Desfruta Da Jornada

“O entusiasmo possui uma frequência de energia elevada, que entra em ressonância com o poder criativo do universo…Com o entusiasmo, descobres que não precisas de fazer tudo sozinho. O entusiasmo sustenido, suscita uma onda de energia criativa e tudo o que tens de fazer é deixar-te levar por essa onda.”

– Eckhart Tolle

 


Quando obtens prazer daquilo que fazes, estás completamente comprometido, cheio de energia, vibras totalmente; e esta frequência interior que emanas, sincroniza-se com tudo o que pulsa no mesmo comprimento de onda, amor, alegria e entusiasmo.

 

 

Estás então ligado, à corrente da vida, à corrente que transporta o que há de melhor e de mais potente, em ti e à tua volta.



 

 A tua capacidade criativa desmultiplica-se, o teu radar de sucesso foca-se nas oportunidades e consegue vê-las de facto, a tua performance cresce exponencialmente, pelo «simples» poder do amor que colocas naquilo que fazes.
As chances são grandes de que chegues de facto muito mais rapidamente ao teu objetivo…Mas o que é maravilhoso é que te sentes tão vivo e entusiasmado de percorrer este caminho, que como um bom livro ou filme, não tens pressa que acabe…

 

O crescimento advém do processo e da jornada, nunca do objetivo final. Vivê-lo e desfrutá-lo é o que nos vai permitir repeti-lo.

 

Desfruta do caminho…desfruta da jornada !

 

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A Ciência de Deus

Não é a luz que morre ao contacto com as trevas, são as trevas que morrem ao contacto com a luz.

– Omar Khayyâm

 

Um professor universitário desafiou um dia os seus alunos com esta pergunta:

– Deus criou tudo o que existe?

Um dos estudantes responde orgulhosamente: «Sim, claro que criou!»

 
O professor responde então:

– Se Deus criou tudo, também criou o mal. Então se o mal existe e foi criado por Deus, significa que Deus é mau.

 

 

O estudante permaneceu calado diante de tal resposta.

O professor “pavoneava-se” orgulhoso dele próprio por ter provado uma vez mais aos seus alunos que a fé não passava de um mito.

 

 

Um outro estudante levantou o braço e disse:

– Posso colocar-lhe uma pergunta professor?

 

– Claro que sim respondeu este.

 

– Professor, o frio existe?

 

– Que raio de pergunta é essa? Claro que existe. Você nunca teve frio?

 

– Na realidade professor, o frio não existe. Segundo a lei da física, aquilo que consideramos frio, é de facto a ausência de calor.

Todo o individuo ou objeto possui ou transmite energia. O calor é produzido por um corpo ou matéria que transmite energia. O zero absoluto (-273,15 °C) é a ausência total de calor.

O frio não existe. O Ser Humano criou esta palavra para descrever aquilo que sentimos na ausência de calor.

 

O estudante continua:

– Professor, a escuridão também existe?

 

– Claro que existe!

– Mais uma vez está enganado professor, a obscuridade não existe. Na realidade o escuro é a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas não podemos estudar o breu

Podemos utilizar o prisma de Newton para fragmentar a luz branca em várias cores e estudar os diferentes comprimentos de onda de cada cor. Mas não podemos medir a escuridão.

Um simples raio de luz pode irromper numa vasta escuridão e iluminá-lo. Como pode saber o espaço que ocupa a escuridão? Medimos a quantidade de luz presente, isso sim, não é verdade?

A escuridão não passa de um termo utilizado pelo Homem para descrever o que acontece na ausência de luz.

 

Finalmente, o jovem pergunta ao professor:

– Professor, e o mal? Existe?

 

– Claro que sim, aliás já o disse anteriormente. O mal vê-se por todo o lado todos os dias. Está nos exemplos do quotidiano o Homem ser desumano com o próprio Homem. Vê-se na multitude de crimes e de violência praticada um pouco por todo o lado.

– Não professor…o mal não existe! Ou melhor, não existe por ele mesmo. O mal é apenas a ausência de Deus em si. É como a escuridão e o frio, uma palavra que o Homem criou para designar a ausência de Deus nele mesmo.

Deus não criou o mal. O mal não é como a fé ou o amor, que existem tal como a luz e o calor. O mal é o resultado que acontece quando o Homem não amor no seu coração. É como o frio que aparece na ausência de calor ou a escuridão na ausência de luz.

 

O professor sentou-se

 

O aluno chamava-se Albert Einstein.

 

Possivelmente já conhecias esta história, no entanto não quis deixar de a contar, pois serve de referência para muitas verdades escondidas e muitas falsas crenças, mas é sobretudo uma lição de conhecimento e humildade.

 

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O Que Te Disseram De Ti?

Se ninguém me tivesse dito quem eu sou, quem seria eu?
– Wayne Dyer

 

 

Que tenhamos ou não consciência disso, somos todos, aquilo que os nossos pais, o nosso meio e a nossa cultura fizeram de nós. Mesmo aqueles que se rebelaram contra, acabaram afinal por se posicionarem em relação a estas referências, pois foi contra estas que o fizeram.

 

Consegues lembrar-te? O que te disseram de ti?

Raros são aqueles que conseguiram sair totalmente ou completamente do quadro. Porque raros são aqueles que se permitem verdadeiramente ouvir-se, para escutar e seguir aquela pequena voz que vem de dentro, a voz do guia interior.

 

É tão mais fácil seguir um rumo já traçado, continuar numa via que nos é familiar, por mais desconfortável que seja.

E depois «Mas quem é que eu sou para querer “brilhar” assim? O que vão dizer aqueles que me são próximos? Que pensarão as pessoas de mim?»

 

No entanto, a nossa verdade presente, não é de todo aquilo que fizemos até hoje, mas sim aquilo a que nos sentimos compelidos a fazer, aquilo em que nos vamos transformar…essa é a nossa realidade.

 

A cada novo dia surge uma oportunidade de nos renovarmos, de nos reinventarmos. Nada nos obriga a impregnar o nosso presente e o nosso futuro daquilo que foi o nosso passado (estaria bem arranjado se o fizesse).

Podemos transformarmo-nos naquilo que quisermos desde que nos permitamos fazê-lo.

 

Escuta o que sentes profundamente, sem receares tomares-te por quem não és, por outro que tu, olha-te diferentemente, transforma-te…Esse «outro» és tu!

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Defeitos à Mão Cheia!

Como identificar os defeitos e transformá-los em trunfos?

 

Ninguém é perfeito. Todos temos defeitos. Até aquelas pessoas que nos parecem extraordinárias. A diferença é que estas últimas aprenderam a identifica-los e a transformá-los em trunfos a seu favor.

 

Identificar os defeitos é assim uma etapa essencial para os “resolver” e transformá-los numa força a nosso favor.
Como para a identificação das qualidades, convido-te desta vez a interrogares-te sobre os teus defeitos em toda a sinceridade. Este exercício é importante, pois vai permitir-te identificares os defeitos que mais te penalizam assim como aprenderes a assumi-los.


Exercício nº 1: Identificar os defeitos com o exercício da folha branca.

Este exercício é de longe o mais potente e importante para se identificarem os defeitos. Encorajo-te a seguires escrupulosamente as 3 pequenas etapas abaixo.
Deves executar estas 3 etapas seguintes por ordem e sem as leres previamente. Este exercício vai apenas tomar 5 a 10 minutos do teu tempo. Os resultados são imediatos e podem desencadear em ti mudanças importantes. Não o faças “em cima do joelho”.

 

Aqui ficam as 3 etapas deste primeiro exercício:
– Desenha numa folha branca um quadro com duas colunas
– Escreve na coluna da esquerda o nome das 5 pessoas que menos gostas

– Para cada pessoa, lista na coluna da direita, aquele que aches ser o maior defeito dessa pessoa.

Efetuaste as 3 etapas?

 

Volto novamente a insistir, não faças este exercício “em cima do joelho”, pois o resultado é muito importante e se conheces a solução antes de fazeres o exercício, este perderá a sua utilidade.

 

 

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Solução do exercício:

Vais dizer-me que estes defeitos dizem respeito apenas à pessoa em questão e não a ti.

Vou dizer-te uma coisa: Todos nós temos tendência para nos projetarmos. Os defeitos que identificaste nas pessoas são os teus próprios defeitos. Este exercício permite fazer sobressair instantaneamente alguns defeitos que inconscientemente nos recusamos a admitir.

Surpreendente não?

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Convido-te de seguida a continuares a descoberta dos teus defeitos com um segundo exercício. Este vai-te permitir completar e/ou reforçar os defeitos que identificaste no primeiro exercício.

Exercício nº 2: Identificar os defeitos através da experiência própria.

 

Faz uma lista de 5 projetos ou ações que não correram da forma que tinhas pensado ou que nem sequer chegaram a ser concluídos.

Seguidamente, procura identificar o denominador comum entre estas experiências que não funcionaram. Retira da equação todas as circunstâncias exteriores a ti e questiona-te sobre qual dos teus defeitos (ou quais), pode ter-te penalizado na tua vida pessoal ou profissional e induzido um resultado negativo.

Consegues encontrar esse elemento nos defeitos que identificaste previamente?

 

Exercício nº 3: Identificar os defeitos através do olhar dos outros.

Este terceiro exercício consiste em interrogar pessoas do teu meio acerca dos teus defeitos e de obter um feedback.
Aqui o exercício pode ser mais delicado do que foi para as qualidades. Terás de encontrar pessoas que não tenham receio de te dizer a verdade. Do teu lado, tens que estar pronto(a) a receber esse feedback, lembra-te que não há nada melhor neste mundo do que a honestidade, não te podes sentir “ferido”, considera antes que podes assim obter um meio suplementar para identificares os teus defeitos e de trabalhares em ti para os “resolver”.

Não hesites em perguntar às pessoas que te deem exemplos que ilustrem a sua afirmação, ou a experiência pode ser algo desconfortável e difícil de aceitar.

Agora que identificaste uma série de defeitos, o que fazer? Eliminá-los? Nada disso!

Eles fazem parte da tua personalidade. Vais aprender a viver com eles, a conhecê-los e a não agires sobre eles.

 
Etapa 1: Aceitar os defeitos

Já fizeste uma grande parte do trabalho identificando os teus defeitos. Identificar os nossos próprios defeitos é acedermos a uma tomada de consciência sobre nós mesmos e sobre os impactos que estes defeitos podem trazer á nossa vida e/ou projetos.

A aceitação é essencial, pois sem ela não se podem “trabalhar” os defeitos.

Faz uma pausa e reconhece conscientemente que esses defeitos fazem parte de ti.

Etapa 2: Compreender o interesse de infletir os defeitos.

Agora sabes quais os defeitos que te podem penalizar ou irritar os outros. A partir daqui podes literalmente apontar para aqueles que queres trabalhar, atenuar ou até mesmo transformar.

Começa por selecionar aquele que consideras ser o teu maior defeito e deixa simplesmente de agir sobre ele, controla-o, mostra-lhe quem manda! Estarás a fazê-lo por ti mas igualmente para melhorares as tuas relações com os outros.

 
Etapa 3: Domar os defeitos

Agora que conheces os teus defeitos e que vais modificar o teu comportamento, deves fazê-lo eficazmente e para isso deves:

Apoiar-te nas tuas qualidades!

Para cada ação que faças, contrabalança o teu defeito com as tuas qualidades e forças que identificaste no artigo precedente. Coloca essas qualidades em evidência, age sobre elas e como por milagre, o defeito passará para segundo plano.

 

Adapta as tuas atividades

Um defeito pode igualmente transformar-se em força, quando adaptamos as nossas atividades. Para algumas atividades, uma determinada forma de agir pode ser um defeito, enquanto que para outras pode ser uma qualidade.

É uma questão de perspetiva!

Exemplo: És uma pessoa desordenada, as tuas ideias disparam em todos os sentidos. Se trabalhares em equipa e és o responsável pela execução do projeto, corres o risco das coisas não correrem pelo melhor.

Mas se ao contrário, o teu papel na equipa, for trazeres valor criativo, irás trazer uma multitude de ideias a explorar e serás um trunfo enorme para os teus colegas.

Estas pequenas mudanças ajudar-te-ão a melhor te posicionares em função dos teus defeitos e qualidades.

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Forte Abraço 🙂

Qualidades à Mão Cheia!

Como Identificares as Tuas Qualidades e Desenvolvê-las?

 

 

Se tivesses que desenhar o teu retrato descrevendo as tuas qualidades, quais seriam elas?

 

Identificar as nossas qualidades pode averiguar-se um exercício que gera algum desconforto.

Porquê?

 

Porque para algumas pessoas é simplesmente difícil valorizarem-se, afirmarem-se perante os outros e “saírem do lote”. Também pode ser devido à falta de autoconfiança, excesso de modéstia, ou simplesmente ter receio e achar que é arrogância.

No entanto todos nós temos qualidades…muitas mais até do que aquilo que por vezes possamos pensar.

Tal como para as competências, é importante identificares as qualidades para melhor te conheceres, apoiares-te nas tuas forças e trunfos, para levares a bom porto os teus projetos e desenvolver relações com os outros.

Dá-me vontade de dizer: Afirmar as qualidades é uma qualidade 🙂


Não te subestimes nunca!

 

Para identificar as tuas qualidades deves fazer um trabalho de introspeção.
Não te vou propor uma lista de qualidade na qual possas escolher, como se estivesses a jogar à “bisca”, acho que seria boicotar o exercício. De facto, temos tendência, seja a subestimar e então identificar qualidades que estão abaixo daquelas que temos, ou ao contrário a sobrevalorizar e a identificar qualidades que na realidade não possuímos, para termos uma melhor imagem de nós mesmos.

 

Para te avaliares à tua justa medida, com honestidade e sinceridade, vou propor-te dois eixos de introspeção para identificares as tuas qualidades.

O primeiro repousa sobre as tuas próprias experiências, o segundo sob um olhar exterior dos teus amigos e dos teus próximos.

 

Lembra-te que o resultado deste exercício é para ti e somente para ti.

 

Eixo nº 1: Identificar as tuas qualidades através das tuas próprias conquistas.

Eis duas grandes questões às quais vais poder responder para identificares as tuas diferentes qualidades.

Pensa bem nas diferentes áreas da tua vida, grandes momentos, ou coisas mais pequenas.
Momentos em que fizeste uso de qualidades racionais, intelectuais, físicas ou até morais.

Questão nº1: Quais as tuas principais conquistas ou feitos e quais foram as qualidades sob as quais tiveste que agir para lá chegares?

Questão nº2: Quais os desafios que ultrapassaste e quais as qualidades de que te serviste para conseguires?

 
Eixo nº2: Identificar as tuas qualidades com ajuda e feedback dos outros.

 


O interesse em perguntares por um feedback a pessoas do teu circulo é de teres á tua disposição um olhar exterior, sem filtros, algo que tu não vês e que só é percetível pelos outros, o teu “eu cego”.

Desta forma não corres o risco de uma desvalorização ou sobrevalorização das tuas qualidades.

 
Interroga pessoas que te são realmente próximas, que conheces bem e que sabes que vão ter sobre ti um olhar honesto e sincero.

 
Pergunta-lhes o que pensam espontaneamente de ti, que tipo de pessoa pensam que és, como te vêm, que qualidades te atribuem.

 
Se alguém tivessem que contar contigo a 100% para resolver alguma situação, o que seria?

Através destas diferentes questões, colocaste em evidência qualidades que certamente foram surgindo múltiplas vezes. Podes assim elaborar o teu retrato resumindo as tuas qualidades sob a forma de frase: « sou organizado, confiável, corajoso, etc. ». Tens assim de alguma forma o teu slogan, a tua imagem de marca que te posiciona em relação a ti próprio e aos outros.

 

Para além das tuas atuais qualidades, talvez tenhas vontade de desenvolver algumas outras. Eis algumas etapas que podes seguir para ires ainda mais longe e melhorares a médio e longo prazo:

 

 

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As 4 etapas para transpores as tuas qualidades no seio dos teus projetos e desejos.

 

Etapa nº1: Identificar as qualidades a desenvolver

 

 

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Para isto, pega num caderno e começa a escrever. Lista 3 pessoas que admiras muito e associa as qualidades que mais gostas neles.

 

Este exercício é pura magia, revela com 100% de precisão as qualidades que queres alcançar. Através das pessoas que admiras, projetas-te em direção às suas próprias qualidades, aquelas que desejas para ti, sem mesmo teres consciência disso.

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Como?

 

Segue a segunda etapa…

 

 

Etapa nº2: Lança-te pequenos desafios para agires sobre as tuas qualidades

 

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As tuas qualidades só evoluem com o tempo e com o tempo vem a experiência. Com aquilo que fazes em concreto. Pode demorar mais ou menos. Para encurtar este período podes lançar-te pequenos desafios em relação às qualidades que queres desenvolver.

 

Por exemplo, se desejas ser mais aberto e menos introvertido. Aceita o desafio de falares com desconhecidos, de os abordares, seja com um elogio ou com algo que aches que tenham em comum contigo.

 

Ou ainda, se tens dificuldade em falar em público e te queres tornar num orador exímio, desafia-te a seres sempre aquele que representa os outros, aquele que fala pelo grupo, aquele que se “chega à frente” quando é preciso dar voz.

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Etapa nº3: Integrar as qualidades nos teus projetos

 

[fancy_box id=1]Nesta terceira etapa, trata-se de aprofundar o desenvolvimento de uma qualidade e de a integrar no fio condutor dos teus projetos. Não hesites em utilizar a visualização positiva. Fazer prova de uma vontade férrea e de perseverança para que ela fique “ancorada” em ti e te sirva no teu projeto.[/fancy_box]

 

 

Etapa nº4: Avaliar como essas qualidades de ajudaram a ter mais resultados

 

[fancy_box id=1]Finalmente, quando o teu projeto atingir uma primeira etapa importante, faz o balanço e procura perceber se conseguiste efetivamente sair da tua zona de conforto e como podes ainda melhorar.[/fancy_box]

A bola agora está no teu campo!

Identificaste as tuas qualidades? Sabes que qualidades deves desenvolver?

Deixa nos comentários:

-Quais as dificuldades que tiveste em encontrar as tuas qualidades?
-Como os outros te ajudaram no exercício de identificação das tuas qualidades?
-Como vais colocar em prática as qualidades que desejas desenvolver?
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Forte Abraço 🙂

Conheces As Tuas Próprias Competências?

Como Fazer O Inventário das Tuas Competências

 

Para fazeres o inventário das tuas competências deves seguir 4 eixos de reflexão.

 

Geralmente ouvimos falar do inventário das competências, quando se trata de evoluir na carreira, mudar de profissão ou reorientar-se profissionalmente.

Contudo, a noção de competência em si, não se limita às tarefas realizadas no quadro do trabalho. A noção de competência é bem mais ampla do que isso.

 


Diariamente e em permanência, todos nós mobilizamos no nosso quotidiano, numerosas competências, sem mesmo nos apercebermos disso.
Acredita! Sabes fazer muitas coisas que os outros não sabem!

 

Achas que todos sabem de bricolage, organizar um evento ou até uma viagem?…Sabem fazê-lo porque é fácil para ti?

 

As competências que mobilizamos numa base diária, são a nossa força distintiva. Um trunfo do qual podemos tirar proveito e até monetizá-lo. Daí a importância de bem o identificarmos, através de um inventário de competências.

 

 

Porque deves fazer um inventário de competências?

 

 

Hoje proponho-te fazeres o ponto da situação das tuas competências a fim de:

 

 

– Tomares consciência de que a soma dos teus conhecimentos e competências é muito mais extensa, do que aquilo a que és levado(a) a creditar no quotidiano.

 

– Tomares consciência do conjunto de competências que podes mobilizar, mas que não utilizas forçosamente. De facto, o meio no qual evoluímos, determina muitas vezes as competências que mobilizamos. Limita-nos. Mas tu és muito mais do que isso!

 

 – Aumentares a tua autoconfiança através do autoconhecimento e da “força dos teus trunfos”. Isto vai permitir que te afirmes e que ouses empreender projetos que realmente queres para ti.

 

– Vais conseguir fazer o balanço das tuas competências, desenvolvendo uma visão que engloba o conjunto dos aspetos da tua vida.

 

 

Este exercício vai permitir que faças uma reflexão sobre o teu “know-how” e competências adquiridas ao longo do tempo ou transmitidas pelos teus próximos.

 

 

Estás pronto(a)? Comecemos então.

 

Pega em várias folhas de papel ou num caderno (eu gosto daqueles de capas duras), para listares todas as competências em função das categorias que te vou indicar nos parágrafos seguintes.

 

[fancy_box id=1]Convido-te a “cavares” em profundidade, não te limites aquelas competências que parecem mais evidentes. Faz apelo às tuas memórias e a situações concretas, onde consigas identificar que foi naquele ponto que adquiriste aquele saber ou aquela competência.[/fancy_box]

 

Primeiro eixo do inventário das competências.


As competências adquiridas no quadro escolar.

 

O primeiro eixo é tradicional e assenta na aprendizagem escolar e nos diplomas e “canudos” que obtiveste.
Que competências retiras dos teus estudos?
Algumas competências são específicas e ligadas às áreas que estudaste (competências técnicas).

 

Outras são ao contrário, mais generalistas e mobilizáveis em circunstâncias muito diferentes (competências transversais).

 

Pensa naquelas atividades que fizeste que eram extra escolares, aquelas que te permitiram adquirires competências complementares (atividades associativas, organização de eventos culturais, desporto, explicações ou apoios de qualquer espécie, ocupação de tempos livres, etc…)

 

Para te dar um exemplo, no meu caso foi o Judo, o Xadrez, a Música e a Leitura.
Mas o teu inventário de competências não se limita apenas a isto…

 

 

Segundo eixo do inventário das competências.
As competências anexas á tua profissão

 

No teu emprego, profissão ou trabalho, mobilizas um determinado número de competências técnicas próprias inerentes ao teu posto de trabalho.
Já paraste para pensares em todas as atividades que realizas para além daquelas que foste contratado?
Gostaria que dirigisses a tua procura pelas tuas competências, para todas estas atividades anexas.
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Dou-te alguns exemplos:

Um fulano que trabalha num gabinete como ajudante de contabilista ou estagiário. Pode acontecer-lhe que fique momentaneamente responsável por atender e redirecionar as chamadas telefónicas da empresa enquanto a colega se ausentou.

Para além de estar a aprender e a adquirir as competências de contabilista ou técnico oficial de contas, esta pessoa possui competências de comunicação oral e de relações com clientes.
Um técnico assalariado de uma pequena empresa. Quando o chefe se ausenta por razões pessoais ou por causa de uma deslocação necessária á empresa, este pode ver-se na necessidade de gerir a atividade, de responder e orientar os colegas, etc. Sem se aperceber está assim a desenvolver competências de liderança.

 

Pensa em tudo aquilo que fazes para além da tua função oficial no teu local de trabalho.
O teu grau académico e a tua profissão podem revelar algo sobre ti, mas o balanço das tuas competências é muito mais do que isso!

 

Terceiro eixo do inventário das competências.

 

As tuas competências adquiridas no exercício das tuas paixões e atividades pessoais

 


Gostas de cozinhar, pintar ou entreter-te na horta?

Todas as tuas atividades pessoais permitem-te também, desenvolveres competências. Se se tratar de uma paixão, aposto até que adquiriste grandes competências no assunto!
Podes não ter esta consciência, mas se fores tesoureiro de uma associação e que todos os anos apresentas as contas a uma assembleia geral, estás a mobilizar competências em comunicação oral.
Se gostas de jardinar na horta, se preparas as tuas sementeiras e calculas os períodos de colheita, estás a mobilizar competências organizacionais.

 

 

Pode parecer óbvio para ti, porque talvez os teus pais, ou os teus avós já jardinavam e te mostraram como fazer. Mas no entanto a tua capacidade de organização é preciosa e permite-te a cada ano que possas desenvolver a tua horta.

 

Aqui normalmente começamos a estar bem avançados nesta reflexão.

 

Mas será que acabámos?

 

Não  🙂

 

Quarto eixo do inventário das competências.

As competências pelas quais és reconhecido(a)

 

As pessoas lembram-se de ti porque sabem que és tu que dominas a informática, que tens “mão” para a culinária, que sabes preencher todo o tipo de documentos administrativos, que és bom ouvinte, que sabes exprimir uma ideia, etc…

 

No entanto, não é a tua paixão, nem a tua profissão.

 

Reflete acerca daquelas pessoas à tua volta que mais te solicitam, interroga-te sobre o valor que lhes dás pelas tuas competências.

 

No final deste exercício terás 4 listas. Reagrupa todas as competências que identificaste a fim de constituíres o teu portfolio.

 

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Este inventário vai permitir-te falares das tuas competências aquando de uma procura de emprego, quando quiseres mudar de profissão, quando fores escrever o teu currículo. Fará certamente uma diferença enorme em relação a outro candidato que se tenha contentado em listar as suas experiências profissionais e académicas sem ter feito este exercício.

Poderá até mesmo servires-te deste inventário quando duvidares de ti mesmo!

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A título pessoal, a identificação de todas as tuas competências é uma ferramenta igualmente preciosa para dares um passo atrás, tomares balanço e fazeres o ponto da situação. Vais sentir-te bem mais confiante para poderes empreender os teus projetos.

 

Não hesites em refazer periodicamente este inventário a fim de colocares em dia o teu portfolio de competências e perceberes a tua própria evolução.

 

Gostaste deste artigo? Foi de alguma forma útil para ti?

 

Não hesites em partilhá-lo nas redes sociais e/ou a deixar o teu comentário mais abaixo  🙂 

 

Forte Abraço

 

Olivier Correia

 

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Os 5 Pilares Fundamentais do Empreendedorismo

Começar um negócio de sucesso é muito mais do que encontrar um bom produto e colocá-lo no mercado. Ser empreendedor não é uma tarefa fácil e por isso é necessário seguir religiosamente algumas regras, que podemos chamar: os 5 pilares fundamentais do empreendedorismo.

 

Se procuras algumas luzes que possam servir de inspiração e que te coloquem no caminho certo, então deves entranhar estes princípios e aplicá-los em todos os momentos do teu novo caminho.

 

Não penses que o sucesso enquanto empreendedor irá nascer de apenas da intuição, ou de mera sorte. Para construíres um negócio de sucesso terás que ser tu a erguê-lo, pedra a pedra. Fica então com estes 5 pilares fundamentais do empreendedorismo.

 

 

Os 5 pilares fundamentais do empreendedorismo

 

 

 

  1. Mentalidade Certa

 

 

O bom empreendedor deve começar por fortalecer a sua mente. Uma mentalidade focada e determinada é fundamental para alcançar o sucesso.

 

Como empreendedor deves compreender que mais importante do que qualquer ferramenta é a tua perceção sobre a sua função, importância e impacto no desenvolvimento do teu negócio.

 

Muitos potenciais empreendedores valorizam excessivamente a importância das ferramentas e das técnicas, quando o mais importante é ter princípios sólidos e força mental.

 

Resumindo: não procures o sucesso em ferramentas ou técnicas desenvolvidas por terceiros. Analisa e compreende essas informações, por forma a retirares o que realmente poderá ser útil.

 

 

 

  1. Compreende a Metodologia

 

 

Ter um plano de negócios não é suficiente. Deves compreender na plenitude a metodologia que suporta o teu plano de negócios, pois só assim poderás implementar todos os passos necessários para a obtenção de sucesso.

 

Perceber a metodologia e ter uma ideia sólida sobre o caminho que se pretende trilhar é essencial para almejar o sucesso a longo prazo e para superar eventuais dificuldades que possam surgir no teu caminho.

 

Neste fundamento é fulcral compreenderes que deves acima de tudo investir na tua formação, educação e aquisição de novas competências.

 

Neste campo, o maior atalho que conheço são sem dúvida os cursos da Empower Network, que podes COMPRAR AQUI NA TOTALIDADE.

 

Alguns poderão dizer que são caros…eu acho muito barato, tendo em conta que uma licenciatura em Marketing com mestrado de especialização pode custar mais de 30 mil euros, já para não falar dos 5 anos necessários!

 

Aqui fazem-se planos a 90 dias e com um investimento de $5.200 dólares, garantes no primeiro mês um retorno de $10.000, escalando o negócio mês após mês, podendo atingir em 90 dias um rendimento de $30 mil dólares mensais…a mim parece-me bem 🙂

 

 

 

 

  1. Estabelece uma rotina

 

 

Até podes estar a pensar – Estabelecer uma rotina? Mas eu quero ser empreendedor exatamente para terminar com os dias de rotina!”.

 

Deixa-me explicar! Lá por não teres um patrão, nem um horário rígido, deves impor a ti mesmo um horário de trabalho, durante o qual te deves focar verdadeiramente nos teus objetivos.

 

Deves esforçar-te por seres produtivo e por evitares a procrastinação. A tua prioridade deve ser o teu negócio, porque o teu futuro depende disso.
Este ponto é essencial para quem é empreendedor digital e trabalha online. Não há nada pior do que a facilidade em nos dispersarmos na Internet enquanto trabalhamos. Eu aprendi isso da pior forma 🙂

 

 

 

  1. Enfrenta resolve os problemas

 

 

Eu gosto de lhes chamar obstáculos, ou melhor ainda degraus!

 

Se estás a abraçar o empreendedorismo com o objetivo de levares uma vida completamente tranquila e livre de obstáculos, o melhor é desistires já. No mundo do empreendedorismo, os desafios vão aparecer inevitavelmente, porque não há negócios perfeitos nem caminhos sem pedras.

 O que irá ditar se alcanças o sucesso ou não é a tua capacidade de enfrentar e superar os problemas. O teu negócio não está a prosperar como esperavas? Estás a receber algumas reclamações, não consegues fazer vendas?

 

Analisa o que tens feito de errado e corrige esses erros. No mundo dos negócios podes e deves melhorar todos os dias.

 

 

 

  1. Procura (boas) parcerias

 


Eu escolhi os meus mentores, olhei à minha volta e tentei perceber quem eram aquelas pessoas que já estavam a ter os resultados que eu queria para mim.

 

Depois disso é fácil…não tens que pedir ninguém em namoro hehe, tens apenas que te aproximar dessas pessoas e criar com elas uma relação de amizade e confiança. Garanto-te que será gratificante para ambas as partes!

 

Obter o sucesso sozinho poder ser difícil e por isso é sempre útil procurar estabelecer boas parcerias em que ambas as partes lucram.

 

Se encontrares parceiros de negócios que demonstrem poder adicionar algo de positivo ao teu negócio, não hesites em estabelecer uma parceria, uma relação profissional e até transformar essa relação em amizade.

 

 

Aplica estes 5 princípios no teu quotidiano de trabalho e ficarás certamente mais perto do sucesso.

 

 

COMEÇA HOJE MESMO

 

 

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Maldito Dinheiro!

Hoje quero fazer uma abordagem um pouco peculiar sobre o dinheiro.

 

É importante por isso que leias este artigo até ao fim para interpretares corretamente a sua conotação.

 

Muitas vezes sonhamos com o momento em que temos dinheiro que chegue,

Dinheiro que chegue para “despedir o patrão”,

Dinheiro que chegue para mudar de vida,

Dinheiro para comprar uma casa noutro país ou viajar.



 

Mas quanto mais dinheiro temos, mais preocupações temos!? (será?)

Quanto mais dinheiro temos, mais compromissos assumimos,

Quanto mais dinheiro temos, mais pensamos em protegê-lo

Quanto mais dinheiro temos, mais medo temos.

 

 

A maioria das pessoas que aumenta os seus rendimentos gasta mais dinheiro. É normal! Sonharam fazê-lo toda a vida!

 

Mas quando mudamos de casa, quando começamos a ter hábitos mais caros…perdemos alguma tranquilidade.

 

Porque antes não tínhamos grande coisa a perder.

 

Mas depois de provarmos o luxo, torna-se muito mais difícil voltar à vida antiga.


A maioria das pessoas de sucesso vive com a “barriga aos saltos” de medo!


Medo de não conseguirem manter o nível de vida a que chegaram.

Medo de não conseguirem proteger as suas economias, do fisco, dos bancos, etc…

O exemplo mais flagrante é aquele das pessoas que ganham o euromilhões ou a lotaria. A maioria tornam-se depressivos e muitos suicidam-se!

 

Porquê?

 

 

Porque a maioria são pessoas simples como tu e eu. Que aprenderam durante toda a vida a contentar-se com pouco!

E a fortuna chegou de rompante. Sem que tivessem tempo de se preparar ou de a ver chegar.

E de repente querem ter tudo aquilo de que se viram privados durante toda a vida. Vivem no luxo e é claro que se habituam a ele.

O problema chega quando se apercebem as contas bancárias se esvaziam mais rapidamente que previsto…e que um dia serão obrigados a retornar à casa de partida.

 

 

É bem mais difícil comer kebab quando já se provou ostras com caviar e champanhe! 🙂

 

 

 

É mais difícil alugar um apartamento “manhoso”, quando já se viveu num hotel de 5 estrelas! 🙂

 

  

 

 

 

É por isto que vivem com “a barriga aos saltos” de medo. Medo da perda. Medo que tudo acabe.

 

E muitos empreendedores de sucesso vivem com este medo, o medo do pessoal que ganha a lotaria.

 

Queriam muito ganhar muito para serem livres…mas alguns acabam por ser ainda menos livres que antes.

 

No entanto poderiam viver de outra forma…

 

 

Poderiam investir o dinheiro e manter o nível de vida. Poderiam gerar retorno mais rápido do que o gastam.

 

O problema é que é mais difícil dizer que fazer. Quando estivemos privados de quase tudo aquilo com que sempre sonhamos durante 20, 30 ou 40 anos…e que de repente somos capazes de comprar tudo, ou quase tudo…é verdadeiramente difícil de não cometer os mesmos erros do que aqueles que ganham a lotaria.

 

Lembro-me bem de ter passado por algo semelhante quando ganhei os meus primeiros 10 mil dólares online…fiquei tão contente que em vez de os re-investir no meu negócio gastei-os todos em menos de 1 semana hehe 🙂

 
Só é possível sair deste registo mudando a forma como se vê o dinheiro!

 
Para mim tudo mudou quando comecei a olhar para o dinheiro, não como uma ferramenta para comprar coisas fixes…mas sim como uma ferramenta para comprar liberdade.

 

 

Passo a explicar:

 

Tal como todos os empreendedores que conheço, que começaram a ganhar 5, 10 ou 20 vezes acima da média sem ter havido grande transição…também me passei! É normal.

 

Comecei a almoçar e jantar fora todos os dias

Comecei a ficar em hotéis de 5 estrelas quando saia para fora

Comecei a comprar computadores novos para toda a família

Comecei a comprar smartphones topo gama

Comecei a frequentar os melhores restaurantes

 

E um dia entrei em pânico!

 

Comecei a aperceber-me que andava literalmente a “torrar” o dinheiro.

 

Foi aí que me sentei ao computador e comecei a pesquisar sobre este tema, e foi aí que encontrei o termo: “Lifestyle inflation”.  A inflação do modo de vida. Parece que é normal: quanto mais se ganha, mais se gasta. É um facto económico que se constata em todo o lado. Tanto com assalariados, como com empreendedores. Segundo as pesquisas que encontrei, não existe quase exceção nenhuma.

 

Então quanto mais se ganha, mais perigo corremos (na nossa cabeça). Pois habituamo-nos a viver melhor, habituamo-nos às extravagâncias, habituamo-nos a poder fazer quase tudo.

 

E assim sendo, o retrocesso, mesmo que seja apenas temporário, seria bem mais doloroso.

 

Então continuei a procurar e encontrei algo fantástico! Encontrei pessoas que pensam que o papel do dinheiro não é de comprar “coisas fixes”, mas sim de comprar liberdade!

 

 

E quando pensamos nisso faz todo o sentido: 100 euros a renderem 5% a prazo, rendem 5€ por anos…para toda a vida…

 

Então podemos dizer que uma nota de 100 euros é uma máquina de fabricar 5 euros por ano, para sempre. E que uma conta a prazo com 10.000 euros, é uma máquina de fabricar 500 euros por ano.

 

Finalmente, bastam 400.000 euros numa conta a prazo para gerar 1.600 euros por mês…para sempre. Isto é ser financeiramente independente certo?

 

Não rico! Mas completamente autónomo.

 

Então bastam 400.000 euros numa conta a prazo para se trabalhar unicamente por escolha, e não por obrigação. Deixamos de precisar de trabalhar para comer e habitarmos.

 

Claro que isto é um cálculo grosseiro. Tudo depende sempre de como e onde colocamos o dinheiro, da inflação e de outros parâmetros.

 

Mas normalmente estes 5% não falham muito.
Quando começamos a olhar para uma nota de 100 euros como uma máquina de fabricar 5 euros, começamos a olhar para o dinheiro de forma diferente.

 

Ao invés de servir para comprar “coisas fixes”, o dinheiro transforma-se numa ferramenta que compra anos de liberdade…

 

Isto mudou tudo para mim…

 

Peguei no meu caderno e comecei a fazer contas, comecei a calcular quanto precisava para comprar um mês de liberdade…um ano de liberdade…

 

E defini um objetivo, que foi certamente o melhor da minha carreira de Internet Marketer: Limitar as minhas despesas e conseguir “comprar” rapidamente 1 ano de liberdade, e para mim um ano de liberdade são 1600 euros X 12 meses…representam 19200 euros…nada de especial certo?

 

Mas representam um ano de autonomia…e com um ano de retorno adiantado, não se pensa da mesma forma. Deixamos de pensar a curto prazo, deixamos de pensar que este mês precisamos de não sei quantos euros. Começamos a pensar em termos de processo, construir uma máquina que rende sistematicamente X por ano…ou se forem como eu, uma máquina que gera X contactos por mês.

 

Enfim…muda tudo!
A paz de espírito que se ganha depois de se começar a pensar assim, trás tanto prazer como andar literalmente a “torrar” dinheiro 🙂

 

Hoje, mesmo que tenha melhorado o meu estilo de vida, uso sempre em primeiro lugar o dinheiro para comprar tempo de liberdade!
Experimenta!

Investe o teu dinheiro em algo rentável, como um negócio online e depois começa a poupar liberdade.

 

Dizermos que acabámos de “comprar” 3 dias de liberdade é bem mais fixe do que dizermos que poupámos 150 euros! Hehe

 

No entanto é exatamente esse o valor 🙂

 

Se hoje ainda não conseguiste atingir o retorno que gostarias, então este é o melhor momento para começares, porque quanto mais esperares, mais difícil será.

 

Começares agora mesmo depois de leres este artigo, vai motivar-te para começares a comprar os teus dias, meses e anos de liberdade!

 

REGISTA-TE

 

Forte abraço!

Cristiano Ronaldo – Não é Trabalho é Paixão (parte 2)

Na primeira parte deste artigo (se ainda não leste a primeira parte deste artigo, podes fazê-lo aqui) mostrei como podemos usar uma personalidade famosa como exemplo de inspiração para quem pretende tornar-se um empreendedor de sucesso.

Escolhi o Cristiano Ronaldo como fonte de inspiração, por se tratar de alguém que todos conhecem e que tem uma história de vida que deve ser conhecida por todos.

 

Como outras pessoas que ousaram desafiar os seus próprios limites com o objetivo de conquistar o topo da sua área profissional, também Cristiano Ronaldo possui algumas caraterísticas que o ajudam a posicionar-se onde está hoje.

 

Falámos sobre a forma como Cristiano lutou contra um destino que parecia estar traçado e que iria conduzir certamente a uma existência modesta e de como ele teve a capacidade de ultrapassar os obstáculos que surgiram quando ainda estava a dar os primeiros passos na sua carreira.

 

Mas há outros aspetos da carreira e da personalidade deste grande jogador que te podem úteis no teu percurso para atingires os teus objetivos. Vamos então continuar a nossa análise.

 

 

 

As Caraterísticas Que Conduziram Cristiano Ronaldo Ao Sucesso

 

 

3 – Continuar Sempre a Evoluir 

 

Cristiano Ronaldo chegou ao Sporting como um diamante em bruto.

 

Neste clube português trabalhou arduamente durante a adolescência e tornou-se num extremo e veloz tecnicista. 
Quando aos 18 anos se mudou para o Manchester United foi obrigado a evoluir física e taticamente. Ganhou massa muscular e tornou-se num jogador mais eficiente, algo essencial para ter sucesso em Inglaterra.

 

 

Quando se transferiu para o Real Madrid estava no topo da sua carreia, já havia conquistado diversos títulos pelo seu clube e tinha recebido a sua primeira Bota de Ouro, mas não foi isso que travou o seu desejo de continuar a evoluir.

 

No clube espanhol passou a jogar mais perto da baliza adversária e desenvolveu uma capacidade concretizadora sem paralelo no futebol mundial, esmagando recorde atrás de recorde.

 

Este é um exemplo especialmente importante na área do empreendedorismo, pois os empresários que são capazes de se reinventar são aqueles que conseguem chegar a um patamar mais elevado.

 

A lição que deves retirar deste exemplo é simplesmente: quando atinges um objetivo não relaxes, estabelece uma meta ainda mais elevada e trabalha para conseguires alcançá-la.

 

 

4 – Define o Teu Objetivo 

 

 Ainda na sua infância, Cristiano definiu o seu objetivo: tornar-se no melhor jogador do mundo. Esta afirmação poderia parecer utópica para todos aqueles que o rodeavam, mas Cristiano não descansou enquanto não alcançou a sua meta.

 

Esta mentalidade de almejar o topo é comum a outros desportistas de elite. O famoso jogador de ténis Novak Djokovic também começou a afirmar aos 8 anos que seria o melhor tenista do mundo.

 

 

Este desejo de ser o melhor e de ficar na história de um desporto é a força matriz que ajuda muitos atletas a transcenderem-se e a quebrar barreiras que para uma pessoa comum são inultrapassáveis.

 

 

5 – Aprender a Lidar Com a Pressão

 

 Desde muito cedo que Cristiano Ronaldo aprendeu a lidar com a pressão. Ainda adolescente, ele tornou-se um alvo a abater para os jogadores e adeptos das equipas rivais e habituou-se desde logo a jogar em ambientes hostis.

 

 

Ao longo do teu percurso também irás enfrentar algumas situações de pressão. Não conseguimos nunca agradar a todos. Pode aparecer alguém que não está completamente satisfeito com o teu trabalho, ou podes por exemplo, sentir dificuldades em atingir os teus objetivos.

 

Conseguir enfrentar todas as situações de pressão que possam surgir é indispensável.

 

 

Segue Estes Ensinamentos e Conquista o Topo

 

Se como o Cristiano Ronaldo encarares o teu trabalho com paixão, tenho a certeza que também tu conseguirás evoluir e melhorar de forma constante, nunca perdendo de vista os teus objetivos.

 


E sei também que se tiveres o veículo certo, a equipa certa e os mentores certos…nada te poderá parar!

Regista-te aqui e começa hoje a fazer parte de uma equipa que te vai literalmente “levar ao colo” para que sejas bem sucedido.

Queres Ser Bom Junta-te Aos Bons!

Ontem a 11 de Julho de 2015, teve lugar mais um “dia no escritório”, uma ação de formação mensal que ocorre em simultâneo em vários pontos da Europa.

 

Dinamizado pelo nosso grupo de trabalho, os Lazy Millionaires, este evento mensal visa assegurar aos formandos do grupo de elite na área do Internet Marketing, o “Clude das Insónias”, um acompanhamento presencial e personalizado.

 

De manhã os líderes do grupo estiveram reunidos onde discutimos novas estratégias de formação sempre no sentido de fazermos com que os nossos formandos atinjam os seus objetivos financeiros no mais curto espaço de tempo.

 

Da parte da tarde abriram-se as portas a todos os participantes e tive o prazer de estar pessoalmente a ajudar este casal simpático, a Gabriela e o José de Vale de Cambra, que se juntaram a nós à cerca de um mês e que como tantos outros tomaram a decisão também eles de mudarem as suas vidas.

A Gabriela é licenciada na área de biologia e trabalhava como técnica superior num laboratório de analises  clínicas. Hoje é Internet Marketer a tempo inteiro. O José é manobrador de máquinas e ainda continua a exercer embora também ajude a Gabriela no sua atividade, afinal este negócio é um projeto familiar que visa a obtenção de liberdade de tempo e  liberdade financeira para toda a família.

 

Estes simpáticos pais de dois filhos conseguiram captar a visão deste negócio e sabem que é por aqui que vão atingir os seus sonhos.

 

Isto é o que me move realmente, poder ajudar todos aqueles que querem de facto mudar as suas vidas, este é o meu foco…é o foco dos Lazy Millionaires!

 

Deixo-te ainda aqui para poderes ver uma curta entrevista que dei num dos nossos dias no escritório anteriores, para que possas ver o potencial de liberdade que tu também podes atingir:

 

Não demores! Junta-te a nós!
REGISTA-TE