Partidas da Vida ou Partidas da Mente?

rasteira

Em determinados momentos sentimos que a vida nos prega partidos e parece que os alicerces de tudo o que valorizávamos em nosso redor começam a ruir. O próprio brilho do sol parece perder intensidade, as cores das flores já não vibram da mesma forma e tudo parece mais soturno e deprimente.

 

 

Mas será que já paraste para pensar se é realmente a vida que te prega partidas ou se somos nós, com os nossos comportamentos e atitudes que transformamos acontecimentos comuns em algo mais pesado?

 

Esta é uma questão importante e crucial para que possas lidar melhor com os percalços negativos que vão surgindo ao longo do teu quotidiano. Deves deixar de acreditar que todas as derrotas que sofres resultam de um alinhamento cósmico que serve apenas para te prejudicar.

 

O universo não está nem aí!

 

E se a responsabilidade da espiral negativa em que por vezes te encontras for apenas e só da tua responsabilidade, ou melhor da forma como lidas com os obstáculos que vão aparecendo na tua vida?

 

 

Muda a Tua Forma de Lidar Com Os Acontecimentos Negativos

 

 

Ao longo da tua vida pessoal e profissional vais deparar-te com acontecimentos negativos. Isso é algo inevitável, que faz parte da própria existência humana.

 

Irás ter que lidar com a morte de pessoas que te são próximas, com separações e com frustrações profissionais.

 

Mas será que estas situações expressam realmente algo sobre ti e sobre o mundo que te rodeia?

 

A maioria das pessoas acredita piamente que os acontecimentos são responsáveis pelas nossas emoções, que sentimentos como medo, alegria ou tristeza dependem apenas daquilo que nos acontece.

 

Se isto fosse verdade, então não teríamos verdadeiramente controlo sobre as nossas emoções e o conceito de inteligência emocional não faria qualquer sentido.


Para descomplicar um pouco, aquilo que estou a afirmar é que não são os acontecimentos que nos despertam determinadas emoções, mas sim aquilo que pensamos sobre os acontecimentos.

 

E será que esta ideia também se pode aplicar aos acontecimentos mais negativos? Por mais incrível que pareça, a resposta é sim.

 

Até os acontecimentos mais dramáticos e a sua capacidade de interferir com a nossa vida dependem apenas e só do significado que lhes atribuímos e de como os interpretamos.

 

 

As Pessoas Reagem Diferente Perante Acontecimentos Semelhantes

 

Isto explica-nos porque, perante situações semelhantes, as pessoas podem reagir de forma completamente diferentes.

 

Vou ilustrar com um exemplo:

Imagina que numa ida ao restaurante te cruzas com dois antigos colegas de trabalho com quem tinhas uma relação perfeitamente normal e quando te despedes deles, ficas com a impressão de que passaste a ser o tema de conversa entre eles.

Algumas pessoas vão sentir-se desconfortáveis nesta situação e vão acreditar, quase de forma automática, que os seus antigos colegas ficaram a proferir coisas negativas a seu respeito. Talvez tenham ficado a falar daquele erro grave que cometeram um dia. Ou talvez, nunca tenham gostado realmente delas e estejam agora a demonstrar isso mesmo.

Contudo, outras pessoas vão reagir com naturalidade à impressão com que ficaram e vão ficar a pensar que os antigos colegas gostaram de encontrá-las e que por isso ficaram a dizer coisas agradáveis a seu respeito.

 

Tudo depende da perspetiva e da forma como se queira encarar cada acontecimento. Aquilo que nos acontece no nosso quotidiano não tem que condicionar de forma permanente a nossa existência.

 

 

És tu que decides qual a verdadeira importância que cada acontecimento tem na tua vida.

 

 

Agora diz-me uma coisa,

 

Como te sentes em relação a fazeres parte de um projeto que pode mudar a tua vida para sempre?

Como te sentirias se, por tomares hoje mesmo a decisão de te registares aqui, mudasses por completo a tua qualidade de vida e situação económica?

 

Pensa naquilo que vais sentir quando fores livre!

 

 

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Autor: oliviercorreia

Sou um tipo bem disposto. Um pai de família. Há pouco mais de uma ano atrás, resolvi dizer basta ao emprego tradicional e a passar 10 horas por dia fora de casa, longe de quem amo. Hoje conquistei a minha liberdade, quer de tempo, quer financeira. Trabalho a partir de casa na Internet, faço o meu próprio horário e não dependo de patrões nem empregados. O meu foco principal é ajudar outros a fazerem o mesmo, ensinando-lhes as competências necessárias para tal. Se te interessa este estilo de vida e um rendimento bem acima da média, contacta-me.

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