Melhoria Continua: Filosofia Kaizen

Este é sem dúvida o único método para conseguires tudo aquilo que Empreendes.

 

E se de repente, com um toque de varinha mágica, todos os teus projetos se pudessem realizar?

Seria fantástico, certo?

Mas logicamente, essa varinha mágica não existe. No entanto, podes colocar do teu lado todos os meios para conseguires. Um dos meios mais potentes é sem dúvida alguma a melhoria continua.
O conceito de melhoria contínua nasce no japão, em grandes empresas como a “Toyota”, depois disso foi difundido nos Estados Unidos e na Europa. É um método usado nas grandes empresas industriais para aumentar a sua eficácia, produção e favorecer a inovação.

 

Este método permite-lhes ficar sempre na vanguarda das suas indústrias e atingir a excelência!
E se também tu (tal como eu) desejas melhorar a médio e longo prazo as tuas competências, aumentar o teu bem-estar e desenvolvimento pessoal, alguns elementos da melhoria contínua são totalmente transportáveis para a nossa vida pessoal.

 

 

Melhoria continua: O método para progredir na vida pessoal

 

Para conseguirmos realizar tudo aquilo que empreendemos, a chave, é agirmos de forma regular e constante. O método da melhoria continua, permite-nos precisamente dar lugar a uma estratégia para progredirmos sempre. Mesmo fazendo pequenas ações de cada vez.

 

E como funciona isto na nossa vida?

 

Etapa 1: Querer Mudar


Hoje melhor que ontem, amanhã melhor que hoje

 

A melhoria contínua pressupões antes de mais “querer mudar”. É uma condição prévia colocar ação, adotar um estado de espirito positivo, orientado para a melhoria de si mesmo.

 

Este é o sentido da palavra japonesa que designa a melhoria continua: Kaizen.

Literalmente, Kai = mudança e Zen = bem. A vida está em perpétua mudança e é marcada por um ciclo permanente de adaptação.

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Etapa 2: Agir através de pequenas ações

 

Para nos colocarmos concretamente em movimento, esta segunda etapa consiste em agir pouco a pouco. Não é necessário atingir grandes feitos de uma só vez, a melhoria contínua repousa sobre a ideia de que toda e qualquer progressão é efetuada de forma regular e coerente.

 

Para cada aspeto da vida que queres melhorar na tua vida pessoal, começa por pequenas ações:

– 30 Minutos de atividade física por dia, para melhorares a tua saúde.

– Ler um capítulo por dia de um livro para aprender a fotografar como um profissional.

– Ver um vídeo por dia em inglês, para progredires nesta língua.

– Etc…

 

 

Etapa 3: Avaliar as ações

 

No final de algumas semanas, não te esqueças de avaliar os resultados das tuas ações.

Coloca-te as questões seguintes:

O que funcionou bem? Que progresso fiz?

O que não funcionou? O que posso melhorar para que corra ainda melhor?

Qual será a próxima ação que devo empreender para continuar em direção ao meu objetivo?

A ideia geral é a seguinte: Valoriza as pequenas mudanças positivas, isto vai ajudar-te a continuares motivado na tua jornada. Considera cada elemento que não funcionou, como uma fonte de aprendizagem e de melhoria.

Planifica a próxima (pequena) ação a realizares, para continuares a ser constante e regular, sempre orientado para o sucesso do teu objetivo.

 

Etapa 4: Agir, agir e continuar a agir
Uma vez que tenhas avaliado o resultado das tuas ações e descoberto “os eixos” de melhoria, vais continuar a tomar ação diária e consistentemente.
Esta rotina consistente, vai tornar-se com o tempo um hábito de vida, algo natural em ti e vais entrar num “circulo virtuoso” onde cada ação que levas a cabo se direciona no sentido de melhorares.
Pouco a pouco vais assim modificar as tuas crenças internas limitativas para ires sempre mais longe.
Eu sei…é ambicioso…muito ambicioso até, pois adotar este método é mudar a maneira de conceber a vida no seu todo. Só isso!  🙂
A melhoria contínua é mais do que um método, é uma filosofia
A melhoria continua, ou “Kaizen”, é claramente uma filosofia de ação do quotidiano. Requer vontade e compromisso, o compromisso de progredir sempre e de ir em direção á nossa melhor versão.

 

A melhoria contínua diferencia-se do perfecionismo, no sentido em que é baseada na ação perpétua. Não procuramos realizar tudo perfeitamente desde o inicio, mas simmelhorar pouco a pouco e consistentemente.
Aqui o tempo tem um papel importante. O Kaizen convida-nos efetivamente a pensar de forma diferente acerca da vida e a longo prazo.

 

Todos os nossos hábitos, crenças internas ditadas pelas nossas educações, experiencias passadas e culturas, podem ser modificados no sentido de retomarmos o controlo das nossas vidas e vivermos plenamente as nossas escolhas.

É um processo sem fim, que escrevemos a cada dia no livro da nossa vida.

 

Agora a bola está no teu lado 🙂

 

Se tens este objetivo de melhoria continua para a tua vida, então estás no sítio certo!

 

Coloca ação hoje mesmo na melhoria continua e junta-te ao grupo de empreendedores online com maior sucesso em todo o mundo.

 

Começa hoje a construir o teu futuro!

 

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Dicas Para Obter Clientes ou Parceiros Online

O teu grande desafio enquanto empreendedor online, se trabalhares com afiliados, vai ser impreterivelmente capturar prospetos e convertê-los em clientes e/ou parceiros (afiliados).

 

Esquece todos os outros pressupostos e clichés que conheces e encontras por aí.

 

Sim, é importante ter um bom plano de negócios. Sim, deves ter um plano de recurso. Sim, deves procurar parcerias interessantes. Mas mais importante do que tudo é isso é saber como adquirir contactos e convertê-los em clientes e/ou parceiros (afiliados).

 

Afinal, os clientes são a força motriz de qualquer negócio. Podes ter as melhores ideias do mundo, podes desenvolver um plano altamente detalhado de negócio, mas se não conseguires materializar tudo isso e fazeres vendas, então tudo será em vão.

 

Se fizermos uma analogia como mundo dos negócios podemos comparar a aquisição de clientes ao golo. Se tens uma estratégia de negócios delineada, mas não consegues captar clientes, és como aquelas equipas que dominam a posse de bola, parecem controlar as operações, mas são incapazes de marcar golo.

 

Concordas comigo?

Ok, então prossigamos 🙂

 

 

3 Dicas Para Conseguir Mais Clientes

 

 

Para que melhores a tua “finalização”, ou seja para que consigas converter mais clientes, deixo três dicas simples, mas valiosas:

 

  1. A tua estratégia deve ser previsível, escalável e lucrativa 

Deves procurar montar um processo de aquisição de clientes que incorpore três princípios:

 

Previsibilidade, escalabilidade e lucro. O processo de aquisição de clientes deve ser previsível para que te mantenhas sempre no controlo de todo o processo. Deves, por exemplo, conhecer detalhadamente as tuas taxas de conversão e pontos de alavancagem. A escalabilidade é necessária para que possas aumentar o número de clientes, à medida que o teu negócio progride.

 

Finalmente, o processo deve ser lucrativo – cada cliente e/ou parceiro adquirido deve dar um maior retorno do que aquilo que investiste para que ele chegasse até a ti.
Deixa-me dar-te o exemplo do meu negócio:

Eu sou afiliado da Empower Network e vendo cursos de Internet Marketing, cursos esses que ensinam tudo o que se pode querer saber sobre ganhar dinheiro na Internet. Consequentemente os cursos ensinam a vender os próprios cursos! Brilhante não é? Eu também achei 🙂

 

Em termos de previsibilidade, sei com toda a certeza que se capturar 113 contactos vou fazer 1 afiliado. (Estes são os meus números e são facilmente obtidos dividindo o número de pessoas que tenho na minha lista de contactos pelo número de afiliados que tenho à data de hoje). Isto mantém-me firmemente em controlo do processo de captura de clientes para o meu negócio.

 

Quanto à escalabilidade, entra aqui alguma técnica e conhecimento que adquiri, não só nos cursos que vendo, mas com os grupos de trabalho e parceiros de negócio com quem me envolvi. Os contactos (prospetos) que capturo são na sua grande maioria pagos, quer através de empresas especializadas que se encarregam de propagar o meu conteúdo pela internet e os motores de busca, quer através das redes sociais, nomeadamente o Facebook.

 

Portanto, se são pagos quer dizer que cada contacto tem um preço e embora esse preço seja variável, tenho sempre presente a média do preço. Logo quanto mais pagar, mais contactos faço, daí ser escalável.

 

O lucro, pode assim ser calculado tendo em conta a previsibilidade acima mencionada de uma forma muito simples, passo a explicar:

 

O preço a que obtenho os meus contactos ou subscritores, varia normalmente entre 0,50€ a 1,5€, por isso vamos dizer que os meus contactos têm um preço médio de 1€.

 

Também sei que em média, cada afiliado que tenho me gera uma comissão líquida de $1.100 dólares. Logo, tendo em conta que preciso de 113 contactos para fazer um afiliado, gasto 113€ ($125 dólares) para ganhar $1.100 dólares, o que dá um lucro previsível de $975 dólares por afiliado.

 

 

  1. A aquisição de clientes e/ou parceiros é um processo que envolve diversas áreas 

O que deves trabalhar para melhorar a tua capacidade de gerar clientes e parceiros?

 

A maioria das pessoas vai rapidamente responder: o marketing! Esta resposta está certa, mas incompleta. O marketing é apenas uma das áreas fundamentais para que consigas melhorar o teu processo de geração de novos clientes. Deves igualmente trabalhar as tuas Vendas!

 

Esta é uma etapa fundamental do processo de aquisição de clientes e é essencial que a mesma esteja bem oleada. Mais uma vez entram aqui os cursos da Empower Network e os treinos e formações que fazemos nos Lazy Millionaires, a minha equipa.

 

Por último e se estivéssemos a falar dos negócios tradicionais deverias oferecer um bom serviço de apoio ao cliente. No meu caso em marketing de afiliados isso é equivalente a “acompanhar os afiliados”, a ajudá-los a fazerem exatamente aquilo que eu faço e ensinando-lhes tudo o que sei com apoio do grupo e da equipa.

 

A isto chama-se ter um negócio duplicável.

 

Nunca te esqueças que qualquer que seja a tua área de intervenção, deves fazer com que os teus clientes se sintam apoiados e valorizados.

 

 

  1. As quatro etapas pelas quais o cliente ou afliado passa antes de fazer a compra 

Como podes gerar clientes ou afiliados, se não procurares perceber qual é o seu processo de decisão antes de avançar para a compra?

Podemos identificar quatro passos pelos quais um potencial cliente passa antes de realizar uma compra:

 

A descoberta. Muitas pessoas acham (como eu achava 2 anos atrás) que ganhar dinheiro na Internet era só para alguns, para os gurus das vendas e do desenvolvimento pessoal. Para além do facto de existirem uma quantidade enorme de logros e esquemas ilegais.

 

 

O primeiro passo acontece então quando conseguem perceber que qualquer pessoa com um portátil e uma ligação à internet desde que bem guiada, pode literalmente ganhar uma “pipa de massa” online! Mas normalmente ficam-se por esta etapa, sabem que é possível e como não sabem como param aí.

 

A etapa seguinte é quando aparece um problema. Normalmente a maioria das pessoas só fazem a descoberta, porque procuram e só procuram porque existe um problema, ou têm falta de dinheiro, ou têm falta de tempo para elas próprias e para a família e aí têm que fazer algo mais do que apenas se ficarem pela descoberta.

 

 

 

Surge então a Identificação de uma oportunidade, a avaliação de soluções para o problema, a pessoa consegue finalmente vislumbrar (umas mais que outras) uma luz ao fundo do túnel. Conseguem perceber que afinal trabalhar online se ensina e melhor ainda…que rende dinheiro tanto para quem ensina como para quem aprende. Uma situação de “win win” 🙂

 

 

Finalmente a etapa mais importante, a etapa de passar à ação, tomar a decisão de avançar e de começar a aprender a ganhar dinheiro online.

 

 

Normalmente é uma etapa envolta em dúvidas e receios, mas que rapidamente se dissipam aquando do primeiro contacto com o grupo e a equipa. O ambiente amistoso e acolhedor que encontram depois de se juntarem ao projeto faz toda a diferença e fornece uma fonte de motivação praticamente inesgotável.

 

 

Automatiza Estas Dicas

 

Como acontece com qualquer outra atividade, apenas conseguirás tirar o melhor partido de todas estas dicas se as trabalhares com empenho. É a repetição sistemática de uma tarefa que conduz à sua otimização, por isso estuda, explora, mas principalmente: aplica.

 

Se queres fazer parte de uma equipa fantástica e aprenderes a ganhar dinheiro online, esta é a tua oportunidade.
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Aprender e Ter Prazer

Porque deves estar sempre em formação e tirar prazer nisso?

 

A maioria das pessoas associam a formação à escola e a tudo o que lhe está associado, deveres, exames, notas, etc. No entanto a escola representa apenas um único tipo de aprendizagem. Existem numerosas outras maneiras de nos formarmos, de nos desenvolver, de ganhar novas competências e tudo isto no decorrer de uma vida.

 

Formar-se não é apenas reservado aos alunos e aos estudantes.
A aquisição de novos conhecimentos e novas competências não deve ser visto como um “frete”, antes pelo contrário. Aprender pode revelar-se uma fonte ilimitada de prazer.

 

 

As 4 vantagens de estar sempre em formação

 

Não nos formamos uma única vez durante a duração dos nossos anos de estudos. Estaríamos a considerar que as nossas capacidades ficam gravadas em pedra mármore e que não evoluímos.

 

Todas as experiências de aprendizagem são importantes e fazem aumentar a autoconfiança e a autoestima. Conseguimos assim ver concretamente que somos capazes de adquirir novos conhecimentos e integrar novos trunfos na nossa vida no sentido de avançar rumo aos nossos sonhos e objetivos.

 

 

Então a formação constante dá-nos uma vantagem enorme em relação aquelas pessoas que não se formam, pois a formação permite-nos usar rapidamente conceitos e soluções que outros demoraram anos a compreender.

 

A formação permite-nos igualmente que nos adaptemos às circunstâncias que evoluem, de melhor compreender o que nos rodeia e de ser resiliente nas mudanças. A formação é um motor importante na nossa vida, faz funcionar o nosso cérebro e permite desenvolver diferentes aspetos da nossa inteligência que não foram valorizados na escola.

 

 

Formar-se: Um prazer e uma experiência ao alcance de todos

 

 

Para começar esquece completamente a ligação entre a formação e a escola. Formar-se pode claramente ser lúdico. Ninguém precisa de regressar aos bancos da escola para aprender algo novo.

 
Formamo-nos mesmo sem nos apercebermos, quando lemos um artigo, vendo um tutorial em vídeo na internet, passando tempo com um amigo, algum conhecido quando nos mostra como realizar esta ou aquela tarefa. Com o decorrer do tempo armazenamos literalmente toneladas de conhecimento em áreas que nos interessam. Vivemos uma experiência enriquecedora.

 

 

O meu conselho é que escolhas desenvolver as tuas capacidades em áreas que te apaixonam, desta forma a aprendizagem será um verdadeiro prazer.

 

 

Eu adoro desenvolvimento pessoal e tudo o que tenha a ver com inteligência emocional e psicologia e para mim é super interessante descobrir tipos de aplicações práticas desse mesmo conhecimento e adaptá-lo à minha vida pessoal, ao meu negócio na Internet e até às minhas relações inter-pessoais.

 

Podemos formar-nos com estágios, em ateliers, seminários locais ou ainda da forma como eu o faço, através de formações online na internet, onde se pode avançar ao nosso próprio ritmo e sem pressões.

 

 

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Os meus cursos favoritos:

– INNER CIRCLE                          – TOP PRODUCER FORMULA        

– TEAM BUILDING FORMULA        – MASS INFLUENCE FORMULA

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Assim que terminares uma formação não te esqueças de atualizar o teu inventário de competências

 
Formação em função das necessidades para um colocar em prática rápido e concreto

 

Talvez digas para ti mesmo que não tens nem tempo nem dinheiro para te formares. Uma vez mais não vejas a formação como um “frete”.

 

É verdade que algumas formações requerem um investimento importante em tempo ou em dinheiro. Neste caso visa o conhecimento que realmente precisas de imediato e planeia a tua formação por etapas ao longo do tempo.

 

Compara programas, métodos, para teres uma ideia da utilidade da formação para ti. Se queres por exemplo ganhar dinheiro com a internet e gostarias de fazê-lo a 100% e viver apenas disso, deves sem falta comprar estes cursos: Inner Circle, Top Producer Formula, Team Building Formula e Mass Influence Formula, estes foram os cursos de base que me ensinaram tudo o que sei sobre a industria do trabalho a partir de casa e sobre como ganhar uma “pipa de massa” com a Internet.

 

Deves ainda definir o estilo de aprendizagem que melhor se adapta a ti: Será através da escrita, de livros, transmissão de conhecimento por experiencia, ou ainda através de vídeos para que possas sempre consultar?

 

Em uma ou duas dezenas de horas podes aprender muitas coisas novas e coloca-las em prática

 

Esta ação fará uma diferença enorme em relação aqueles que nada farão para se formarem.

 

A bola está no teu lado 🙂

 

Se estás convencido da importância de nos formarmos em permanência, não hesites em partilhar este artigo nas redes sociais.

 

Se gostas de desenvolvimento pessoal tens que dar uma vista de olhos neste curso: INNER CIRCLE

 

Forte Abraço!  😉

A Ciência de Deus

Não é a luz que morre ao contacto com as trevas, são as trevas que morrem ao contacto com a luz.

– Omar Khayyâm

 

Um professor universitário desafiou um dia os seus alunos com esta pergunta:

– Deus criou tudo o que existe?

Um dos estudantes responde orgulhosamente: «Sim, claro que criou!»

 
O professor responde então:

– Se Deus criou tudo, também criou o mal. Então se o mal existe e foi criado por Deus, significa que Deus é mau.

 

 

O estudante permaneceu calado diante de tal resposta.

O professor “pavoneava-se” orgulhoso dele próprio por ter provado uma vez mais aos seus alunos que a fé não passava de um mito.

 

 

Um outro estudante levantou o braço e disse:

– Posso colocar-lhe uma pergunta professor?

 

– Claro que sim respondeu este.

 

– Professor, o frio existe?

 

– Que raio de pergunta é essa? Claro que existe. Você nunca teve frio?

 

– Na realidade professor, o frio não existe. Segundo a lei da física, aquilo que consideramos frio, é de facto a ausência de calor.

Todo o individuo ou objeto possui ou transmite energia. O calor é produzido por um corpo ou matéria que transmite energia. O zero absoluto (-273,15 °C) é a ausência total de calor.

O frio não existe. O Ser Humano criou esta palavra para descrever aquilo que sentimos na ausência de calor.

 

O estudante continua:

– Professor, a escuridão também existe?

 

– Claro que existe!

– Mais uma vez está enganado professor, a obscuridade não existe. Na realidade o escuro é a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas não podemos estudar o breu

Podemos utilizar o prisma de Newton para fragmentar a luz branca em várias cores e estudar os diferentes comprimentos de onda de cada cor. Mas não podemos medir a escuridão.

Um simples raio de luz pode irromper numa vasta escuridão e iluminá-lo. Como pode saber o espaço que ocupa a escuridão? Medimos a quantidade de luz presente, isso sim, não é verdade?

A escuridão não passa de um termo utilizado pelo Homem para descrever o que acontece na ausência de luz.

 

Finalmente, o jovem pergunta ao professor:

– Professor, e o mal? Existe?

 

– Claro que sim, aliás já o disse anteriormente. O mal vê-se por todo o lado todos os dias. Está nos exemplos do quotidiano o Homem ser desumano com o próprio Homem. Vê-se na multitude de crimes e de violência praticada um pouco por todo o lado.

– Não professor…o mal não existe! Ou melhor, não existe por ele mesmo. O mal é apenas a ausência de Deus em si. É como a escuridão e o frio, uma palavra que o Homem criou para designar a ausência de Deus nele mesmo.

Deus não criou o mal. O mal não é como a fé ou o amor, que existem tal como a luz e o calor. O mal é o resultado que acontece quando o Homem não amor no seu coração. É como o frio que aparece na ausência de calor ou a escuridão na ausência de luz.

 

O professor sentou-se

 

O aluno chamava-se Albert Einstein.

 

Possivelmente já conhecias esta história, no entanto não quis deixar de a contar, pois serve de referência para muitas verdades escondidas e muitas falsas crenças, mas é sobretudo uma lição de conhecimento e humildade.

 

Se gostas de desenvolvimento pessoal aconselho-te um fantástico curso em audio e vídeo, o INNER CIRCLE

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Rendimento Residual…Para Sempre!

Este vai ser um artigo muito curto e tem

apenas uma intenção:

  [fancy_box id=6] VENDER-TE A TUA LIBERDADE![/fancy_box]

Não acreditas? Então lê com atenção:

No decorrer do nosso evento LifeXtreme
que durou todo o fim de semana passado,
desde quinta a Domingo, apresentámos
um novo plano de trabalho, um plano de
trabalho tão brutal, que nem dormi de noite.
 

[fancy_box id=3]

Faria diferença na tua vida teres um rendimento
mensal residual de $1.650 dólares, para sempre?

[/fancy_box]

 
 
E se para receberes $1.650 dólares todos os meses,
tivesses que pagar $190 dólares…todos os meses?
 
 
Ainda ficarias com $1.460 dólares! €1.300 Euros! 
R5.700 Reais! TODOS OS MESES!
 
 
E sabes quanto tempo demora a atingires este rendimento?
 
O tempo de fazeres 20 vendas!
 
 
Fazes 20 vendas desse mesmo valor e tens o teu
RENDIMENTO MENSAL RESIDUAL FIXO
PARA SEMPRE!!!
 
 
Vou recrutar apenas 15 pessoas, com quem vou
trabalhar pessoalmente para executar este plano
de trabalho. VAIS SER UMA DELAS?
 
 
Se achas que sabes seguir instruções e tens
humildade em querer aprender a fazeres estas
20 vendas para obteres o teu rendimento residual
 
 

Não te esqueças que vais ter que investir $190
 
 
Assim que te registares fala comigo no skype:
O meu skype é: oliviercorreia1
 
 
 
 
Até já 😉

O Que Te Disseram De Ti?

Se ninguém me tivesse dito quem eu sou, quem seria eu?
– Wayne Dyer

 

 

Que tenhamos ou não consciência disso, somos todos, aquilo que os nossos pais, o nosso meio e a nossa cultura fizeram de nós. Mesmo aqueles que se rebelaram contra, acabaram afinal por se posicionarem em relação a estas referências, pois foi contra estas que o fizeram.

 

Consegues lembrar-te? O que te disseram de ti?

Raros são aqueles que conseguiram sair totalmente ou completamente do quadro. Porque raros são aqueles que se permitem verdadeiramente ouvir-se, para escutar e seguir aquela pequena voz que vem de dentro, a voz do guia interior.

 

É tão mais fácil seguir um rumo já traçado, continuar numa via que nos é familiar, por mais desconfortável que seja.

E depois «Mas quem é que eu sou para querer “brilhar” assim? O que vão dizer aqueles que me são próximos? Que pensarão as pessoas de mim?»

 

No entanto, a nossa verdade presente, não é de todo aquilo que fizemos até hoje, mas sim aquilo a que nos sentimos compelidos a fazer, aquilo em que nos vamos transformar…essa é a nossa realidade.

 

A cada novo dia surge uma oportunidade de nos renovarmos, de nos reinventarmos. Nada nos obriga a impregnar o nosso presente e o nosso futuro daquilo que foi o nosso passado (estaria bem arranjado se o fizesse).

Podemos transformarmo-nos naquilo que quisermos desde que nos permitamos fazê-lo.

 

Escuta o que sentes profundamente, sem receares tomares-te por quem não és, por outro que tu, olha-te diferentemente, transforma-te…Esse «outro» és tu!

Gostas de desenvolvimento pessoal? Procuras formar-te e melhorares cada vez mais?

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Defeitos à Mão Cheia!

Como identificar os defeitos e transformá-los em trunfos?

 

Ninguém é perfeito. Todos temos defeitos. Até aquelas pessoas que nos parecem extraordinárias. A diferença é que estas últimas aprenderam a identifica-los e a transformá-los em trunfos a seu favor.

 

Identificar os defeitos é assim uma etapa essencial para os “resolver” e transformá-los numa força a nosso favor.
Como para a identificação das qualidades, convido-te desta vez a interrogares-te sobre os teus defeitos em toda a sinceridade. Este exercício é importante, pois vai permitir-te identificares os defeitos que mais te penalizam assim como aprenderes a assumi-los.


Exercício nº 1: Identificar os defeitos com o exercício da folha branca.

Este exercício é de longe o mais potente e importante para se identificarem os defeitos. Encorajo-te a seguires escrupulosamente as 3 pequenas etapas abaixo.
Deves executar estas 3 etapas seguintes por ordem e sem as leres previamente. Este exercício vai apenas tomar 5 a 10 minutos do teu tempo. Os resultados são imediatos e podem desencadear em ti mudanças importantes. Não o faças “em cima do joelho”.

 

Aqui ficam as 3 etapas deste primeiro exercício:
– Desenha numa folha branca um quadro com duas colunas
– Escreve na coluna da esquerda o nome das 5 pessoas que menos gostas

– Para cada pessoa, lista na coluna da direita, aquele que aches ser o maior defeito dessa pessoa.

Efetuaste as 3 etapas?

 

Volto novamente a insistir, não faças este exercício “em cima do joelho”, pois o resultado é muito importante e se conheces a solução antes de fazeres o exercício, este perderá a sua utilidade.

 

 

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Solução do exercício:

Vais dizer-me que estes defeitos dizem respeito apenas à pessoa em questão e não a ti.

Vou dizer-te uma coisa: Todos nós temos tendência para nos projetarmos. Os defeitos que identificaste nas pessoas são os teus próprios defeitos. Este exercício permite fazer sobressair instantaneamente alguns defeitos que inconscientemente nos recusamos a admitir.

Surpreendente não?

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Convido-te de seguida a continuares a descoberta dos teus defeitos com um segundo exercício. Este vai-te permitir completar e/ou reforçar os defeitos que identificaste no primeiro exercício.

Exercício nº 2: Identificar os defeitos através da experiência própria.

 

Faz uma lista de 5 projetos ou ações que não correram da forma que tinhas pensado ou que nem sequer chegaram a ser concluídos.

Seguidamente, procura identificar o denominador comum entre estas experiências que não funcionaram. Retira da equação todas as circunstâncias exteriores a ti e questiona-te sobre qual dos teus defeitos (ou quais), pode ter-te penalizado na tua vida pessoal ou profissional e induzido um resultado negativo.

Consegues encontrar esse elemento nos defeitos que identificaste previamente?

 

Exercício nº 3: Identificar os defeitos através do olhar dos outros.

Este terceiro exercício consiste em interrogar pessoas do teu meio acerca dos teus defeitos e de obter um feedback.
Aqui o exercício pode ser mais delicado do que foi para as qualidades. Terás de encontrar pessoas que não tenham receio de te dizer a verdade. Do teu lado, tens que estar pronto(a) a receber esse feedback, lembra-te que não há nada melhor neste mundo do que a honestidade, não te podes sentir “ferido”, considera antes que podes assim obter um meio suplementar para identificares os teus defeitos e de trabalhares em ti para os “resolver”.

Não hesites em perguntar às pessoas que te deem exemplos que ilustrem a sua afirmação, ou a experiência pode ser algo desconfortável e difícil de aceitar.

Agora que identificaste uma série de defeitos, o que fazer? Eliminá-los? Nada disso!

Eles fazem parte da tua personalidade. Vais aprender a viver com eles, a conhecê-los e a não agires sobre eles.

 
Etapa 1: Aceitar os defeitos

Já fizeste uma grande parte do trabalho identificando os teus defeitos. Identificar os nossos próprios defeitos é acedermos a uma tomada de consciência sobre nós mesmos e sobre os impactos que estes defeitos podem trazer á nossa vida e/ou projetos.

A aceitação é essencial, pois sem ela não se podem “trabalhar” os defeitos.

Faz uma pausa e reconhece conscientemente que esses defeitos fazem parte de ti.

Etapa 2: Compreender o interesse de infletir os defeitos.

Agora sabes quais os defeitos que te podem penalizar ou irritar os outros. A partir daqui podes literalmente apontar para aqueles que queres trabalhar, atenuar ou até mesmo transformar.

Começa por selecionar aquele que consideras ser o teu maior defeito e deixa simplesmente de agir sobre ele, controla-o, mostra-lhe quem manda! Estarás a fazê-lo por ti mas igualmente para melhorares as tuas relações com os outros.

 
Etapa 3: Domar os defeitos

Agora que conheces os teus defeitos e que vais modificar o teu comportamento, deves fazê-lo eficazmente e para isso deves:

Apoiar-te nas tuas qualidades!

Para cada ação que faças, contrabalança o teu defeito com as tuas qualidades e forças que identificaste no artigo precedente. Coloca essas qualidades em evidência, age sobre elas e como por milagre, o defeito passará para segundo plano.

 

Adapta as tuas atividades

Um defeito pode igualmente transformar-se em força, quando adaptamos as nossas atividades. Para algumas atividades, uma determinada forma de agir pode ser um defeito, enquanto que para outras pode ser uma qualidade.

É uma questão de perspetiva!

Exemplo: És uma pessoa desordenada, as tuas ideias disparam em todos os sentidos. Se trabalhares em equipa e és o responsável pela execução do projeto, corres o risco das coisas não correrem pelo melhor.

Mas se ao contrário, o teu papel na equipa, for trazeres valor criativo, irás trazer uma multitude de ideias a explorar e serás um trunfo enorme para os teus colegas.

Estas pequenas mudanças ajudar-te-ão a melhor te posicionares em função dos teus defeitos e qualidades.

A bola está agora no te campo!

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Forte Abraço 🙂

Qualidades à Mão Cheia!

Como Identificares as Tuas Qualidades e Desenvolvê-las?

 

 

Se tivesses que desenhar o teu retrato descrevendo as tuas qualidades, quais seriam elas?

 

Identificar as nossas qualidades pode averiguar-se um exercício que gera algum desconforto.

Porquê?

 

Porque para algumas pessoas é simplesmente difícil valorizarem-se, afirmarem-se perante os outros e “saírem do lote”. Também pode ser devido à falta de autoconfiança, excesso de modéstia, ou simplesmente ter receio e achar que é arrogância.

No entanto todos nós temos qualidades…muitas mais até do que aquilo que por vezes possamos pensar.

Tal como para as competências, é importante identificares as qualidades para melhor te conheceres, apoiares-te nas tuas forças e trunfos, para levares a bom porto os teus projetos e desenvolver relações com os outros.

Dá-me vontade de dizer: Afirmar as qualidades é uma qualidade 🙂


Não te subestimes nunca!

 

Para identificar as tuas qualidades deves fazer um trabalho de introspeção.
Não te vou propor uma lista de qualidade na qual possas escolher, como se estivesses a jogar à “bisca”, acho que seria boicotar o exercício. De facto, temos tendência, seja a subestimar e então identificar qualidades que estão abaixo daquelas que temos, ou ao contrário a sobrevalorizar e a identificar qualidades que na realidade não possuímos, para termos uma melhor imagem de nós mesmos.

 

Para te avaliares à tua justa medida, com honestidade e sinceridade, vou propor-te dois eixos de introspeção para identificares as tuas qualidades.

O primeiro repousa sobre as tuas próprias experiências, o segundo sob um olhar exterior dos teus amigos e dos teus próximos.

 

Lembra-te que o resultado deste exercício é para ti e somente para ti.

 

Eixo nº 1: Identificar as tuas qualidades através das tuas próprias conquistas.

Eis duas grandes questões às quais vais poder responder para identificares as tuas diferentes qualidades.

Pensa bem nas diferentes áreas da tua vida, grandes momentos, ou coisas mais pequenas.
Momentos em que fizeste uso de qualidades racionais, intelectuais, físicas ou até morais.

Questão nº1: Quais as tuas principais conquistas ou feitos e quais foram as qualidades sob as quais tiveste que agir para lá chegares?

Questão nº2: Quais os desafios que ultrapassaste e quais as qualidades de que te serviste para conseguires?

 
Eixo nº2: Identificar as tuas qualidades com ajuda e feedback dos outros.

 


O interesse em perguntares por um feedback a pessoas do teu circulo é de teres á tua disposição um olhar exterior, sem filtros, algo que tu não vês e que só é percetível pelos outros, o teu “eu cego”.

Desta forma não corres o risco de uma desvalorização ou sobrevalorização das tuas qualidades.

 
Interroga pessoas que te são realmente próximas, que conheces bem e que sabes que vão ter sobre ti um olhar honesto e sincero.

 
Pergunta-lhes o que pensam espontaneamente de ti, que tipo de pessoa pensam que és, como te vêm, que qualidades te atribuem.

 
Se alguém tivessem que contar contigo a 100% para resolver alguma situação, o que seria?

Através destas diferentes questões, colocaste em evidência qualidades que certamente foram surgindo múltiplas vezes. Podes assim elaborar o teu retrato resumindo as tuas qualidades sob a forma de frase: « sou organizado, confiável, corajoso, etc. ». Tens assim de alguma forma o teu slogan, a tua imagem de marca que te posiciona em relação a ti próprio e aos outros.

 

Para além das tuas atuais qualidades, talvez tenhas vontade de desenvolver algumas outras. Eis algumas etapas que podes seguir para ires ainda mais longe e melhorares a médio e longo prazo:

 

 

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As 4 etapas para transpores as tuas qualidades no seio dos teus projetos e desejos.

 

Etapa nº1: Identificar as qualidades a desenvolver

 

 

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Para isto, pega num caderno e começa a escrever. Lista 3 pessoas que admiras muito e associa as qualidades que mais gostas neles.

 

Este exercício é pura magia, revela com 100% de precisão as qualidades que queres alcançar. Através das pessoas que admiras, projetas-te em direção às suas próprias qualidades, aquelas que desejas para ti, sem mesmo teres consciência disso.

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Como?

 

Segue a segunda etapa…

 

 

Etapa nº2: Lança-te pequenos desafios para agires sobre as tuas qualidades

 

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As tuas qualidades só evoluem com o tempo e com o tempo vem a experiência. Com aquilo que fazes em concreto. Pode demorar mais ou menos. Para encurtar este período podes lançar-te pequenos desafios em relação às qualidades que queres desenvolver.

 

Por exemplo, se desejas ser mais aberto e menos introvertido. Aceita o desafio de falares com desconhecidos, de os abordares, seja com um elogio ou com algo que aches que tenham em comum contigo.

 

Ou ainda, se tens dificuldade em falar em público e te queres tornar num orador exímio, desafia-te a seres sempre aquele que representa os outros, aquele que fala pelo grupo, aquele que se “chega à frente” quando é preciso dar voz.

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Etapa nº3: Integrar as qualidades nos teus projetos

 

[fancy_box id=1]Nesta terceira etapa, trata-se de aprofundar o desenvolvimento de uma qualidade e de a integrar no fio condutor dos teus projetos. Não hesites em utilizar a visualização positiva. Fazer prova de uma vontade férrea e de perseverança para que ela fique “ancorada” em ti e te sirva no teu projeto.[/fancy_box]

 

 

Etapa nº4: Avaliar como essas qualidades de ajudaram a ter mais resultados

 

[fancy_box id=1]Finalmente, quando o teu projeto atingir uma primeira etapa importante, faz o balanço e procura perceber se conseguiste efetivamente sair da tua zona de conforto e como podes ainda melhorar.[/fancy_box]

A bola agora está no teu campo!

Identificaste as tuas qualidades? Sabes que qualidades deves desenvolver?

Deixa nos comentários:

-Quais as dificuldades que tiveste em encontrar as tuas qualidades?
-Como os outros te ajudaram no exercício de identificação das tuas qualidades?
-Como vais colocar em prática as qualidades que desejas desenvolver?
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Forte Abraço 🙂

Conheces As Tuas Próprias Competências?

Como Fazer O Inventário das Tuas Competências

 

Para fazeres o inventário das tuas competências deves seguir 4 eixos de reflexão.

 

Geralmente ouvimos falar do inventário das competências, quando se trata de evoluir na carreira, mudar de profissão ou reorientar-se profissionalmente.

Contudo, a noção de competência em si, não se limita às tarefas realizadas no quadro do trabalho. A noção de competência é bem mais ampla do que isso.

 


Diariamente e em permanência, todos nós mobilizamos no nosso quotidiano, numerosas competências, sem mesmo nos apercebermos disso.
Acredita! Sabes fazer muitas coisas que os outros não sabem!

 

Achas que todos sabem de bricolage, organizar um evento ou até uma viagem?…Sabem fazê-lo porque é fácil para ti?

 

As competências que mobilizamos numa base diária, são a nossa força distintiva. Um trunfo do qual podemos tirar proveito e até monetizá-lo. Daí a importância de bem o identificarmos, através de um inventário de competências.

 

 

Porque deves fazer um inventário de competências?

 

 

Hoje proponho-te fazeres o ponto da situação das tuas competências a fim de:

 

 

– Tomares consciência de que a soma dos teus conhecimentos e competências é muito mais extensa, do que aquilo a que és levado(a) a creditar no quotidiano.

 

– Tomares consciência do conjunto de competências que podes mobilizar, mas que não utilizas forçosamente. De facto, o meio no qual evoluímos, determina muitas vezes as competências que mobilizamos. Limita-nos. Mas tu és muito mais do que isso!

 

 – Aumentares a tua autoconfiança através do autoconhecimento e da “força dos teus trunfos”. Isto vai permitir que te afirmes e que ouses empreender projetos que realmente queres para ti.

 

– Vais conseguir fazer o balanço das tuas competências, desenvolvendo uma visão que engloba o conjunto dos aspetos da tua vida.

 

 

Este exercício vai permitir que faças uma reflexão sobre o teu “know-how” e competências adquiridas ao longo do tempo ou transmitidas pelos teus próximos.

 

 

Estás pronto(a)? Comecemos então.

 

Pega em várias folhas de papel ou num caderno (eu gosto daqueles de capas duras), para listares todas as competências em função das categorias que te vou indicar nos parágrafos seguintes.

 

[fancy_box id=1]Convido-te a “cavares” em profundidade, não te limites aquelas competências que parecem mais evidentes. Faz apelo às tuas memórias e a situações concretas, onde consigas identificar que foi naquele ponto que adquiriste aquele saber ou aquela competência.[/fancy_box]

 

Primeiro eixo do inventário das competências.


As competências adquiridas no quadro escolar.

 

O primeiro eixo é tradicional e assenta na aprendizagem escolar e nos diplomas e “canudos” que obtiveste.
Que competências retiras dos teus estudos?
Algumas competências são específicas e ligadas às áreas que estudaste (competências técnicas).

 

Outras são ao contrário, mais generalistas e mobilizáveis em circunstâncias muito diferentes (competências transversais).

 

Pensa naquelas atividades que fizeste que eram extra escolares, aquelas que te permitiram adquirires competências complementares (atividades associativas, organização de eventos culturais, desporto, explicações ou apoios de qualquer espécie, ocupação de tempos livres, etc…)

 

Para te dar um exemplo, no meu caso foi o Judo, o Xadrez, a Música e a Leitura.
Mas o teu inventário de competências não se limita apenas a isto…

 

 

Segundo eixo do inventário das competências.
As competências anexas á tua profissão

 

No teu emprego, profissão ou trabalho, mobilizas um determinado número de competências técnicas próprias inerentes ao teu posto de trabalho.
Já paraste para pensares em todas as atividades que realizas para além daquelas que foste contratado?
Gostaria que dirigisses a tua procura pelas tuas competências, para todas estas atividades anexas.
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Dou-te alguns exemplos:

Um fulano que trabalha num gabinete como ajudante de contabilista ou estagiário. Pode acontecer-lhe que fique momentaneamente responsável por atender e redirecionar as chamadas telefónicas da empresa enquanto a colega se ausentou.

Para além de estar a aprender e a adquirir as competências de contabilista ou técnico oficial de contas, esta pessoa possui competências de comunicação oral e de relações com clientes.
Um técnico assalariado de uma pequena empresa. Quando o chefe se ausenta por razões pessoais ou por causa de uma deslocação necessária á empresa, este pode ver-se na necessidade de gerir a atividade, de responder e orientar os colegas, etc. Sem se aperceber está assim a desenvolver competências de liderança.

 

Pensa em tudo aquilo que fazes para além da tua função oficial no teu local de trabalho.
O teu grau académico e a tua profissão podem revelar algo sobre ti, mas o balanço das tuas competências é muito mais do que isso!

 

Terceiro eixo do inventário das competências.

 

As tuas competências adquiridas no exercício das tuas paixões e atividades pessoais

 


Gostas de cozinhar, pintar ou entreter-te na horta?

Todas as tuas atividades pessoais permitem-te também, desenvolveres competências. Se se tratar de uma paixão, aposto até que adquiriste grandes competências no assunto!
Podes não ter esta consciência, mas se fores tesoureiro de uma associação e que todos os anos apresentas as contas a uma assembleia geral, estás a mobilizar competências em comunicação oral.
Se gostas de jardinar na horta, se preparas as tuas sementeiras e calculas os períodos de colheita, estás a mobilizar competências organizacionais.

 

 

Pode parecer óbvio para ti, porque talvez os teus pais, ou os teus avós já jardinavam e te mostraram como fazer. Mas no entanto a tua capacidade de organização é preciosa e permite-te a cada ano que possas desenvolver a tua horta.

 

Aqui normalmente começamos a estar bem avançados nesta reflexão.

 

Mas será que acabámos?

 

Não  🙂

 

Quarto eixo do inventário das competências.

As competências pelas quais és reconhecido(a)

 

As pessoas lembram-se de ti porque sabem que és tu que dominas a informática, que tens “mão” para a culinária, que sabes preencher todo o tipo de documentos administrativos, que és bom ouvinte, que sabes exprimir uma ideia, etc…

 

No entanto, não é a tua paixão, nem a tua profissão.

 

Reflete acerca daquelas pessoas à tua volta que mais te solicitam, interroga-te sobre o valor que lhes dás pelas tuas competências.

 

No final deste exercício terás 4 listas. Reagrupa todas as competências que identificaste a fim de constituíres o teu portfolio.

 

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Este inventário vai permitir-te falares das tuas competências aquando de uma procura de emprego, quando quiseres mudar de profissão, quando fores escrever o teu currículo. Fará certamente uma diferença enorme em relação a outro candidato que se tenha contentado em listar as suas experiências profissionais e académicas sem ter feito este exercício.

Poderá até mesmo servires-te deste inventário quando duvidares de ti mesmo!

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A título pessoal, a identificação de todas as tuas competências é uma ferramenta igualmente preciosa para dares um passo atrás, tomares balanço e fazeres o ponto da situação. Vais sentir-te bem mais confiante para poderes empreender os teus projetos.

 

Não hesites em refazer periodicamente este inventário a fim de colocares em dia o teu portfolio de competências e perceberes a tua própria evolução.

 

Gostaste deste artigo? Foi de alguma forma útil para ti?

 

Não hesites em partilhá-lo nas redes sociais e/ou a deixar o teu comentário mais abaixo  🙂 

 

Forte Abraço

 

Olivier Correia

 

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O Ténue Equilíbrio do Empreendedorismo

Quando pensamos em empreender, somos muitas vezes levados a pensar numa vida repleta de riscos, com ganhos e perdas constantes e armadilhas em cada esquina.

Há até quem pense que a vida do empreendedor se assemelha à vida dos antigos gladiadores romanos, já que podemos ter que lutar contra concorrentes implacáveis. Mas será que esta ideia é real? Será que todos os empreendedores vivem desta forma?

 

 

Para dizer a verdade, a esmagadora maioria dos empreendedores nunca terá que se debater de forma tão acirrada com a sua concorrência, a sua “luta” é feita de forma diferente. Quase todos os negócios dependem das análises, decisões e avaliações dos clientes.

 

Isto significa que a maioria dos negócios vive numa constante e eterna exposição a fatores como: avaliações emocionais, alterações comportamentais ou simplesmente à evolução da postura social.

 

Adicionalmente, é necessário compreender que a sociedade está em constante evolução e transformação. As técnicas de venda que resultavam na perfeição há 20, ou até há 10 anos atrás já não resultam.

 


 

 

 

Hoje, qualquer que seja o produto que estás a vender, deves ter a capacidade de impressionar o cliente nos múltiplos vetores que ele considera importantes. A tua mensagem deve ser apelativa do ponto emocional, mas tem que ser forte o suficiente para fazer sentido do ponto de vista racional. E claro, é necessário que o cliente considere que o investimento faz também sentido material, ou seja, que tem realmente valor.

 

 

Se olharmos para todos estes pressupostos, podemos facilmente antecipar que “vender” é realmente uma tarefa complexa. Como é que o podemos fazer, sem forçar, nem melindrar os potenciais clientes?

 

 

 

emails

 

 

 

Vender Sem Forçar

 

Como empreendedor, deves perceber desde logo que não adianta tentar utilizar clichés batidos e fórmulas mais gastas. O público já viu tudo isso, já está vacinado contra vendas agressivas.

 

 

Hoje, vender é como tecer um jogo de sedução, discreto, mas emotivo e elegante. Tens que tentar que o teu produto ou serviço se destaque da massa cinzenta e banal que é o mercado de consumo. Tocar nas emoções do cliente é o ponto de partida para passar para as restantes fases: análise racional e finalmente a decisão de comprar.

 

 

Um dos erros mais comuns do novo empreendedor é encarar cada cliente como uma carteira recheada de notas.

 

 

 

Os teus esforços de venda não devem ser dirigidos à carteira do teu cliente, mas sim à cativação da sua pessoa, da sua mente.

 

 

Deves procurar perceber intimamente os teus clientes, as particularidades que os diferenciam, os fatores culturais e sociais que os rodeiam. A perceção de todos estes fatores fará de ti um empreendedor mais capacitado e ciente dos teus objetivos.

 

 

É claro que é mais fácil escrever “deves tentar vender através das emoções e do conhecimento e não de técnicas agressivas”; “deves conhecer os teus cliente-tipo melhor do que ninguém”, do que concretizar.

 

Mas é para isso que serve a formação. É para isso que o caminho já foi “desbravado” por outros que nos abriram o caminho

 

O domínio desta arte é algo que apenas conquistarás com o tempo e com a experiência. Mas ao partires desde logo com estas noções, estarás mais perto de atingir este objetivo.

 

O único atalho que existe, é encontrares o veículo certo. Eu encontrei o meu. Chama-se EMPOWER NETWORK!

 

Podes fazer O TEU REGISTO AQUI

 

 

Forte abraço!