BAM! Mais Uma Pedrada da Vida

Que o medo ceda à doce lentidão do elenco da vida que nutre a tua carne.
Danis Bois

 

Um jovem e talentoso homem de negócios, passeava-se no seu novo Jaguar num bairro tranquilo. Ia um pouco depressa demais, quando de repente…

 

 

Uma pedra pulverizou-se literalmente contra a porta do condutor.

Depois de uma travagem brusca, o carro recuou até onde a pedra tinha sido lançada e completamente enraivecido, o homem salta do carro e apanhou a primeira criança que viu.

Porque fizeste isso? Sabes quanto vou ter que pagar por esta porta?

O jovem derreteu-se em desculpas e com as lágrimas a correrem-lhe pelo rosto apontou para o chão entre dois carros estacionados e disse:

– Por favor senhor, peço imensas desculpas mas não sabia o que fazer. Mandei a pedra porque ninguém parava…aquele é o meu irmão, deitado no chão. Caiu da sua cadeira de rodas e eu não tenho forças para o sentar de novo. Pode ajudar-me a coloca-lo de novo na sua cadeira de rodas?

Comovido e sem palavras, o condutor apressou-se em ajudar o jovem que ali estava deitado no chão. Pegou no seu lenço e limpou as feridas do jovem, ensopando os arranhões que tinha feito ao cair da cadeira.

– Obrigado e que Deus o abençoe, disse o irmão que tinha atirado a pedra.

 

Demasiado comovido para poder dizer fosse o que fosse, o homem observou simplesmente a criança, que empurrava a cadeira de rodas do irmão, até ao fim da rua.

 

 

Entrou lentamente no seu jaguar. Os danos na porta eram muito aparentes mas o homem decidiu não mandar arranjar a porta. Deixou-a estar tal e qual como estava, a fim de se lembrar desta mensagem:

 

Não passes a vida a correr, de tal forma a que alguém tenha que te mandar uma pedra para ter a tua atenção!

 

A vida murmura às nossas almas e fala ao nosso coração, por vezes não temos tempo de a ouvir…então ela encarrega-se de nos mandar pedras.

 

A escolha é nossa…ou ouvimos a vida…ou não.

 

E tu? Ouves a vida? Estás atento às oportunidades que ela te dá?

 

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Forte Abraço!

Desfruta Da Jornada

“O entusiasmo possui uma frequência de energia elevada, que entra em ressonância com o poder criativo do universo…Com o entusiasmo, descobres que não precisas de fazer tudo sozinho. O entusiasmo sustenido, suscita uma onda de energia criativa e tudo o que tens de fazer é deixar-te levar por essa onda.”

– Eckhart Tolle

 


Quando obtens prazer daquilo que fazes, estás completamente comprometido, cheio de energia, vibras totalmente; e esta frequência interior que emanas, sincroniza-se com tudo o que pulsa no mesmo comprimento de onda, amor, alegria e entusiasmo.

 

 

Estás então ligado, à corrente da vida, à corrente que transporta o que há de melhor e de mais potente, em ti e à tua volta.



 

 A tua capacidade criativa desmultiplica-se, o teu radar de sucesso foca-se nas oportunidades e consegue vê-las de facto, a tua performance cresce exponencialmente, pelo «simples» poder do amor que colocas naquilo que fazes.
As chances são grandes de que chegues de facto muito mais rapidamente ao teu objetivo…Mas o que é maravilhoso é que te sentes tão vivo e entusiasmado de percorrer este caminho, que como um bom livro ou filme, não tens pressa que acabe…

 

O crescimento advém do processo e da jornada, nunca do objetivo final. Vivê-lo e desfrutá-lo é o que nos vai permitir repeti-lo.

 

Desfruta do caminho…desfruta da jornada !

 

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Melhoria Continua: Filosofia Kaizen

Este é sem dúvida o único método para conseguires tudo aquilo que Empreendes.

 

E se de repente, com um toque de varinha mágica, todos os teus projetos se pudessem realizar?

Seria fantástico, certo?

Mas logicamente, essa varinha mágica não existe. No entanto, podes colocar do teu lado todos os meios para conseguires. Um dos meios mais potentes é sem dúvida alguma a melhoria continua.
O conceito de melhoria contínua nasce no japão, em grandes empresas como a “Toyota”, depois disso foi difundido nos Estados Unidos e na Europa. É um método usado nas grandes empresas industriais para aumentar a sua eficácia, produção e favorecer a inovação.

 

Este método permite-lhes ficar sempre na vanguarda das suas indústrias e atingir a excelência!
E se também tu (tal como eu) desejas melhorar a médio e longo prazo as tuas competências, aumentar o teu bem-estar e desenvolvimento pessoal, alguns elementos da melhoria contínua são totalmente transportáveis para a nossa vida pessoal.

 

 

Melhoria continua: O método para progredir na vida pessoal

 

Para conseguirmos realizar tudo aquilo que empreendemos, a chave, é agirmos de forma regular e constante. O método da melhoria continua, permite-nos precisamente dar lugar a uma estratégia para progredirmos sempre. Mesmo fazendo pequenas ações de cada vez.

 

E como funciona isto na nossa vida?

 

Etapa 1: Querer Mudar


Hoje melhor que ontem, amanhã melhor que hoje

 

A melhoria contínua pressupões antes de mais “querer mudar”. É uma condição prévia colocar ação, adotar um estado de espirito positivo, orientado para a melhoria de si mesmo.

 

Este é o sentido da palavra japonesa que designa a melhoria continua: Kaizen.

Literalmente, Kai = mudança e Zen = bem. A vida está em perpétua mudança e é marcada por um ciclo permanente de adaptação.

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Etapa 2: Agir através de pequenas ações

 

Para nos colocarmos concretamente em movimento, esta segunda etapa consiste em agir pouco a pouco. Não é necessário atingir grandes feitos de uma só vez, a melhoria contínua repousa sobre a ideia de que toda e qualquer progressão é efetuada de forma regular e coerente.

 

Para cada aspeto da vida que queres melhorar na tua vida pessoal, começa por pequenas ações:

– 30 Minutos de atividade física por dia, para melhorares a tua saúde.

– Ler um capítulo por dia de um livro para aprender a fotografar como um profissional.

– Ver um vídeo por dia em inglês, para progredires nesta língua.

– Etc…

 

 

Etapa 3: Avaliar as ações

 

No final de algumas semanas, não te esqueças de avaliar os resultados das tuas ações.

Coloca-te as questões seguintes:

O que funcionou bem? Que progresso fiz?

O que não funcionou? O que posso melhorar para que corra ainda melhor?

Qual será a próxima ação que devo empreender para continuar em direção ao meu objetivo?

A ideia geral é a seguinte: Valoriza as pequenas mudanças positivas, isto vai ajudar-te a continuares motivado na tua jornada. Considera cada elemento que não funcionou, como uma fonte de aprendizagem e de melhoria.

Planifica a próxima (pequena) ação a realizares, para continuares a ser constante e regular, sempre orientado para o sucesso do teu objetivo.

 

Etapa 4: Agir, agir e continuar a agir
Uma vez que tenhas avaliado o resultado das tuas ações e descoberto “os eixos” de melhoria, vais continuar a tomar ação diária e consistentemente.
Esta rotina consistente, vai tornar-se com o tempo um hábito de vida, algo natural em ti e vais entrar num “circulo virtuoso” onde cada ação que levas a cabo se direciona no sentido de melhorares.
Pouco a pouco vais assim modificar as tuas crenças internas limitativas para ires sempre mais longe.
Eu sei…é ambicioso…muito ambicioso até, pois adotar este método é mudar a maneira de conceber a vida no seu todo. Só isso!  🙂
A melhoria contínua é mais do que um método, é uma filosofia
A melhoria continua, ou “Kaizen”, é claramente uma filosofia de ação do quotidiano. Requer vontade e compromisso, o compromisso de progredir sempre e de ir em direção á nossa melhor versão.

 

A melhoria contínua diferencia-se do perfecionismo, no sentido em que é baseada na ação perpétua. Não procuramos realizar tudo perfeitamente desde o inicio, mas simmelhorar pouco a pouco e consistentemente.
Aqui o tempo tem um papel importante. O Kaizen convida-nos efetivamente a pensar de forma diferente acerca da vida e a longo prazo.

 

Todos os nossos hábitos, crenças internas ditadas pelas nossas educações, experiencias passadas e culturas, podem ser modificados no sentido de retomarmos o controlo das nossas vidas e vivermos plenamente as nossas escolhas.

É um processo sem fim, que escrevemos a cada dia no livro da nossa vida.

 

Agora a bola está no teu lado 🙂

 

Se tens este objetivo de melhoria continua para a tua vida, então estás no sítio certo!

 

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Aprender e Ter Prazer

Porque deves estar sempre em formação e tirar prazer nisso?

 

A maioria das pessoas associam a formação à escola e a tudo o que lhe está associado, deveres, exames, notas, etc. No entanto a escola representa apenas um único tipo de aprendizagem. Existem numerosas outras maneiras de nos formarmos, de nos desenvolver, de ganhar novas competências e tudo isto no decorrer de uma vida.

 

Formar-se não é apenas reservado aos alunos e aos estudantes.
A aquisição de novos conhecimentos e novas competências não deve ser visto como um “frete”, antes pelo contrário. Aprender pode revelar-se uma fonte ilimitada de prazer.

 

 

As 4 vantagens de estar sempre em formação

 

Não nos formamos uma única vez durante a duração dos nossos anos de estudos. Estaríamos a considerar que as nossas capacidades ficam gravadas em pedra mármore e que não evoluímos.

 

Todas as experiências de aprendizagem são importantes e fazem aumentar a autoconfiança e a autoestima. Conseguimos assim ver concretamente que somos capazes de adquirir novos conhecimentos e integrar novos trunfos na nossa vida no sentido de avançar rumo aos nossos sonhos e objetivos.

 

 

Então a formação constante dá-nos uma vantagem enorme em relação aquelas pessoas que não se formam, pois a formação permite-nos usar rapidamente conceitos e soluções que outros demoraram anos a compreender.

 

A formação permite-nos igualmente que nos adaptemos às circunstâncias que evoluem, de melhor compreender o que nos rodeia e de ser resiliente nas mudanças. A formação é um motor importante na nossa vida, faz funcionar o nosso cérebro e permite desenvolver diferentes aspetos da nossa inteligência que não foram valorizados na escola.

 

 

Formar-se: Um prazer e uma experiência ao alcance de todos

 

 

Para começar esquece completamente a ligação entre a formação e a escola. Formar-se pode claramente ser lúdico. Ninguém precisa de regressar aos bancos da escola para aprender algo novo.

 
Formamo-nos mesmo sem nos apercebermos, quando lemos um artigo, vendo um tutorial em vídeo na internet, passando tempo com um amigo, algum conhecido quando nos mostra como realizar esta ou aquela tarefa. Com o decorrer do tempo armazenamos literalmente toneladas de conhecimento em áreas que nos interessam. Vivemos uma experiência enriquecedora.

 

 

O meu conselho é que escolhas desenvolver as tuas capacidades em áreas que te apaixonam, desta forma a aprendizagem será um verdadeiro prazer.

 

 

Eu adoro desenvolvimento pessoal e tudo o que tenha a ver com inteligência emocional e psicologia e para mim é super interessante descobrir tipos de aplicações práticas desse mesmo conhecimento e adaptá-lo à minha vida pessoal, ao meu negócio na Internet e até às minhas relações inter-pessoais.

 

Podemos formar-nos com estágios, em ateliers, seminários locais ou ainda da forma como eu o faço, através de formações online na internet, onde se pode avançar ao nosso próprio ritmo e sem pressões.

 

 

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Os meus cursos favoritos:

– INNER CIRCLE                          – TOP PRODUCER FORMULA        

– TEAM BUILDING FORMULA        – MASS INFLUENCE FORMULA

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Assim que terminares uma formação não te esqueças de atualizar o teu inventário de competências

 
Formação em função das necessidades para um colocar em prática rápido e concreto

 

Talvez digas para ti mesmo que não tens nem tempo nem dinheiro para te formares. Uma vez mais não vejas a formação como um “frete”.

 

É verdade que algumas formações requerem um investimento importante em tempo ou em dinheiro. Neste caso visa o conhecimento que realmente precisas de imediato e planeia a tua formação por etapas ao longo do tempo.

 

Compara programas, métodos, para teres uma ideia da utilidade da formação para ti. Se queres por exemplo ganhar dinheiro com a internet e gostarias de fazê-lo a 100% e viver apenas disso, deves sem falta comprar estes cursos: Inner Circle, Top Producer Formula, Team Building Formula e Mass Influence Formula, estes foram os cursos de base que me ensinaram tudo o que sei sobre a industria do trabalho a partir de casa e sobre como ganhar uma “pipa de massa” com a Internet.

 

Deves ainda definir o estilo de aprendizagem que melhor se adapta a ti: Será através da escrita, de livros, transmissão de conhecimento por experiencia, ou ainda através de vídeos para que possas sempre consultar?

 

Em uma ou duas dezenas de horas podes aprender muitas coisas novas e coloca-las em prática

 

Esta ação fará uma diferença enorme em relação aqueles que nada farão para se formarem.

 

A bola está no teu lado 🙂

 

Se estás convencido da importância de nos formarmos em permanência, não hesites em partilhar este artigo nas redes sociais.

 

Se gostas de desenvolvimento pessoal tens que dar uma vista de olhos neste curso: INNER CIRCLE

 

Forte Abraço!  😉

A Ciência de Deus

Não é a luz que morre ao contacto com as trevas, são as trevas que morrem ao contacto com a luz.

– Omar Khayyâm

 

Um professor universitário desafiou um dia os seus alunos com esta pergunta:

– Deus criou tudo o que existe?

Um dos estudantes responde orgulhosamente: «Sim, claro que criou!»

 
O professor responde então:

– Se Deus criou tudo, também criou o mal. Então se o mal existe e foi criado por Deus, significa que Deus é mau.

 

 

O estudante permaneceu calado diante de tal resposta.

O professor “pavoneava-se” orgulhoso dele próprio por ter provado uma vez mais aos seus alunos que a fé não passava de um mito.

 

 

Um outro estudante levantou o braço e disse:

– Posso colocar-lhe uma pergunta professor?

 

– Claro que sim respondeu este.

 

– Professor, o frio existe?

 

– Que raio de pergunta é essa? Claro que existe. Você nunca teve frio?

 

– Na realidade professor, o frio não existe. Segundo a lei da física, aquilo que consideramos frio, é de facto a ausência de calor.

Todo o individuo ou objeto possui ou transmite energia. O calor é produzido por um corpo ou matéria que transmite energia. O zero absoluto (-273,15 °C) é a ausência total de calor.

O frio não existe. O Ser Humano criou esta palavra para descrever aquilo que sentimos na ausência de calor.

 

O estudante continua:

– Professor, a escuridão também existe?

 

– Claro que existe!

– Mais uma vez está enganado professor, a obscuridade não existe. Na realidade o escuro é a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas não podemos estudar o breu

Podemos utilizar o prisma de Newton para fragmentar a luz branca em várias cores e estudar os diferentes comprimentos de onda de cada cor. Mas não podemos medir a escuridão.

Um simples raio de luz pode irromper numa vasta escuridão e iluminá-lo. Como pode saber o espaço que ocupa a escuridão? Medimos a quantidade de luz presente, isso sim, não é verdade?

A escuridão não passa de um termo utilizado pelo Homem para descrever o que acontece na ausência de luz.

 

Finalmente, o jovem pergunta ao professor:

– Professor, e o mal? Existe?

 

– Claro que sim, aliás já o disse anteriormente. O mal vê-se por todo o lado todos os dias. Está nos exemplos do quotidiano o Homem ser desumano com o próprio Homem. Vê-se na multitude de crimes e de violência praticada um pouco por todo o lado.

– Não professor…o mal não existe! Ou melhor, não existe por ele mesmo. O mal é apenas a ausência de Deus em si. É como a escuridão e o frio, uma palavra que o Homem criou para designar a ausência de Deus nele mesmo.

Deus não criou o mal. O mal não é como a fé ou o amor, que existem tal como a luz e o calor. O mal é o resultado que acontece quando o Homem não amor no seu coração. É como o frio que aparece na ausência de calor ou a escuridão na ausência de luz.

 

O professor sentou-se

 

O aluno chamava-se Albert Einstein.

 

Possivelmente já conhecias esta história, no entanto não quis deixar de a contar, pois serve de referência para muitas verdades escondidas e muitas falsas crenças, mas é sobretudo uma lição de conhecimento e humildade.

 

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O Que Te Disseram De Ti?

Se ninguém me tivesse dito quem eu sou, quem seria eu?
– Wayne Dyer

 

 

Que tenhamos ou não consciência disso, somos todos, aquilo que os nossos pais, o nosso meio e a nossa cultura fizeram de nós. Mesmo aqueles que se rebelaram contra, acabaram afinal por se posicionarem em relação a estas referências, pois foi contra estas que o fizeram.

 

Consegues lembrar-te? O que te disseram de ti?

Raros são aqueles que conseguiram sair totalmente ou completamente do quadro. Porque raros são aqueles que se permitem verdadeiramente ouvir-se, para escutar e seguir aquela pequena voz que vem de dentro, a voz do guia interior.

 

É tão mais fácil seguir um rumo já traçado, continuar numa via que nos é familiar, por mais desconfortável que seja.

E depois «Mas quem é que eu sou para querer “brilhar” assim? O que vão dizer aqueles que me são próximos? Que pensarão as pessoas de mim?»

 

No entanto, a nossa verdade presente, não é de todo aquilo que fizemos até hoje, mas sim aquilo a que nos sentimos compelidos a fazer, aquilo em que nos vamos transformar…essa é a nossa realidade.

 

A cada novo dia surge uma oportunidade de nos renovarmos, de nos reinventarmos. Nada nos obriga a impregnar o nosso presente e o nosso futuro daquilo que foi o nosso passado (estaria bem arranjado se o fizesse).

Podemos transformarmo-nos naquilo que quisermos desde que nos permitamos fazê-lo.

 

Escuta o que sentes profundamente, sem receares tomares-te por quem não és, por outro que tu, olha-te diferentemente, transforma-te…Esse «outro» és tu!

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Defeitos à Mão Cheia!

Como identificar os defeitos e transformá-los em trunfos?

 

Ninguém é perfeito. Todos temos defeitos. Até aquelas pessoas que nos parecem extraordinárias. A diferença é que estas últimas aprenderam a identifica-los e a transformá-los em trunfos a seu favor.

 

Identificar os defeitos é assim uma etapa essencial para os “resolver” e transformá-los numa força a nosso favor.
Como para a identificação das qualidades, convido-te desta vez a interrogares-te sobre os teus defeitos em toda a sinceridade. Este exercício é importante, pois vai permitir-te identificares os defeitos que mais te penalizam assim como aprenderes a assumi-los.


Exercício nº 1: Identificar os defeitos com o exercício da folha branca.

Este exercício é de longe o mais potente e importante para se identificarem os defeitos. Encorajo-te a seguires escrupulosamente as 3 pequenas etapas abaixo.
Deves executar estas 3 etapas seguintes por ordem e sem as leres previamente. Este exercício vai apenas tomar 5 a 10 minutos do teu tempo. Os resultados são imediatos e podem desencadear em ti mudanças importantes. Não o faças “em cima do joelho”.

 

Aqui ficam as 3 etapas deste primeiro exercício:
– Desenha numa folha branca um quadro com duas colunas
– Escreve na coluna da esquerda o nome das 5 pessoas que menos gostas

– Para cada pessoa, lista na coluna da direita, aquele que aches ser o maior defeito dessa pessoa.

Efetuaste as 3 etapas?

 

Volto novamente a insistir, não faças este exercício “em cima do joelho”, pois o resultado é muito importante e se conheces a solução antes de fazeres o exercício, este perderá a sua utilidade.

 

 

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Solução do exercício:

Vais dizer-me que estes defeitos dizem respeito apenas à pessoa em questão e não a ti.

Vou dizer-te uma coisa: Todos nós temos tendência para nos projetarmos. Os defeitos que identificaste nas pessoas são os teus próprios defeitos. Este exercício permite fazer sobressair instantaneamente alguns defeitos que inconscientemente nos recusamos a admitir.

Surpreendente não?

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Convido-te de seguida a continuares a descoberta dos teus defeitos com um segundo exercício. Este vai-te permitir completar e/ou reforçar os defeitos que identificaste no primeiro exercício.

Exercício nº 2: Identificar os defeitos através da experiência própria.

 

Faz uma lista de 5 projetos ou ações que não correram da forma que tinhas pensado ou que nem sequer chegaram a ser concluídos.

Seguidamente, procura identificar o denominador comum entre estas experiências que não funcionaram. Retira da equação todas as circunstâncias exteriores a ti e questiona-te sobre qual dos teus defeitos (ou quais), pode ter-te penalizado na tua vida pessoal ou profissional e induzido um resultado negativo.

Consegues encontrar esse elemento nos defeitos que identificaste previamente?

 

Exercício nº 3: Identificar os defeitos através do olhar dos outros.

Este terceiro exercício consiste em interrogar pessoas do teu meio acerca dos teus defeitos e de obter um feedback.
Aqui o exercício pode ser mais delicado do que foi para as qualidades. Terás de encontrar pessoas que não tenham receio de te dizer a verdade. Do teu lado, tens que estar pronto(a) a receber esse feedback, lembra-te que não há nada melhor neste mundo do que a honestidade, não te podes sentir “ferido”, considera antes que podes assim obter um meio suplementar para identificares os teus defeitos e de trabalhares em ti para os “resolver”.

Não hesites em perguntar às pessoas que te deem exemplos que ilustrem a sua afirmação, ou a experiência pode ser algo desconfortável e difícil de aceitar.

Agora que identificaste uma série de defeitos, o que fazer? Eliminá-los? Nada disso!

Eles fazem parte da tua personalidade. Vais aprender a viver com eles, a conhecê-los e a não agires sobre eles.

 
Etapa 1: Aceitar os defeitos

Já fizeste uma grande parte do trabalho identificando os teus defeitos. Identificar os nossos próprios defeitos é acedermos a uma tomada de consciência sobre nós mesmos e sobre os impactos que estes defeitos podem trazer á nossa vida e/ou projetos.

A aceitação é essencial, pois sem ela não se podem “trabalhar” os defeitos.

Faz uma pausa e reconhece conscientemente que esses defeitos fazem parte de ti.

Etapa 2: Compreender o interesse de infletir os defeitos.

Agora sabes quais os defeitos que te podem penalizar ou irritar os outros. A partir daqui podes literalmente apontar para aqueles que queres trabalhar, atenuar ou até mesmo transformar.

Começa por selecionar aquele que consideras ser o teu maior defeito e deixa simplesmente de agir sobre ele, controla-o, mostra-lhe quem manda! Estarás a fazê-lo por ti mas igualmente para melhorares as tuas relações com os outros.

 
Etapa 3: Domar os defeitos

Agora que conheces os teus defeitos e que vais modificar o teu comportamento, deves fazê-lo eficazmente e para isso deves:

Apoiar-te nas tuas qualidades!

Para cada ação que faças, contrabalança o teu defeito com as tuas qualidades e forças que identificaste no artigo precedente. Coloca essas qualidades em evidência, age sobre elas e como por milagre, o defeito passará para segundo plano.

 

Adapta as tuas atividades

Um defeito pode igualmente transformar-se em força, quando adaptamos as nossas atividades. Para algumas atividades, uma determinada forma de agir pode ser um defeito, enquanto que para outras pode ser uma qualidade.

É uma questão de perspetiva!

Exemplo: És uma pessoa desordenada, as tuas ideias disparam em todos os sentidos. Se trabalhares em equipa e és o responsável pela execução do projeto, corres o risco das coisas não correrem pelo melhor.

Mas se ao contrário, o teu papel na equipa, for trazeres valor criativo, irás trazer uma multitude de ideias a explorar e serás um trunfo enorme para os teus colegas.

Estas pequenas mudanças ajudar-te-ão a melhor te posicionares em função dos teus defeitos e qualidades.

A bola está agora no te campo!

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Forte Abraço 🙂

Conheces As Tuas Próprias Competências?

Como Fazer O Inventário das Tuas Competências

 

Para fazeres o inventário das tuas competências deves seguir 4 eixos de reflexão.

 

Geralmente ouvimos falar do inventário das competências, quando se trata de evoluir na carreira, mudar de profissão ou reorientar-se profissionalmente.

Contudo, a noção de competência em si, não se limita às tarefas realizadas no quadro do trabalho. A noção de competência é bem mais ampla do que isso.

 


Diariamente e em permanência, todos nós mobilizamos no nosso quotidiano, numerosas competências, sem mesmo nos apercebermos disso.
Acredita! Sabes fazer muitas coisas que os outros não sabem!

 

Achas que todos sabem de bricolage, organizar um evento ou até uma viagem?…Sabem fazê-lo porque é fácil para ti?

 

As competências que mobilizamos numa base diária, são a nossa força distintiva. Um trunfo do qual podemos tirar proveito e até monetizá-lo. Daí a importância de bem o identificarmos, através de um inventário de competências.

 

 

Porque deves fazer um inventário de competências?

 

 

Hoje proponho-te fazeres o ponto da situação das tuas competências a fim de:

 

 

– Tomares consciência de que a soma dos teus conhecimentos e competências é muito mais extensa, do que aquilo a que és levado(a) a creditar no quotidiano.

 

– Tomares consciência do conjunto de competências que podes mobilizar, mas que não utilizas forçosamente. De facto, o meio no qual evoluímos, determina muitas vezes as competências que mobilizamos. Limita-nos. Mas tu és muito mais do que isso!

 

 – Aumentares a tua autoconfiança através do autoconhecimento e da “força dos teus trunfos”. Isto vai permitir que te afirmes e que ouses empreender projetos que realmente queres para ti.

 

– Vais conseguir fazer o balanço das tuas competências, desenvolvendo uma visão que engloba o conjunto dos aspetos da tua vida.

 

 

Este exercício vai permitir que faças uma reflexão sobre o teu “know-how” e competências adquiridas ao longo do tempo ou transmitidas pelos teus próximos.

 

 

Estás pronto(a)? Comecemos então.

 

Pega em várias folhas de papel ou num caderno (eu gosto daqueles de capas duras), para listares todas as competências em função das categorias que te vou indicar nos parágrafos seguintes.

 

[fancy_box id=1]Convido-te a “cavares” em profundidade, não te limites aquelas competências que parecem mais evidentes. Faz apelo às tuas memórias e a situações concretas, onde consigas identificar que foi naquele ponto que adquiriste aquele saber ou aquela competência.[/fancy_box]

 

Primeiro eixo do inventário das competências.


As competências adquiridas no quadro escolar.

 

O primeiro eixo é tradicional e assenta na aprendizagem escolar e nos diplomas e “canudos” que obtiveste.
Que competências retiras dos teus estudos?
Algumas competências são específicas e ligadas às áreas que estudaste (competências técnicas).

 

Outras são ao contrário, mais generalistas e mobilizáveis em circunstâncias muito diferentes (competências transversais).

 

Pensa naquelas atividades que fizeste que eram extra escolares, aquelas que te permitiram adquirires competências complementares (atividades associativas, organização de eventos culturais, desporto, explicações ou apoios de qualquer espécie, ocupação de tempos livres, etc…)

 

Para te dar um exemplo, no meu caso foi o Judo, o Xadrez, a Música e a Leitura.
Mas o teu inventário de competências não se limita apenas a isto…

 

 

Segundo eixo do inventário das competências.
As competências anexas á tua profissão

 

No teu emprego, profissão ou trabalho, mobilizas um determinado número de competências técnicas próprias inerentes ao teu posto de trabalho.
Já paraste para pensares em todas as atividades que realizas para além daquelas que foste contratado?
Gostaria que dirigisses a tua procura pelas tuas competências, para todas estas atividades anexas.
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Dou-te alguns exemplos:

Um fulano que trabalha num gabinete como ajudante de contabilista ou estagiário. Pode acontecer-lhe que fique momentaneamente responsável por atender e redirecionar as chamadas telefónicas da empresa enquanto a colega se ausentou.

Para além de estar a aprender e a adquirir as competências de contabilista ou técnico oficial de contas, esta pessoa possui competências de comunicação oral e de relações com clientes.
Um técnico assalariado de uma pequena empresa. Quando o chefe se ausenta por razões pessoais ou por causa de uma deslocação necessária á empresa, este pode ver-se na necessidade de gerir a atividade, de responder e orientar os colegas, etc. Sem se aperceber está assim a desenvolver competências de liderança.

 

Pensa em tudo aquilo que fazes para além da tua função oficial no teu local de trabalho.
O teu grau académico e a tua profissão podem revelar algo sobre ti, mas o balanço das tuas competências é muito mais do que isso!

 

Terceiro eixo do inventário das competências.

 

As tuas competências adquiridas no exercício das tuas paixões e atividades pessoais

 


Gostas de cozinhar, pintar ou entreter-te na horta?

Todas as tuas atividades pessoais permitem-te também, desenvolveres competências. Se se tratar de uma paixão, aposto até que adquiriste grandes competências no assunto!
Podes não ter esta consciência, mas se fores tesoureiro de uma associação e que todos os anos apresentas as contas a uma assembleia geral, estás a mobilizar competências em comunicação oral.
Se gostas de jardinar na horta, se preparas as tuas sementeiras e calculas os períodos de colheita, estás a mobilizar competências organizacionais.

 

 

Pode parecer óbvio para ti, porque talvez os teus pais, ou os teus avós já jardinavam e te mostraram como fazer. Mas no entanto a tua capacidade de organização é preciosa e permite-te a cada ano que possas desenvolver a tua horta.

 

Aqui normalmente começamos a estar bem avançados nesta reflexão.

 

Mas será que acabámos?

 

Não  🙂

 

Quarto eixo do inventário das competências.

As competências pelas quais és reconhecido(a)

 

As pessoas lembram-se de ti porque sabem que és tu que dominas a informática, que tens “mão” para a culinária, que sabes preencher todo o tipo de documentos administrativos, que és bom ouvinte, que sabes exprimir uma ideia, etc…

 

No entanto, não é a tua paixão, nem a tua profissão.

 

Reflete acerca daquelas pessoas à tua volta que mais te solicitam, interroga-te sobre o valor que lhes dás pelas tuas competências.

 

No final deste exercício terás 4 listas. Reagrupa todas as competências que identificaste a fim de constituíres o teu portfolio.

 

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Este inventário vai permitir-te falares das tuas competências aquando de uma procura de emprego, quando quiseres mudar de profissão, quando fores escrever o teu currículo. Fará certamente uma diferença enorme em relação a outro candidato que se tenha contentado em listar as suas experiências profissionais e académicas sem ter feito este exercício.

Poderá até mesmo servires-te deste inventário quando duvidares de ti mesmo!

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A título pessoal, a identificação de todas as tuas competências é uma ferramenta igualmente preciosa para dares um passo atrás, tomares balanço e fazeres o ponto da situação. Vais sentir-te bem mais confiante para poderes empreender os teus projetos.

 

Não hesites em refazer periodicamente este inventário a fim de colocares em dia o teu portfolio de competências e perceberes a tua própria evolução.

 

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Forte Abraço

 

Olivier Correia

 

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Cristiano Ronaldo – Não é Trabalho é Paixão (parte 2)

Na primeira parte deste artigo (se ainda não leste a primeira parte deste artigo, podes fazê-lo aqui) mostrei como podemos usar uma personalidade famosa como exemplo de inspiração para quem pretende tornar-se um empreendedor de sucesso.

Escolhi o Cristiano Ronaldo como fonte de inspiração, por se tratar de alguém que todos conhecem e que tem uma história de vida que deve ser conhecida por todos.

 

Como outras pessoas que ousaram desafiar os seus próprios limites com o objetivo de conquistar o topo da sua área profissional, também Cristiano Ronaldo possui algumas caraterísticas que o ajudam a posicionar-se onde está hoje.

 

Falámos sobre a forma como Cristiano lutou contra um destino que parecia estar traçado e que iria conduzir certamente a uma existência modesta e de como ele teve a capacidade de ultrapassar os obstáculos que surgiram quando ainda estava a dar os primeiros passos na sua carreira.

 

Mas há outros aspetos da carreira e da personalidade deste grande jogador que te podem úteis no teu percurso para atingires os teus objetivos. Vamos então continuar a nossa análise.

 

 

 

As Caraterísticas Que Conduziram Cristiano Ronaldo Ao Sucesso

 

 

3 – Continuar Sempre a Evoluir 

 

Cristiano Ronaldo chegou ao Sporting como um diamante em bruto.

 

Neste clube português trabalhou arduamente durante a adolescência e tornou-se num extremo e veloz tecnicista. 
Quando aos 18 anos se mudou para o Manchester United foi obrigado a evoluir física e taticamente. Ganhou massa muscular e tornou-se num jogador mais eficiente, algo essencial para ter sucesso em Inglaterra.

 

 

Quando se transferiu para o Real Madrid estava no topo da sua carreia, já havia conquistado diversos títulos pelo seu clube e tinha recebido a sua primeira Bota de Ouro, mas não foi isso que travou o seu desejo de continuar a evoluir.

 

No clube espanhol passou a jogar mais perto da baliza adversária e desenvolveu uma capacidade concretizadora sem paralelo no futebol mundial, esmagando recorde atrás de recorde.

 

Este é um exemplo especialmente importante na área do empreendedorismo, pois os empresários que são capazes de se reinventar são aqueles que conseguem chegar a um patamar mais elevado.

 

A lição que deves retirar deste exemplo é simplesmente: quando atinges um objetivo não relaxes, estabelece uma meta ainda mais elevada e trabalha para conseguires alcançá-la.

 

 

4 – Define o Teu Objetivo 

 

 Ainda na sua infância, Cristiano definiu o seu objetivo: tornar-se no melhor jogador do mundo. Esta afirmação poderia parecer utópica para todos aqueles que o rodeavam, mas Cristiano não descansou enquanto não alcançou a sua meta.

 

Esta mentalidade de almejar o topo é comum a outros desportistas de elite. O famoso jogador de ténis Novak Djokovic também começou a afirmar aos 8 anos que seria o melhor tenista do mundo.

 

 

Este desejo de ser o melhor e de ficar na história de um desporto é a força matriz que ajuda muitos atletas a transcenderem-se e a quebrar barreiras que para uma pessoa comum são inultrapassáveis.

 

 

5 – Aprender a Lidar Com a Pressão

 

 Desde muito cedo que Cristiano Ronaldo aprendeu a lidar com a pressão. Ainda adolescente, ele tornou-se um alvo a abater para os jogadores e adeptos das equipas rivais e habituou-se desde logo a jogar em ambientes hostis.

 

 

Ao longo do teu percurso também irás enfrentar algumas situações de pressão. Não conseguimos nunca agradar a todos. Pode aparecer alguém que não está completamente satisfeito com o teu trabalho, ou podes por exemplo, sentir dificuldades em atingir os teus objetivos.

 

Conseguir enfrentar todas as situações de pressão que possam surgir é indispensável.

 

 

Segue Estes Ensinamentos e Conquista o Topo

 

Se como o Cristiano Ronaldo encarares o teu trabalho com paixão, tenho a certeza que também tu conseguirás evoluir e melhorar de forma constante, nunca perdendo de vista os teus objetivos.

 


E sei também que se tiveres o veículo certo, a equipa certa e os mentores certos…nada te poderá parar!

Regista-te aqui e começa hoje a fazer parte de uma equipa que te vai literalmente “levar ao colo” para que sejas bem sucedido.

Partidas da Vida ou Partidas da Mente?

Em determinados momentos sentimos que a vida nos prega partidos e parece que os alicerces de tudo o que valorizávamos em nosso redor começam a ruir. O próprio brilho do sol parece perder intensidade, as cores das flores já não vibram da mesma forma e tudo parece mais soturno e deprimente.

 

 

Mas será que já paraste para pensar se é realmente a vida que te prega partidas ou se somos nós, com os nossos comportamentos e atitudes que transformamos acontecimentos comuns em algo mais pesado?

 

Esta é uma questão importante e crucial para que possas lidar melhor com os percalços negativos que vão surgindo ao longo do teu quotidiano. Deves deixar de acreditar que todas as derrotas que sofres resultam de um alinhamento cósmico que serve apenas para te prejudicar.

 

O universo não está nem aí!

 

E se a responsabilidade da espiral negativa em que por vezes te encontras for apenas e só da tua responsabilidade, ou melhor da forma como lidas com os obstáculos que vão aparecendo na tua vida?

 

 

Muda a Tua Forma de Lidar Com Os Acontecimentos Negativos

 

 

Ao longo da tua vida pessoal e profissional vais deparar-te com acontecimentos negativos. Isso é algo inevitável, que faz parte da própria existência humana.

 

Irás ter que lidar com a morte de pessoas que te são próximas, com separações e com frustrações profissionais.

 

Mas será que estas situações expressam realmente algo sobre ti e sobre o mundo que te rodeia?

 

A maioria das pessoas acredita piamente que os acontecimentos são responsáveis pelas nossas emoções, que sentimentos como medo, alegria ou tristeza dependem apenas daquilo que nos acontece.

 

Se isto fosse verdade, então não teríamos verdadeiramente controlo sobre as nossas emoções e o conceito de inteligência emocional não faria qualquer sentido.


Para descomplicar um pouco, aquilo que estou a afirmar é que não são os acontecimentos que nos despertam determinadas emoções, mas sim aquilo que pensamos sobre os acontecimentos.

 

E será que esta ideia também se pode aplicar aos acontecimentos mais negativos? Por mais incrível que pareça, a resposta é sim.

 

Até os acontecimentos mais dramáticos e a sua capacidade de interferir com a nossa vida dependem apenas e só do significado que lhes atribuímos e de como os interpretamos.

 

 

As Pessoas Reagem Diferente Perante Acontecimentos Semelhantes

 

Isto explica-nos porque, perante situações semelhantes, as pessoas podem reagir de forma completamente diferentes.

 

Vou ilustrar com um exemplo:

Imagina que numa ida ao restaurante te cruzas com dois antigos colegas de trabalho com quem tinhas uma relação perfeitamente normal e quando te despedes deles, ficas com a impressão de que passaste a ser o tema de conversa entre eles.

Algumas pessoas vão sentir-se desconfortáveis nesta situação e vão acreditar, quase de forma automática, que os seus antigos colegas ficaram a proferir coisas negativas a seu respeito. Talvez tenham ficado a falar daquele erro grave que cometeram um dia. Ou talvez, nunca tenham gostado realmente delas e estejam agora a demonstrar isso mesmo.

Contudo, outras pessoas vão reagir com naturalidade à impressão com que ficaram e vão ficar a pensar que os antigos colegas gostaram de encontrá-las e que por isso ficaram a dizer coisas agradáveis a seu respeito.

 

Tudo depende da perspetiva e da forma como se queira encarar cada acontecimento. Aquilo que nos acontece no nosso quotidiano não tem que condicionar de forma permanente a nossa existência.

 

 

És tu que decides qual a verdadeira importância que cada acontecimento tem na tua vida.

 

 

Agora diz-me uma coisa,

 

Como te sentes em relação a fazeres parte de um projeto que pode mudar a tua vida para sempre?

Como te sentirias se, por tomares hoje mesmo a decisão de te registares aqui, mudasses por completo a tua qualidade de vida e situação económica?

 

Pensa naquilo que vais sentir quando fores livre!

 

 

REGISTA-TE AQUI