O Samurai e o Monge

 

“Ninguém recebe sapiência, é preciso descobri-la por si próprio”
– Marcel Proust

 

Um dia um samurai foi ver um monge e disse-lhe:

– Monge, ensina-me coisas sobre o céu e o inferno.

O monge levantou os olhos em direção ao enorme samurai e respondeu:

– Ensinar-te a ti sobre o céu e o inferno? Deves achar-te alguém de extraordinário, estás sujo, cheiras mal, o teu sabre está ferrugento. Quem é que poderia contratar um samurai como tu? És repugnante e tolo, vai-te embora daqui!

Os músculos do pescoço do samurai crisparam-se e as suas veias quase que rebentam de raiva, o samurai num gesto rápido e preciso saca do seu sabre para matar o monge.

No mesmo instante em que o samurai se prepara para separar a cabeça do corpo do monge, este olha para o samurai e diz-lhe:

– Isto é o inferno

O samurai compreendeu então que o monge quase sacrificou a sua vida para lhe dar este ensinamento, ficou de tal forma impressionado pela coragem e compaixão que o monge acabara de fazer prova, que guardou o seu sabre e se curvou perante este em sinal de respeito e apreciação pelo magnífico gesto do monge e disse:

– Nem acredito no que acabaste de fazer, arriscaste a tua vida para me ensinares.

O monge respondeu-lhe:

E isto é o céu.

O Estilo de Vida que Estás a Perder

Estou de regresso a casa e não me canso de matar saudades com a minha família.

Não sei se tu também és assim, mas eu não consigo ficar longe daqueles que amo sem que me dê uma dor de barriga 🙂

Deixa-me dizer-te o que andei a fazer nestes últimos 6 dias que passei fora de casa.

Estive num SPA maravilhoso, com toda a equipa do Leadership Council e do Elite Leaderboard dos Lazy Millionaires do qual faço parte por força dos meus resultados.

 

 

Depois de uma tarde inteira a relaxar entre banhos turcos, sauna, massagens e jacuzzi tivemos um jantar de gala simplesmente fabuloso:

 

Depois do jantar uma reunião em modo de “relax” 🙂

 

Na sexta feira começou oficialmente o evento. Eu fui ao palco mais uma vez falar um pouco sobre mim e passar a visão! É o reconhecimento pelos meus resultados.

Depois do um belo jantar uma noite de diversão com muito karaoke hehe 🙂

Neste curto vídeo podes ver o meu amigo Nuno a dar um “show”:

No Sábado foi fabuloso, tivemos formação excelente e histórias fabulosas.

Tivemos um momento fortíssimo, quando através do nosso grupo de ação social (GAS) reunimos centenas de latas de leite em pó, demos sangue e colocamos os nossos nomes no banco de dados dos dadores de medula óssea.

E claro a nossa missão à Guiné Bissau deste ano 🙂

 

 

 

À noite tivemos mais festa, desta vez foi a festa de branco com colares de flores, nada melhor do que celebrar a chegada da primavera. Faz parte da nossa cultura dos Lazy Millionaires, desfrutarmos do calor em grande 🙂

 jc


No Domingo tivemos o famoso “Retiro de ALL IN’s” reservado apenas aqueles que estão 100% comprometidos com os seus negócios e que têm o potencial de ganharem mensalmente muitos milhares de dólares, por terem todos os cursos da Empower.


Oficialmente era suposto acabar aqui o evento…como dizemos nos Lazy, vamos para casa cansados mas contentes 🙂

Mas ainda não acabou aqui…fomos jantar entre amigos 🙂

E no dia seguinte, o meu amigo António e eu rumámos a Fátima e fomos ter com Mário e o Sílvio, para um dia de estilo de vida. Desta vez fomos andar de karting 🙂

 

…e mais um jantar, desta vez com a a presentação dos “micro-planos” semanais de trabalho.

Redefinir objetivos e traçar metas para os próximos 90 dias…o meu já está bem claro, são $116.000 dólares no próximo LifeXtreme já em Junho!         (disclamer)

E depois de 6 dias sem estar com a minha “fagulhinha” quando cheguei a casa comecei a matar saudades 🙂

Agora deixa-me dizer-te uma coisa…

Não te escrevo estas linhas e te mostro estas fotos para me gabar do meu estilo de vida, nem para me vangloriar dos meus resultados. Faço-o PORQUE ACREDITO QUE TU TAMBÉM PODES!

Basta que sejas humilde para aprender e saibas seguir instruções. Estes são os dois únicos requisitos para teres sucesso nesta equipa. Aliás…estes dois e também teres obviamente um computador com acesso à Internet 🙂

Estes rendimentos não são típicos, são fruto de trabalho, dedicação e liderança. Tu só tens que dar a dedicação e o trabalho…a liderança aprendes com o grupo dos Lazy Milllionaires. Podes consultar os rendimentos médios aqui: http://oliviercorreia.com/c/disclamer 

 


CHEGOU A TUA HORA!

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Até Já 😉

 

As Historias Do Meu Blog – As Duas Rãs

#9 – Vídeo História da Crónica “Historias Do Meu Blog”.

 

As Duas Rãs

 

É impossível, diz o orgulho.
É arriscado, diz a experiência.
É sem saída, diz a razão.
Experimentemos, diz o coração.

– William Arthur Ward

 

 

Duas pequenas rãs eram amigas de longa data.

 

Uma delas era alegre e otimista, enquanto que a outra estava muitas vezes de humor cinzento.

Num final de tarde, enquanto passeavam na floresta, à beira de um charco, viram ao longe uma luz.

Aproximaram-se e depararam-se com um alpendre de uma casa bem iluminado.

Curiosas, entraram na casa e descobriram um verdadeiro parque de diversões para rãs. A pequena casa de madeira, estava repleta de jarros, potes de todos os tamanhos e feitios e um número infinito de todo o tipo de recipientes.

 

Puseram-se então a saltar que nem umas loucas, estavam completamente eufóricas de tanta brincadeira.

Até que caíram as suas dentro de um enorme pote de natas!

Aflitas e sem conseguirem sair do enorme pote, que tinha as paredes lisas e gordurosas das natas, apenas lhes restava dar à perna para não se afundarem.

 

 

A rã de humor cinzento disse:

Este cheiro a natas é completamente enjoativo, e de qualquer forma nunca sairemos daqui!

Continua a dar à perna disse a rã otimista, nunca ninguém viu uma rã afundar-se num pote de natas!

Não aguento mais, disse a rã de humor cinzento, não serve de nada!

 

Deixou-se ir e afogou-se nas natas…

A rã otimista, cheia de tristeza pela sua amiga, continuou a dar à perna até ficar sem forças. Já tinha a cabeça á roda e a visão turva e, quando estava no limite, sentiu algo firme debaixo dela e conseguiu sentar-se!

 

Estava sentada num enorme pedaço de manteiga!

 

A moral desta história, é que sempre que a vida te prega uma partida e achares que tudo está perdido, é então aí que deves meter mais ação. É aí que deves reagir e fazer muito mais do que farias se tudo estivesse bem.

 

Sai da tua zona de conforto, mete ação!

 

Um grande abraço e até à próxima história

 

 

6 Etapas Para Obteres Tudo Aquilo que Queres na Vida 4/6

Nas etapas precedentes, constatámos que a maioria das pessoas sabem o que não querem, mas não sabem como obter aquilo que querem. Alguns querem verdadeiramente mudar, mas não sabem como fazê-lo.

 

Devemos criar um sentimento de urgência e ir em direção ao prazer. As pessoas ficam bloqueadas num estado indesejável, porque não mudam as suas formas de pensar e agir. O que cria um círculo viciosos e as mantém presas.

 

Vimos finalmente, que poderemos avançar quando introduzimos uma interrupção de padrão inesperada, exagerada e/ou incongruente.

 

Isto foi o que vimos nos 3 artigos precedentes desta série.

Então, como disse no ultimo artigo, para se obter o que se quer na vida temos que romper padrões, que te forçam a ficar onde não queres estar. E ainda, a tal existência de um benefício secundário, boicota qualquer tentativa de sair do círculo vicioso.

Algumas pessoas, conseguem associar dor e antigos hábitos de um lado, e prazer e vontade de mudar do outro, assim interrompendo antigos padrões limitativos. No entanto não dura!

 

Porquê?

Porque a natureza tem horror do vazio

Quando acabamos com antigos hábitos, outros surgem muito rapidamente em seu lugar. E por vezes nem sequer os escolhemos. Assim deixas de fumar, e no lugar desse hábito começas a engordar.

 

Um mau hábito pode substituir outro!

 

Se fumas, e utilizas a visão que podes ter um cancro no pulmão para abandonares esse hábito (a dor que provoca), o prazer de fumar (beneficio secundário) é substituído pelo prazer de comer de forma pouco saudável.

Resultado: Engordas!

Este não é certamente o resultado que queres.

 

Substituir


Para tapar o vazio deixado pelo mau hábito, é necessário colocar algo de bom no seu lugar.

Só assim a mudança irá durar.

 

Para substituir o hábito de fumar, lança-te numa atividade que te apaixona. Para comeres menos, acha um hobby que te preencha.

Isto pode aplicar-se a qualquer outra coisa. Se estiveres por exemplo deprimido, tenta dedicar o teu tempo aos outros, verás como funciona o processo de gratidão.

 

Truque para perder um mau hábito

A forma mais eficaz de perder um mau hábito é ganhar um bom hábito, e para isso nada melhor do que usar aquilo a que se chama na PNL a “modelização”.

Procura um mentor, alguém que tem hábitos que queres ter, alguém que desenvolve uma atividade que também tu queres desenvolver, alguém que é um exemplo para ti.

Resumindo, fala com alguém que já conseguiu aquilo que queres para ti. (lê este artigo sobre a importância de teres mentores).
 

Vem de dentro

 

A atividade de substituição, deve ser escolhida por aquele que quer mudar. Deve vir de ti mesmo, do teu interior. Ninguém te deve dizer o que fazer, deves ser tu a decidir.

 

Vive segundo os teus valores: Os hábitos a mudar não respondem aos teus valores, mas se escolheres bem os hábitos de substituição, estes vão estar em congruência com os mesmos.

 

Esta é a regra para uma mudança duradoura.

 

Conclusão:

 

Começa por instigar em ti, um sentimento de urgência relativamente à mudança. Associa a dor aos teus hábitos presentes. Interrompe os padrões atuais e substitui-os por novos, que te motivem e estejam de acordo com os teus valores.

 

Relê a etapa 1 para obteres o que queres na vida.

Relê a etapa 2 para obteres o que queres na vida.

Relê a etapa 3 para obteres o que queres na vida.

Forte Abraço!

6 Etapas Para Obteres Tudo Aquilo que Queres na Vida 3/6

Nos artigos anteriores desta série, vimos que a maioria das pessoas sabem aquilo que não querem mas não sabem como obtê-lo.

Vimos igualmente que, alguns querem mesmo mudar, mas não sabem por onde começar.

Que é necessário criar um sentimento de urgência para mudar de uma realidade para outra. Que é necessário estar numa situação de dor, para ir para uma situação de prazer.

Neste artigo, vamos ver como interromper o circulo vicioso, que te mantém preso à tua realidade atual.

 

Como avançar se andas em círculos?

A maioria das pessoas quer coisas novas, coisas melhores, mas continua a comportar-se e a pensar da mesma forma.

Sendo a definição de insanidade, fazer repetidamente as mesmas ações à espera de resultados diferentes, não seria esperado que mudassem?

 

Tu não és uma árvore…MEXE-TE!

Se continuas embrenhado nos mesmos pensamentos e se ages sempre da mesma forma, como podes esperar mudar?

 

Serás um hamster às voltas na sua gaiola?

Pensa nisso…

 

Tenho encontrado muita gente que se queixa da sua sina. Mas achas que se “violentaram” para mudar os comportamentos? Não!

 

Mesmas formas de agir, mesmas consequências.

 

Porque é tão importante compreender isto?

 

Mesmo com uma grande dose de determinação, uma grande motivação, se repetires sempre as mesmas ações e pensamentos, não produzirás qualquer novo resultado.

Uma mosca presa, tenta vezes sem conta sair pela janela fechada, continua a esbarrar contra o vidro, pois o exterior emite luz. Mas mesmo sem nunca sair, nunca irá procurar outra forma de o fazer. É a síndroma da mosca (podes ler neste artigo).

 

Por outro lado, temos muitas vezes um benefício secundário, que procura algum contentamento em ficar na «não mudança». Este beneficio secundário contribui  para que não se mude, sendo necessário substitui-lo por um mal maior.

 

 A solução?

 

Romper com os padrões mentais e comportamentais

 

Todos conhecemos o famoso círculo vicioso. É necessário sair desse círculo, que são as nossas ações e pensamentos.

Então, existem várias maneiras de o fazer.

Uma forma interessante é romper com os próprios padrões, fazer algo que não é habitual.

Por exemplo, alguém que quer emagrecer, está sempre a pensar como emagrecer, o que fazer para perder peso.

Não está sempre a pensar em comer, comer, comer!
Então, se quem quer emagrecer, apenas pensar em coisas que emagrecem continua a não funcionar, o que fazer?

A PNL diz-nos que quando um comportamento não funciona para atingirmos um fim, devemos alterá-lo.

Por exemplo, o que pode acontecer a quem quer emagrecer se comer até ficar enjoado ou doente?

O que pode acontecer a quem quer deixar de fumar, fazê-lo até ficar enojado?

 
Alguns de vós se devem lembrar do filme “Super Size Me”. Quando um homem decide alimentar-se exclusivamente no Mac Donalds durante um mês.

Para mudar de hábitos, ou transformamos aquilo que é normal e/ou nos dá prazer em algo nocivo para nós ou tomamos honestamente consciência disso.

Quem tem uma vida de dificuldade financeira e anda constantemente a colocar pensos rápidos, a pedir dinheiro aos amigos, a viver da caridade dos vizinhos e familiares, mas continua com a mesma atitude perante a vida, a atitude do ver TV e deixa andar. Vai continuar sempre no mesmo registo.

Essa pessoa precisa de deixar de ter ajuda durante um período, precisa de ser abanada, por forma a sentir um desconforto tão grande que a leve a agir.

Só este desconforto e esta dor nos levam a romper os padrões.
Agora, o que tens que fixar, é que este círculo vicioso, deve ser interrompido por uma ação exagerada e inesperada.

O que me leva a considerar…

 

A técnica de interrupção de padrões

 

Para interromper um padrão, mais do que pensar é necessário sentir uma emoção e contrariá-la.

Se por exemplo estiveres deprimido. Andas de cabeça baixa, parece que carregas o mundo às costas, falas baixinho, etc.

Agora tenta levantar os braços ao céu, levantar a cabeça e gritar como nunca o fizeste!

Isto é uma interrupção de padrão.

 

Outro exemplo é, e tenho a certeza que já te aconteceu, acordares mal disposto, estás como sono, doí-te a cabeça, nada está bem. Mas entretanto começas a conversar com alguém, uma conversa interessante, com alguém de quem gostas, que até te faz rir e apreciar aquele momento. E de repente já não te doí a cabeça! Rompeste o circulo visioso da tua má disposição matinal.

Quando um pensamento, uma critica de alguém, um insulto, um sermão do chefe, ou algo semelhante te melindra:

  • Revê-te nessa situação que te causa problemas
  • Transforma a imagem que tens da situação em algo completamente inapropriado, grotesco, ridículo.
  • Olha para a situação como se tivesses a ver um filme no cinema, um filme sobre essa situação que te incomoda. É um filme! Não lhe dês tanta importância.
  • Repete este processo quantas vezes forem necessárias.

 

Tens que riscar o disco que gira na tua cabeça.

 

 

Conclusão

 

Nesta etapa, vimos que ficamos bloqueados numa situação desconfortável porque, não mudamos a nossa forma de pensar e agir.

O que cria um circulo vicioso, que nos mantém presos numa gaiola, como um hamster ás voltas, a pedalar naqueles brinquedos parvos para ratos.

Muitas vezes com um benefício secundário que dá uma ilusão de prazer à situação.

É introduzindo uma interrupção de padrão inesperada, exagerada e incongruente, que podemos interromper o padrão limitativo. 

 

Relê a Etapa 1 para obter tudo o que queres na vida
Relê a Etapa 1 para obter tudo o que queres na vida

Forte abraço!

 

 

Definir Um Objetivo (2/2)

Eis a segunda parte do artigo Definir Um Objetivo (Podes ver aqui a primeira parte)

 

4. A ecologia do objetivo



 

É agora tempo de veres se o teu objetivo é de facto “ecológico”. Não haverá interesse em prosseguir um projeto, que poderia por exemplo custar-nos a nossa relação de casal, ou até a nossa integridade física, ou qualquer elemento indispensável ao nosso equilíbrio.

Tu é que tens refletir sobre a “ecologia” do teu projeto, se existem obstáculos e se são ou não transponíveis.

 

Vê então como contornar ou até “desarmar” esses obstáculos.

Mesmo não entrando em pormenor na execução de um plano de ação neste artigo, esta etapa constitui no entanto um dos seus fundamentos: uma vez os obstáculos e os apoios identificados, dispões de uma “cartografia” que te vai ajudar a colocares o teu projeto em prática.

Reflete atentamente nos pontos seguintes:

 

  • Quais são os interesses das pessoas implicadas neste objetivo? Estes são respeitados?

  • Haverá consequências negativas para mim? Devo fazer sacrifícios e renunciar a algo, e se sim, estarei eu preparado?

 

  • Haverá consequências negativas para os outros? Se sim será possível poupá-los a essas consequências negativas?

 

  • Tendo em conta o contexto e a ecologia, será realista lançar-me neste projeto?

 

  • A energia investida na realização do objetivo é justificada pelo resultado? Vale a pena a relação custo/proveito dessa mesma energia?

 

  • Terei alguns trunfos para realizar esse objetivo? Terei aliados que me vão ajudar e motivar no processo?

 
O ideal é que o objetivo tenha consequências positivas mais importantes do que as negativas.

É igualmente importante, que todas as pessoas implicadas diretamente, consciente ou inconscientemente no teu projeto, achem benefícios.

No entanto é difícil estarmos sistematicamente num processo de ganhar/ganhar a 100%. Tender para isso é de facto importante! É bom que todo o ambiente seja favorável à realização do projeto. Mas lembra-te sempre!

Esta mudança não irá necessariamente agradar a todos!

És tu quem tem que decidir se o risco te vai bloquear ou não. Deves refletir nas formas de o tornares o mais positivo possível para todos os interlocutores.

Uma simples e clara explicação, ou uma exposição tendo em conta as necessidades das pessoas mais importantes para ti, pode ser-te bastante vantajoso e assegurar o teu sucesso!

O sucesso usa sempre sempre o caminho do trabalho!

 

5. Medir os resultados

Saber exatamente o que se quer é ótimo. Mas como sabemos com precisão, que obtivemos o que queríamos?

É por esta razão que devemos determinar os critérios internos (sentimentos, estado de espirito, mudanças na forma de agir e pensar) e os critérios externos (titulo obtido, objetivos concretizados, relações asseguradas, inserção numa rede, etc.). Estes critérios vão permitir-te afirmares em “alto e bom som”:

«Consegui atingir o meu objetivo!».

 

O melhor é fixar critérios de avaliação que te vão permitir saber se atingiste o teu objetivo, mas também de saber se estás no bom caminho no decorrer da jornada.

É importante verificar regularmente que rumamos no bom sentido, que o nosso objetivo não mudou, ou simplesmente que ainda não o ultrapassámos. Coloca-te as seguintes questões:

  • Como posso saber que estou no bom caminho?
  • Como e quando vou avaliar o meu progresso no decorrer da jornada?
  • O que irá acontecer quando souber que atingi esta etapa do meu objetivo ou o objetivo na sua íntegra?

Toma o teu tempo para refletires sobre este aspeto, vai permitir-te traçar e corrigir o teu percurso, reajustar os teus esforços. Mas também manteres os teus níveis de motivação, constatando o progresso à medida que vais caminhando.

Isto vai ajudar-te a por vezes a voltares a clarificar o teu objetivo. Evitando assim perdas de tempo precioso.

É importante saber-se o que se quer, mas no entanto se não soubermos detetar os resultados, podemos errar durante muito tempo e sobretudo não percebermos em que ponto estamos. Já para não falar que, um objetivo atingido é uma fonte de inspiração formidável para a realização de outros objetivos, mesmo em diferentes áreas.

 

Para concluir

Este processo é simples e no entanto muito importante. Quanto mais tiveres os teus objetivos definidos, mais a concretização aumenta.

Assim como que, com objetivos bem claros a motivação é maior e resistente ao processo em si.

É igualmente importante e interessante, refletires nos recursos e competências que deves mobilizar para atingires os teus objetivos!

Atenção: Este artigo é uma ajuda, mas em última instância depende sempre de ti!

Há algo muito importante que nunca deves descorar:

És tu quem deve desenvolver as competências necessárias, para atingires os teus objetivos. E nunca! nunca deixes, de investir na tua formação e desenvolvimento!

 

Anexo

Podes utilizar esta lista para te ajudar na definição do teu objetivo:

1- Definir o objetivo.

O que quero ? Quando ?
Formular de forma positiva

 

2- O objetivo é exequível ?

Posso atingir o meu objetivo ?
Depende de mim ?

 

3- Quais os resultados esperados ?

O que obtenho quando cumprir o meu objetivo ?
O que me vai trazer ?
O que persigo de mais importante através do meu objetivo ?

 

4- A ecologia do objetivo.

Quais os meus aliados ?
A que devo renunciar ?
Quais as consequências positivas/negativas para mim e para os outros ?

 

5- Como medir os resultados ?

No decorrer do processo e no fim ?
Ao nível interno e esterno ?

 

6- Mobilizar recursos.

 
Consulta os elementos apontados durante a clarificação do objetivo, para assim poderes ver claramente de onde partiste e onde já chegaste.

Se chegaste até aqui só me resta agradecer-te por teres lido e desejar-te uma boa definição de objetivos 🙂

Forte Abraço!

O Olhar dos Outros

Muitos de nós podem por vezes ser penalizados e sentir-se inibidos pelos olhares dos outros, pelo medo de serem julgados, de serem gozados ou de parecerem estúpidos. São sentimentos que podem efetivamente atrofiar as ambições e capacidade de agir.

Então como fazer quando somos suscetíveis de sermos impressionados pelo olhar dos outros?

Como libertar-se desse peso?

Eis uma astúcia que permite eficazmente alienar-se dos outros, e assim ganhar autoconfiança, em capacidade de ação e audácia.

Não se trata de julgar! Em todo o caso não julgar os outros.

Porquê?

Porque julgando negativamente os outros, vamos alimentar no nosso íntimo a possibilidade dos outros fazerem o mesmo.

 

Quem não julga os outros aceita-os melhor e consequentemente aceita-se melhor.

 

Quando não julgas, quem te pode julgar? Quem tem o direito de o fazer? Já que não o fazes…

O facto de não se julgar os outros, de ver o positivo nas suas ações, de os desculpar, de ser bem-intencionado a respeito deles, mesmo quando estes são nitidamente mal-intencionados ou simplesmente parvos. Vai permitir-te ultrapassar-te uma grande parte dos bloqueios que podem estar presentes na tua existência em relação ao “olhar dos outros”.

Lembra-te: «Serás julgado como julgas!»

Isto significa que quando maldizes, quando criticas negativamente alguém, autorizas no teu íntimo os outros a fazerem o mesmo.

Se não gostares de críticas destrutivas, evita criticares. Isto melhorará a tua autoconfiança.

O olhar com que te vês é similar, ao olhar com que vês os outros.

Tu e o olhar dos outros

Um elemento a teres em conta para te emancipares do olhar dos outros, e reconhecer que cada um de nós tem tendência a pensar que o outro é melhor que nós, em uma ou mais áreas. Então lembra-te sempre que quando pensas que “fulano tal” é melhor que tu, existem fortes possibilidades dessa pessoa pensar o mesmo em relação a ti.

Talvez se devam mutuamente fazer essa pergunta?

Todos nós temos competências únicas. Que ninguém pode igualar. Ainda assim devemos ser capazes das identificar, das utilizar, para o nosso desenvolvimento pessoal e para o daqueles que nos rodeiam.

Ser auto-confiante é ir para além do olhar dos outros.

Se ainda assim te sentes intimidado com o olhar dos outros, podes reduzir o impacto em ti utilizando as seguintes técnicas:

Não julgar os outros

Não te deixes “afogar” por cenários negativos


Determinar com precisão os teus valores

Cada um é diferente e a nossa obrigação moral é aceitar todos como são. Acima de tudo nós mesmos.

Podes ainda memorizar as citações seguintes:

 

“Nenhum homem pode censurar ou condenar outro homem, pois nenhum homem conhece verdadeiramente o outro”

– Thomas Browne

ou ainda
 

“E sobretudo sejamos indulgentes uns com os outros”

– Paul Verlaine

O único olhar que conta

É aquele com que te olhas a ti próprio. O que os outros pensam não tem qualquer importância.

Deixa-me dizer-te algo que aprendi com a experiência, num local de grande desenvolvimento pessoal. Os outros…não estão nem aí! Temer o olhar dos outros é apenas fruto do nosso egocentrismo, da nossa insegurança e falta de confiança.

Quem te pode julgar? Que te pode mandar a primeira pedra? Claro que serão aqueles que julgam, aqueles que ainda temem o olhar dos outros. Aqueles que ainda usam a mascara da pressão social.

Poucos são aqueles que são autênticos e vivem sem fardo. Mas tu podes fazer parte desse grupo se assim o desejares…
O teu trabalho consiste em teres uma boa imagem de ti próprio.

Pelos teus atos e ações, vais forjar o olhar que o “outro tu” (a tua consciência) vai ter de ti. Se tiveres orgulho de ti deixarás de temer o olhar dos outros.

E se te sentires desconfortável para iniciares seja aquilo que for, pois corres o risco de passar por um falhado, um incapaz ou um idiota. Pensa nisto:

É pior ter arrependimentos por não ter feito do que remorsos por ter tentado.

Falhar faz parte do sucesso. Se o olhar daqueles que nada tentam te paralisa, lê novamente o parágrafo anterior e lembra-te sempre que não há nada pior do que não tentar.

“Faz alguma coisa, e se não conseguires tenta de novo”

– Franklin Rosevelt

e ainda:
 

“Julgar ou outros é julgar-se”

– Willliam Shakespeare


e para terminar:


“A natureza deu aos homens o fazer e deixou aos outros o julgar”

– Vauvenargues


Para concluir, devemo-nos borrifar literalmente para o olhar dos outros.

Quando este apenas se contentar de crítica construtiva, é evidente que poderá ser uma ferramenta útil para aquele que quer progredir. Poderá servir para medir o grau de incongruência entre aquilo que somos e aquilo que parecemos.

Este feedback construtivo ajuda-nos a progredir, a melhor comunicarmos, a melhor passarmos a mensagem, a nos adaptar e a corrigir eventuais falhas. Mas em caso algum deve ser inibidor.

Quem me ama que me siga como sou…e me melhore com amor.

Forte abraço!

Os Segredos da Autoconfiança em 5 Etapas 4/5

Este é o quarto artigo desta série de 5 que te vai ajudar a desenvolveres a autoconfiança. Podes ver os últimos 3 artigos AQUI.

Este quarto artigo tem por título:
 

4- Buda & a Vida em Consciência

 

A próxima etapa para melhorar a autoconfiança, consiste em conectares-te contigo próprio no momento presente.

Durante o dia e tantas vezes quanto te for possível, para um pouco e toma consciência do teu corpo, daquilo que ressentes e dos teus pensamentos, nesse preciso momento.

 Transforma-te num observador de ti mesmo.

Esta ação simples, vai permitir-te uma reconexão com o momento presente. É aquilo a que chamamos “a consciência plena”.

Já vimos no primeiro artigo desta série, que a falta de autoconfiança, está ligada a experiencias negativas do passado.

Assim, quando te reconectas com o presente, abres a porta a novas potencialidades!

Buda tem um dos mais sábios ensinamentos acerca deste conceito:

 

Não demores no passado. Não te percas no sonho do futuro. Concentra o teu espírito no momento presente.

– Buda

 

 

Não percas o próximo e ultimo artigo desta série: 5 – Mandela & o Otimismo na Vida.

Forte abraço!
 

Os Segredos da Autoconfiança em 5 Etapas 3/5

Nos últimos dois artigos desta série de 5 (que podes ver AQUI) falei-te de tomada de decisão e responsabilidade e visão e motivação


Hoje vou falar-te sobre pequenos passos para atingires grandes mudanças.

Este é então o terceiro artigo desta série de 5 e tem por título:

3- Gandhi & Pequenos Passos para Grandes Mudanças




Agora que já decidiste mudar a situação e que sabes porque o queres fazer, só te resta passar á ação!

De facto, apenas a passagem á ação de vai trazer resultados!

Atenção, não deves aqui fixar objetivos irreais nem demasiado elevados, estamos a falar das ações diárias. Pensa grande sim! Mas começa com pequenos passos. O importante agora é seres consistente e perseverar.


“Sê a mudança que queres ver no mundo”
– Gandhi

 

 

 

Todos os dias faz algo novo, algo diferente que te faça sair da tua zona e conforto.


Mais uma vez, faz com que estes pequenos desafios sejam exequíveis. Com a repetição diária, esta nova ação vai ser cada vez mais fácil. É assim que vais alargar a tua zona de conforto!


Recomeça uma nova ação que te faça sair da tua zona de conforto, até que essa ação fique fácil de fazer.



“Pouco importa a velocidade a que avanças, desde que nunca pares.”
– Confúcio

 

Não percas o próximo artigo desta série: 4- Buda & a Vida em Consciência.

Forte abraço!

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