O Samurai e o Monge

 

“Ninguém recebe sapiência, é preciso descobri-la por si próprio”
– Marcel Proust

 

Um dia um samurai foi ver um monge e disse-lhe:

– Monge, ensina-me coisas sobre o céu e o inferno.

O monge levantou os olhos em direção ao enorme samurai e respondeu:

– Ensinar-te a ti sobre o céu e o inferno? Deves achar-te alguém de extraordinário, estás sujo, cheiras mal, o teu sabre está ferrugento. Quem é que poderia contratar um samurai como tu? És repugnante e tolo, vai-te embora daqui!

Os músculos do pescoço do samurai crisparam-se e as suas veias quase que rebentam de raiva, o samurai num gesto rápido e preciso saca do seu sabre para matar o monge.

No mesmo instante em que o samurai se prepara para separar a cabeça do corpo do monge, este olha para o samurai e diz-lhe:

– Isto é o inferno

O samurai compreendeu então que o monge quase sacrificou a sua vida para lhe dar este ensinamento, ficou de tal forma impressionado pela coragem e compaixão que o monge acabara de fazer prova, que guardou o seu sabre e se curvou perante este em sinal de respeito e apreciação pelo magnífico gesto do monge e disse:

– Nem acredito no que acabaste de fazer, arriscaste a tua vida para me ensinares.

O monge respondeu-lhe:

E isto é o céu.

BAM! Mais Uma Pedrada da Vida

Que o medo ceda à doce lentidão do elenco da vida que nutre a tua carne.
Danis Bois

 

Um jovem e talentoso homem de negócios, passeava-se no seu novo Jaguar num bairro tranquilo. Ia um pouco depressa demais, quando de repente…

 

 

Uma pedra pulverizou-se literalmente contra a porta do condutor.

Depois de uma travagem brusca, o carro recuou até onde a pedra tinha sido lançada e completamente enraivecido, o homem salta do carro e apanhou a primeira criança que viu.

Porque fizeste isso? Sabes quanto vou ter que pagar por esta porta?

O jovem derreteu-se em desculpas e com as lágrimas a correrem-lhe pelo rosto apontou para o chão entre dois carros estacionados e disse:

– Por favor senhor, peço imensas desculpas mas não sabia o que fazer. Mandei a pedra porque ninguém parava…aquele é o meu irmão, deitado no chão. Caiu da sua cadeira de rodas e eu não tenho forças para o sentar de novo. Pode ajudar-me a coloca-lo de novo na sua cadeira de rodas?

Comovido e sem palavras, o condutor apressou-se em ajudar o jovem que ali estava deitado no chão. Pegou no seu lenço e limpou as feridas do jovem, ensopando os arranhões que tinha feito ao cair da cadeira.

– Obrigado e que Deus o abençoe, disse o irmão que tinha atirado a pedra.

 

Demasiado comovido para poder dizer fosse o que fosse, o homem observou simplesmente a criança, que empurrava a cadeira de rodas do irmão, até ao fim da rua.

 

 

Entrou lentamente no seu jaguar. Os danos na porta eram muito aparentes mas o homem decidiu não mandar arranjar a porta. Deixou-a estar tal e qual como estava, a fim de se lembrar desta mensagem:

 

Não passes a vida a correr, de tal forma a que alguém tenha que te mandar uma pedra para ter a tua atenção!

 

A vida murmura às nossas almas e fala ao nosso coração, por vezes não temos tempo de a ouvir…então ela encarrega-se de nos mandar pedras.

 

A escolha é nossa…ou ouvimos a vida…ou não.

 

E tu? Ouves a vida? Estás atento às oportunidades que ela te dá?

 

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Forte Abraço!

O Que Te Disseram De Ti?

Se ninguém me tivesse dito quem eu sou, quem seria eu?
– Wayne Dyer

 

 

Que tenhamos ou não consciência disso, somos todos, aquilo que os nossos pais, o nosso meio e a nossa cultura fizeram de nós. Mesmo aqueles que se rebelaram contra, acabaram afinal por se posicionarem em relação a estas referências, pois foi contra estas que o fizeram.

 

Consegues lembrar-te? O que te disseram de ti?

Raros são aqueles que conseguiram sair totalmente ou completamente do quadro. Porque raros são aqueles que se permitem verdadeiramente ouvir-se, para escutar e seguir aquela pequena voz que vem de dentro, a voz do guia interior.

 

É tão mais fácil seguir um rumo já traçado, continuar numa via que nos é familiar, por mais desconfortável que seja.

E depois «Mas quem é que eu sou para querer “brilhar” assim? O que vão dizer aqueles que me são próximos? Que pensarão as pessoas de mim?»

 

No entanto, a nossa verdade presente, não é de todo aquilo que fizemos até hoje, mas sim aquilo a que nos sentimos compelidos a fazer, aquilo em que nos vamos transformar…essa é a nossa realidade.

 

A cada novo dia surge uma oportunidade de nos renovarmos, de nos reinventarmos. Nada nos obriga a impregnar o nosso presente e o nosso futuro daquilo que foi o nosso passado (estaria bem arranjado se o fizesse).

Podemos transformarmo-nos naquilo que quisermos desde que nos permitamos fazê-lo.

 

Escuta o que sentes profundamente, sem receares tomares-te por quem não és, por outro que tu, olha-te diferentemente, transforma-te…Esse «outro» és tu!

Gostas de desenvolvimento pessoal? Procuras formar-te e melhorares cada vez mais?

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Partidas da Vida ou Partidas da Mente?

Em determinados momentos sentimos que a vida nos prega partidos e parece que os alicerces de tudo o que valorizávamos em nosso redor começam a ruir. O próprio brilho do sol parece perder intensidade, as cores das flores já não vibram da mesma forma e tudo parece mais soturno e deprimente.

 

 

Mas será que já paraste para pensar se é realmente a vida que te prega partidas ou se somos nós, com os nossos comportamentos e atitudes que transformamos acontecimentos comuns em algo mais pesado?

 

Esta é uma questão importante e crucial para que possas lidar melhor com os percalços negativos que vão surgindo ao longo do teu quotidiano. Deves deixar de acreditar que todas as derrotas que sofres resultam de um alinhamento cósmico que serve apenas para te prejudicar.

 

O universo não está nem aí!

 

E se a responsabilidade da espiral negativa em que por vezes te encontras for apenas e só da tua responsabilidade, ou melhor da forma como lidas com os obstáculos que vão aparecendo na tua vida?

 

 

Muda a Tua Forma de Lidar Com Os Acontecimentos Negativos

 

 

Ao longo da tua vida pessoal e profissional vais deparar-te com acontecimentos negativos. Isso é algo inevitável, que faz parte da própria existência humana.

 

Irás ter que lidar com a morte de pessoas que te são próximas, com separações e com frustrações profissionais.

 

Mas será que estas situações expressam realmente algo sobre ti e sobre o mundo que te rodeia?

 

A maioria das pessoas acredita piamente que os acontecimentos são responsáveis pelas nossas emoções, que sentimentos como medo, alegria ou tristeza dependem apenas daquilo que nos acontece.

 

Se isto fosse verdade, então não teríamos verdadeiramente controlo sobre as nossas emoções e o conceito de inteligência emocional não faria qualquer sentido.


Para descomplicar um pouco, aquilo que estou a afirmar é que não são os acontecimentos que nos despertam determinadas emoções, mas sim aquilo que pensamos sobre os acontecimentos.

 

E será que esta ideia também se pode aplicar aos acontecimentos mais negativos? Por mais incrível que pareça, a resposta é sim.

 

Até os acontecimentos mais dramáticos e a sua capacidade de interferir com a nossa vida dependem apenas e só do significado que lhes atribuímos e de como os interpretamos.

 

 

As Pessoas Reagem Diferente Perante Acontecimentos Semelhantes

 

Isto explica-nos porque, perante situações semelhantes, as pessoas podem reagir de forma completamente diferentes.

 

Vou ilustrar com um exemplo:

Imagina que numa ida ao restaurante te cruzas com dois antigos colegas de trabalho com quem tinhas uma relação perfeitamente normal e quando te despedes deles, ficas com a impressão de que passaste a ser o tema de conversa entre eles.

Algumas pessoas vão sentir-se desconfortáveis nesta situação e vão acreditar, quase de forma automática, que os seus antigos colegas ficaram a proferir coisas negativas a seu respeito. Talvez tenham ficado a falar daquele erro grave que cometeram um dia. Ou talvez, nunca tenham gostado realmente delas e estejam agora a demonstrar isso mesmo.

Contudo, outras pessoas vão reagir com naturalidade à impressão com que ficaram e vão ficar a pensar que os antigos colegas gostaram de encontrá-las e que por isso ficaram a dizer coisas agradáveis a seu respeito.

 

Tudo depende da perspetiva e da forma como se queira encarar cada acontecimento. Aquilo que nos acontece no nosso quotidiano não tem que condicionar de forma permanente a nossa existência.

 

 

És tu que decides qual a verdadeira importância que cada acontecimento tem na tua vida.

 

 

Agora diz-me uma coisa,

 

Como te sentes em relação a fazeres parte de um projeto que pode mudar a tua vida para sempre?

Como te sentirias se, por tomares hoje mesmo a decisão de te registares aqui, mudasses por completo a tua qualidade de vida e situação económica?

 

Pensa naquilo que vais sentir quando fores livre!

 

 

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Pensa Como Um Rico Para Viveres Como Um Rico

Napoleon Hill, um dos mestres do desenvolvimento pessoal, escreveu um dia:

 

Já foi retirado mais ouro da mente do homem do que alguma vez poderá ser retirado do interior da terra.

 

Esta é uma das frases mais pragmáticas que demonstra a capacidade de realização humana.

 

Ao longo das eras, o homem tem procurado em seu redor os meios, as ideias, os mecanismos e até os segredos que possam conduzi-lo à prosperidade e riqueza. Contudo, a resposta para uma maior riqueza e realização pessoal encontra-se não no exterior, mas sim dentro de cada um de nós.

 

O caminho para a prosperidade não deve ser alicerçado apenas na ambição. O foco deve ser sempre a aquisição de conhecimento e o enriquecimento mental. Esta é a principal base para a construção da riqueza.

 

 

 

 

 

Nunca Menosprezes O Poder do Pensamento

 

 

São famosos os exemplos de pessoas que, contra todas as expectativas, conseguiram alcançar a riqueza. Apesar de terem crescido em ambientes pobres e de não terem tido acesso a condições privilegiadas, estas pessoas conseguiram construir impérios.

 

Mas será que que estas pessoas começaram com “nada”?

 

 

Não! Todos os exemplos de sucesso que possamos analisar começaram com algo em comum, o poder do pensamento e um mindset inabalável.

 

Nesta situação podemos definir “pensamento” como a união da imaginação, desejo e força de vontade. A força deste pensamento é essencial na construção de um caminho bem delineado rumo ao sucesso.

 

O pensamento pode conduzir à concretização de objetivos simples, como viagens ou a compra bens materiais, mas também pode levar ao alcance de resultados de outra grandiosidade.

 

 

Esta ideia pode ser facilmente reforçada através de exemplos concretos, tanto do passado como do presente.

 

Pensemos, por exemplo, no extraordinário inventor que foi Thomas A. Edison. De estudante problemático que acabou por fazer quase toda a sua educação em casa sob a tutela da sua mãe, Edison transformou-se num dos mais bem-sucedidos inventores e empresários da história.

 

 

Durante a sua vida, Thomas Edison registrou um total de 2.332 patentes e contribuiu de forma decisiva para o progresso da humanidade através de invenções como a lâmpada elétrica incandescente, o cinescópio, o gramofone, o dictafone.

 

Toda a sua vida foi pautada pela procura de novos conhecimentos e pelo desenvolvimento de novas ideias. Como resultado, além da imensa riqueza que acumulou, Thomas Edison conquistou um lugar na história.

 

Dos nossos tempos, podemos falar de Steve Jobs, um dos fundadores da Apple que conseguiu mudar por completo a realidade de seis indústrias diferentes: computadores, música, telefones, tablets, filmes de animação e conteúdo digital.

 

 

Tal como Thomas A. Edison, também Steve Jobs conquistou um papel especial na história devido à sua capacidade constante de inovar e de procurar oportunidades em novas áreas.

 

 

Ambos não cruzaram os braços após conquistarem a fama e a fortuna. A valorização do pensamento e da necessidade de continuar a inovar são aspetos que marcam a personalidade destes dois grandes nomes.

 

 

 

A Prosperidade Não Depende Apenas da Sorte

 

 

Após estes exemplos, certamente que não acreditarás que a prosperidade depende da sorte.

 

 

Muitas pessoas justificam as dificuldades que atravessam e a incapacidade que demonstram em obter sucesso por “falta de sorte”. Estas pessoas acreditam em coisas como “tudo teria sido diferente se tivesse nascido numa família rica”, ou que “um dia vou ganhar a lotaria e ser imensamente rico”.

 

Esta mentalidade acaba por conduzir à descrença e à infelicidade e por conseguinte, é um obstáculo que deve ser ultrapassado.

 

O sucesso e a prosperidade de cada pessoa residente no seu interior, na sua capacidade de pensar mais além e na sua perseverança.

 

Inspira-te nos exemplos de quem ousou pensar à frente do seu tempo e obtém o sucesso que ambicionas.

 

 

Isto é válido para qualquer área das nossas vidas!

 

Por isso se estás neste blog porque de alguma forma te interessaste em trabalhar a partir de casa, ou adquirir competências numa área de futuro, deves seguir instruções de quem já tem provas dadas nesta indústria.

 

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Forte abraço!

As 3 Super Dicas Para O Sucesso

Todos nós queremos ser bem-sucedidos e desfrutar das nossas vidas, mas infelizmente isso não acontece com todos.

 

A maioria das pessoas querem ser vencedores, mas, muitos permanecem no mesmo lugar. E perguntam-se qual é o segredo para o crescimento pessoal? Existe alguma fórmula para se ter sucesso na vida? Qual é a chave para esta realidade?

 

A fórmula mágica para o sucesso não existe. O Sucesso e o crescimento pessoal são uma soma de metas e ações estratégicas para alcançar essas metas.

 

 

O sucesso não é uma possibilidade, é uma escolha.

 

 

Aqui ficam 3 dicas práticas para alcançares o sucesso através do crescimento pessoal:

 

  1. Pensamento positivo. Captura e elimina os pensamentos negativos. Estes pensamentos negativos impedem-te de alcançares os teus objetivos, a felicidade e o sucesso. Se estás constantemente a pensar sobre aquilo que não tens em vez de pensares sobre aquilo que queres muito, há uma forte probabilidade de que isso influencie as tuas ações.
    Para seres bem-sucedido, precisas de alinhar os teus pensamentos com os teus objetivos.

 

 

  1. Confiança. Quando estás confiante, tornas-te um íman para o sucesso. Não é á toa que se diz muitas vezes: – Cuidado com aquilo que pensas!

    A autoconfiança é a chave para o sucesso em todas as áreas da vida. Podes ver neste artigo algumas estratégias para aumentares a tua autoconfiança.

 

 

  1. Tomar medidas. Colocar ação. Este é um passo essencial para ser bem-sucedido. Pensa em todas as coisas que deves fazer para atingires os teus objetivo. Basta começar a fazê-las, não importa a dimensão ou a dificuldade. Cada centímetro que avanças ficas mais perto do teu objetivo.

 

Não ter sucesso é simples.

Mas o sucesso e crescimento pessoal exigem trabalho árduo.

 

Algumas pessoas querem alcançar a liberdade financeira enquanto outras podem querer encontrar um verdadeiro amor ou melhorar o relacionamento existente.

 

 

Para se viver uma vida em grande é muito importante conhecer as leis que regem o sucesso. Estas dicas vão produzir uma verdadeira melhoria em qualquer área da tua vida. Só precisas de dominar estes passos para começares a atrair o sucesso na tua vida!

Forte abraço!

 

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Estratégias para Aumentar a Autoconfiança

Um dos principais fatores que podem demover alguém de atingir os seus objetivos é a falta de autoconfiança. Na realidade, a autoconfiança é tão importante que, quando carecemos desta, ficamos incapacitados de ir atrás do que queremos e, em muitos casos, não realizamos os nossos sonhos.

 

Caso não estejas devidamente familiarizado com as melhores formas de o fazer, vamos ver abaixo algumas estratégias para aumentar a tua autoconfiança, as quais te vão poder ajudar a realizar os teus objetivos.

 

 

Acredita em ti e enfrenta os teus medos

É preciso salientar que todas as pessoas sentem medo de algo, em determinada altura das suas vidas, contudo, sentir medo de algo não significa que não possas enfrentar quaisquer situações que despoletem esse medo.

 

Muitas pessoas, por exemplo, têm medo de falar em público. Embora possa não parecer, trata-se de um medo ecuménico. O próprio Dale Carnegie, famoso orador e escritor norte-americano, ensinou imensas pessoas em todo o mundo sobre como falar facilmente em público, no entanto, um dos primeiros passos que ele ensinava para o fazer com sucesso era precisamente enfrentar esse medo.

 

Nada abala mais a autoconfiança do que sucumbir ao medo. Porém, enfrentar as situações com coragem, não só fomenta a confiança em ti próprio como inclusive fortalece o carácter. Mesmo que, inicialmente, sintas algumas dificuldades em fazer algo, nunca desistas. A prática, bem como a persistência, é uma aliada da perfeição.

 

Cuida da tua saúde, corpo e mente

 

 

 

Sejamos sinceros, tanto uma imagem descuidada como o mal-estar físico não ajudam propriamente a fomentar a tua autoconfiança, pelo contrário.

 

Quando cuidas da tua saúde e do teu corpo, podes aumentar significativamente a tua autoconfiança. Isto acontece porque a saúde e o aspeto físico continuam a ser essenciais para obter uma boa imagem. Quando isso sucede, não só te sentes com maiores índices de autoconfiança, como também transpiras mais confiança nas outras pessoas.

 

Porém, de nada adianta ter em atenção os aspetos que veiculei acima se, concomitantemente, não cultivares a tua mente. Isto pode passar por estudar, ter formações adicionais, frequentar eventos, ler, falar com outras pessoas, enfim, uma mescla de situações que permitem com que alimentes o teu intelecto.

 

A inteligência, bem como a sabedoria, podem ser cultivadas por ti, de forma a propiciar ainda mais a tua autoconfiança.

 

 

Traça objetivos

Este é um aspeto que não deve ser, naturalmente, descorado por ninguém. Decerto que já ouviste em determinada altura da tua vida que é necessário teres objetivos. Para além de todo o aspeto existencial relacionado com os propósitos de cada um, os objetivos são essenciais para impelir as pessoas a conseguirem realizar algo.

 

Na realidade, quando nos decidimos a realizar algo que implique algum esforço da nossa parte, independentemente da natureza do objetivo, e conseguimos, a nossa autoconfiança aumenta de forma exponencial.

 

Mesmo que outras pessoas não tenham a tua visão ou não acreditem nos teus objetivos, nunca te deixes abalar. Basta que acredites em ti e no que estás a fazer, para alcançar o que pretendes.

 

 

 

Não existem adversidades…apenas desafios

 

Adversidades acontecem a todos, eu gosto no entanto de lhes chamar “obstáculos transponíveis”. É um nome fixe não achas? 🙂

Podem surgir em qualquer altura das nossas vidas, contudo, isso não significa que devam travar os nossos objetivos, pelo contrário, deverão constituir mais um desafio a ser ultrapassado.

 

Todas as pessoas estão invariavelmente sujeitas a sentimentos de perda e tristeza, todavia, ultrapassar esses momentos permite fortalecer o nosso carácter e aumentar a autoconfiança. Não deixes que os obstáculos minem e abalem as tuas convicções, vê-os como oportunidades para mostrar que és inabalável e que, por muitos desafios que te possam surgir no presente ou futuro, tu conseguirás ultrapassá-los…sempre!

 

A autoconfiança é essencial para atingir o sucesso, independentemente de quais forem os teus intentos. As estratégias que te falei acima, naturalmente, poderão ajudar-te, no entanto, tens de as colocar em prática, seguir em frente mesmo quando enfrentas adversidades e, acima de tudo, seres persistente. Ninguém disse que era fácil alcançar o sucesso, mas se acreditares em ti e fores persistente…não há como não acontecer!

 
No final das contas tudo se prende com uma decisão que faças num determinado momento da tua vida.

 

Podes tomá-la hoje aqui, começando o teu próprio negócio online, com um grupo de gente fantástica, um grupo de gente livre…

 

Ou podes continuar a deixar passar a carruagem…e continuar a ver nada acontecer.

 

Anda…REGISTA-TE 🙂

Como fazer Boas Escolhas Sempre!

Fazer boas escolhas – Uma interrogação quotidiana!


Devo aceitar este novo trabalho? Devo continuar os estudos ou procurar emprego? Será o momento indicado para constituir família? Que tipo de casa ou apartamento me agradaria mais?

Fazer boas escolhas pode parecer difícil.

 

A ideia de tomar uma decisão pode criar um clima de ansiedade. No entanto a vida é feita de escolhas em permanência.

 

Todos os dias fazemos escolhas. Algumas obviamente mais importantes que outras e mais decisivas. Mas as pequenas escolhas de hoje, podem ter um forte impacto a longo prazo.

 

É então necessário considerar as escolhas como um todo, como um conjunto, quaisquer que sejam a sua importância ou relevância.

 

Aprender a fazer boas escolhas no quotidiano é vital, permite-nos avançar na vida sem dependermos dos outros.

 

Infelizmente, o medo de nos enganarmos, de falharmos, de não tomar boas decisões ou até de nos arrependermos, pode impedir-nos de fazer escolhas.


Como saber então qual a melhor escolha a fazer? Como saber qual a melhor decisão a tomar?

 

Para responderes a estas questões podes utilizar os dois métodos seguintes:

 

A abordagem racional

 

 

 

Podes adotar uma abordagem racional fazendo:

 

– Pesando os prós e os contras

– Analisando as consequências da tomada de decisão

– Interrogando-te acerca das razões profundas da tua escolha

 

Este método apresenta as seguintes vantagens para se conseguirem fazer boas escolhas:

 

Tempo de reflexão. A escolha final será baseada em elementos tangíveis.

Esta forma pode ser-te conveniente, sobretudo se fores uma pessoa mais racional do que intuitiva.

 

No entanto o “racional” em demasia também tem os seus inconvenientes. É impossível prever o futuro e as suposições serão forçosamente aleatórias.

Para além disso com uma reflexão demasiado ”forçada”, arriscamo-nos a adiar a decisão “ad eternum”.

Quando esperamos até analisar todos os ângulos, arriscamo-nos a permanecer numa espécie de limbo da “não escolha”.

 

Hoje tenho a certeza de algo, as decisões tomam-se rapidamente!

 

E quando o teu coração te sopra algo diferente?

 

 

A abordagem intuitiva

 

 

Uma outra abordagem para tomar boas decisões, consiste em fazer confiança naquilo que sentimos, a apelar às nossas emoções.

 

Esta abordagem para fazer escolhas tem a vantagem de estar centrada exclusivamente em nós próprios. Podemos tomar uma decisão apenas em função de fatores internos.

 

Esta é sem dúvida aquela que mais utilizo.

 

Mas…decidindo apenas em função do que sentimos, pode ser por vezes algo frágil e extremamente subjetivo.

 

 

Então qual seria a receita para se fazer uma boa escolha?

 

Em primeiro lugar, penso que não existe nenhum método ideal para se tomarem boas decisões e iniciarmos algo novo.

 

Penso no entanto, que, para abordar a questão das escolhas, devemos sim abandonar 2 formas de pensar:

 

 

  • Fugir do perfecionismo:

 

Não existem escolhas perfeitas. A única coisa que podes fazer, é agir tendo refletido e “escutando” aquilo que sentes.

 

Agindo, testas as soluções!

 

E sim…tens o direito de te enganares.

 

Aliás…não te enganaste…agiste

 

Ao menos saberás que tentaste e não ficaste no “limbo” 🙂

 

Fizeste algo!

 

Depois fazes o balanço. Podes assim saber se a tua escolha foi acertada ou não. Podes analisar as circunstâncias que te levaram ao resultado obtido. E podes recomeçar, mudando as circunstâncias, tomando outro rumo.

 

 

  • Desdramatiza

 

A maior parte das escolhas ou tomadas de decisão não são irremediáveis.

Raras são as escolhas absolutamente definitivas, por isso…desdramatiza a tua tomada de decisão. Tem mais a ver com barreiras mentais e a ideia que temos das circunstâncias atuais que nos travam!


Será sempre tempo de fazer novas escolhas, de tomar novas decisões, de mudar e de melhorar.

 

Se tiveres sempre presente, que não existem escolhas perfeitas e desdramatizares a tomada de decisão, estas questões deixarão de ser um problema para ti, pois terás banido da tua mente, o medo de falhar.

 

 

Cada escolha será uma experiência de vida e a soma destas experiências, constituirá então o teu caminho de vida…em toda a sua singularidade.

 

 

Tu podes fazer hoje a tua escolha de vida!

 

 

Junta-te a este movimento de pessoas livres!

Regista-te!

Salta Fora!

Aquilo a que chamamos tradicionalmente a zona de conforto, é o conjunto de atividades, hábitos ou comportamentos que nos são familiares e que não ousamos deles sair, por medo de julgamentos externos ou do fracasso.

 

Evidentemente, a zona de conforto limita-nos, na nossa propensão a novas experiências e dá-nos uma visão obtusa do mundo que nos rodeia.

 

Sair esta famosa zona de conforto, é dar-se os meios, de não mais recear o desconhecido, de satisfazer a sede de conhecimento e como é óbvio, de nos aproximarmos da felicidade pessoal.
Hoje vou deixar-te umas dicas, para que o consigas fazer progressivamente.

 

 

1 – Mudanças progressivas com riscos limitados.

 

 

Sejamos realistas, não é possível colocarmos em questão, todos os nossos valores, formas de pensar ou opiniões de uma forma abrupta.
Afinal, são eles que estão na base do nosso desenvolvimento e que influenciaram a construção da nossa personalidade ao longo dos anos.

 

Sair da zona de conforto não significa negar quem és, aquilo que pensas ou que gostas: significa sim, dar-se os meios de fazer novas experiências, sem se fiar aos preconceitos que ecoam.
De uma forma quotidiana, é então possível desenvolveres a tua curiosidade e enriqueceres o teu saber, sem no entanto entrares em conflito com a tua forma de pensar.

 

Começa por coisas simples, que poderás efetuar ao abrigo dos olhares, a fim de tomares consciência de que saíres da tua zona de conforto é uma “démarche” que deve partir de dentro de ti, antes de te interessares aos seus prováveis efeitos sobre o meio que te rodeia.

 

Ouve música que não tem nada a ver contigo:

O facto de ouvires hard rock se és um fã de música clássica não representa nenhuma infidelidade para com os teus valores.

 

Todos os dias, experimenta ouvir novas músicas, novas bandas, novos artistas, sem te perguntares de antemão se te identificas com aquele estilo de música. Pessoalmente uso uma técnica muito eficaz.

 

Experimenta sites como: Deezer, Spotify ou Groove Shark (ou outros que te permitam ouvires musica gratuitamente) e coloca na barra de pesquisa a primeira palavra que te vier à mente.

 

Apenas terás de começar uma escuta atenta das músicas que aparecem na página de resultados.

 

Não gostas de uma música? Passa à próxima até te aparecer uma “pérola”.

 

Todos os dias descubro música dos mais variados géneros que nunca pensei que fosse possível gostar.

 
Esta manobra, por mais simples que seja, traz uma certa satisfação e prepara o terreno por forma a começares a habituar-te a saíres da tua zona de conforto.

 

Novas experiências culinárias:

 

Diz não às batatas fritas ou aos ovos estrelados que comes de dois em dois dias!
Chegou a hora de descobrir novos sabores e de colocar um pouco de audácia na tua cozinha.
Experimenta alimentação internacional!

 

Nada mais simples do que procurares sites que te propõem receitas que diferem bastante daquilo que estás habituado a comer. Cozinha e convida amigos, para tornares este momento mais agradável.

 

Podes até planear uma jornada “especial descobertas”, a fim de expandires os teus horizontes, e claro as tuas papilas gustativas, hehe.

 

Uma outra forma de saíres da tua zona de conforto através da culinária é pesquisares receitas com alimentos que sempre achaste que não gostavas, ou que não te diziam nada.

 

Comi no fim-de-semana que passou o melhor gratinado de couve de flor da minha vida, e acreditem que é daqueles legumes que achava completamente sensaborão.

 

Uma experiência que recomendo vivamente!

 

Estas mudanças de hábitos podem parecer mínimas e até mesmo inúteis.

No entanto, não é senão alterando a tua perceção daquilo que aprecias, alargando os teus conhecimentos e experiências, até nas áreas menos significativas, que conseguirás apreender mais facilmente a importância de desafiar as tuas barreiras psicológicas e a abrires-te ao desconhecido.

 

 

2- Sai da tua zona de conforto e afirma-te aos olhos do mundo

 

 

Uma vez que tenhas realizado, que a mudança em si não é negativa, poderás começar a assumir mais facilmente os olhares alheios e a reforçar a tua autoconfiança. Poderás então começar a sentir-te até muito mais social do que antes.

 

A interação é sempre portadora de dúvida e medo, pois achamos (com razão) que o nosso comportamento é avaliado segundo as normas definidas pelo nosso ambiente.
Estando isto estabelecido, nada te impede de te chegares à frente e te assumires como uma pessoa capaz de iniciar contacto com aqueles que te rodeiam, mesmo que não os conheças.

 

Para saíres da tua zona de conforto e ao mesmo tempo multiplicares encontros e reforçar a tua “aura” junto de membros do teu meio, basta que reveles um pouco mais to que estás habituado a fazê-lo.
Como já te tinha falado neste artigo sobre “os olhares dos outros”, deves libertar-te dos julgamentos externos, está na hora de colocares a teoria deste artigo em prática.
Começa simplesmente por afixares em ti um enorme sorriso e de cumprimentares de forma genuína todos aqueles que se cruzam contigo.
Desta forma demonstras segurança e irás emanar a impressão de corresponderes às expectativas relacionais que predominam no teu meio.
Posto isto, tenta simplesmente tomar uma parte mais importante aquando das conversas entre colegas e amigos, podes até iniciá-las, partilhando as experiências efetuadas graças aos processos da primeira parte descrita neste artigo.

 

 

Nunca duvides do facto das pessoas querem conhecer a tua opinião.

Traz muito mais do que um longo silêncio e tem no mínimo o mesmo valor da opinião de qualquer outro indivíduo.

 

 

Apenas o teu receio te leva a pensar que as tuas opiniões não têm interesse ou importância.

 

 

3- Sai da tua zona de conforto assumindo as tuas ambições.

 

O sucesso pessoal causa receio.

 

Parece inacessível, longínquo e fruto mais da sorte do que vontade.

 

Esta reflexão é típica de alguém que só pensa em segurança e que está completamente “enfiado” na sua zona de conforto. Recusando quaisquer ideia que impliquem riscos.
O risco é no entanto um dos maiores fatores de estímulo pessoal. É este que nos dá uma enorme satisfação quando ultrapassado.

 

É o motor, o pilar de todo o sucesso. Um projeto apenas se transforma em sucesso quando confrontado com a sua realidade material, quando é lançado no terreno e quando se ergue face às dificuldades. Eu gosto mais de lhes chamar obstáculos.

 

Sair da tua zona de conforto é arriscares!

 

Tens vontade de mudar de vida? De mudar de atividade? De criares valor acrescentado pelas tuas próprias mãos? Porque hesitas?

 

Este é o momento…o TEU MOMENTO!

 

Lança-te!

 

Sê ambicioso(a), dá início!

 

A realização pessoal é a melhor ferramenta para saíres da tua zona de conforto.

 

Falo-te com conhecimento de causa…

15 Meses atrás estava desempregado, depois do meu negócio ter ido á falência…

Sabia que se ganhavam milhares de dólares diariamente na Internet…
Mas achava que não era para mim…achava que não deveria conseguir…

 

Até que ousei sair da minha zona de conforto.

 

E foi a melhor decisão que tomei na vida.

Hoje trabalho para mim, trabalho em casa, faço estes artigos para ti e nunca ganhei tanto dinheiro na minha vida!

Tu também podes, tu também podes ser livre!

 

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A zona de conforto, é aquela pequena voz na tua cabeça, que te diz « Não, não faças isto »; « Isto não é para ti »; « Tu não és capaz »; « não arrisques », etc…

 

Mas na realidade, é apenas uma limitação pessoal absurda que nos impede de nos desenvolver e que devemos absolutamente combater se quisermos viver a nossa vida em pleno!

 

Sabes agora o que tens a fazer!


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Ver Com Olhos de Ver

A verdadeira viagem da descoberta, não consiste em procurar novas paisagens, mas a ver com outros olhos

– Marcel proust

 

 

Numa qualquer aldeia chinesa, um jovem principiante em meditação, chega um dia a casa do seu mestre completamente estafado e diz:

– Mestre! É impossível, nunca vou conseguir!

E o mestre pergunta-lhe:

– Mas o que tens tu?

– Na minha pequena casa com uma unida divisão tenho, a minha mulher e os meus três filhos a fazerem barulho de manhã à noite. É infernal! Não consigo meditar. Nunca me vou conseguir entregar a esta via.

O mestre após uma profunda reflexão diz-lhe:

– Tenho uma ideia, compra um cão.

Bem…era o mestre e evidentemente ele obedece, pensando que provavelmente havia algum sentido místico escondido atrás desta ideia. Foi então buscar um cão que levou para a sua pequena casa.

 
Alguns dias depois regressa a casa do mestre e diz-lhe:

 

– É impossível! Agora além da mulher e dos miúdos a fazerem barulho, ainda tenho o cão a ladrar. Como vou consagrar-me à meditação?

 
O mestre faz uma nova reflexão profunda e diz-lhe:

 

– Compra uma cabra

 

O jovem obedeceu, comprou a cabra…e galinhas…e um gato.

 

Obedeceu sempre, o mestre é o mestre e o jovem aprendiz segue instruções.

 

Mas está de facto cada vez mais extenuado…

 

Agora na sua pequena casa, tem a mulher, os filhos, o cão, a cabra, as galinhas e o gato.

 
Uma última vez e, completamente desmoralizado e cansado, queixou-se ao seu mestre que lhe disse então:

 

– Vende as galinhas, a cabra e também o gato!

 
Algum tempo depois o jovem foi visitar o mestre e diz-lhe:

 
– Obrigado mestre! Está a ser maravilhoso, já só tenho a mulher, os filhos e o cão em casa e é fantástico meditar assim!

 
Mas este não foi o ultimo ensinamento…

 

Um dia mais tarde o mestre disse-lhe:

 

– Agora retira a meditação e desfruta, tens em casa tudo o que precisas para seres feliz!

 

Por vezes precisamos de perceber realmente do que não gostamos para valorizarmos mais o que temos. Só essa experiência nos fará ver o mundo com outros olhos!

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