Defeitos à Mão Cheia!

Como identificar os defeitos e transformá-los em trunfos?

 

Ninguém é perfeito. Todos temos defeitos. Até aquelas pessoas que nos parecem extraordinárias. A diferença é que estas últimas aprenderam a identifica-los e a transformá-los em trunfos a seu favor.

 

Identificar os defeitos é assim uma etapa essencial para os “resolver” e transformá-los numa força a nosso favor.
Como para a identificação das qualidades, convido-te desta vez a interrogares-te sobre os teus defeitos em toda a sinceridade. Este exercício é importante, pois vai permitir-te identificares os defeitos que mais te penalizam assim como aprenderes a assumi-los.


Exercício nº 1: Identificar os defeitos com o exercício da folha branca.

Este exercício é de longe o mais potente e importante para se identificarem os defeitos. Encorajo-te a seguires escrupulosamente as 3 pequenas etapas abaixo.
Deves executar estas 3 etapas seguintes por ordem e sem as leres previamente. Este exercício vai apenas tomar 5 a 10 minutos do teu tempo. Os resultados são imediatos e podem desencadear em ti mudanças importantes. Não o faças “em cima do joelho”.

 

Aqui ficam as 3 etapas deste primeiro exercício:
– Desenha numa folha branca um quadro com duas colunas
– Escreve na coluna da esquerda o nome das 5 pessoas que menos gostas

– Para cada pessoa, lista na coluna da direita, aquele que aches ser o maior defeito dessa pessoa.

Efetuaste as 3 etapas?

 

Volto novamente a insistir, não faças este exercício “em cima do joelho”, pois o resultado é muito importante e se conheces a solução antes de fazeres o exercício, este perderá a sua utilidade.

 

 

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Solução do exercício:

Vais dizer-me que estes defeitos dizem respeito apenas à pessoa em questão e não a ti.

Vou dizer-te uma coisa: Todos nós temos tendência para nos projetarmos. Os defeitos que identificaste nas pessoas são os teus próprios defeitos. Este exercício permite fazer sobressair instantaneamente alguns defeitos que inconscientemente nos recusamos a admitir.

Surpreendente não?

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Convido-te de seguida a continuares a descoberta dos teus defeitos com um segundo exercício. Este vai-te permitir completar e/ou reforçar os defeitos que identificaste no primeiro exercício.

Exercício nº 2: Identificar os defeitos através da experiência própria.

 

Faz uma lista de 5 projetos ou ações que não correram da forma que tinhas pensado ou que nem sequer chegaram a ser concluídos.

Seguidamente, procura identificar o denominador comum entre estas experiências que não funcionaram. Retira da equação todas as circunstâncias exteriores a ti e questiona-te sobre qual dos teus defeitos (ou quais), pode ter-te penalizado na tua vida pessoal ou profissional e induzido um resultado negativo.

Consegues encontrar esse elemento nos defeitos que identificaste previamente?

 

Exercício nº 3: Identificar os defeitos através do olhar dos outros.

Este terceiro exercício consiste em interrogar pessoas do teu meio acerca dos teus defeitos e de obter um feedback.
Aqui o exercício pode ser mais delicado do que foi para as qualidades. Terás de encontrar pessoas que não tenham receio de te dizer a verdade. Do teu lado, tens que estar pronto(a) a receber esse feedback, lembra-te que não há nada melhor neste mundo do que a honestidade, não te podes sentir “ferido”, considera antes que podes assim obter um meio suplementar para identificares os teus defeitos e de trabalhares em ti para os “resolver”.

Não hesites em perguntar às pessoas que te deem exemplos que ilustrem a sua afirmação, ou a experiência pode ser algo desconfortável e difícil de aceitar.

Agora que identificaste uma série de defeitos, o que fazer? Eliminá-los? Nada disso!

Eles fazem parte da tua personalidade. Vais aprender a viver com eles, a conhecê-los e a não agires sobre eles.

 
Etapa 1: Aceitar os defeitos

Já fizeste uma grande parte do trabalho identificando os teus defeitos. Identificar os nossos próprios defeitos é acedermos a uma tomada de consciência sobre nós mesmos e sobre os impactos que estes defeitos podem trazer á nossa vida e/ou projetos.

A aceitação é essencial, pois sem ela não se podem “trabalhar” os defeitos.

Faz uma pausa e reconhece conscientemente que esses defeitos fazem parte de ti.

Etapa 2: Compreender o interesse de infletir os defeitos.

Agora sabes quais os defeitos que te podem penalizar ou irritar os outros. A partir daqui podes literalmente apontar para aqueles que queres trabalhar, atenuar ou até mesmo transformar.

Começa por selecionar aquele que consideras ser o teu maior defeito e deixa simplesmente de agir sobre ele, controla-o, mostra-lhe quem manda! Estarás a fazê-lo por ti mas igualmente para melhorares as tuas relações com os outros.

 
Etapa 3: Domar os defeitos

Agora que conheces os teus defeitos e que vais modificar o teu comportamento, deves fazê-lo eficazmente e para isso deves:

Apoiar-te nas tuas qualidades!

Para cada ação que faças, contrabalança o teu defeito com as tuas qualidades e forças que identificaste no artigo precedente. Coloca essas qualidades em evidência, age sobre elas e como por milagre, o defeito passará para segundo plano.

 

Adapta as tuas atividades

Um defeito pode igualmente transformar-se em força, quando adaptamos as nossas atividades. Para algumas atividades, uma determinada forma de agir pode ser um defeito, enquanto que para outras pode ser uma qualidade.

É uma questão de perspetiva!

Exemplo: És uma pessoa desordenada, as tuas ideias disparam em todos os sentidos. Se trabalhares em equipa e és o responsável pela execução do projeto, corres o risco das coisas não correrem pelo melhor.

Mas se ao contrário, o teu papel na equipa, for trazeres valor criativo, irás trazer uma multitude de ideias a explorar e serás um trunfo enorme para os teus colegas.

Estas pequenas mudanças ajudar-te-ão a melhor te posicionares em função dos teus defeitos e qualidades.

A bola está agora no te campo!

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Forte Abraço 🙂

Qualidades à Mão Cheia!

Como Identificares as Tuas Qualidades e Desenvolvê-las?

 

 

Se tivesses que desenhar o teu retrato descrevendo as tuas qualidades, quais seriam elas?

 

Identificar as nossas qualidades pode averiguar-se um exercício que gera algum desconforto.

Porquê?

 

Porque para algumas pessoas é simplesmente difícil valorizarem-se, afirmarem-se perante os outros e “saírem do lote”. Também pode ser devido à falta de autoconfiança, excesso de modéstia, ou simplesmente ter receio e achar que é arrogância.

No entanto todos nós temos qualidades…muitas mais até do que aquilo que por vezes possamos pensar.

Tal como para as competências, é importante identificares as qualidades para melhor te conheceres, apoiares-te nas tuas forças e trunfos, para levares a bom porto os teus projetos e desenvolver relações com os outros.

Dá-me vontade de dizer: Afirmar as qualidades é uma qualidade 🙂


Não te subestimes nunca!

 

Para identificar as tuas qualidades deves fazer um trabalho de introspeção.
Não te vou propor uma lista de qualidade na qual possas escolher, como se estivesses a jogar à “bisca”, acho que seria boicotar o exercício. De facto, temos tendência, seja a subestimar e então identificar qualidades que estão abaixo daquelas que temos, ou ao contrário a sobrevalorizar e a identificar qualidades que na realidade não possuímos, para termos uma melhor imagem de nós mesmos.

 

Para te avaliares à tua justa medida, com honestidade e sinceridade, vou propor-te dois eixos de introspeção para identificares as tuas qualidades.

O primeiro repousa sobre as tuas próprias experiências, o segundo sob um olhar exterior dos teus amigos e dos teus próximos.

 

Lembra-te que o resultado deste exercício é para ti e somente para ti.

 

Eixo nº 1: Identificar as tuas qualidades através das tuas próprias conquistas.

Eis duas grandes questões às quais vais poder responder para identificares as tuas diferentes qualidades.

Pensa bem nas diferentes áreas da tua vida, grandes momentos, ou coisas mais pequenas.
Momentos em que fizeste uso de qualidades racionais, intelectuais, físicas ou até morais.

Questão nº1: Quais as tuas principais conquistas ou feitos e quais foram as qualidades sob as quais tiveste que agir para lá chegares?

Questão nº2: Quais os desafios que ultrapassaste e quais as qualidades de que te serviste para conseguires?

 
Eixo nº2: Identificar as tuas qualidades com ajuda e feedback dos outros.

 


O interesse em perguntares por um feedback a pessoas do teu circulo é de teres á tua disposição um olhar exterior, sem filtros, algo que tu não vês e que só é percetível pelos outros, o teu “eu cego”.

Desta forma não corres o risco de uma desvalorização ou sobrevalorização das tuas qualidades.

 
Interroga pessoas que te são realmente próximas, que conheces bem e que sabes que vão ter sobre ti um olhar honesto e sincero.

 
Pergunta-lhes o que pensam espontaneamente de ti, que tipo de pessoa pensam que és, como te vêm, que qualidades te atribuem.

 
Se alguém tivessem que contar contigo a 100% para resolver alguma situação, o que seria?

Através destas diferentes questões, colocaste em evidência qualidades que certamente foram surgindo múltiplas vezes. Podes assim elaborar o teu retrato resumindo as tuas qualidades sob a forma de frase: « sou organizado, confiável, corajoso, etc. ». Tens assim de alguma forma o teu slogan, a tua imagem de marca que te posiciona em relação a ti próprio e aos outros.

 

Para além das tuas atuais qualidades, talvez tenhas vontade de desenvolver algumas outras. Eis algumas etapas que podes seguir para ires ainda mais longe e melhorares a médio e longo prazo:

 

 

emails

 

 
As 4 etapas para transpores as tuas qualidades no seio dos teus projetos e desejos.

 

Etapa nº1: Identificar as qualidades a desenvolver

 

 

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Para isto, pega num caderno e começa a escrever. Lista 3 pessoas que admiras muito e associa as qualidades que mais gostas neles.

 

Este exercício é pura magia, revela com 100% de precisão as qualidades que queres alcançar. Através das pessoas que admiras, projetas-te em direção às suas próprias qualidades, aquelas que desejas para ti, sem mesmo teres consciência disso.

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Como?

 

Segue a segunda etapa…

 

 

Etapa nº2: Lança-te pequenos desafios para agires sobre as tuas qualidades

 

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As tuas qualidades só evoluem com o tempo e com o tempo vem a experiência. Com aquilo que fazes em concreto. Pode demorar mais ou menos. Para encurtar este período podes lançar-te pequenos desafios em relação às qualidades que queres desenvolver.

 

Por exemplo, se desejas ser mais aberto e menos introvertido. Aceita o desafio de falares com desconhecidos, de os abordares, seja com um elogio ou com algo que aches que tenham em comum contigo.

 

Ou ainda, se tens dificuldade em falar em público e te queres tornar num orador exímio, desafia-te a seres sempre aquele que representa os outros, aquele que fala pelo grupo, aquele que se “chega à frente” quando é preciso dar voz.

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Etapa nº3: Integrar as qualidades nos teus projetos

 

[fancy_box id=1]Nesta terceira etapa, trata-se de aprofundar o desenvolvimento de uma qualidade e de a integrar no fio condutor dos teus projetos. Não hesites em utilizar a visualização positiva. Fazer prova de uma vontade férrea e de perseverança para que ela fique “ancorada” em ti e te sirva no teu projeto.[/fancy_box]

 

 

Etapa nº4: Avaliar como essas qualidades de ajudaram a ter mais resultados

 

[fancy_box id=1]Finalmente, quando o teu projeto atingir uma primeira etapa importante, faz o balanço e procura perceber se conseguiste efetivamente sair da tua zona de conforto e como podes ainda melhorar.[/fancy_box]

A bola agora está no teu campo!

Identificaste as tuas qualidades? Sabes que qualidades deves desenvolver?

Deixa nos comentários:

-Quais as dificuldades que tiveste em encontrar as tuas qualidades?
-Como os outros te ajudaram no exercício de identificação das tuas qualidades?
-Como vais colocar em prática as qualidades que desejas desenvolver?
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