Qualidades à Mão Cheia!

Como Identificares as Tuas Qualidades e Desenvolvê-las?

 

 

Se tivesses que desenhar o teu retrato descrevendo as tuas qualidades, quais seriam elas?

 

Identificar as nossas qualidades pode averiguar-se um exercício que gera algum desconforto.

Porquê?

 

Porque para algumas pessoas é simplesmente difícil valorizarem-se, afirmarem-se perante os outros e “saírem do lote”. Também pode ser devido à falta de autoconfiança, excesso de modéstia, ou simplesmente ter receio e achar que é arrogância.

No entanto todos nós temos qualidades…muitas mais até do que aquilo que por vezes possamos pensar.

Tal como para as competências, é importante identificares as qualidades para melhor te conheceres, apoiares-te nas tuas forças e trunfos, para levares a bom porto os teus projetos e desenvolver relações com os outros.

Dá-me vontade de dizer: Afirmar as qualidades é uma qualidade 🙂


Não te subestimes nunca!

 

Para identificar as tuas qualidades deves fazer um trabalho de introspeção.
Não te vou propor uma lista de qualidade na qual possas escolher, como se estivesses a jogar à “bisca”, acho que seria boicotar o exercício. De facto, temos tendência, seja a subestimar e então identificar qualidades que estão abaixo daquelas que temos, ou ao contrário a sobrevalorizar e a identificar qualidades que na realidade não possuímos, para termos uma melhor imagem de nós mesmos.

 

Para te avaliares à tua justa medida, com honestidade e sinceridade, vou propor-te dois eixos de introspeção para identificares as tuas qualidades.

O primeiro repousa sobre as tuas próprias experiências, o segundo sob um olhar exterior dos teus amigos e dos teus próximos.

 

Lembra-te que o resultado deste exercício é para ti e somente para ti.

 

Eixo nº 1: Identificar as tuas qualidades através das tuas próprias conquistas.

Eis duas grandes questões às quais vais poder responder para identificares as tuas diferentes qualidades.

Pensa bem nas diferentes áreas da tua vida, grandes momentos, ou coisas mais pequenas.
Momentos em que fizeste uso de qualidades racionais, intelectuais, físicas ou até morais.

Questão nº1: Quais as tuas principais conquistas ou feitos e quais foram as qualidades sob as quais tiveste que agir para lá chegares?

Questão nº2: Quais os desafios que ultrapassaste e quais as qualidades de que te serviste para conseguires?

 
Eixo nº2: Identificar as tuas qualidades com ajuda e feedback dos outros.

 


O interesse em perguntares por um feedback a pessoas do teu circulo é de teres á tua disposição um olhar exterior, sem filtros, algo que tu não vês e que só é percetível pelos outros, o teu “eu cego”.

Desta forma não corres o risco de uma desvalorização ou sobrevalorização das tuas qualidades.

 
Interroga pessoas que te são realmente próximas, que conheces bem e que sabes que vão ter sobre ti um olhar honesto e sincero.

 
Pergunta-lhes o que pensam espontaneamente de ti, que tipo de pessoa pensam que és, como te vêm, que qualidades te atribuem.

 
Se alguém tivessem que contar contigo a 100% para resolver alguma situação, o que seria?

Através destas diferentes questões, colocaste em evidência qualidades que certamente foram surgindo múltiplas vezes. Podes assim elaborar o teu retrato resumindo as tuas qualidades sob a forma de frase: « sou organizado, confiável, corajoso, etc. ». Tens assim de alguma forma o teu slogan, a tua imagem de marca que te posiciona em relação a ti próprio e aos outros.

 

Para além das tuas atuais qualidades, talvez tenhas vontade de desenvolver algumas outras. Eis algumas etapas que podes seguir para ires ainda mais longe e melhorares a médio e longo prazo:

 

 

emails

 

 
As 4 etapas para transpores as tuas qualidades no seio dos teus projetos e desejos.

 

Etapa nº1: Identificar as qualidades a desenvolver

 

 

[fancy_box id=1]

Para isto, pega num caderno e começa a escrever. Lista 3 pessoas que admiras muito e associa as qualidades que mais gostas neles.

 

Este exercício é pura magia, revela com 100% de precisão as qualidades que queres alcançar. Através das pessoas que admiras, projetas-te em direção às suas próprias qualidades, aquelas que desejas para ti, sem mesmo teres consciência disso.

[/fancy_box]

 

 

Como?

 

Segue a segunda etapa…

 

 

Etapa nº2: Lança-te pequenos desafios para agires sobre as tuas qualidades

 

[fancy_box id=1]

As tuas qualidades só evoluem com o tempo e com o tempo vem a experiência. Com aquilo que fazes em concreto. Pode demorar mais ou menos. Para encurtar este período podes lançar-te pequenos desafios em relação às qualidades que queres desenvolver.

 

Por exemplo, se desejas ser mais aberto e menos introvertido. Aceita o desafio de falares com desconhecidos, de os abordares, seja com um elogio ou com algo que aches que tenham em comum contigo.

 

Ou ainda, se tens dificuldade em falar em público e te queres tornar num orador exímio, desafia-te a seres sempre aquele que representa os outros, aquele que fala pelo grupo, aquele que se “chega à frente” quando é preciso dar voz.

[/fancy_box]

 

 

 

 

Etapa nº3: Integrar as qualidades nos teus projetos

 

[fancy_box id=1]Nesta terceira etapa, trata-se de aprofundar o desenvolvimento de uma qualidade e de a integrar no fio condutor dos teus projetos. Não hesites em utilizar a visualização positiva. Fazer prova de uma vontade férrea e de perseverança para que ela fique “ancorada” em ti e te sirva no teu projeto.[/fancy_box]

 

 

Etapa nº4: Avaliar como essas qualidades de ajudaram a ter mais resultados

 

[fancy_box id=1]Finalmente, quando o teu projeto atingir uma primeira etapa importante, faz o balanço e procura perceber se conseguiste efetivamente sair da tua zona de conforto e como podes ainda melhorar.[/fancy_box]

A bola agora está no teu campo!

Identificaste as tuas qualidades? Sabes que qualidades deves desenvolver?

Deixa nos comentários:

-Quais as dificuldades que tiveste em encontrar as tuas qualidades?
-Como os outros te ajudaram no exercício de identificação das tuas qualidades?
-Como vais colocar em prática as qualidades que desejas desenvolver?
Se gostaste deste artigo, não deixes de o partilhar nas redes sociais.

 

 

Se gostas de desenvolvimento pessoal aproveita esta oportunidade única!

Por apenas $100 dólares de subscrição acede ao “Inner Circle”, um curso com recursos em áudio (em Português, Inglês e Espanhol) e em constante atualização.

Uma autêntica mina de ouro em áudio e vídeo, recheada de estratégias ensinadas por algumas das pessoas de maior sucesso na Internet, todo o mindset necessário para o sucesso e desenvolvimento pessoal.

SUBSCREVE AQUI!

 

 

Forte Abraço 🙂

Ultrapassar-se, motor do desenvolvimento pessoal

A superação é um tema que me apaixona.

Apaixona-me porque pensei durante muito tempo que nunca teria sucesso. Que nunca faria nada de bom com esta minha vida.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A superação é um tema que me apaixona.

Apaixona-me porque pensei durante muito tempo que nunca teria sucesso. Que nunca faria nada de bom com esta minha vida.

 

Agora, fazendo um balanço, dou-me conta que constantemente me superei, muitas vezes até inconscientemente sendo resiliente.

A vida em mim queria viver, e empurrava-me literalmente independentemente das circunstâncias.

 

Quanto mais avancei, mais consciência tomei das minhas capacidades de fazer face às adversidades, força e responsabilidade.

 

A superação é um tema universal e pessoal ao mesmo tempo. Todos nós damos “de caras” com situações de superação pessoal, desafios e obstáculos, mas cada uma destas situações varia enormemente de uma pessoa para outra.

 

Um enorme desafio meu, pode ser algo de completamente rotineiro para outra pessoa.

 

O importante é tomarmos consciência e aceitar os nossos desafios pessoais, pouco importa que possam parecer ridículos.

 

O Importante é avançar.

 

Para mim superar-se é o coração do desenvolvimento pessoal, ser honesto comigo mesmo e avançar simplesmente hoje, isto em todas as áreas da minha vida.

 

«Os obstáculos não te podem parar. Os problemas não te podem parar. Mais importante ainda, os outros não te podem parar. Só tu podes…»

– J. Gitomer

 

Já constituiu desafio para mim estar num sitio desconhecido e/ou publico. Ficava crispado, ansioso, estava híper consciente de mim mesmo e era extremamente desconfortável. Passei por alguns maus momentos na adolescência e fiquei «preso» a este desconforto. Esta ansiedade social transformou-se numa ansiedade geral e progrediu até me deixar de levar uma vida normal, sair de casa para fazer algo que não fosse da minha rotina normal tornou-se um pesadelo. Fui obrigado a acionar as minhas defesas e a « tapar » literalmente esse desconforto.

 

 Hoje estou livre de tudo isso, identifiquei as defesas e deitei-as abaixo, mas ganhei este bem-estar com esforço, e perseverança. Foram precisos anos de trabalho, de autoconhecimento e de inventários pessoais.

Ultrapassei-me, superei-me e hoje colho os frutos da minha confiança e serenidade.

Sinto-me inabalável em situações que me davam suores, que me tornaram num nómada, num lobo solitário.

 

 

Os meus desafios foram muitas vezes uma questão de sobrevivência, tinha que arranjar forma de me superar ou iria enlouquecer, ou até morrer.

 

Hoje os meus desafios são uma questão de qualidade de vida e é maravilhoso!

 

Estar no meio de uma multidão de gente sem “disparar” para todo o lado, ser tolerante com aquilo que achava supérfluo e desinteressante, falar em público para multidões, relaxar e desfrutar o momento, confiar.

 

Então identifica os teus desafios e avança simplesmente

AGORA!

O futuro chegou

Eis um pensamento para ti, 

 Qual é o melhor computador de sempre? … Mac? …PC?

E que tal os gigantescos mainframes que têm a NASA?

 

Não!

 

Cá em cima

Eis um pensamento para ti, 

 

Qual é o melhor computador de sempre? … Mac? …PC?

E que tal os gigantescos mainframes da NASA?

 

Não!

 

Cá em cima na nossa cabeça, este é o mais potente computador de todos os tempos. E os teus olhos…consigo perceber que ainda os tens aberto…isso é bom, mas sabes o que vês?   

 

Quero dizer…ver verdadeiramente,

 

Cada segundo, a todos os segundos os teus olhos processam 72 gigabytes de informação, a maior câmara do mundo…não é isto incrível?

 

Um computador e uma câmara…e os dados…todo este código, cá em cima protegido pela firewall da nossa personalidade.

86 Biliões de neurónios que evoluem para perceber, para traduzir, para nos dar a nossa visão do mundo que nos rodeia.

Montanhas, rios, grandes savanas, todos os animais de todas as suas incríveis formas e tamanhos.

Amigos, família, amantes, as pessoas que te rodeiam neste instante, todas as pessoas e tudo que já conheceste até hoje, está tudo aqui.

 

Tudo são histórias, memórias, carregadas de emoção. A tua felicidade, a tua tristeza, a tua alegria, frustração, os teus amores, os teus amores perdidos.

E esta coleção de histórias és tu, um projeto em constante evolução que só se dá por terminado quando morre.

 

As tuas memórias são a tua vida.

Acima de tudo temos este imperativo genético, um desejo único de partilhar.

O que nos torna humanos? Diria que é o sentido de nós mesmos e a nossa habilidade de partilhar o que somos, o nosso maior tesouro.

 

Vamos rebobinar um pouco…

As pinturas rupestres… primeiro pintávamos para dizer estivemos aqui, depois pintámos para perguntar porque aqui estamos?

…para passar conhecimento, experiências, para construir sobre o que sabemos.

Isto é evolução, partilhar para sobreviver e partilhamos mais e mais, partilhamos os nossos amigos, partilhamos o nosso vídeo favorito no youtube, partilhamos a nossa localização, partilhamos fotografias íntimas, por vezes até um pouco mais depois de uns copos.

Cada vez que partilhamos, refletimos a nossa personalidade, nós mesmos.

Mas…isto não é tudo, a inovação inova-se e muda de novo…sempre.

20.000 anos atrás, mil, dez anos, amanhã, não importa.

A interferência…é uma coisa boa, quer na forma de um sorriso ou de uma tatuagem, ou da forma do teu bolso.

Distúrbios e inovação sob qualquer forma criam brechas e permitem avanços inimagináveis na tecnologia e comunicação.

 

Hoje vemos o nosso mundo em chamas, a rebentar de dados, informação mas,

…há uma revolução ao virar da esquina, nada menos que uma total tradução das nossas emoções humanas com sede de informação…comunicação pura.

Acredito que estamos na fronteira…á beira da internet do ser, uma internet de pura emoção, conexões genuínas, para nos levar finalmente para lá das pinturas rupestres,

 

Isto não é ficção científica, médicos falam com pacientes em coma, podemos controlar brinquedos com a mente…isto é AGORA!

Um mundo de emoções partilhadas, onde as grandes experiencias são ampliadas, um milhão, um bilião de vezes,

Imaginas o Amor? um amor um bilião de vezes mais poderoso, e a empatia, verdadeiros sentimentos.

Um novo futuro, um mundo que estamos a criar, onde as barreiras da linguagem desaparecem…imagina bem o que vamos poder concretizar,

Lembra-te de mim, lembra-te onde estavas…a nova geração de meios de comunicação está a chegar, porque amanhã é o futuro onde todos partilhamos.

Amanhã foi ontem e tu ainda vais a tempo

Começa aqui, visualiza o teu futuro hoje.

INDIGNA-TE!

Uma mensagem de vida, uma mensagem que espalho e difundo com muito orgulho, o orgulho que fez de mim um Lazy Milionaire. O mundo precisa de herois, o mundo

Hoje trago-te uma poderosa mensagem,

Uma mensagem de vida, uma mensagem que espalho e difundo com muito orgulho, o orgulho que fez de mim um Lazy Milionaire.

O mundo atual coloca e mantém a maioria da pessoas em dificuldades financeiras, somente um pouco acima do limite da revolta.

Manter alguém devedor e emocionalmente assustado é hoje a forma mais comum do controlo de massas, sob a capa da democracia a filosofia deste sistema é levar as pessoas à escravidão.

A escola educa para o emprego e para a dependência, a pressão social e as instituições financeiras, instigam ao endividamento, os meios de comunicação social vinculam mensagens  que levam as pessoas a viverem com medo do presente e do futuro e uma pessoa assustada é facilmente manipulável, mas UMA PESSOA SEM MEDO É UM SER LIVRE!

O mundo precisa de gente que vença o medo, o mundo precisa de ver-se livre das dívidas e da dependência, o mundo precisa de pessoas generosas e felizes, o mundo precisa de quem liberte outras pessoas das forças do mal, O MUNDO PRECISA DE HERÓIS, O MUNDO PRECISA DE TI!

 

Dia 28 de Fevereiro, 1 e 2 de Março vamos reunir-nos todos em Leiria – Portugal, vamos redefinir estratégias e ações, vamos ajudar milhares!

Estejas em Portugal, no Brasil ou em qualquer outra parte do mundo, esta mensagem é para ti!

Junta-te ao nosso movimento!

Indigna-te e faz algo por ti!

Só terás voz quando tiveres os meios, e aí sim poderás exprimir-te bem alto!

Deixa-me ajudar-te a seres financeiramente livre!

Só assim te poderás ajudar a ti mesmo, à tua família e a tantos, tantos outros!

REGISTA-TE AQUI e começa hoje a tua liberdade financeira.

Vitimização e reflexão construtiva

Então, se a vitimização é um reflexo, dos mais simples a adotar, pelos «benefícios» imediatos que confere, é também evidentemente nefasta no quadro racional do

Então, se a vitimização é um reflexo, dos mais simples a adotar, pelos «benefícios» imediatos que confere, é também evidentemente nefasta no quadro racional do desenvolvimento pessoal.

Não podemos esperar melhorar, aprender com os nossos erros, se recusamos aceitar as nossas fragilidades e limites.

Para mudar as coisas, é necessário tomarmos consciência de que uma situação desvantajosa pode na realidade representar um mal justificado em prol do bem.

Basta contudo, interrogarmo-nos concretamente sobre o alcance de “um mal” ressentido e as consequências de um falhanço (qualquer que seja a área da nossa vida que concerne este último)

Iremos nós sofrer com este erro durante anos?

Será que a autopiedade e fechar-nos sobre nós próprios jogará a nosso favor a longo prazo?

E o que será assim da nossa planificação para o futuro?

Devemos nós largar tudo por um desconforto?

Admitir os erros não será já estarmos com alguma predisposição para sair da penumbra?

Uma verdadeira reflexão em relação ao alcance da vitimização pode ser subentendida por uma passagem à ação efetiva.

Assim sendo teremos que nos debruçar, o mais objetivamente possível, sobre as condições da aparição da situação problemática.

Onde se materializou o problema?

Quais foram os erros decisivos (impulsividade, falta de conhecimento, impaciência, abstenção da realidade no momento da definição do objetivo a atingir…)?

O nosso papel é de relativizar a nossa dor (lembrando-nos sempre que existe sem duvida alguém que está bem pior que nós algures), mas também de sabermos parar ainda dentro do concreto.

Quero propor-te o exercício seguinte:

Pega numa folha de papel e responde a estas questões, para saíres do quadro da vitimização e autopiedade:

O que posso realmente aprender do desenrolar dos eventos?

Se tivesse que repensar a minha definição pessoal e identificar a minha maior lacuna, qual seria ela?

Será que posso retirar o lado positivo do azar aparente?

O que posso eu fazer aqui e agora, para sair deste estado mental da autopiedade?

Preparar-me para os novos desafios do futuro seria assim tão mau?

As respostas que formulares para estas questões, representam os primeiros passos para um melhoramento global, uma reposição de causa da vitimização.

Não te esqueças que somos humanos, e que todos nós erramos, faz parte da nossa natureza.

O segredo reside na tolerância pessoal e na resiliência, e de nos servirmos destas ultimas como um trampolim em vez de aprisionarmos e colecionarmos “males” que nos impedem de evoluir.

Para sairmos do processo de vitimização, temos que aprender a perdoar-nos a nós mesmos, temos de parar de pensar que somos máquinas.

Tomando consciência das barreiras que ainda nos afastam da expressão do alcance do nosso potencial, conseguiremos pouco a pouco derrubá-las a fim de vivermos livre de pressões.

Só nos resta fazer face às nossas responsabilidades e autorizar-nos ao direito de nos aceitar como somos realmente!

Como é contigo?

Será a autopiedade uma disposição que adotas frequentemente?

Então está na hora da tomada de consciência!

E o que se faz quando se toma consciência?

Passar à ação!

Transforma-te!

 

1-Vencer o medo – Lembrando que é comum e partilhado por todos.

É no momento de tomar as mais importantes decisões da nossa existência que as duvidas estão mais presentes.

Consequentemente, querer mudar de vida, engendra fo

É no momento de tomar as mais importantes decisões da nossa existência que as duvidas estão mais presentes.

Consequentemente, querer mudar de vida, engendra forçosamente um “colocar em questão psicológico”: «como vou evoluir?», «estarei no bom caminho?», «será que vale a pena o risco?» …

Quantos de entre nós começam o seu raciocínio por «amanhã, começar isto, ou aquilo…» e o complementam com «sim, mas e se…?»

 

Vencer o medo, é justamente autorizar-se do direito ao erro. De uma parte porque o erro é humano e de outra porque é um fator de aprendizagem, de melhoramento e de desenvolvimento pessoal.

 

Todos sentem medo: desde a pessoa que nos parece carismática e desprovida de dúvidas, ao adolescente tímido acabado de sair do seu ninho.

 

Ainda mais chocante é que, discutindo este assunto com pessoas que verdadeiramente alcançaram o sucesso, apercebemo-nos, que estiveram petrificados em cada etapa da sua evolução.

 

Os desportistas profissionais conhecem o medo antes de entrar para o terreno, os diretores de companhias ficam nervosos antes de uma reunião importante, os músicos têm ataques de pânico antes de subirem ao palco, os autores de best sellers, questionam-se antes dos seus livros serem colocados á venda…

O medo faz parte da natureza humana,

O que é contra natura é não o enfrentar e não aceitá-lo como parte integrante do nosso processo para alcançar o sucesso.

Para isso começamos por tomar uma decisão.

Começamos por aqui,

Iniciamos o nosso caminho,

Rumamos ao sucesso.

Vencer o medo: Porque se teme o sucesso?

Todo o projeto, de mudança de vida, ou de desejo de mudar o nosso quotidiano, trás consigo a sua dose de medo e questões.

Do possível impacto sobre a psicologi

Todo o projeto, de mudança de vida, ou de desejo de mudar o nosso quotidiano, trás consigo a sua dose de medo e questões.

Do possível impacto sobre a psicologia pessoal ao risco de fracasso, passando pelos julgamentos formulados pelo nosso meio, múltiplos fatores podem influenciar a nossa motivação em ter sucesso

Em termos de factos, todos dizem querer conseguir, mas a realidade é diferente: poucos de entre nós são concretamente capazes de assumir o risco e de abraçar a decisão de ver aparecer o sucesso.

O que nos retém, são um conjunto de crenças e mitos que nos manipulam, nos afetam e nos enfraquecem.

Uma única questão se coloca então: Como vencer o medo?

Este travão ao nosso despertar pessoal encontra-se alojado na nossa vida social e no nosso quotidiano.

Não é a falta de vontade de realizar coisas grandes, que nos empurra a nada tentar, é o medo de não conseguir, de nos ridicularizarmos em caso de tentativa falhada.

Tudo se torna num paradoxo identificado, pronto a ser quebrado, quando sabemos que o simples mecanismo que nos leva a fazer face á adversidade é de nos batermos, para vermos nascer o sucesso.

Este conhecimento, esta descoberta, é por si só uma enorme fonte de respeito e uma fortíssima mensagem a enviar ao nosso meio:

«Bater-me-ei para mudar de vida, custe o que custar.»

Esta mensagem é um “soco na mesa” do controlo social.

É um “abre olhos” ao meio que nos rodeia, pois não há nada mais forte neste mundo do que a nossa indomável vontade de vencer.

Vais continuar a ter medo de ser diferente?

Continuar a ter medo de caíres? – Como se não pudesses levantar-te, e voltar a cair, e levantar-te…sempre!

Só tu tens controlo sobre o teu medo,

Só tu podes identificar a razão…

…e desmontar o paradoxo

Começa hoje a fazer algo por ti

Regista-te AQUI

Muda a tua vida!

Superar o medo

O medo é o maior travão para a realização dos nossos sonhos.
Imaginemos se os grandes empresários de hoje, no início das suas carreiras quando ainda pequenos

O medo é o maior travão para a realização dos nossos sonhos.

 

 

Mas o medo também é importante para a nossa segurança.

 

Se não tivermos medo de atravessar a estrada e dispensarmos o hábito de olhar para os dois lados antes de prosseguir, poderemos ter um acidente.

 

Mas não é do medo da nossa integridade física, ao qual me refiro, o medo em questão é o medo de arriscar, de iniciar um determinado projeto, um namoro, casamento, mudar de emprego.

 

As mudanças são sempre traumáticas, por isso temos medo.

 

 

Imaginemos se os grandes empresários de hoje, no início das suas carreiras quando ainda eram pequenos empreendedores, tivessem sido vencidos pelo medo de arriscar e investir !

Não seriam grandes empresários, seriam medrosos e pequenos em todos os sentidos da palavra.

 

Se entendermos que, para provar de uma fruta do pomar temos que perder o medo de subir à árvore, teremos o mundo aos nossos pés. Isso mesmo, vencer o medo faz parte de nossa natureza.

 

Supera o medo das coisas!

 

 

 

Temos medo do desconhecido, temos medo das mudanças, mas uma coisa é muito clara, quando vencemos o medo provamos das melhoras coisas do mundo.

 

Quem menos medo tem é privilegiado, e recompensado por provar da fruta mais doce que está no ponto mais alto da árvore.

 

Foquemo-nos nos nossos objetivos, vençamos o medo e provemos as vitórias que estão nos esperam. 

 

 

Vencer o medo é vencer o fracasso.

 

Vencer o teu medo, custa apenas $25!

 

Não vale a pena deixares de ter medo?

O Clube das Insonias – Quem sao estes loucos?

São meus amigos, amigos pessoais, que ajudo e me ajudam. São pessoas que não desistem, são pessoas incríveis que não têm medo da critica – insónias lazy

Olá Amigas e Amigos,

 

Deixem-me falar-vos hoje, de um grupo de pessoas pelas quais nutro um carinho muito especial.

 

São loucos? -“somos” – Completamente – Porquê? 

 

Porque somos incansaveis, porque nunca desistimos, porque fazemos tudo para sermos livres, porque se for necessário, nem dormimos. Para conseguirmos alcançar os nossos objetivos.

 

 

São pessoas como tu e eu, mas são pessoas com uma vontade e uma garra indomável, que dão o litro e fazem tudo por tudo para terem sucesso.

 

São meus amigos, amigos pessoais, que ajudo e me ajudam. São pessoas que não desistem, são pessoas incriveis que não têm medo da critica, que não têm medo de questionar as suas próprias crenças.

 

São pessoas que diariamente se transformam e transformam outros. 

 

São os Loucos Lazy Milionaires do Clube das Insónias, do qual me orgulho de pertencer também!

Adoro estas pessoas!

Não o posso evitar. Foram todas elas que me transformaram, e é a todas elas a quem estou grato, por ser a pessoa que sou hoje.

Por ter os resultados que tenho hoje!

Por ser livre como sou hoje!

 

Vem fazer a diferença conosco!

 


 

 

O sonho reforça o sucesso

Sonhar com um futuro melhor não te garante nada, mas é aquilo que mais te fortalece a fim de enfrentares as adversidades do dia a dia.

Sonhar com um futuro melhor não te garante nada, mas é aquilo que mais te fortalece a fim de enfrentares as adversidades do dia a dia.

O realista, aquele que apenas vive do que é concreto, vivendo um dia de cada vez, vai cansar-se a longo prazo.

 

Vai faltar-lhe o “empurrão” do sonho e por isso não terá forças para prosseguir, sucumbindo ás adversidades, transformando-se assim em “mais um” na multidão.

 

Eu melhor que ninguém sei disso, em alturas da minha vida fui “obrigado” a viver um dia de cada vez.

 

Não condeno quem o faça, mas sugiro fortemente que se viva um dia de cada vez, (a quem tenha que o fazer) que o viva com um sonho, sempre com um sonho!

 

O mundo está cheio de realistas. Mas precisamos de mais VISIONÁRIOS.

 

Todos os que mudaram o curso da história, primeiro sonharam, depois foram chamados de loucos e em seguida realizaram os seus projetos. Mais tarde, receberam um monte palmadinhas nas costas dos “lambe botas” de plantão.

 

Pensa comigo.

 

Os visionários, depois de revolucionarem, são sempre seguidos pela grande manada de realistas.

 

Óbvio, depois do visionário trazer a existência e criar algo que se tornou um grande sucesso, os realistas passam a conseguir tocar e acreditar naquilo que está bem diante de seus olhos. Mas que mérito tem isso? Muito pouco…

 

O mérito está em “crer pra ver”, isso é privilégio dos visionários, ao invés de “ver pra crer”. Isso, até o ser humano mais medíocre do planeta é capaz de fazer…

 

Então, toma lá um “empurrão” SONHA!

 

Sonha muito e mete a mão na massa com muita garra!