O Samurai e o Monge

 

“Ninguém recebe sapiência, é preciso descobri-la por si próprio”
– Marcel Proust

 

Um dia um samurai foi ver um monge e disse-lhe:

– Monge, ensina-me coisas sobre o céu e o inferno.

O monge levantou os olhos em direção ao enorme samurai e respondeu:

– Ensinar-te a ti sobre o céu e o inferno? Deves achar-te alguém de extraordinário, estás sujo, cheiras mal, o teu sabre está ferrugento. Quem é que poderia contratar um samurai como tu? És repugnante e tolo, vai-te embora daqui!

Os músculos do pescoço do samurai crisparam-se e as suas veias quase que rebentam de raiva, o samurai num gesto rápido e preciso saca do seu sabre para matar o monge.

No mesmo instante em que o samurai se prepara para separar a cabeça do corpo do monge, este olha para o samurai e diz-lhe:

– Isto é o inferno

O samurai compreendeu então que o monge quase sacrificou a sua vida para lhe dar este ensinamento, ficou de tal forma impressionado pela coragem e compaixão que o monge acabara de fazer prova, que guardou o seu sabre e se curvou perante este em sinal de respeito e apreciação pelo magnífico gesto do monge e disse:

– Nem acredito no que acabaste de fazer, arriscaste a tua vida para me ensinares.

O monge respondeu-lhe:

E isto é o céu.

BAM! Mais Uma Pedrada da Vida

Que o medo ceda à doce lentidão do elenco da vida que nutre a tua carne.
Danis Bois

 

Um jovem e talentoso homem de negócios, passeava-se no seu novo Jaguar num bairro tranquilo. Ia um pouco depressa demais, quando de repente…

 

 

Uma pedra pulverizou-se literalmente contra a porta do condutor.

Depois de uma travagem brusca, o carro recuou até onde a pedra tinha sido lançada e completamente enraivecido, o homem salta do carro e apanhou a primeira criança que viu.

Porque fizeste isso? Sabes quanto vou ter que pagar por esta porta?

O jovem derreteu-se em desculpas e com as lágrimas a correrem-lhe pelo rosto apontou para o chão entre dois carros estacionados e disse:

– Por favor senhor, peço imensas desculpas mas não sabia o que fazer. Mandei a pedra porque ninguém parava…aquele é o meu irmão, deitado no chão. Caiu da sua cadeira de rodas e eu não tenho forças para o sentar de novo. Pode ajudar-me a coloca-lo de novo na sua cadeira de rodas?

Comovido e sem palavras, o condutor apressou-se em ajudar o jovem que ali estava deitado no chão. Pegou no seu lenço e limpou as feridas do jovem, ensopando os arranhões que tinha feito ao cair da cadeira.

– Obrigado e que Deus o abençoe, disse o irmão que tinha atirado a pedra.

 

Demasiado comovido para poder dizer fosse o que fosse, o homem observou simplesmente a criança, que empurrava a cadeira de rodas do irmão, até ao fim da rua.

 

 

Entrou lentamente no seu jaguar. Os danos na porta eram muito aparentes mas o homem decidiu não mandar arranjar a porta. Deixou-a estar tal e qual como estava, a fim de se lembrar desta mensagem:

 

Não passes a vida a correr, de tal forma a que alguém tenha que te mandar uma pedra para ter a tua atenção!

 

A vida murmura às nossas almas e fala ao nosso coração, por vezes não temos tempo de a ouvir…então ela encarrega-se de nos mandar pedras.

 

A escolha é nossa…ou ouvimos a vida…ou não.

 

E tu? Ouves a vida? Estás atento às oportunidades que ela te dá?

 

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Forte Abraço!

O Que Te Disseram De Ti?

Se ninguém me tivesse dito quem eu sou, quem seria eu?
– Wayne Dyer

 

 

Que tenhamos ou não consciência disso, somos todos, aquilo que os nossos pais, o nosso meio e a nossa cultura fizeram de nós. Mesmo aqueles que se rebelaram contra, acabaram afinal por se posicionarem em relação a estas referências, pois foi contra estas que o fizeram.

 

Consegues lembrar-te? O que te disseram de ti?

Raros são aqueles que conseguiram sair totalmente ou completamente do quadro. Porque raros são aqueles que se permitem verdadeiramente ouvir-se, para escutar e seguir aquela pequena voz que vem de dentro, a voz do guia interior.

 

É tão mais fácil seguir um rumo já traçado, continuar numa via que nos é familiar, por mais desconfortável que seja.

E depois «Mas quem é que eu sou para querer “brilhar” assim? O que vão dizer aqueles que me são próximos? Que pensarão as pessoas de mim?»

 

No entanto, a nossa verdade presente, não é de todo aquilo que fizemos até hoje, mas sim aquilo a que nos sentimos compelidos a fazer, aquilo em que nos vamos transformar…essa é a nossa realidade.

 

A cada novo dia surge uma oportunidade de nos renovarmos, de nos reinventarmos. Nada nos obriga a impregnar o nosso presente e o nosso futuro daquilo que foi o nosso passado (estaria bem arranjado se o fizesse).

Podemos transformarmo-nos naquilo que quisermos desde que nos permitamos fazê-lo.

 

Escuta o que sentes profundamente, sem receares tomares-te por quem não és, por outro que tu, olha-te diferentemente, transforma-te…Esse «outro» és tu!

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Defeitos à Mão Cheia!

Como identificar os defeitos e transformá-los em trunfos?

 

Ninguém é perfeito. Todos temos defeitos. Até aquelas pessoas que nos parecem extraordinárias. A diferença é que estas últimas aprenderam a identifica-los e a transformá-los em trunfos a seu favor.

 

Identificar os defeitos é assim uma etapa essencial para os “resolver” e transformá-los numa força a nosso favor.
Como para a identificação das qualidades, convido-te desta vez a interrogares-te sobre os teus defeitos em toda a sinceridade. Este exercício é importante, pois vai permitir-te identificares os defeitos que mais te penalizam assim como aprenderes a assumi-los.


Exercício nº 1: Identificar os defeitos com o exercício da folha branca.

Este exercício é de longe o mais potente e importante para se identificarem os defeitos. Encorajo-te a seguires escrupulosamente as 3 pequenas etapas abaixo.
Deves executar estas 3 etapas seguintes por ordem e sem as leres previamente. Este exercício vai apenas tomar 5 a 10 minutos do teu tempo. Os resultados são imediatos e podem desencadear em ti mudanças importantes. Não o faças “em cima do joelho”.

 

Aqui ficam as 3 etapas deste primeiro exercício:
– Desenha numa folha branca um quadro com duas colunas
– Escreve na coluna da esquerda o nome das 5 pessoas que menos gostas

– Para cada pessoa, lista na coluna da direita, aquele que aches ser o maior defeito dessa pessoa.

Efetuaste as 3 etapas?

 

Volto novamente a insistir, não faças este exercício “em cima do joelho”, pois o resultado é muito importante e se conheces a solução antes de fazeres o exercício, este perderá a sua utilidade.

 

 

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Solução do exercício:

Vais dizer-me que estes defeitos dizem respeito apenas à pessoa em questão e não a ti.

Vou dizer-te uma coisa: Todos nós temos tendência para nos projetarmos. Os defeitos que identificaste nas pessoas são os teus próprios defeitos. Este exercício permite fazer sobressair instantaneamente alguns defeitos que inconscientemente nos recusamos a admitir.

Surpreendente não?

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Convido-te de seguida a continuares a descoberta dos teus defeitos com um segundo exercício. Este vai-te permitir completar e/ou reforçar os defeitos que identificaste no primeiro exercício.

Exercício nº 2: Identificar os defeitos através da experiência própria.

 

Faz uma lista de 5 projetos ou ações que não correram da forma que tinhas pensado ou que nem sequer chegaram a ser concluídos.

Seguidamente, procura identificar o denominador comum entre estas experiências que não funcionaram. Retira da equação todas as circunstâncias exteriores a ti e questiona-te sobre qual dos teus defeitos (ou quais), pode ter-te penalizado na tua vida pessoal ou profissional e induzido um resultado negativo.

Consegues encontrar esse elemento nos defeitos que identificaste previamente?

 

Exercício nº 3: Identificar os defeitos através do olhar dos outros.

Este terceiro exercício consiste em interrogar pessoas do teu meio acerca dos teus defeitos e de obter um feedback.
Aqui o exercício pode ser mais delicado do que foi para as qualidades. Terás de encontrar pessoas que não tenham receio de te dizer a verdade. Do teu lado, tens que estar pronto(a) a receber esse feedback, lembra-te que não há nada melhor neste mundo do que a honestidade, não te podes sentir “ferido”, considera antes que podes assim obter um meio suplementar para identificares os teus defeitos e de trabalhares em ti para os “resolver”.

Não hesites em perguntar às pessoas que te deem exemplos que ilustrem a sua afirmação, ou a experiência pode ser algo desconfortável e difícil de aceitar.

Agora que identificaste uma série de defeitos, o que fazer? Eliminá-los? Nada disso!

Eles fazem parte da tua personalidade. Vais aprender a viver com eles, a conhecê-los e a não agires sobre eles.

 
Etapa 1: Aceitar os defeitos

Já fizeste uma grande parte do trabalho identificando os teus defeitos. Identificar os nossos próprios defeitos é acedermos a uma tomada de consciência sobre nós mesmos e sobre os impactos que estes defeitos podem trazer á nossa vida e/ou projetos.

A aceitação é essencial, pois sem ela não se podem “trabalhar” os defeitos.

Faz uma pausa e reconhece conscientemente que esses defeitos fazem parte de ti.

Etapa 2: Compreender o interesse de infletir os defeitos.

Agora sabes quais os defeitos que te podem penalizar ou irritar os outros. A partir daqui podes literalmente apontar para aqueles que queres trabalhar, atenuar ou até mesmo transformar.

Começa por selecionar aquele que consideras ser o teu maior defeito e deixa simplesmente de agir sobre ele, controla-o, mostra-lhe quem manda! Estarás a fazê-lo por ti mas igualmente para melhorares as tuas relações com os outros.

 
Etapa 3: Domar os defeitos

Agora que conheces os teus defeitos e que vais modificar o teu comportamento, deves fazê-lo eficazmente e para isso deves:

Apoiar-te nas tuas qualidades!

Para cada ação que faças, contrabalança o teu defeito com as tuas qualidades e forças que identificaste no artigo precedente. Coloca essas qualidades em evidência, age sobre elas e como por milagre, o defeito passará para segundo plano.

 

Adapta as tuas atividades

Um defeito pode igualmente transformar-se em força, quando adaptamos as nossas atividades. Para algumas atividades, uma determinada forma de agir pode ser um defeito, enquanto que para outras pode ser uma qualidade.

É uma questão de perspetiva!

Exemplo: És uma pessoa desordenada, as tuas ideias disparam em todos os sentidos. Se trabalhares em equipa e és o responsável pela execução do projeto, corres o risco das coisas não correrem pelo melhor.

Mas se ao contrário, o teu papel na equipa, for trazeres valor criativo, irás trazer uma multitude de ideias a explorar e serás um trunfo enorme para os teus colegas.

Estas pequenas mudanças ajudar-te-ão a melhor te posicionares em função dos teus defeitos e qualidades.

A bola está agora no te campo!

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Forte Abraço 🙂

Conheces As Tuas Próprias Competências?

Como Fazer O Inventário das Tuas Competências

 

Para fazeres o inventário das tuas competências deves seguir 4 eixos de reflexão.

 

Geralmente ouvimos falar do inventário das competências, quando se trata de evoluir na carreira, mudar de profissão ou reorientar-se profissionalmente.

Contudo, a noção de competência em si, não se limita às tarefas realizadas no quadro do trabalho. A noção de competência é bem mais ampla do que isso.

 


Diariamente e em permanência, todos nós mobilizamos no nosso quotidiano, numerosas competências, sem mesmo nos apercebermos disso.
Acredita! Sabes fazer muitas coisas que os outros não sabem!

 

Achas que todos sabem de bricolage, organizar um evento ou até uma viagem?…Sabem fazê-lo porque é fácil para ti?

 

As competências que mobilizamos numa base diária, são a nossa força distintiva. Um trunfo do qual podemos tirar proveito e até monetizá-lo. Daí a importância de bem o identificarmos, através de um inventário de competências.

 

 

Porque deves fazer um inventário de competências?

 

 

Hoje proponho-te fazeres o ponto da situação das tuas competências a fim de:

 

 

– Tomares consciência de que a soma dos teus conhecimentos e competências é muito mais extensa, do que aquilo a que és levado(a) a creditar no quotidiano.

 

– Tomares consciência do conjunto de competências que podes mobilizar, mas que não utilizas forçosamente. De facto, o meio no qual evoluímos, determina muitas vezes as competências que mobilizamos. Limita-nos. Mas tu és muito mais do que isso!

 

 – Aumentares a tua autoconfiança através do autoconhecimento e da “força dos teus trunfos”. Isto vai permitir que te afirmes e que ouses empreender projetos que realmente queres para ti.

 

– Vais conseguir fazer o balanço das tuas competências, desenvolvendo uma visão que engloba o conjunto dos aspetos da tua vida.

 

 

Este exercício vai permitir que faças uma reflexão sobre o teu “know-how” e competências adquiridas ao longo do tempo ou transmitidas pelos teus próximos.

 

 

Estás pronto(a)? Comecemos então.

 

Pega em várias folhas de papel ou num caderno (eu gosto daqueles de capas duras), para listares todas as competências em função das categorias que te vou indicar nos parágrafos seguintes.

 

[fancy_box id=1]Convido-te a “cavares” em profundidade, não te limites aquelas competências que parecem mais evidentes. Faz apelo às tuas memórias e a situações concretas, onde consigas identificar que foi naquele ponto que adquiriste aquele saber ou aquela competência.[/fancy_box]

 

Primeiro eixo do inventário das competências.


As competências adquiridas no quadro escolar.

 

O primeiro eixo é tradicional e assenta na aprendizagem escolar e nos diplomas e “canudos” que obtiveste.
Que competências retiras dos teus estudos?
Algumas competências são específicas e ligadas às áreas que estudaste (competências técnicas).

 

Outras são ao contrário, mais generalistas e mobilizáveis em circunstâncias muito diferentes (competências transversais).

 

Pensa naquelas atividades que fizeste que eram extra escolares, aquelas que te permitiram adquirires competências complementares (atividades associativas, organização de eventos culturais, desporto, explicações ou apoios de qualquer espécie, ocupação de tempos livres, etc…)

 

Para te dar um exemplo, no meu caso foi o Judo, o Xadrez, a Música e a Leitura.
Mas o teu inventário de competências não se limita apenas a isto…

 

 

Segundo eixo do inventário das competências.
As competências anexas á tua profissão

 

No teu emprego, profissão ou trabalho, mobilizas um determinado número de competências técnicas próprias inerentes ao teu posto de trabalho.
Já paraste para pensares em todas as atividades que realizas para além daquelas que foste contratado?
Gostaria que dirigisses a tua procura pelas tuas competências, para todas estas atividades anexas.
emails

 

 

 

Dou-te alguns exemplos:

Um fulano que trabalha num gabinete como ajudante de contabilista ou estagiário. Pode acontecer-lhe que fique momentaneamente responsável por atender e redirecionar as chamadas telefónicas da empresa enquanto a colega se ausentou.

Para além de estar a aprender e a adquirir as competências de contabilista ou técnico oficial de contas, esta pessoa possui competências de comunicação oral e de relações com clientes.
Um técnico assalariado de uma pequena empresa. Quando o chefe se ausenta por razões pessoais ou por causa de uma deslocação necessária á empresa, este pode ver-se na necessidade de gerir a atividade, de responder e orientar os colegas, etc. Sem se aperceber está assim a desenvolver competências de liderança.

 

Pensa em tudo aquilo que fazes para além da tua função oficial no teu local de trabalho.
O teu grau académico e a tua profissão podem revelar algo sobre ti, mas o balanço das tuas competências é muito mais do que isso!

 

Terceiro eixo do inventário das competências.

 

As tuas competências adquiridas no exercício das tuas paixões e atividades pessoais

 


Gostas de cozinhar, pintar ou entreter-te na horta?

Todas as tuas atividades pessoais permitem-te também, desenvolveres competências. Se se tratar de uma paixão, aposto até que adquiriste grandes competências no assunto!
Podes não ter esta consciência, mas se fores tesoureiro de uma associação e que todos os anos apresentas as contas a uma assembleia geral, estás a mobilizar competências em comunicação oral.
Se gostas de jardinar na horta, se preparas as tuas sementeiras e calculas os períodos de colheita, estás a mobilizar competências organizacionais.

 

 

Pode parecer óbvio para ti, porque talvez os teus pais, ou os teus avós já jardinavam e te mostraram como fazer. Mas no entanto a tua capacidade de organização é preciosa e permite-te a cada ano que possas desenvolver a tua horta.

 

Aqui normalmente começamos a estar bem avançados nesta reflexão.

 

Mas será que acabámos?

 

Não  🙂

 

Quarto eixo do inventário das competências.

As competências pelas quais és reconhecido(a)

 

As pessoas lembram-se de ti porque sabem que és tu que dominas a informática, que tens “mão” para a culinária, que sabes preencher todo o tipo de documentos administrativos, que és bom ouvinte, que sabes exprimir uma ideia, etc…

 

No entanto, não é a tua paixão, nem a tua profissão.

 

Reflete acerca daquelas pessoas à tua volta que mais te solicitam, interroga-te sobre o valor que lhes dás pelas tuas competências.

 

No final deste exercício terás 4 listas. Reagrupa todas as competências que identificaste a fim de constituíres o teu portfolio.

 

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Este inventário vai permitir-te falares das tuas competências aquando de uma procura de emprego, quando quiseres mudar de profissão, quando fores escrever o teu currículo. Fará certamente uma diferença enorme em relação a outro candidato que se tenha contentado em listar as suas experiências profissionais e académicas sem ter feito este exercício.

Poderá até mesmo servires-te deste inventário quando duvidares de ti mesmo!

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A título pessoal, a identificação de todas as tuas competências é uma ferramenta igualmente preciosa para dares um passo atrás, tomares balanço e fazeres o ponto da situação. Vais sentir-te bem mais confiante para poderes empreender os teus projetos.

 

Não hesites em refazer periodicamente este inventário a fim de colocares em dia o teu portfolio de competências e perceberes a tua própria evolução.

 

Gostaste deste artigo? Foi de alguma forma útil para ti?

 

Não hesites em partilhá-lo nas redes sociais e/ou a deixar o teu comentário mais abaixo  🙂 

 

Forte Abraço

 

Olivier Correia

 

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Partidas da Vida ou Partidas da Mente?

Em determinados momentos sentimos que a vida nos prega partidos e parece que os alicerces de tudo o que valorizávamos em nosso redor começam a ruir. O próprio brilho do sol parece perder intensidade, as cores das flores já não vibram da mesma forma e tudo parece mais soturno e deprimente.

 

 

Mas será que já paraste para pensar se é realmente a vida que te prega partidas ou se somos nós, com os nossos comportamentos e atitudes que transformamos acontecimentos comuns em algo mais pesado?

 

Esta é uma questão importante e crucial para que possas lidar melhor com os percalços negativos que vão surgindo ao longo do teu quotidiano. Deves deixar de acreditar que todas as derrotas que sofres resultam de um alinhamento cósmico que serve apenas para te prejudicar.

 

O universo não está nem aí!

 

E se a responsabilidade da espiral negativa em que por vezes te encontras for apenas e só da tua responsabilidade, ou melhor da forma como lidas com os obstáculos que vão aparecendo na tua vida?

 

 

Muda a Tua Forma de Lidar Com Os Acontecimentos Negativos

 

 

Ao longo da tua vida pessoal e profissional vais deparar-te com acontecimentos negativos. Isso é algo inevitável, que faz parte da própria existência humana.

 

Irás ter que lidar com a morte de pessoas que te são próximas, com separações e com frustrações profissionais.

 

Mas será que estas situações expressam realmente algo sobre ti e sobre o mundo que te rodeia?

 

A maioria das pessoas acredita piamente que os acontecimentos são responsáveis pelas nossas emoções, que sentimentos como medo, alegria ou tristeza dependem apenas daquilo que nos acontece.

 

Se isto fosse verdade, então não teríamos verdadeiramente controlo sobre as nossas emoções e o conceito de inteligência emocional não faria qualquer sentido.


Para descomplicar um pouco, aquilo que estou a afirmar é que não são os acontecimentos que nos despertam determinadas emoções, mas sim aquilo que pensamos sobre os acontecimentos.

 

E será que esta ideia também se pode aplicar aos acontecimentos mais negativos? Por mais incrível que pareça, a resposta é sim.

 

Até os acontecimentos mais dramáticos e a sua capacidade de interferir com a nossa vida dependem apenas e só do significado que lhes atribuímos e de como os interpretamos.

 

 

As Pessoas Reagem Diferente Perante Acontecimentos Semelhantes

 

Isto explica-nos porque, perante situações semelhantes, as pessoas podem reagir de forma completamente diferentes.

 

Vou ilustrar com um exemplo:

Imagina que numa ida ao restaurante te cruzas com dois antigos colegas de trabalho com quem tinhas uma relação perfeitamente normal e quando te despedes deles, ficas com a impressão de que passaste a ser o tema de conversa entre eles.

Algumas pessoas vão sentir-se desconfortáveis nesta situação e vão acreditar, quase de forma automática, que os seus antigos colegas ficaram a proferir coisas negativas a seu respeito. Talvez tenham ficado a falar daquele erro grave que cometeram um dia. Ou talvez, nunca tenham gostado realmente delas e estejam agora a demonstrar isso mesmo.

Contudo, outras pessoas vão reagir com naturalidade à impressão com que ficaram e vão ficar a pensar que os antigos colegas gostaram de encontrá-las e que por isso ficaram a dizer coisas agradáveis a seu respeito.

 

Tudo depende da perspetiva e da forma como se queira encarar cada acontecimento. Aquilo que nos acontece no nosso quotidiano não tem que condicionar de forma permanente a nossa existência.

 

 

És tu que decides qual a verdadeira importância que cada acontecimento tem na tua vida.

 

 

Agora diz-me uma coisa,

 

Como te sentes em relação a fazeres parte de um projeto que pode mudar a tua vida para sempre?

Como te sentirias se, por tomares hoje mesmo a decisão de te registares aqui, mudasses por completo a tua qualidade de vida e situação económica?

 

Pensa naquilo que vais sentir quando fores livre!

 

 

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Pensa Como Um Rico Para Viveres Como Um Rico

Napoleon Hill, um dos mestres do desenvolvimento pessoal, escreveu um dia:

 

Já foi retirado mais ouro da mente do homem do que alguma vez poderá ser retirado do interior da terra.

 

Esta é uma das frases mais pragmáticas que demonstra a capacidade de realização humana.

 

Ao longo das eras, o homem tem procurado em seu redor os meios, as ideias, os mecanismos e até os segredos que possam conduzi-lo à prosperidade e riqueza. Contudo, a resposta para uma maior riqueza e realização pessoal encontra-se não no exterior, mas sim dentro de cada um de nós.

 

O caminho para a prosperidade não deve ser alicerçado apenas na ambição. O foco deve ser sempre a aquisição de conhecimento e o enriquecimento mental. Esta é a principal base para a construção da riqueza.

 

 

 

 

 

Nunca Menosprezes O Poder do Pensamento

 

 

São famosos os exemplos de pessoas que, contra todas as expectativas, conseguiram alcançar a riqueza. Apesar de terem crescido em ambientes pobres e de não terem tido acesso a condições privilegiadas, estas pessoas conseguiram construir impérios.

 

Mas será que que estas pessoas começaram com “nada”?

 

 

Não! Todos os exemplos de sucesso que possamos analisar começaram com algo em comum, o poder do pensamento e um mindset inabalável.

 

Nesta situação podemos definir “pensamento” como a união da imaginação, desejo e força de vontade. A força deste pensamento é essencial na construção de um caminho bem delineado rumo ao sucesso.

 

O pensamento pode conduzir à concretização de objetivos simples, como viagens ou a compra bens materiais, mas também pode levar ao alcance de resultados de outra grandiosidade.

 

 

Esta ideia pode ser facilmente reforçada através de exemplos concretos, tanto do passado como do presente.

 

Pensemos, por exemplo, no extraordinário inventor que foi Thomas A. Edison. De estudante problemático que acabou por fazer quase toda a sua educação em casa sob a tutela da sua mãe, Edison transformou-se num dos mais bem-sucedidos inventores e empresários da história.

 

 

Durante a sua vida, Thomas Edison registrou um total de 2.332 patentes e contribuiu de forma decisiva para o progresso da humanidade através de invenções como a lâmpada elétrica incandescente, o cinescópio, o gramofone, o dictafone.

 

Toda a sua vida foi pautada pela procura de novos conhecimentos e pelo desenvolvimento de novas ideias. Como resultado, além da imensa riqueza que acumulou, Thomas Edison conquistou um lugar na história.

 

Dos nossos tempos, podemos falar de Steve Jobs, um dos fundadores da Apple que conseguiu mudar por completo a realidade de seis indústrias diferentes: computadores, música, telefones, tablets, filmes de animação e conteúdo digital.

 

 

Tal como Thomas A. Edison, também Steve Jobs conquistou um papel especial na história devido à sua capacidade constante de inovar e de procurar oportunidades em novas áreas.

 

 

Ambos não cruzaram os braços após conquistarem a fama e a fortuna. A valorização do pensamento e da necessidade de continuar a inovar são aspetos que marcam a personalidade destes dois grandes nomes.

 

 

 

A Prosperidade Não Depende Apenas da Sorte

 

 

Após estes exemplos, certamente que não acreditarás que a prosperidade depende da sorte.

 

 

Muitas pessoas justificam as dificuldades que atravessam e a incapacidade que demonstram em obter sucesso por “falta de sorte”. Estas pessoas acreditam em coisas como “tudo teria sido diferente se tivesse nascido numa família rica”, ou que “um dia vou ganhar a lotaria e ser imensamente rico”.

 

Esta mentalidade acaba por conduzir à descrença e à infelicidade e por conseguinte, é um obstáculo que deve ser ultrapassado.

 

O sucesso e a prosperidade de cada pessoa residente no seu interior, na sua capacidade de pensar mais além e na sua perseverança.

 

Inspira-te nos exemplos de quem ousou pensar à frente do seu tempo e obtém o sucesso que ambicionas.

 

 

Isto é válido para qualquer área das nossas vidas!

 

Por isso se estás neste blog porque de alguma forma te interessaste em trabalhar a partir de casa, ou adquirir competências numa área de futuro, deves seguir instruções de quem já tem provas dadas nesta indústria.

 

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Forte abraço!

As 3 Super Dicas Para O Sucesso

Todos nós queremos ser bem-sucedidos e desfrutar das nossas vidas, mas infelizmente isso não acontece com todos.

 

A maioria das pessoas querem ser vencedores, mas, muitos permanecem no mesmo lugar. E perguntam-se qual é o segredo para o crescimento pessoal? Existe alguma fórmula para se ter sucesso na vida? Qual é a chave para esta realidade?

 

A fórmula mágica para o sucesso não existe. O Sucesso e o crescimento pessoal são uma soma de metas e ações estratégicas para alcançar essas metas.

 

 

O sucesso não é uma possibilidade, é uma escolha.

 

 

Aqui ficam 3 dicas práticas para alcançares o sucesso através do crescimento pessoal:

 

  1. Pensamento positivo. Captura e elimina os pensamentos negativos. Estes pensamentos negativos impedem-te de alcançares os teus objetivos, a felicidade e o sucesso. Se estás constantemente a pensar sobre aquilo que não tens em vez de pensares sobre aquilo que queres muito, há uma forte probabilidade de que isso influencie as tuas ações.
    Para seres bem-sucedido, precisas de alinhar os teus pensamentos com os teus objetivos.

 

 

  1. Confiança. Quando estás confiante, tornas-te um íman para o sucesso. Não é á toa que se diz muitas vezes: – Cuidado com aquilo que pensas!

    A autoconfiança é a chave para o sucesso em todas as áreas da vida. Podes ver neste artigo algumas estratégias para aumentares a tua autoconfiança.

 

 

  1. Tomar medidas. Colocar ação. Este é um passo essencial para ser bem-sucedido. Pensa em todas as coisas que deves fazer para atingires os teus objetivo. Basta começar a fazê-las, não importa a dimensão ou a dificuldade. Cada centímetro que avanças ficas mais perto do teu objetivo.

 

Não ter sucesso é simples.

Mas o sucesso e crescimento pessoal exigem trabalho árduo.

 

Algumas pessoas querem alcançar a liberdade financeira enquanto outras podem querer encontrar um verdadeiro amor ou melhorar o relacionamento existente.

 

 

Para se viver uma vida em grande é muito importante conhecer as leis que regem o sucesso. Estas dicas vão produzir uma verdadeira melhoria em qualquer área da tua vida. Só precisas de dominar estes passos para começares a atrair o sucesso na tua vida!

Forte abraço!

 

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Estratégias para Aumentar a Autoconfiança

Um dos principais fatores que podem demover alguém de atingir os seus objetivos é a falta de autoconfiança. Na realidade, a autoconfiança é tão importante que, quando carecemos desta, ficamos incapacitados de ir atrás do que queremos e, em muitos casos, não realizamos os nossos sonhos.

 

Caso não estejas devidamente familiarizado com as melhores formas de o fazer, vamos ver abaixo algumas estratégias para aumentar a tua autoconfiança, as quais te vão poder ajudar a realizar os teus objetivos.

 

 

Acredita em ti e enfrenta os teus medos

É preciso salientar que todas as pessoas sentem medo de algo, em determinada altura das suas vidas, contudo, sentir medo de algo não significa que não possas enfrentar quaisquer situações que despoletem esse medo.

 

Muitas pessoas, por exemplo, têm medo de falar em público. Embora possa não parecer, trata-se de um medo ecuménico. O próprio Dale Carnegie, famoso orador e escritor norte-americano, ensinou imensas pessoas em todo o mundo sobre como falar facilmente em público, no entanto, um dos primeiros passos que ele ensinava para o fazer com sucesso era precisamente enfrentar esse medo.

 

Nada abala mais a autoconfiança do que sucumbir ao medo. Porém, enfrentar as situações com coragem, não só fomenta a confiança em ti próprio como inclusive fortalece o carácter. Mesmo que, inicialmente, sintas algumas dificuldades em fazer algo, nunca desistas. A prática, bem como a persistência, é uma aliada da perfeição.

 

Cuida da tua saúde, corpo e mente

 

 

 

Sejamos sinceros, tanto uma imagem descuidada como o mal-estar físico não ajudam propriamente a fomentar a tua autoconfiança, pelo contrário.

 

Quando cuidas da tua saúde e do teu corpo, podes aumentar significativamente a tua autoconfiança. Isto acontece porque a saúde e o aspeto físico continuam a ser essenciais para obter uma boa imagem. Quando isso sucede, não só te sentes com maiores índices de autoconfiança, como também transpiras mais confiança nas outras pessoas.

 

Porém, de nada adianta ter em atenção os aspetos que veiculei acima se, concomitantemente, não cultivares a tua mente. Isto pode passar por estudar, ter formações adicionais, frequentar eventos, ler, falar com outras pessoas, enfim, uma mescla de situações que permitem com que alimentes o teu intelecto.

 

A inteligência, bem como a sabedoria, podem ser cultivadas por ti, de forma a propiciar ainda mais a tua autoconfiança.

 

 

Traça objetivos

Este é um aspeto que não deve ser, naturalmente, descorado por ninguém. Decerto que já ouviste em determinada altura da tua vida que é necessário teres objetivos. Para além de todo o aspeto existencial relacionado com os propósitos de cada um, os objetivos são essenciais para impelir as pessoas a conseguirem realizar algo.

 

Na realidade, quando nos decidimos a realizar algo que implique algum esforço da nossa parte, independentemente da natureza do objetivo, e conseguimos, a nossa autoconfiança aumenta de forma exponencial.

 

Mesmo que outras pessoas não tenham a tua visão ou não acreditem nos teus objetivos, nunca te deixes abalar. Basta que acredites em ti e no que estás a fazer, para alcançar o que pretendes.

 

 

 

Não existem adversidades…apenas desafios

 

Adversidades acontecem a todos, eu gosto no entanto de lhes chamar “obstáculos transponíveis”. É um nome fixe não achas? 🙂

Podem surgir em qualquer altura das nossas vidas, contudo, isso não significa que devam travar os nossos objetivos, pelo contrário, deverão constituir mais um desafio a ser ultrapassado.

 

Todas as pessoas estão invariavelmente sujeitas a sentimentos de perda e tristeza, todavia, ultrapassar esses momentos permite fortalecer o nosso carácter e aumentar a autoconfiança. Não deixes que os obstáculos minem e abalem as tuas convicções, vê-os como oportunidades para mostrar que és inabalável e que, por muitos desafios que te possam surgir no presente ou futuro, tu conseguirás ultrapassá-los…sempre!

 

A autoconfiança é essencial para atingir o sucesso, independentemente de quais forem os teus intentos. As estratégias que te falei acima, naturalmente, poderão ajudar-te, no entanto, tens de as colocar em prática, seguir em frente mesmo quando enfrentas adversidades e, acima de tudo, seres persistente. Ninguém disse que era fácil alcançar o sucesso, mas se acreditares em ti e fores persistente…não há como não acontecer!

 
No final das contas tudo se prende com uma decisão que faças num determinado momento da tua vida.

 

Podes tomá-la hoje aqui, começando o teu próprio negócio online, com um grupo de gente fantástica, um grupo de gente livre…

 

Ou podes continuar a deixar passar a carruagem…e continuar a ver nada acontecer.

 

Anda…REGISTA-TE 🙂

Como fazer Boas Escolhas Sempre!

Fazer boas escolhas – Uma interrogação quotidiana!


Devo aceitar este novo trabalho? Devo continuar os estudos ou procurar emprego? Será o momento indicado para constituir família? Que tipo de casa ou apartamento me agradaria mais?

Fazer boas escolhas pode parecer difícil.

 

A ideia de tomar uma decisão pode criar um clima de ansiedade. No entanto a vida é feita de escolhas em permanência.

 

Todos os dias fazemos escolhas. Algumas obviamente mais importantes que outras e mais decisivas. Mas as pequenas escolhas de hoje, podem ter um forte impacto a longo prazo.

 

É então necessário considerar as escolhas como um todo, como um conjunto, quaisquer que sejam a sua importância ou relevância.

 

Aprender a fazer boas escolhas no quotidiano é vital, permite-nos avançar na vida sem dependermos dos outros.

 

Infelizmente, o medo de nos enganarmos, de falharmos, de não tomar boas decisões ou até de nos arrependermos, pode impedir-nos de fazer escolhas.


Como saber então qual a melhor escolha a fazer? Como saber qual a melhor decisão a tomar?

 

Para responderes a estas questões podes utilizar os dois métodos seguintes:

 

A abordagem racional

 

 

 

Podes adotar uma abordagem racional fazendo:

 

– Pesando os prós e os contras

– Analisando as consequências da tomada de decisão

– Interrogando-te acerca das razões profundas da tua escolha

 

Este método apresenta as seguintes vantagens para se conseguirem fazer boas escolhas:

 

Tempo de reflexão. A escolha final será baseada em elementos tangíveis.

Esta forma pode ser-te conveniente, sobretudo se fores uma pessoa mais racional do que intuitiva.

 

No entanto o “racional” em demasia também tem os seus inconvenientes. É impossível prever o futuro e as suposições serão forçosamente aleatórias.

Para além disso com uma reflexão demasiado ”forçada”, arriscamo-nos a adiar a decisão “ad eternum”.

Quando esperamos até analisar todos os ângulos, arriscamo-nos a permanecer numa espécie de limbo da “não escolha”.

 

Hoje tenho a certeza de algo, as decisões tomam-se rapidamente!

 

E quando o teu coração te sopra algo diferente?

 

 

A abordagem intuitiva

 

 

Uma outra abordagem para tomar boas decisões, consiste em fazer confiança naquilo que sentimos, a apelar às nossas emoções.

 

Esta abordagem para fazer escolhas tem a vantagem de estar centrada exclusivamente em nós próprios. Podemos tomar uma decisão apenas em função de fatores internos.

 

Esta é sem dúvida aquela que mais utilizo.

 

Mas…decidindo apenas em função do que sentimos, pode ser por vezes algo frágil e extremamente subjetivo.

 

 

Então qual seria a receita para se fazer uma boa escolha?

 

Em primeiro lugar, penso que não existe nenhum método ideal para se tomarem boas decisões e iniciarmos algo novo.

 

Penso no entanto, que, para abordar a questão das escolhas, devemos sim abandonar 2 formas de pensar:

 

 

  • Fugir do perfecionismo:

 

Não existem escolhas perfeitas. A única coisa que podes fazer, é agir tendo refletido e “escutando” aquilo que sentes.

 

Agindo, testas as soluções!

 

E sim…tens o direito de te enganares.

 

Aliás…não te enganaste…agiste

 

Ao menos saberás que tentaste e não ficaste no “limbo” 🙂

 

Fizeste algo!

 

Depois fazes o balanço. Podes assim saber se a tua escolha foi acertada ou não. Podes analisar as circunstâncias que te levaram ao resultado obtido. E podes recomeçar, mudando as circunstâncias, tomando outro rumo.

 

 

  • Desdramatiza

 

A maior parte das escolhas ou tomadas de decisão não são irremediáveis.

Raras são as escolhas absolutamente definitivas, por isso…desdramatiza a tua tomada de decisão. Tem mais a ver com barreiras mentais e a ideia que temos das circunstâncias atuais que nos travam!


Será sempre tempo de fazer novas escolhas, de tomar novas decisões, de mudar e de melhorar.

 

Se tiveres sempre presente, que não existem escolhas perfeitas e desdramatizares a tomada de decisão, estas questões deixarão de ser um problema para ti, pois terás banido da tua mente, o medo de falhar.

 

 

Cada escolha será uma experiência de vida e a soma destas experiências, constituirá então o teu caminho de vida…em toda a sua singularidade.

 

 

Tu podes fazer hoje a tua escolha de vida!

 

 

Junta-te a este movimento de pessoas livres!

Regista-te!