste.
Que competências retiras dos teus estudos?
Algumas competências são específicas e ligadas às áreas que estudaste (competências técnicas).

 

Outras são ao contrário, mais generalistas e mobilizáveis em circunstâncias muito diferentes (competências transversais).

 

Pensa naquelas atividades que fizeste que eram extra escolares, aquelas que te permitiram adquirires competências complementares (atividades associativas, organização de eventos culturais, desporto, explicações ou apoios de qualquer espécie, ocupação de tempos livres, etc…)

 

Para te dar um exemplo, no meu caso foi o Judo, o Xadrez, a Música e a Leitura.
Mas o teu inventário de competências não se limita apenas a isto…

 

 

Segundo eixo do inventário das competências.
As competências anexas á tua profissão

 

No teu emprego, profissão ou trabalho, mobilizas um determinado número de competências técnicas próprias inerentes ao teu posto de trabalho.
Já paraste para pensares em todas as atividades que realizas para além daquelas que foste contratado?
Gostaria que dirigisses a tua procura pelas tuas competências, para todas estas atividades anexas.
emails

 

 

 

Dou-te alguns exemplos:

Um fulano que trabalha num gabinete como ajudante de contabilista ou estagiário. Pode acontecer-lhe que fique momentaneamente responsável por atender e redirecionar as chamadas telefónicas da empresa enquanto a colega se ausentou.

Para além de estar a aprender e a adquirir as competências de contabilista ou técnico oficial de contas, esta pessoa possui competências de comunicação oral e de relações com clientes.
Um técnico assalariado de uma pequena empresa. Quando o chefe se ausenta por razões pessoais ou por causa de uma deslocação necessária á empresa, este pode ver-se na necessidade de gerir a atividade, de responder e orientar os colegas, etc. Sem se aperceber está assim a desenvolver competências de liderança.

 

Pensa em tudo aquilo que fazes para além da tua função oficial no teu local de trabalho.
O teu grau académico e a tua profissão podem revelar algo sobre ti, mas o balanço das tuas competências é muito mais do que isso!

 

Terceiro eixo do inventário das competências.

 

As tuas competências adquiridas no exercício das tuas paixões e atividades pessoais

 


Gostas de cozinhar, pintar ou entreter-te na horta?

Todas as tuas atividades pessoais permitem-te também, desenvolveres competências. Se se tratar de uma paixão, aposto até que adquiriste grandes competências no assunto!
Podes não ter esta consciência, mas se fores tesoureiro de uma associação e que todos os anos apresentas as contas a uma assembleia geral, estás a mobilizar competências em comunicação oral.
Se gostas de jardinar na horta, se preparas as tuas sementeiras e calculas os períodos de colheita, estás a mobilizar competências organizacionais.

 

 

Pode parecer óbvio para ti, porque talvez os teus pais, ou os teus avós já jardinavam e te mostraram como fazer. Mas no entanto a tua capacidade de organização é preciosa e permite-te a cada ano que possas desenvolver a tua horta.

 

Aqui normalmente começamos a estar bem avançados nesta reflexão.

 

Mas será que acabámos?

 

Não  🙂

 

Quarto eixo do inventário das competências.

As competências pelas quais és reconhecido(a)

 

As pessoas lembram-se de ti porque sabem que és tu que dominas a informática, que tens “mão” para a culinária, que sabes preencher todo o tipo de documentos administrativos, que és bom ouvinte, que sabes exprimir uma ideia, etc…

 

No entanto, não é a tua paixão, nem a tua profissão.

 

Reflete acerca daquelas pessoas à tua volta que mais te solicitam, interroga-te sobre o valor que lhes dás pelas tuas competências.

 

No final deste exercício terás 4 listas. Reagrupa todas as competências que identificaste a fim de constituíres o teu portfolio.

 

[fancy_box id=1]

Este inventário vai permitir-te falares das tuas competências aquando de uma procura de emprego, quando quiseres mudar de profissão, quando fores escrever o teu currículo. Fará certamente uma diferença enorme em relação a outro candidato que se tenha contentado em listar as suas experiências profissionais e académicas sem ter feito este exercício.

Poderá até mesmo servires-te deste inventário quando duvidares de ti mesmo!

[/fancy_box]

 

 

A título pessoal, a identificação de todas as tuas competências é uma ferramenta igualmente preciosa para dares um passo atrás, tomares balanço e fazeres o ponto da situação. Vais sentir-te bem mais confiante para poderes empreender os teus projetos.

 

Não hesites em refazer periodicamente este inventário a fim de colocares em dia o teu portfolio de competências e perceberes a tua própria evolução.

 

Gostaste deste artigo? Foi de alguma forma útil para ti?

 

Não hesites em partilhá-lo nas redes sociais e/ou a deixar o teu comentário mais abaixo  🙂 

 

Forte Abraço

 

Olivier Correia

 

GOSTARIAS DE GANHAR DINHEIRO COM UM BLOG?

 

ESCREVER SOBRE AQUILO QUE GOSTAS?

 

CLICA AQUI!

O Ténue Equilíbrio do Empreendedorismo

Quando pensamos em empreender, somos muitas vezes levados a pensar numa vida repleta de riscos, com ganhos e perdas constantes e armadilhas em cada esquina.

Há até quem pense que a vida do empreendedor se assemelha à vida dos antigos gladiadores romanos, já que podemos ter que lutar contra concorrentes implacáveis. Mas será que esta ideia é real? Será que todos os empreendedores vivem desta forma?

 

 

Para dizer a verdade, a esmagadora maioria dos empreendedores nunca terá que se debater de forma tão acirrada com a sua concorrência, a sua “luta” é feita de forma diferente. Quase todos os negócios dependem das análises, decisões e avaliações dos clientes.

 

Isto significa que a maioria dos negócios vive numa constante e eterna exposição a fatores como: avaliações emocionais, alterações comportamentais ou simplesmente à evolução da postura social.

 

Adicionalmente, é necessário compreender que a sociedade está em constante evolução e transformação. As técnicas de venda que resultavam na perfeição há 20, ou até há 10 anos atrás já não resultam.

 


 

 

 

Hoje, qualquer que seja o produto que estás a vender, deves ter a capacidade de impressionar o cliente nos múltiplos vetores que ele considera importantes. A tua mensagem deve ser apelativa do ponto emocional, mas tem que ser forte o suficiente para fazer sentido do ponto de vista racional. E claro, é necessário que o cliente considere que o investimento faz também sentido material, ou seja, que tem realmente valor.

 

 

Se olharmos para todos estes pressupostos, podemos facilmente antecipar que “vender” é realmente uma tarefa complexa. Como é que o podemos fazer, sem forçar, nem melindrar os potenciais clientes?

 

 

 

emails

 

 

 

Vender Sem Forçar

 

Como empreendedor, deves perceber desde logo que não adianta tentar utilizar clichés batidos e fórmulas mais gastas. O público já viu tudo isso, já está vacinado contra vendas agressivas.

 

 

Hoje, vender é como tecer um jogo de sedução, discreto, mas emotivo e elegante. Tens que tentar que o teu produto ou serviço se destaque da massa cinzenta e banal que é o mercado de consumo. Tocar nas emoções do cliente é o ponto de partida para passar para as restantes fases: análise racional e finalmente a decisão de comprar.

 

 

Um dos erros mais comuns do novo empreendedor é encarar cada cliente como uma carteira recheada de notas.

 

 

 

Os teus esforços de venda não devem ser dirigidos à carteira do teu cliente, mas sim à cativação da sua pessoa, da sua mente.

 

 

Deves procurar perceber intimamente os teus clientes, as particularidades que os diferenciam, os fatores culturais e sociais que os rodeiam. A perceção de todos estes fatores fará de ti um empreendedor mais capacitado e ciente dos teus objetivos.

 

 

É claro que é mais fácil escrever “deves tentar vender através das emoções e do conhecimento e não de técnicas agressivas”; “deves conhecer os teus cliente-tipo melhor do que ninguém”, do que concretizar.

 

Mas é para isso que serve a formação. É para isso que o caminho já foi “desbravado” por outros que nos abriram o caminho

 

O domínio desta arte é algo que apenas conquistarás com o tempo e com a experiência. Mas ao partires desde logo com estas noções, estarás mais perto de atingir este objetivo.

 

O único atalho que existe, é encontrares o veículo certo. Eu encontrei o meu. Chama-se EMPOWER NETWORK!

 

Podes fazer O TEU REGISTO AQUI

 

 

Forte abraço!

Maldito Dinheiro!

Hoje quero fazer uma abordagem um pouco peculiar sobre o dinheiro.

 

É importante por isso que leias este artigo até ao fim para interpretares corretamente a sua conotação.

 

Muitas vezes sonhamos com o momento em que temos dinheiro que chegue,

Dinheiro que chegue para “despedir o patrão”,

Dinheiro que chegue para mudar de vida,

Dinheiro para comprar uma casa noutro país ou viajar.



 

Mas quanto mais dinheiro temos, mais preocupações temos!? (será?)

Quanto mais dinheiro temos, mais compromissos assumimos,

Quanto mais dinheiro temos, mais pensamos em protegê-lo

Quanto mais dinheiro temos, mais medo temos.

 

 

A maioria das pessoas que aumenta os seus rendimentos gasta mais dinheiro. É normal! Sonharam fazê-lo toda a vida!

 

Mas quando mudamos de casa, quando começamos a ter hábitos mais caros…perdemos alguma tranquilidade.

 

Porque antes não tínhamos grande coisa a perder.

 

Mas depois de provarmos o luxo, torna-se muito mais difícil voltar à vida antiga.


A maioria das pessoas de sucesso vive com a “barriga aos saltos” de medo!


Medo de não conseguirem manter o nível de vida a que chegaram.

Medo de não conseguirem proteger as suas economias, do fisco, dos bancos, etc…

O exemplo mais flagrante é aquele das pessoas que ganham o euromilhões ou a lotaria. A maioria tornam-se depressivos e muitos suicidam-se!

 

Porquê?

 

 

Porque a maioria são pessoas simples como tu e eu. Que aprenderam durante toda a vida a contentar-se com pouco!

E a fortuna chegou de rompante. Sem que tivessem tempo de se preparar ou de a ver chegar.

E de repente querem ter tudo aquilo de que se viram privados durante toda a vida. Vivem no luxo e é claro que se habituam a ele.

O problema chega quando se apercebem as contas bancárias se esvaziam mais rapidamente que previsto…e que um dia serão obrigados a retornar à casa de partida.

 

 

É bem mais difícil comer kebab quando já se provou ostras com caviar e champanhe! 🙂

 

 

 

É mais difícil alugar um apartamento “manhoso”, quando já se viveu num hotel de 5 estrelas! 🙂

 

  

 

 

 

É por isto que vivem com “a barriga aos saltos” de medo. Medo da perda. Medo que tudo acabe.

 

E muitos empreendedores de sucesso vivem com este medo, o medo do pessoal que ganha a lotaria.

 

Queriam muito ganhar muito para serem livres…mas alguns acabam por ser ainda menos livres que antes.

 

No entanto poderiam viver de outra forma…

 

 

Poderiam investir o dinheiro e manter o nível de vida. Poderiam gerar retorno mais rápido do que o gastam.

 

O problema é que é mais difícil dizer que fazer. Quando estivemos privados de quase tudo aquilo com que sempre sonhamos durante 20, 30 ou 40 anos…e que de repente somos capazes de comprar tudo, ou quase tudo…é verdadeiramente difícil de não cometer os mesmos erros do que aqueles que ganham a lotaria.

 

Lembro-me bem de ter passado por algo semelhante quando ganhei os meus primeiros 10 mil dólares online…fiquei tão contente que em vez de os re-investir no meu negócio gastei-os todos em menos de 1 semana hehe 🙂

 
Só é possível sair deste registo mudando a forma como se vê o dinheiro!

 
Para mim tudo mudou quando comecei a olhar para o dinheiro, não como uma ferramenta para comprar coisas fixes…mas sim como uma ferramenta para comprar liberdade.

 

 

Passo a explicar:

 

Tal como todos os empreendedores que conheço, que começaram a ganhar 5, 10 ou 20 vezes acima da média sem ter havido grande transição…também me passei! É normal.

 

Comecei a almoçar e jantar fora todos os dias

Comecei a ficar em hotéis de 5 estrelas quando saia para fora

Comecei a comprar computadores novos para toda a família

Comecei a comprar smartphones topo gama

Comecei a frequentar os melhores restaurantes

 

E um dia entrei em pânico!

 

Comecei a aperceber-me que andava literalmente a “torrar” o dinheiro.

 

Foi aí que me sentei ao computador e comecei a pesquisar sobre este tema, e foi aí que encontrei o termo: “Lifestyle inflation”.  A inflação do modo de vida. Parece que é normal: quanto mais se ganha, mais se gasta. É um facto económico que se constata em todo o lado. Tanto com assalariados, como com empreendedores. Segundo as pesquisas que encontrei, não existe quase exceção nenhuma.

 

Então quanto mais se ganha, mais perigo corremos (na nossa cabeça). Pois habituamo-nos a viver melhor, habituamo-nos às extravagâncias, habituamo-nos a poder fazer quase tudo.

 

E assim sendo, o retrocesso, mesmo que seja apenas temporário, seria bem mais doloroso.

 

Então continuei a procurar e encontrei algo fantástico! Encontrei pessoas que pensam que o papel do dinheiro não é de comprar “coisas fixes”, mas sim de comprar liberdade!

 

 

E quando pensamos nisso faz todo o sentido: 100 euros a renderem 5% a prazo, rendem 5€ por anos…para toda a vida…

 

Então podemos dizer que uma nota de 100 euros é uma máquina de fabricar 5 euros por ano, para sempre. E que uma conta a prazo com 10.000 euros, é uma máquina de fabricar 500 euros por ano.

 

Finalmente, bastam 400.000 euros numa conta a prazo para gerar 1.600 euros por mês…para sempre. Isto é ser financeiramente independente certo?

 

Não rico! Mas completamente autónomo.

 

Então bastam 400.000 euros numa conta a prazo para se trabalhar unicamente por escolha, e não por obrigação. Deixamos de precisar de trabalhar para comer e habitarmos.

 

Claro que isto é um cálculo grosseiro. Tudo depende sempre de como e onde colocamos o dinheiro, da inflação e de outros parâmetros.

 

Mas normalmente estes 5% não falham muito.
Quando começamos a olhar para uma nota de 100 euros como uma máquina de fabricar 5 euros, começamos a olhar para o dinheiro de forma diferente.

 

Ao invés de servir para comprar “coisas fixes”, o dinheiro transforma-se numa ferramenta que compra anos de liberdade…

 

Isto mudou tudo para mim…

 

Peguei no meu caderno e comecei a fazer contas, comecei a calcular quanto precisava para comprar um mês de liberdade…um ano de liberdade…

 

E defini um objetivo, que foi certamente o melhor da minha carreira de Internet Marketer: Limitar as minhas despesas e conseguir “comprar” rapidamente 1 ano de liberdade, e para mim um ano de liberdade são 1600 euros X 12 meses…representam 19200 euros…nada de especial certo?

 

Mas representam um ano de autonomia…e com um ano de retorno adiantado, não se pensa da mesma forma. Deixamos de pensar a curto prazo, deixamos de pensar que este mês precisamos de não sei quantos euros. Começamos a pensar em termos de processo, construir uma máquina que rende sistematicamente X por ano…ou se forem como eu, uma máquina que gera X contactos por mês.

 

Enfim…muda tudo!
A paz de espírito que se ganha depois de se começar a pensar assim, trás tanto prazer como andar literalmente a “torrar” dinheiro 🙂

 

Hoje, mesmo que tenha melhorado o meu estilo de vida, uso sempre em primeiro lugar o dinheiro para comprar tempo de liberdade!
Experimenta!

Investe o teu dinheiro em algo rentável, como um negócio online e depois começa a poupar liberdade.

 

Dizermos que acabámos de “comprar” 3 dias de liberdade é bem mais fixe do que dizermos que poupámos 150 euros! Hehe

 

No entanto é exatamente esse o valor 🙂

 

Se hoje ainda não conseguiste atingir o retorno que gostarias, então este é o melhor momento para começares, porque quanto mais esperares, mais difícil será.

 

Começares agora mesmo depois de leres este artigo, vai motivar-te para começares a comprar os teus dias, meses e anos de liberdade!

 

REGISTA-TE

 

Forte abraço!

Como fazer Boas Escolhas Sempre!

Fazer boas escolhas – Uma interrogação quotidiana!


Devo aceitar este novo trabalho? Devo continuar os estudos ou procurar emprego? Será o momento indicado para constituir família? Que tipo de casa ou apartamento me agradaria mais?

Fazer boas escolhas pode parecer difícil.

 

A ideia de tomar uma decisão pode criar um clima de ansiedade. No entanto a vida é feita de escolhas em permanência.

 

Todos os dias fazemos escolhas. Algumas obviamente mais importantes que outras e mais decisivas. Mas as pequenas escolhas de hoje, podem ter um forte impacto a longo prazo.

 

É então necessário considerar as escolhas como um todo, como um conjunto, quaisquer que sejam a sua importância ou relevância.

 

Aprender a fazer boas escolhas no quotidiano é vital, permite-nos avançar na vida sem dependermos dos outros.

 

Infelizmente, o medo de nos enganarmos, de falharmos, de não tomar boas decisões ou até de nos arrependermos, pode impedir-nos de fazer escolhas.


Como saber então qual a melhor escolha a fazer? Como saber qual a melhor decisão a tomar?

 

Para responderes a estas questões podes utilizar os dois métodos seguintes:

 

A abordagem racional

 

 

 

Podes adotar uma abordagem racional fazendo:

 

– Pesando os prós e os contras

– Analisando as consequências da tomada de decisão

– Interrogando-te acerca das razões profundas da tua escolha

 

Este método apresenta as seguintes vantagens para se conseguirem fazer boas escolhas:

 

Tempo de reflexão. A escolha final será baseada em elementos tangíveis.

Esta forma pode ser-te conveniente, sobretudo se fores uma pessoa mais racional do que intuitiva.

 

No entanto o “racional” em demasia também tem os seus inconvenientes. É impossível prever o futuro e as suposições serão forçosamente aleatórias.

Para além disso com uma reflexão demasiado ”forçada”, arriscamo-nos a adiar a decisão “ad eternum”.

Quando esperamos até analisar todos os ângulos, arriscamo-nos a permanecer numa espécie de limbo da “não escolha”.

 

Hoje tenho a certeza de algo, as decisões tomam-se rapidamente!

 

E quando o teu coração te sopra algo diferente?

 

 

A abordagem intuitiva

 

 

Uma outra abordagem para tomar boas decisões, consiste em fazer confiança naquilo que sentimos, a apelar às nossas emoções.

 

Esta abordagem para fazer escolhas tem a vantagem de estar centrada exclusivamente em nós próprios. Podemos tomar uma decisão apenas em função de fatores internos.

 

Esta é sem dúvida aquela que mais utilizo.

 

Mas…decidindo apenas em função do que sentimos, pode ser por vezes algo frágil e extremamente subjetivo.

 

 

Então qual seria a receita para se fazer uma boa escolha?

 

Em primeiro lugar, penso que não existe nenhum método ideal para se tomarem boas decisões e iniciarmos algo novo.

 

Penso no entanto, que, para abordar a questão das escolhas, devemos sim abandonar 2 formas de pensar:

 

 

  • Fugir do perfecionismo:

 

Não existem escolhas perfeitas. A única coisa que podes fazer, é agir tendo refletido e “escutando” aquilo que sentes.

 

Agindo, testas as soluções!

 

E sim…tens o direito de te enganares.

 

Aliás…não te enganaste…agiste

 

Ao menos saberás que tentaste e não ficaste no “limbo” 🙂

 

Fizeste algo!

 

Depois fazes o balanço. Podes assim saber se a tua escolha foi acertada ou não. Podes analisar as circunstâncias que te levaram ao resultado obtido. E podes recomeçar, mudando as circunstâncias, tomando outro rumo.

 

 

  • Desdramatiza

 

A maior parte das escolhas ou tomadas de decisão não são irremediáveis.

Raras são as escolhas absolutamente definitivas, por isso…desdramatiza a tua tomada de decisão. Tem mais a ver com barreiras mentais e a ideia que temos das circunstâncias atuais que nos travam!


Será sempre tempo de fazer novas escolhas, de tomar novas decisões, de mudar e de melhorar.

 

Se tiveres sempre presente, que não existem escolhas perfeitas e desdramatizares a tomada de decisão, estas questões deixarão de ser um problema para ti, pois terás banido da tua mente, o medo de falhar.

 

 

Cada escolha será uma experiência de vida e a soma destas experiências, constituirá então o teu caminho de vida…em toda a sua singularidade.

 

 

Tu podes fazer hoje a tua escolha de vida!

 

 

Junta-te a este movimento de pessoas livres!

Regista-te!

Crenças Toxicas: Como livrar-se delas

Pensamentos tóxicos: Como os eliminar

Agora que chegou a primavera, lembrei-me de escrever um artigo que pudesse ajudar todos aqueles que desejam erradicar aquelas crenças que apodrecem a vida.

Estas crenças são um verdadeiro veneno que correm nas nossas veias e nos impedem de sermos felizes.

Estás pronto(a)? Vamos lá então 🙂

Pensamento tóxico nº1: O mundo está mal.

Se vês televisão sabes bem do que falo: Não se passa uma semana sem que haja uma catástrofe, um acidente, um evento climatérico bizarro. E ainda temos a crise, o mundo cheio de terroristas e epidemias que nos ameaçam constantemente.

Ficas deprimido(a) e pensas que o mundo vai de mal a pior!

Sabes o que eu penso?

Tontaria!

Enquanto continuares a pensar assim, não chegarás a lado nenhum! De facto, qual a vantagem de lutares para ser feliz se o mundo te vai impedir?

Pensamento tóxico: O mundo está mal.

Causas deste envenenamento: Demasiado tempo a ver televisão ou outros meios de comunicação pessimistas e sensacionalistas e/ou má leitura.

Antídoto: Olhar o mundo desde um ângulo positivo. Desprender-se das correntes de informação, que apenas stressam as pessoas para as incitar a passar mais tempo em frente à televisão. Dá um passo atrás em relação às notícias. Deixa-te de filmes de terror ou diminui a frequência.

Ouve musica que te relaxa, lê livros sobre desenvolvimento pessoal, vai ao parque com os teus filhos, lê biografias de pessoas de sucesso.

 

Pensamento tóxico nº2: Sou obrigado a ter este trabalho que detesto e não tenho escolha!

Eu pensei assim grande parte da minha vida. Estudar para ter um emprego que não gosto. Ficar á espera do fim-de-semana e contar os dias e as horas para que chegue.

 

Sabes o que significa para mim segurança de emprego? Aborrecimento, estagnação, um pesadelo! Passar 40 anos da minha vida num emprego a trabalhar 8, 9 ou 10 horas por dia, obedecer às decisões dos outros, suplicar aumentos mesquinhos e construir o sonho de outra pessoa que não eu!

 

Respeito obviamente todos aqueles que se sentem realizados desta forma, mas esta não é definitivamente a minha escolha.

 

 

E sim! É uma escolha! Existem alternativas, acreditar que existe apenas um modelo é um grande erro que nos pode custar a nossa liberdade!

 

Pensamento tóxico: Sou obrigado a ter um trabalho que não gosto.

 

Causas deste envenenamento: Quem nos educou, aqueles que nos são próximos, os professores, a nossa falta de curiosidade.

 

Antídoto: Informar-se sobre métodos alternativos que estejam ligados a algo que me agrade. Criar o seu próprio negócio. Ler biografias de pessoas que conseguiram realizar-se fora daquilo que é o convencional. Ousar mudar!

 
Pensamento tóxico nº3: Sou tímido(a), não posso viver como os outros.

Ah, a timidez, um dos piores inimigos de quem a sente…uma grande falta de maturidade também. Mas mais ainda, uma grande desculpa para não agir!

A timidez tem solução. Conheço pessoas que eram tímidas crónicas e passaram a ser pessoas muito sociáveis num curto espaço de tempo.
Quem acredita que é tímido, acaba por sabotar qualquer esperança de felicidade, acabando por se autolimitar e submeter-se a uma pressão completamente inútil.

Pensamento tóxico: Sou tímido(a) e nada posso fazer para mudar.

 

Causas deste envenenamento: Falta de confiança em si, passado difícil, educação.

 

Antídoto: Sair da sua zona de conforto. Tomar consciência de que ninguém é definido pela sua timidez. Arriscar. Envolver-se com pessoas.

 

 
Pensamento tóxico nº4: Ajudar tudo e todos custe o que custar.

 

Talvez te pareça estranho, mas por vezes esquecemo-nos que para ajudar os outros, devemos primeiro ajudar-nos a nós mesmos.

 

Num acidente de avião, se caírem as máscaras de oxigénio, as instruções são de colocares a tua primeiro antes de ajudares seja quem for, admito que como pai me causa alguma angústia este pensamento. No entanto devo admitir que se num caso desses me puser a ajudar antes de colocar a minha máscara, rapidamente perco os sentidos por falta de oxigénio e já não posso ajudar ninguém.

 

Pensa em ti primeiro, coloca-te em primeiro lugar. Aqueles que querem ajudar tudo e todos esgotam-se, e esquecem-se de aplicar neles próprios os melhoramentos necessários.

 

É claro que não estou a falar de darmos o nosso lugar a alguém num transporte público, de não mantermos a porta aberta para alguém entrar, de não darmos a vez ao carro que está para entrar onde circulamos.

 

Se conseguires ser feliz, vais empurrar aqueles que te rodeiam para cima. A felicidade irradia á volta daqueles que a sentem. É assim que se ajudam os outros.

 

Pensamento tóxico: Os outros valem mais do que eu.

 

Causas deste envenenamento: Falta de sentido de prioridades; síndroma do são-bernardo, acreditar que não somos suficientemente importantes para passarmos em primeiro lugar.

 

Antídoto: Pensa em ti. Toma tempo para te mimares, física e mentalmente. Dá prioridade às tuas necessidades básicas e em seguida se assim o escolheres, ajuda então os outros.

 

 

Pensamento tóxico nº5: Suportar relações e amizades.

 

Ouço muitas vezes as pessoas dizerem: tenho que ligar a fulano tal, já não falo com ele há não sei quanto tempo, qualquer dia ressente-me. Ou então: É difícil lidar com ela, está sempre a atirar-me isto ou aquilo à cara.

 

Vejo pessoas a esgotarem-se completamente, apenas porque ficam em proximidade de personalidades tóxicas que as arrastam literalmente para o lodo.

 

Se tivermos que “suportar” seja quem for, essa pessoa não merece relacionar-se connosco. Ninguém pode ficar à mercê da boa vontade dos amigos para ser feliz.

 

Aprendi que somos ou nos tornamos mentalmente idênticos às 5 pessoas com quem mais nos damos. Imagina então os estragos na nossa vida se essas 5 pessoas forem negativas e tóxicas!

 

O teu circulo mais íntimo devem ser pessoas positivas, pessoas que te querem bem, pessoas pelas quais deves querer deixar-te influenciar, por admirares as suas formas de estar.

 

Não te estou a dizer para cortares relações com alguém próximo, à martelada! Mas deves determinar quais as pessoas que são nefastas ao teu desenvolvimento e à tua evolução.

 

Por vezes não evoluímos no mesmo sentido, o teu melhor amigo de infância pode em nada corresponder-te 15 anos mais tarde. O mesmo acontece com um cônjuge: Devemos ficar com alguém que não nos faz feliz sob pretexto que ao princípio era bom?

 

As pessoas que fazem parte do teu círculo mais íntimo são uma escolha tua! Escolher viver rodeado de pessoas negativas pode muito bem ser igual a dares um tiro no pé!

 

 

 

Pensamento tóxico: Devo esforçar-me para suportar quem me rodeia.

 

Causas deste envenenamento: Ficar na sua zona de conforto, não ousar ferir suscetibilidades, não querer ver que já não nos identificamos com alguém próximo.

 

Antídoto: Rodear-se de pessoas positivas. Cortar as relações toxicas. Não estar tantas vezes com pessoas com quem temos menos afinidade. Continuar sempre a envolver-se com novas pessoas, mesmo quando está tudo bem, para melhorarmos em permanecia o circulo social.

 

 

Pensamento tóxico nº6: Sou demasiado velho(a) para mudar!

 

Esta é sem dúvida a desculpa nº1 que as pessoas usam para não agirem, para não mudarem as coisas e para não viverem os seus sonhos.

 

Podemos mudar em qualquer idade! Aliás…devemos!

 

Mudar hoje mesmo, seja qual for a tua idade, é a melhor decisão que poderás tomar na vida!

 

Muda para seres menos tímido, mesmo que tenhas 30 anos.

 

Trabalha a tua confiança, mesmo que tenhas 40 anos e que sempre tenhas tido uma baixa autoestima.

 

Aprende a seduzir, mesmo sem nunca teres agradado ao sexo oposto e tenhas 50 anos.

 

Aprende a tocar guitarra, mesmo que tenhas 60 anos.

 

Viaja aos 4 cantos do mundo, mesmo que tenhas 70 anos.

 

Nunca serás demasiado velho(a) para viveres os teus sonhos, és apenas conformado(a) e tens medo de sair da tua zona de conforto.

 

Efetivamente, se não mudares nada, nem fizeres nada para viver os teus sonhos és demasiado velho. Aí apenas te resta reformar-te e deixa-te estar no sofá.

 

Mas se o teu querer for forte…se tiveres um motivo válido…se quase que consegues saborear o sonho de tanto pensares nele…seja qual for a tua idade tu consegues!

 

Porque a vida é isto! É ganhar competências, é ultrapassar-se, é aprender novas coisas, é arriscar, é melhorar, é evoluir, é vivermos o nosso sonho!

 

Pensamento tóxico: Sou demasiado velho para mudar.

 

Causas deste envenenamento: o Status Quo da sociedade, falta de confiança, preguiça, desmotivação.

 

Antídoto: Tomar as rédeas da vida seja qual for a idade. Viver os sonhos, alterar as circunstâncias, arranjar os meios.

 

 

Porque a vida é agora!

 

E se não aproveitarmos (unicamente se não aproveitarmos) será tarde demais!

 

MUDA HOJE!

Genio ou Idiota: A Importancia do Contexto

A importância do contexto

Hoje quero partilhar uma pequena reflexão contigo.

Muitas vezes nos perguntamos: fará mal fazer isto, ou fará mal dizer aquilo. Procuramos uma resposta universal, como se existissem frases mágicas que funcionam sempre.

O que é facto é que a mesma frase te pode fazer passar por um génio num determinado contexto e por um idiota noutro.

 

Já todos experimentamos isto: dizemos uma piada, fazemos rir toda a gente á gargalhada e, dizemos – boa, grande piada. Voltamos a dizê-la a outras pessoas e é como levar um balde de água fria na cabeça…ninguém se ri nem acha piada nenhuma.

 

Pois é…esquecemo-nos de uma das coisas mais importantes e subestimada da nossa vida:

O Contexto
Mas afinal o que é o contexto?

 

É um conjunto de fatores externos que fazem com que aquilo que fazemos ou dizemos se adapte ou não á situação.
Deixa-me dar-te um exemplo simples:

 

Estares super bem vestido, com um fato de 3.000 euros feito por medida, para ires dar um passeio de camelo a Marrocos, vai simplesmente fazer-te parecer ridículo. Assim como ires de calções e T-shirt a um casamento.

 

Percebeste a ideia?

 

O problema é que, esta “calibração” se encontra em todas as facetas do quotidiano.

Se para a indumentária se torna evidente ver esta relação, pode averiguar-se mais complicado no que diz respeito às relações humanas.

 

Por exemplo:

 

É frequente em alguns trabalhos verem-se superiores hierárquicos gritarem com os seus subalternos no sentido de obterem resultados.

Com algumas pessoas até pode funcionar, algumas precisam deste tipo de motivação para se sentirem pressionadas e stressadas para reagirem e produzirem.

Para outras é simplesmente ridículo, este tipo de atitude apenas as levaria a não produzirem em jeito de retaliação.

O mesmo se passa em contextos sociais mais complicados.

 

Por exemplo:

 

Após recusar-se o aumento de salário a um colaborador, seria idiota pressioná-lo no sentido de duplicar a sua produção.

No entanto, a um colaborador em pleno crescimento de carreira e a quem se atribuiu um aumento, este tipo de pressão pode ser eficaz.

O mesmo se passa na sedução, demasiados elogios, ou atenção poderá afugentar a pessoa que te interessa e atrair outra.

 

Porquê?

 

Porque a primeira pessoa poderá já ter encontrado demasiados “coristas” ao passo que a segunda irá precisar de validação e atenção da tua parte para se imaginar contigo.

 

É preciso calibrar em permanência.

 

Guardando sempre a nossa própria personalidade.

 

Mas por vezes estas noções dissipam-se.

 

O que fazer então?  Manter-me fiel aos meus princípios? Adaptar-me? Ou afirmar-me?
É aqui que entra em jogo a importância do contexto.

 

Ser inteligente, não é (apenas) saber resolver equações difíceis. Isto é aquilo que é medido pelo Q.I., é a inteligência lógica.

 

A inteligência que depende do contexto é a inteligência emocional.

 

É esta inteligência que vai fazer com que respondamos adequadamente numa determinada situação.

 

Uma espécie de “inteligência camaleão”.

 

Como fazer para desenvolver esta inteligência?

 

Observar!

 

Aprende a observar e a fazer bem. E de preferência, mais do que uma vez!

O ser humano aprende por imitação, não tenhas então vergonha de te inspirares naquilo que de melhor se faz à tua volta.

Antes de decidires vestires umas calças de ganga para ires trabalhar, observa aquilo que os outros levam.

 

A informação é o nervo da guerra. É o que te fará sempre que possível tomares as boas decisões.

 

Uma vez adquirida a informação, decidirás se fazes como os outros ou se contornas os códigos.

 

Sem nunca te esqueceres que deves dominar os códigos antes de os quebrares. E quando os quebrares deves fazê-lo de forma inteligente e pouco a pouco. Não por derrapagens incontroladas, que te farão passar por alguém inadaptado.

 

O desrespeito pelos códigos sociais é um dos principais travões nas dinâmicas sociais. E poucos têm consciência disso.

 

Não sejas uma ovelha, mas improvisa inteligentemente!

 

 

Inspirares-te e adaptares-te a códigos, não suprime a tua personalidade. É simplesmente fazeres prova de bom senso.

Ninguém vai a uma entrevista de emprego em calções e T-shirt, transparece uma falta de inteligência social enorme, certo?

Mas também ninguém te obriga a ires de fato preto e austero, e podes (nos limites do bom senso) adaptar a tua indumentária á tua própria personalidade.

 

Observa, compreende, “digere” e personaliza!

 

Neste sentido, que toca piano, deve primeiro saber o que é o ritmo, uma nota, quais são os diferentes acordes antes de improvisar.

Na vida passa-se exatamente o mesmo, o improviso será um trunfo inigualável, com a condição de teres observado, compreendido e “digerido”.

Se estiveres atento ao que te rodeia, ao contexto das coisas, a tua vida será bastante simplificada. Não terás a impressão de nadares contra a corrente em permanência, antes pelo contrário, parecerás ter a sensação de ser levado confortavelmente pela corrente, por forma a ires cada vez mais longe.

Na próxima vez que “barafustares” ou te enervares numa determinada situação, questiona-te se percebeste o contexto daquilo que te rodeia.

 

Compreende o contexto, e estarás mais adaptado ao mundo do que 90% das pessoas.

 

Sentires-te-à o rei ou a rainha do mundo! Um mundo que mexe, que está em constante mudança, um mundo em que os contextos se alteram em permanência.

 

Mas agora que o sabes…saberás adaptar-te 🙂

 

Em que contexto te encontras aqui? A ler este artigo…

 

Será no contexto do desenvolvimento pessoal? Onde apenas procuras melhorar e crescer como pessoa?

Será no contexto de mudares de vida? Onde procuras uma ocupação rentável que te permite ao mesmo tempo cresceres interiormente e passares mais tempo com a tua família?

 

Em que contexto estás aqui?

 

Questiona-te!

 

De qualquer forma, todos os contextos que impliquem mudança começam AQUI

Pelo teu registo NESTE GRUPO, que te vai permitir mudares!

 

Forte Abraço!

Consciência Social

Como já te tenho falado inúmeras vezes, iniciei este projeto por questões financeiras e como também já te tenho dito, hoje estou cá para muito mais do que isso.

Como já te tenho falado inúmeras vezes, iniciei este projeto por questões financeiras e como também já te tenho dito, hoje estou cá por muito mais do que isso.

Neste artigo vou mostrar-te aquilo que nós Lazy Millionaires fazemos. Como também já sabes uma das nossas sólidas vertentes neste grupo é o desenvolvimento pessoal e inevitavelmente através do desenvolvimento pessoal nasce uma enorme consciência social.

 

Deixo-te aqui por ordem cronológica o que tem sido para mim o cultivo e crescimento desta consciência social:

A história do meu amigo Benito foi sem dúvida o que em mais contribuiu para o despertar da minha consciência social. Deixo-te agora este vídeo que tanto me marcou:

E antes de irmos à Guiné Bissau foi a loucura das televisões e rádios…os Lazy estavam em todos os canais e na boca dos portugueses!

Diário Da Missão Guiné:

Finalmente o sonho do benito concretizado, os lazy Millionaires “saltam” para o Benim:

Resumo da missão Benim neste emocionante vídeo, onde 4 Lazy Millionaires colocaram uma sala com quase 2000 pessoas em lágrimas.

 

Como resultado desta experiência gratificante com os meus amigos os Lazy Millionaires, aos quais me orgulho em pertencer, apadrinhei uma criança.

 

Curiosamente chama-se Olivier, tem 10 anos e foi abandonado pela mãe aos 6. Cabe-me a mim ser responsável pela sua alimentação, educação e bem estar e não poderia sentir-me mais orgulhoso!

Esta é a minha consciência social hoje!

E a tua como está? 

Não te esqueças que para ajudares os outros primeiro deves ajudar-te a ti mesmo!

Regista-te aqui: http://oliviercorreia.com/c/joinen

 

A Garrafa Armadilhada

Não é a tomada de consciência que nos permite sair da armadilha da “garrafa apanha moscas”

Por vezes estamos de tal forma embrenhados nos nossos problemas, q

Não é a tomada de consciência que nos permite sair da armadilha da “garrafa apanha moscas”

Por vezes estamos de tal forma embrenhados nos nossos problemas, que parece que demos um nó na mente e que estamos a viver uma “pescada de rabo na boca”. Parecemos então moscas numa armadilha de garrafa, que se debatem até ficarem tontas de tanta pancada que ão contra as paredes de plástico.

E por vezes quando somos moscas tontas, o gargalo está bem à nossa frente completamente aberto e não o conseguimos sequer ver.

 

É bem mais fácil vislumbrar a solução quando estamos da parte de fora da garrafa!

 

Para se sair de uma situação problemática, torna-se útil pensarmos de uma forma completamente neutra.

Só assim poderemos então ver que a armadilha apenas existia na nossa cabeça e que as paredes da nossa cela não passavm de uma construção mental. Eu sei do que falo…já lá estive.

 

Uma terceira pessoa, como um amigo ou um familiar pode frequentemente ajudar-nos a ver o problema sob esta perspectiva. Sobretudo quando voamos tontos há tanto tempo na nossa garrafa que já nem distinguimos os contornos da mesma.

 

No entanto em muito casos (que não foi o meu), podemos adotar a postura de um observador imparcial, projetando-nos mentalmente no filme do nosso problema. Como uma tela de cinema imaginária à nossa frente.

Fecha os olhos se necessário e visualiza-te, a ti e às pessoas envolvidas no problema, e vê como todos estão a agir. Agora encarna o papel de realizador desse filme, e pergunta-te o que a personagem que te representa, poderia fazer para compor as coisas.

Mas atenção, deves sobretudo modificar o comportamento da tua personagem e não dos outros atores. Pois na realidade não podes senão modificar-te a ti mesmo.

O que vai acontecer, por estares apenas a visualizar uma representação de ti mesmo, é que, estando de fora vais rapidamente vislumbrar uma solução.

Agora só tens que a colocar em prática.

 

Abraço