6 Etapas Para Obteres Tudo Aquilo que Queres na Vida 3/6

Nos artigos anteriores desta série, vimos que a maioria das pessoas sabem aquilo que não querem mas não sabem como obtê-lo.

Vimos igualmente que, alguns querem mesmo mudar, mas não sabem por onde começar.

Que é necessário criar um sentimento de urgência para mudar de uma realidade para outra. Que é necessário estar numa situação de dor, para ir para uma situação de prazer.

Neste artigo, vamos ver como interromper o circulo vicioso, que te mantém preso à tua realidade atual.

 

Como avançar se andas em círculos?

A maioria das pessoas quer coisas novas, coisas melhores, mas continua a comportar-se e a pensar da mesma forma.

Sendo a definição de insanidade, fazer repetidamente as mesmas ações à espera de resultados diferentes, não seria esperado que mudassem?

 

Tu não és uma árvore…MEXE-TE!

Se continuas embrenhado nos mesmos pensamentos e se ages sempre da mesma forma, como podes esperar mudar?

 

Serás um hamster às voltas na sua gaiola?

Pensa nisso…

 

Tenho encontrado muita gente que se queixa da sua sina. Mas achas que se “violentaram” para mudar os comportamentos? Não!

 

Mesmas formas de agir, mesmas consequências.

 

Porque é tão importante compreender isto?

 

Mesmo com uma grande dose de determinação, uma grande motivação, se repetires sempre as mesmas ações e pensamentos, não produzirás qualquer novo resultado.

Uma mosca presa, tenta vezes sem conta sair pela janela fechada, continua a esbarrar contra o vidro, pois o exterior emite luz. Mas mesmo sem nunca sair, nunca irá procurar outra forma de o fazer. É a síndroma da mosca (podes ler neste artigo).

 

Por outro lado, temos muitas vezes um benefício secundário, que procura algum contentamento em ficar na «não mudança». Este beneficio secundário contribui  para que não se mude, sendo necessário substitui-lo por um mal maior.

 

 A solução?

 

Romper com os padrões mentais e comportamentais

 

Todos conhecemos o famoso círculo vicioso. É necessário sair desse círculo, que são as nossas ações e pensamentos.

Então, existem várias maneiras de o fazer.

Uma forma interessante é romper com os próprios padrões, fazer algo que não é habitual.

Por exemplo, alguém que quer emagrecer, está sempre a pensar como emagrecer, o que fazer para perder peso.

Não está sempre a pensar em comer, comer, comer!
Então, se quem quer emagrecer, apenas pensar em coisas que emagrecem continua a não funcionar, o que fazer?

A PNL diz-nos que quando um comportamento não funciona para atingirmos um fim, devemos alterá-lo.

Por exemplo, o que pode acontecer a quem quer emagrecer se comer até ficar enjoado ou doente?

O que pode acontecer a quem quer deixar de fumar, fazê-lo até ficar enojado?

 
Alguns de vós se devem lembrar do filme “Super Size Me”. Quando um homem decide alimentar-se exclusivamente no Mac Donalds durante um mês.

Para mudar de hábitos, ou transformamos aquilo que é normal e/ou nos dá prazer em algo nocivo para nós ou tomamos honestamente consciência disso.

Quem tem uma vida de dificuldade financeira e anda constantemente a colocar pensos rápidos, a pedir dinheiro aos amigos, a viver da caridade dos vizinhos e familiares, mas continua com a mesma atitude perante a vida, a atitude do ver TV e deixa andar. Vai continuar sempre no mesmo registo.

Essa pessoa precisa de deixar de ter ajuda durante um período, precisa de ser abanada, por forma a sentir um desconforto tão grande que a leve a agir.

Só este desconforto e esta dor nos levam a romper os padrões.
Agora, o que tens que fixar, é que este círculo vicioso, deve ser interrompido por uma ação exagerada e inesperada.

O que me leva a considerar…

 

A técnica de interrupção de padrões

 

Para interromper um padrão, mais do que pensar é necessário sentir uma emoção e contrariá-la.

Se por exemplo estiveres deprimido. Andas de cabeça baixa, parece que carregas o mundo às costas, falas baixinho, etc.

Agora tenta levantar os braços ao céu, levantar a cabeça e gritar como nunca o fizeste!

Isto é uma interrupção de padrão.

 

Outro exemplo é, e tenho a certeza que já te aconteceu, acordares mal disposto, estás como sono, doí-te a cabeça, nada está bem. Mas entretanto começas a conversar com alguém, uma conversa interessante, com alguém de quem gostas, que até te faz rir e apreciar aquele momento. E de repente já não te doí a cabeça! Rompeste o circulo visioso da tua má disposição matinal.

Quando um pensamento, uma critica de alguém, um insulto, um sermão do chefe, ou algo semelhante te melindra:

  • Revê-te nessa situação que te causa problemas
  • Transforma a imagem que tens da situação em algo completamente inapropriado, grotesco, ridículo.
  • Olha para a situação como se tivesses a ver um filme no cinema, um filme sobre essa situação que te incomoda. É um filme! Não lhe dês tanta importância.
  • Repete este processo quantas vezes forem necessárias.

 

Tens que riscar o disco que gira na tua cabeça.

 

 

Conclusão

 

Nesta etapa, vimos que ficamos bloqueados numa situação desconfortável porque, não mudamos a nossa forma de pensar e agir.

O que cria um circulo vicioso, que nos mantém presos numa gaiola, como um hamster ás voltas, a pedalar naqueles brinquedos parvos para ratos.

Muitas vezes com um benefício secundário que dá uma ilusão de prazer à situação.

É introduzindo uma interrupção de padrão inesperada, exagerada e incongruente, que podemos interromper o padrão limitativo. 

 

Relê a Etapa 1 para obter tudo o que queres na vida
Relê a Etapa 1 para obter tudo o que queres na vida

Forte abraço!

 

 

Definir Um Objetivo (2/2)

Eis a segunda parte do artigo Definir Um Objetivo (Podes ver aqui a primeira parte)

 

4. A ecologia do objetivo



 

É agora tempo de veres se o teu objetivo é de facto “ecológico”. Não haverá interesse em prosseguir um projeto, que poderia por exemplo custar-nos a nossa relação de casal, ou até a nossa integridade física, ou qualquer elemento indispensável ao nosso equilíbrio.

Tu é que tens refletir sobre a “ecologia” do teu projeto, se existem obstáculos e se são ou não transponíveis.

 

Vê então como contornar ou até “desarmar” esses obstáculos.

Mesmo não entrando em pormenor na execução de um plano de ação neste artigo, esta etapa constitui no entanto um dos seus fundamentos: uma vez os obstáculos e os apoios identificados, dispões de uma “cartografia” que te vai ajudar a colocares o teu projeto em prática.

Reflete atentamente nos pontos seguintes:

 

  • Quais são os interesses das pessoas implicadas neste objetivo? Estes são respeitados?

  • Haverá consequências negativas para mim? Devo fazer sacrifícios e renunciar a algo, e se sim, estarei eu preparado?

 

  • Haverá consequências negativas para os outros? Se sim será possível poupá-los a essas consequências negativas?

 

  • Tendo em conta o contexto e a ecologia, será realista lançar-me neste projeto?

 

  • A energia investida na realização do objetivo é justificada pelo resultado? Vale a pena a relação custo/proveito dessa mesma energia?

 

  • Terei alguns trunfos para realizar esse objetivo? Terei aliados que me vão ajudar e motivar no processo?

 
O ideal é que o objetivo tenha consequências positivas mais importantes do que as negativas.

É igualmente importante, que todas as pessoas implicadas diretamente, consciente ou inconscientemente no teu projeto, achem benefícios.

No entanto é difícil estarmos sistematicamente num processo de ganhar/ganhar a 100%. Tender para isso é de facto importante! É bom que todo o ambiente seja favorável à realização do projeto. Mas lembra-te sempre!

Esta mudança não irá necessariamente agradar a todos!

És tu quem tem que decidir se o risco te vai bloquear ou não. Deves refletir nas formas de o tornares o mais positivo possível para todos os interlocutores.

Uma simples e clara explicação, ou uma exposição tendo em conta as necessidades das pessoas mais importantes para ti, pode ser-te bastante vantajoso e assegurar o teu sucesso!

O sucesso usa sempre sempre o caminho do trabalho!

 

5. Medir os resultados

Saber exatamente o que se quer é ótimo. Mas como sabemos com precisão, que obtivemos o que queríamos?

É por esta razão que devemos determinar os critérios internos (sentimentos, estado de espirito, mudanças na forma de agir e pensar) e os critérios externos (titulo obtido, objetivos concretizados, relações asseguradas, inserção numa rede, etc.). Estes critérios vão permitir-te afirmares em “alto e bom som”:

«Consegui atingir o meu objetivo!».

 

O melhor é fixar critérios de avaliação que te vão permitir saber se atingiste o teu objetivo, mas também de saber se estás no bom caminho no decorrer da jornada.

É importante verificar regularmente que rumamos no bom sentido, que o nosso objetivo não mudou, ou simplesmente que ainda não o ultrapassámos. Coloca-te as seguintes questões:

  • Como posso saber que estou no bom caminho?
  • Como e quando vou avaliar o meu progresso no decorrer da jornada?
  • O que irá acontecer quando souber que atingi esta etapa do meu objetivo ou o objetivo na sua íntegra?

Toma o teu tempo para refletires sobre este aspeto, vai permitir-te traçar e corrigir o teu percurso, reajustar os teus esforços. Mas também manteres os teus níveis de motivação, constatando o progresso à medida que vais caminhando.

Isto vai ajudar-te a por vezes a voltares a clarificar o teu objetivo. Evitando assim perdas de tempo precioso.

É importante saber-se o que se quer, mas no entanto se não soubermos detetar os resultados, podemos errar durante muito tempo e sobretudo não percebermos em que ponto estamos. Já para não falar que, um objetivo atingido é uma fonte de inspiração formidável para a realização de outros objetivos, mesmo em diferentes áreas.

 

Para concluir

Este processo é simples e no entanto muito importante. Quanto mais tiveres os teus objetivos definidos, mais a concretização aumenta.

Assim como que, com objetivos bem claros a motivação é maior e resistente ao processo em si.

É igualmente importante e interessante, refletires nos recursos e competências que deves mobilizar para atingires os teus objetivos!

Atenção: Este artigo é uma ajuda, mas em última instância depende sempre de ti!

Há algo muito importante que nunca deves descorar:

És tu quem deve desenvolver as competências necessárias, para atingires os teus objetivos. E nunca! nunca deixes, de investir na tua formação e desenvolvimento!

 

Anexo

Podes utilizar esta lista para te ajudar na definição do teu objetivo:

1- Definir o objetivo.

O que quero ? Quando ?
Formular de forma positiva

 

2- O objetivo é exequível ?

Posso atingir o meu objetivo ?
Depende de mim ?

 

3- Quais os resultados esperados ?

O que obtenho quando cumprir o meu objetivo ?
O que me vai trazer ?
O que persigo de mais importante através do meu objetivo ?

 

4- A ecologia do objetivo.

Quais os meus aliados ?
A que devo renunciar ?
Quais as consequências positivas/negativas para mim e para os outros ?

 

5- Como medir os resultados ?

No decorrer do processo e no fim ?
Ao nível interno e esterno ?

 

6- Mobilizar recursos.

 
Consulta os elementos apontados durante a clarificação do objetivo, para assim poderes ver claramente de onde partiste e onde já chegaste.

Se chegaste até aqui só me resta agradecer-te por teres lido e desejar-te uma boa definição de objetivos 🙂

Forte Abraço!

Como Manter uma Organização no Internet Marketing

O Internet Marketing e a Indústria do trabalho a partir de casa, são o setor de atividade mais propenso a criar rendimentos massivos no mais curto espaço de tempo. Sendo assim considerada a indústria que mais liberdade pode vir a trazer para um ser humano.

Todos os “amantes” desta indústria, fazem aquilo que fazem e da forma apaixonada como o fazem, porque acima de tudo querem ser livres! Eu incluo-me obviamente de corpo e alma nesta noção.

O que acontece frequentemente não é bem assim, a realidade é outra. Muitos são aqueles que apregoam o sonho e vivem o pesadelo!


Ao longo deste artigo, vou dar-te uma série de dicas que aprendi com os melhores dos melhores, principalmente com alguém que admiro bastante e com quem já tive o prazer de privar: David Wood, um dos cofundadores da Empower Network.


Nota: Este artigo é direcionado a profissionais do Internet Marketing, na medida em que as pessoas que não estão familiarizadas com esta Indústria poderão sentir-se um pouco “deslocadas” com alguns conceitos e noções. No entanto se é o teu caso, podes perfeitamente lê-lo, estou certo que te poderá ser útil no futuro 🙂

A primeira dica que te quero passar tem a ver com controlo! E quero que fixes isto:

– Tu não controlas nada nem ninguém!

Todos aqueles que têm ou já tiveram uma organização, passaram por isto. Quem não quis já controlar a sua organização se a teve? Quem não quis já saber o que se passava com cada um deles individualmente? O que estão a fazer? Estarão a trabalhar? Estarão a produzir? Estarão a inventar?

Todas as pessoas que têm o tiveram uma organização passaram por isto!

Mas isto até se pode conseguir, se tivermos uma organização relativamente pequena, podemos conseguir manter as pessoas ali na nossa esfera de influência, e claro…passar 12 horas por dia ocupado ao telefone ou no Skype com eles.

O que vai acontecer é que eles depois vão duplicar esta forma de trabalho, e como esta forma de trabalho não é de todo a liberdade que apregoamos, fartam-se e vão-se embora. Assim se desmorona uma organização!

Porquê?

Porque as pessoas quando entram não compram um produto nem uma oportunidade, compram um sonho! Compram uma visão! Compram liberdade!

E o que acontece a alguém que compra um sonho de liberdade e acaba por se sentir preso?

– Acorda e vai-se embora!

A estratégia é não controlar!

Quem nesta indústria não gostaria de ter uma organização tão grande ao ponto de não a controlar?

Uma organização onde nem sequer tivesse que conhecer as pessoas? Pois essas mesmas pessoas estariam num sistema funcional, duplicável e acima de tudo um sistema com uma cultura!


 
O problema não é recrutar, não é produzir. Qualquer Internet Marketer que faça jus aquilo que se intitula sabe produzir, sabe recrutar.

E só há 3 formas de produzir e recrutar:

Pelo conteúdo e pelo valor desse mesmo conteúdo, trazendo soluções para os problemas de um público-alvo específico, tornando assim esse nicho num mercado morno e facilitando o recrutamento por atração e influência.

Pelos números, gerando uma quantidade massiva de leads (contactos) diários, que vão ser um mercado mais frio mas que vão no entanto “aquecer” através da distribuição de valor por email marketing. Por forma a criar-se uma relação de atração/identificação com essas leads.

Ou simplesmente da duas formas!

Mas isto não faz as pessoas ficarem nas organizações!

Então o que retém, ou aumenta a retenção das organizações?

As crenças!

Se houver uma mudança no sistema de crenças da organização, há uma mudança de comportamentos e ações. É aqui que nos temos que focar!

Quando mudamos aquilo em que acreditamos, mudamos a nossa forma de agir!

O que acontece, é que muitos de nós têm construído as suas organizações sem mudar os sistemas de crenças das suas pessoas. E quando as pessoas não mudam os seus sistemas de crenças, podem fazer exatamente aquilo que são supostas fazer que não resulta!

As nossas crenças transmitem-se sob forma de energia, e as pessoas sentem-nas. Neste caso como elas não mudaram, o que sentem são as crenças relacionadas com o controlo, e são precisamente essas que vão tentar duplicar.

O segredo (que não é segredo nenhum) é:

1 -Não querer controlar!

2-Ter a perfeita noção que produzir é diferente de duplicar

Produzir é vender, ao passo que duplicar é gerar uma sustentabilidade viral. É perpetuar um movimento.

É claro que se pode apenas produzir e não duplicar…e isso pode resultar para alguns. Para aqueles que conseguem produzir mais rápido do que as pessoas desistem. Para aqueles que geram números massivos de leads. É o “tira e mete” constante.

O que pode muito bem acontecer no entanto, a alguém com uma organização grande e que só produza, é que nunca se poderá afastar por muito tempo do seu negócio. Sob pena da organização desmoronar.

Mas será essa a definição de liberdade de que tanto falamos? Não me parece!

Não é o rendimento residual que nos traz liberdade.

Muitas pessoas pensam que vão arranjar uma organização de 300 indivíduos e viver do rendimento residual de $100 dólares de cada um deles, para se poderem simplesmente “reformar” ou algo parecido.

Isso não acontece. Nunca!

Se não juntarmos o rendimento residual ao rendimento produtivo duplicável, nunca iremos ter essa liberdade.

Entenda-se por rendimento produtivo, as vendas a pessoas que já fazem parte da organização (upsell) e as novas vendas.

Uma organização começa a funcionar e as taxas de retenção a aumentar, quando começam a ganhar dinheiro! Ponto final!

Quando as pessoas começam a ganhar entre $500 a $1.000 dólares por semana, deixam de desistir e a estrutura começa a entrar em autogestão. Acima de tudo a duplicar.

Aqui começa-se a produzir não só em primeira linha, com afiliados diretos, mas também em profundidade.

Esta é a forma de manter uma organização.

Nunca esquecendo que não são apenas os sistemas que mantêm as organizações, mas sim os sistemas em conjunto com a cultura dessa mesma organização, os seus mecanismos sociais.

Por último e não menos importante, e aqui vou referir o quadro inteiro. Devemos saber olhar para o conjunto ou os conjuntos da nossa organização e perceber perfeitamente em que faze se encontram. Em que estágio da curva de aprendizagem estão.

Assim se aliarmos a esse conhecimento, um sistema que forneça os meios de se fazer o negócio, as leads ou o conhecimento para as gerar, o seguimento através de formação, grupos de trabalho e um backoffice intuitivo e um sistema de upsell. Não nos esquecendo de aliarmos a isto uma cultura bem definida baseada num sistema de motivação através do desenvolvimento pessoal, temos a máquina perfeita!

Espero que tenhas ficado esclarecido.

Se precisares de qualquer tipo de ajuda para o teu negócio não hesites em contactar-me.

Forte abraço e bons negócios 🙂

Não tenho Dinheiro!

Procuras financiar um projeto?

Precisas de dinheiro para investir no teu negócio?

Neste artigo proponho-te um “boost” de criatividade para arranjares soluções hoje ainda!

 

« Não Tenho Dinheiro para Investir no Meu Negócio » !

 

Se empreendeste algum projeto, ou se acabaste de iniciar um negócio online, vais precisar de fundos para financiar e lançar a tua atividade.

A vantagem do marketing de afiliados (falo da empresa com a qual trabalho) é que o investimento inicial é muito inferior a uma empresa do negócio tradicional.

Umas poucas centenas de dólares servem para iniciar o negócio e com 3 ou 4 mil dólares compram-se todos os produtos.

Se pensas que não tens dinheiro para investir no teu negócio e na tua educação, então és provavelmente vítima de crenças limitativas!

Mas tranquiliza-te, não és o(a) único(a).

O problema é que poucas pessoas têm essa consciência. E alguns até rejeitam a ideia de terem crenças limitativas.
Para saber se tens crenças limitativas em relação ao dinheiro, podes ler o livro de T. Harv Ecker  «Segredos da Mente Milionária», verifica se colocas em prática os 17 princípios do livro.

Podes descarrega-lo clicando na imagem abaixo:

 

 

Eu & As Minhas Crenças Limitativas

 

Pessoalmente, as minhas crenças limitativas atrasaram a progressão do meu negócio. Só passados 4 meses e meio de ter iniciado a minha atividade é que comecei a modificar as minhas crenças limitativas e só assim consegui mudanças positivas a nível financeiro.

Quando tomei consciência das minhas crenças limitativas e as alterei, consegui os meus primeiros $30.000 dólares em pouco mais de 3 meses.

Mesmo depois de atingir esse objetivo, continuei a desenvolver-me e a criar novas crenças positivas para tingir um patamar superior.

 

De onde vêm as nossas Crenças Limitativas em relação ao Dinheiro?

 

Ter crenças limitativas é quase inevitável, numa sociedade onde o dinheiro é tabu e os mais abastados são mal vistos.

Para compreenderes até que ponto somos influenciados desde a nossa infância, sem mesmo darmos conta, proponho-te 3 exemplos, que mostram como os media influenciam a nossa relação com o dinheiro:

 

1- « Uma casa na Pradaria »

Dependendo da tua idade, certamente que já viste, durante mais ou menos tempo, esta série de televisão. Conta a história da família “Ingalls”: Uma família de camponeses, de pessoas generosas, amigas de ajudar, engraçados, devotos, mas sem dinheiro nenhum.

Lembras-te de quem eram “os maus” nesta série?

A família Olson: família burguesa, os mais ricos da aldeia, as pessoas mais detestáveis da vizinhança.

 

2- « Batman »

O lendário Batman, tem um excelente meio de esconder a sua identidade secreta de super-herói…

Quando tira a máscara, transforma-se no milionário Bruce Wayne, um homem de negócios riquíssimo, arrogante, frio e desagradável.

Com este perfil de rico, ninguém pode suspeitar da sua identidade de super-herói generoso ao serviço dos outros!

 

3- « Titanic »

Um dos filmes mais vistos da história do cinema. Igualmente cheio de “clichés” acerca dos ricos!

Lembras-te das cenas pouco antes do naufrágio do Titanic?

Em primeira classe, os ricos «presos» jantam num ambiente de «glamour».

Uma menina leva um sermão da sua mãe, pela forma errada como segura no seu garfo!

Enquanto isso, em terceira classe, vive-se um ambiente de festa, os pobres cantam, dançam e divertem-se!

A Rose, que quase comete suicídio, é salva pelo Jack, um herói…sem um tostão!

Estas mensagens inconscientes e repetidas desde a nossa infância, não nos incitam à riqueza…antes pelo contrário!

Muitos são aqueles que desenvolvem uma tendência inconsciente em autossabotar os seus projetos, por forma a não se parecerem com essas detestáveis pessoas ricas.

Uma vez que tomes consciência destas crenças limitativas, poderás começar o trabalho de as eliminar.

 

 

História de Motivação

 

O segundo motivo pelo qual pensas que não tens dinheiro para investir no teu negócio, é a falta de motivação!

Imagina que és um fã incondicional da Ferrari, e que um dos teus amigos é dono de um dos teus modelos preferidos.

 

Hoje, ele anuncia-te, que como sabe da tua paixão, te vai vender o seu Ferrari novinho em folha por 3.000 €uros.

Vais arranjar esses 3.000 €uros?

Aliás, também sabes que depois de comprares este Ferrari, o poderás facilmente vender por 100.000 €uros!

Eu tenho a certeza que arranjarias uma solução para teres 3.000 €uros!

É tudo uma questão de motivação!

O teu negócio é esse Ferrari…literalmente!

Hoje tens que arranjar 3.000 €uros, mas mais tarde vais ganhar vais gerar 100 vezes mais dinheiro com esse investimento!

Se a tua visão estiver claramente definida e atua motivação for forte, irás achar um meio para financiares o teu projeto!

 

Exercício Criativo para Financiares um projeto

 

Para concretizares o teu objetivo principal, proponho-te este pequeno exercício.

Vai ajudar-te a passares de uma mentalidade orientada para a “Escassez e problemas” a uma mentalidade orientada para a “Abundância e Soluções”.

– Pega numa folha de papel e numa caneta.

– Faz uma lista de 50 maneiras de arranjares 3.000 €uros para investires no teu negócio, daqui a uma semana.

– Lista sem receios todas as formas que te passarem pela cabeça (está a escrever para ti)

– Relê quantas vezes forem necessárias este artigo desde o início!

– Não penses no dinheiro que vais poder ganhar com o teu negócio. Pensa no que vais poder fazer com ele! Pensa na tua família! Pensa naquilo que mais te motiva neste mundo!

– Não pares até teres escrito 50 maneiras diferentes!

Só te resta passar à ação!

Aplica uma ou várias soluções das 50 que listaste e lança-te de cabeça no teu projeto com esse financiamento!

 

Espero ter-te ajudado!

Forte Abraço!

post scriptum: TOMA AÇÃO!

 

Como Funciona o Negócio da Empower Network?

A Empower Network é uma escola de desenvolvimento técnico e pessoal, que nos capacita a podermos literalmente “brincar” com a Internet no que diz respeito à promoção e venda de qualquer tipo de produto e consequentemente ganhar rios de dinheiro!


No vídeo abaixo vais poder assistir a uma fantástica explicação sobre a visão do meu amigo Tomás acerca deste negócio.

Quer tenhas ou não um negócio na Internet,

Quer tenhas ou não um negócio tradicional,

Quer queiras adquirir novas competências ou capacitar-te a viver 100% da Internet.

Esta escola de desenvolvimento técnico e pessoal é para ti!

 

Toma ação, regista-te agora mesmo:


 

O Olhar dos Outros

Muitos de nós podem por vezes ser penalizados e sentir-se inibidos pelos olhares dos outros, pelo medo de serem julgados, de serem gozados ou de parecerem estúpidos. São sentimentos que podem efetivamente atrofiar as ambições e capacidade de agir.

Então como fazer quando somos suscetíveis de sermos impressionados pelo olhar dos outros?

Como libertar-se desse peso?

Eis uma astúcia que permite eficazmente alienar-se dos outros, e assim ganhar autoconfiança, em capacidade de ação e audácia.

Não se trata de julgar! Em todo o caso não julgar os outros.

Porquê?

Porque julgando negativamente os outros, vamos alimentar no nosso íntimo a possibilidade dos outros fazerem o mesmo.

 

Quem não julga os outros aceita-os melhor e consequentemente aceita-se melhor.

 

Quando não julgas, quem te pode julgar? Quem tem o direito de o fazer? Já que não o fazes…

O facto de não se julgar os outros, de ver o positivo nas suas ações, de os desculpar, de ser bem-intencionado a respeito deles, mesmo quando estes são nitidamente mal-intencionados ou simplesmente parvos. Vai permitir-te ultrapassar-te uma grande parte dos bloqueios que podem estar presentes na tua existência em relação ao “olhar dos outros”.

Lembra-te: «Serás julgado como julgas!»

Isto significa que quando maldizes, quando criticas negativamente alguém, autorizas no teu íntimo os outros a fazerem o mesmo.

Se não gostares de críticas destrutivas, evita criticares. Isto melhorará a tua autoconfiança.

O olhar com que te vês é similar, ao olhar com que vês os outros.

Tu e o olhar dos outros

Um elemento a teres em conta para te emancipares do olhar dos outros, e reconhecer que cada um de nós tem tendência a pensar que o outro é melhor que nós, em uma ou mais áreas. Então lembra-te sempre que quando pensas que “fulano tal” é melhor que tu, existem fortes possibilidades dessa pessoa pensar o mesmo em relação a ti.

Talvez se devam mutuamente fazer essa pergunta?

Todos nós temos competências únicas. Que ninguém pode igualar. Ainda assim devemos ser capazes das identificar, das utilizar, para o nosso desenvolvimento pessoal e para o daqueles que nos rodeiam.

Ser auto-confiante é ir para além do olhar dos outros.

Se ainda assim te sentes intimidado com o olhar dos outros, podes reduzir o impacto em ti utilizando as seguintes técnicas:

Não julgar os outros

Não te deixes “afogar” por cenários negativos


Determinar com precisão os teus valores

Cada um é diferente e a nossa obrigação moral é aceitar todos como são. Acima de tudo nós mesmos.

Podes ainda memorizar as citações seguintes:

 

“Nenhum homem pode censurar ou condenar outro homem, pois nenhum homem conhece verdadeiramente o outro”

– Thomas Browne

ou ainda
 

“E sobretudo sejamos indulgentes uns com os outros”

– Paul Verlaine

O único olhar que conta

É aquele com que te olhas a ti próprio. O que os outros pensam não tem qualquer importância.

Deixa-me dizer-te algo que aprendi com a experiência, num local de grande desenvolvimento pessoal. Os outros…não estão nem aí! Temer o olhar dos outros é apenas fruto do nosso egocentrismo, da nossa insegurança e falta de confiança.

Quem te pode julgar? Que te pode mandar a primeira pedra? Claro que serão aqueles que julgam, aqueles que ainda temem o olhar dos outros. Aqueles que ainda usam a mascara da pressão social.

Poucos são aqueles que são autênticos e vivem sem fardo. Mas tu podes fazer parte desse grupo se assim o desejares…
O teu trabalho consiste em teres uma boa imagem de ti próprio.

Pelos teus atos e ações, vais forjar o olhar que o “outro tu” (a tua consciência) vai ter de ti. Se tiveres orgulho de ti deixarás de temer o olhar dos outros.

E se te sentires desconfortável para iniciares seja aquilo que for, pois corres o risco de passar por um falhado, um incapaz ou um idiota. Pensa nisto:

É pior ter arrependimentos por não ter feito do que remorsos por ter tentado.

Falhar faz parte do sucesso. Se o olhar daqueles que nada tentam te paralisa, lê novamente o parágrafo anterior e lembra-te sempre que não há nada pior do que não tentar.

“Faz alguma coisa, e se não conseguires tenta de novo”

– Franklin Rosevelt

e ainda:
 

“Julgar ou outros é julgar-se”

– Willliam Shakespeare


e para terminar:


“A natureza deu aos homens o fazer e deixou aos outros o julgar”

– Vauvenargues


Para concluir, devemo-nos borrifar literalmente para o olhar dos outros.

Quando este apenas se contentar de crítica construtiva, é evidente que poderá ser uma ferramenta útil para aquele que quer progredir. Poderá servir para medir o grau de incongruência entre aquilo que somos e aquilo que parecemos.

Este feedback construtivo ajuda-nos a progredir, a melhor comunicarmos, a melhor passarmos a mensagem, a nos adaptar e a corrigir eventuais falhas. Mas em caso algum deve ser inibidor.

Quem me ama que me siga como sou…e me melhore com amor.

Forte abraço!

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Ainda tens dúvidas?

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Forte Abraço!

Onde Se Aprende A Profissão De Internet Marketer?

Muitos irão responder que se aprende online, como seria de esperar.

E é verdade, esta nossa profissão é ensinada inteiramente através da Internet no nosso grupo dos Lazy Millionaires.

Dezenas de salas de skype disponíveis para grupos de trabalho, um escritório virtual repleto de dicas, de formação, de ferramentas de marketing e de conteúdo para o nosso desenvolvimento pessoal.

 

Mas nós vamos mais longe!

Juntamos todas estas pessoas e uma vez por mês encontramo-nos presencialmente, conhecemos os nossos novos afiliados, tiramos dúvidas, aprendemos, partilhamos, rimos, choramos, ouvimos histórias inspiradoras e divertimo-nos imenso uns com os outros!

Este é o evento “Aula magna” da Tribo Lazy Millionaires

Deixo-te aqui abaixo um pequeno vídeo destes momentos fantásticos que passámos juntos no Domingo passado.

 

A tua vida pode mudar como a minha mudou. A única coisa que fiz foi aprender novas competências e deixar-me guiar.

Se realmente quiseres fazer algo do teu futuro e fores ensinável, tens aqui uma oportunidade única de fazeres diferente, uma oportunidade de decidires sobre o teu futuro e de veres resultados acontecerem em apenas 90 dias!

 

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3 Questões Para Mudares De vida

Tens vontade de agir sobre um dos teus problemas?

Queres levar um projeto a “bom porto”?

Tens dificuldade em passar à ação?

 

Tens que saber como criar o “clique”!

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Uma dúvida, uma objeção e hesitas…procrastinas, ou até começas mas paras logo a seguir.

Sabes no entanto que deves passa à ação para realizares esse teu objetivo.

 

O que precisas é de “um clique” para te lançares!

A passagem à ação acorda por vezes muitas resistências, receios e medos. Mas como diz o norte Americano Allan Lokos: « as tuas posses são as tuas ações ».

Logo-Ação

Através desta curta citação podes medir efetivamente a importância de “AGIR”.

Hoje quero ajudar-te a criares ou desencadeares um “clique” que pode mudar literalmente a tua vida!

Para isso vou propor-te um exercício, um exercício simples fundamentado em 3 questões.

Antes de começares vou deixar-te algumas recomendações:

– Reflete com tempo a cada questão, toma tempo para projetares, para sentires os teus arrependimentos.

– Escreve as tuas respostas num caderno ou numa folha, a caneta.

– Se as respostas não surgirem logo, não desistas, “rabisca” algumas palavras para arrancares.

– Não procures escrever frases bonitas, apenas quilo que sentes.

Vamos lá então!

 

 

 

1ª Questão: Do que posso vir a arrepender-me se não passar à ação hoje?

Nesta primeira questão deves projetares-te no futuro e olhar para trás, como que se nunca tivesses passado à ação. Deves olhar para o teu futuro como se não tivesses feito nada para mudar a tua vida.

Deves ter coisas que queres fazer na vida, descobrir, viajar, constituir uma família, montar o teu próprio negócio, voltar a estudar, dedicar-te a uma causa, etc…

Quias são os teus objetivos mais importantes, os teus sonhos?

Agora imagina…imagina que daqui a 10 anos não fizeste nada…porque nunca passaste á ação!

O que sentes? Quais são os teus arrependimentos?

Através desta primeira questão, trata-se de tomares consciência que realizares aquilo que queres para a tua vida só depende de uma coisa: Passares à ação!

Adiar a ação pode sem dúvida criar dolorosos arrependimentos para o futuro.

«Tinha vontade de mudar a minha vida, mas o meu único erro foi não me mexer!»

 

Este é um exemplo daquilo que podes vir a sentir no futuro se não agires!

Vamos então continuar a criar o “clique”? Siga…

 

 

 

2ª Questão: Quais são os projetos, sonhos e ações passadas sobre as quais não agi? Sobre as quais não coloquei ação?

Desta feita com a segunda questão podes analisar o passado. Podes fazer uma lista daquilo que não conseguiste fazer porque não agiste.
Esta reflexão pode servir para fazeres um ponto da situação. Muitas coisas que quiseste fazer no passado podem já não fazer sentido hoje, mas outras até podem ter crescido e terem-se tornado ainda mais importantes. Cabe-te a ti filtrares.

Se tens a impressão de te teres esquecido durante os anos, deixa-me dizer-te o seguinte:

– Nunca é tarde demais para passares á ação. Se agires agora evitarás arrependimentos futuros.

Qual é então o último “eixo de reflexão” que te vai permitir desencadeares um “clique” para agires?

Vou dar-te a resposta no próximo parágrafo…

 

 

 

 3ª Questão: Estarei eu satisfeito(a) a 100% com a minha situação atual?

 

Esta 3ª questão está completamente ancorada no presente. Se estiveres satisfeito(a) com a tua vida presente, ótimo!

Mas se ao contrário a tua resposta for não, a questão pertinente que te deves colocar é:

«Estarei 100% seguro que nada posso fazer para mudar?»

É impossível que a tua margem de manobra seja completamente inexistente.

Questiona-te então:

«Qual é a primeira ação simples que posso fazer para melhorar?»

Foca-te numa ação simples, uma ação possível, que possas realizar hoje ainda!

Esta primeira passagem à ação vai desencadear um processo positivo que te vai permitir avançaras progressivamente!

 

Agora a bola está do teu lado!

Mete ação!

REGISTA-TE!

O Que Fazer Com Tantas Competências?

Uma coisa é certa…enquanto muitos se debatem com o problema da falta de competências e as suas dificuldades em conseguir desenvolvê-las, o Internet Marketer tem que “puxar pela cabeça” para conseguir dar bom uso a todas aquelas que possui.
Uma coisa é certa...enquanto muitos se debatem com o problema da falta de competências e as suas dificuldades em conseguir desenvolvê-las, o Internet Marketer tem que "puxar pela cabeça" para conseguir dar bom uso a todas aquelas que possui.

 

Sendo a curva de aprendizagem relativamente pequena nesta indústria do Internet Marketing (pelo menos para quem frequenta as formações nos Lazy Millionaires com os cursos da Empower Network), o mais natural de acontecer é dominar-se em pouco tempo todas técnicas e conhecimentos para desenvolvermos a profissão de Internet Marketers como afiliados independentes da Empower Network.

 

E depois de dominar tudo isto e do meu negócio estar em piloto automático faço o quê?

 

Este é o tema debatido nesta conversa entre amigos e profissionais desta indústria que vais poder assistir no vídeo abaixo. Espero que te divirtas tanto a vê-lo como nós nos divertimos a fazê-lo 🙂