Como fazer Boas Escolhas Sempre!

Fazer boas escolhas – Uma interrogação quotidiana!


Devo aceitar este novo trabalho? Devo continuar os estudos ou procurar emprego? Será o momento indicado para constituir família? Que tipo de casa ou apartamento me agradaria mais?

Fazer boas escolhas pode parecer difícil.

 

A ideia de tomar uma decisão pode criar um clima de ansiedade. No entanto a vida é feita de escolhas em permanência.

 

Todos os dias fazemos escolhas. Algumas obviamente mais importantes que outras e mais decisivas. Mas as pequenas escolhas de hoje, podem ter um forte impacto a longo prazo.

 

É então necessário considerar as escolhas como um todo, como um conjunto, quaisquer que sejam a sua importância ou relevância.

 

Aprender a fazer boas escolhas no quotidiano é vital, permite-nos avançar na vida sem dependermos dos outros.

 

Infelizmente, o medo de nos enganarmos, de falharmos, de não tomar boas decisões ou até de nos arrependermos, pode impedir-nos de fazer escolhas.


Como saber então qual a melhor escolha a fazer? Como saber qual a melhor decisão a tomar?

 

Para responderes a estas questões podes utilizar os dois métodos seguintes:

 

A abordagem racional

 

 

 

Podes adotar uma abordagem racional fazendo:

 

– Pesando os prós e os contras

– Analisando as consequências da tomada de decisão

– Interrogando-te acerca das razões profundas da tua escolha

 

Este método apresenta as seguintes vantagens para se conseguirem fazer boas escolhas:

 

Tempo de reflexão. A escolha final será baseada em elementos tangíveis.

Esta forma pode ser-te conveniente, sobretudo se fores uma pessoa mais racional do que intuitiva.

 

No entanto o “racional” em demasia também tem os seus inconvenientes. É impossível prever o futuro e as suposições serão forçosamente aleatórias.

Para além disso com uma reflexão demasiado ”forçada”, arriscamo-nos a adiar a decisão “ad eternum”.

Quando esperamos até analisar todos os ângulos, arriscamo-nos a permanecer numa espécie de limbo da “não escolha”.

 

Hoje tenho a certeza de algo, as decisões tomam-se rapidamente!

 

E quando o teu coração te sopra algo diferente?

 

 

A abordagem intuitiva

 

 

Uma outra abordagem para tomar boas decisões, consiste em fazer confiança naquilo que sentimos, a apelar às nossas emoções.

 

Esta abordagem para fazer escolhas tem a vantagem de estar centrada exclusivamente em nós próprios. Podemos tomar uma decisão apenas em função de fatores internos.

 

Esta é sem dúvida aquela que mais utilizo.

 

Mas…decidindo apenas em função do que sentimos, pode ser por vezes algo frágil e extremamente subjetivo.

 

 

Então qual seria a receita para se fazer uma boa escolha?

 

Em primeiro lugar, penso que não existe nenhum método ideal para se tomarem boas decisões e iniciarmos algo novo.

 

Penso no entanto, que, para abordar a questão das escolhas, devemos sim abandonar 2 formas de pensar:

 

 

  • Fugir do perfecionismo:

 

Não existem escolhas perfeitas. A única coisa que podes fazer, é agir tendo refletido e “escutando” aquilo que sentes.

 

Agindo, testas as soluções!

 

E sim…tens o direito de te enganares.

 

Aliás…não te enganaste…agiste

 

Ao menos saberás que tentaste e não ficaste no “limbo” 🙂

 

Fizeste algo!

 

Depois fazes o balanço. Podes assim saber se a tua escolha foi acertada ou não. Podes analisar as circunstâncias que te levaram ao resultado obtido. E podes recomeçar, mudando as circunstâncias, tomando outro rumo.

 

 

  • Desdramatiza

 

A maior parte das escolhas ou tomadas de decisão não são irremediáveis.

Raras são as escolhas absolutamente definitivas, por isso…desdramatiza a tua tomada de decisão. Tem mais a ver com barreiras mentais e a ideia que temos das circunstâncias atuais que nos travam!


Será sempre tempo de fazer novas escolhas, de tomar novas decisões, de mudar e de melhorar.

 

Se tiveres sempre presente, que não existem escolhas perfeitas e desdramatizares a tomada de decisão, estas questões deixarão de ser um problema para ti, pois terás banido da tua mente, o medo de falhar.

 

 

Cada escolha será uma experiência de vida e a soma destas experiências, constituirá então o teu caminho de vida…em toda a sua singularidade.

 

 

Tu podes fazer hoje a tua escolha de vida!

 

 

Junta-te a este movimento de pessoas livres!

Regista-te!

Como Fazer Face à Incerteza

A tua qualidade de vida irá sempre depender da tua aptidão em fazeres face à incerteza, da tua aptidão a acreditares em ti e nas tuas escolhas.


Há sempre um momento nas nossas vidas em que chegamos a cruzamento, onde devemos escolher que direção tomar. Geralmente é nesses momentos que temos mais tendência para nos perder e afogar num oceano de incertezas e indecisões.

 

No entanto, a pior de todas as decisões que podemos tomar é não decidir!

Quantos projetos abandonaste por estes momentos de fraqueza?

Quantas oportunidades não aproveitaste, porque não tiveste a coragem de olhar para dentro de ti mesmo para saberes o que realmente querias?

Demasiadas, se me perguntares a mim.

Hoje proponho-te algumas pistas de reflexão, que se averiguaram úteis para mim, afim de poderes fazer face aos momentos de incerteza.

 

Acredita em ti, acredita no teu potencial!

 

A chave para sair do nevoeiro, está em ultrapassar a incerteza e acreditar, acreditar em ti, acreditar no teu potencial, acreditar que qualquer que seja as escolhas que faças, serás capaz de as assumir.

 

Mas para acreditares em ti, deves primeiro aprender a conhecer-te. Deves conhecer as tuas fraquezas e as tuas forças. Deves conhecer os teus desejos e expectativas, e acima de tudo deves ser capaz de sentir o teu potencial e de fazer tudo por tudo para vivê-lo!

Deves aceitar o facto que podes fazer coisas grandes, que as tuas ideias têm valor, que tu tens valor e que o mundo precisa de ti!

 

Se não o fizeres, ninguém o fará por ti!

Assim, na próxima vez que uma oportunidade se apresentar, deves fazer uma escolha, lembra-te sempre disto! E faz a tua escolha em função
daquilo que queres realmente e não em função dos teus medos.

Porque SIM! É o teu medo é o que prolonga as tuas incertezas…

 


Não deixes que o medo te impeça de fazeres aquilo que queres

 

Na maioria das vezes que estamos indecisos é por causa do medo. Medo do que pode acontecer, medo de falhar, medo de não conseguir gerar aquilo que queremos, medo daquilo que os outros possam pensar, etc…

Estes medos são legítimos, pois fazem parte da natureza humana, mas são completamente infundados e gerados por falsas crenças. Por isso nunca deves deixar que te controlem!

O teu destino apenas a ti pertence, a tua vida pertence-te.

Então faz com que ela tenha as tuas medidas. Faz com que valha a pena ser vivida!

Nunca tenhas medo de exprimir o teu talento, as tuas ideias e o teu potencial…

Sei bem que nem sempre é fácil fazer esta escolha, mas tens que o fazer!

Pouco importa a oportunidade que se te apresenta, nunca fiques indeciso, não sucumbas à incerteza nem ao medo!

Pelo contrário, tem coragem de abraçares a vida, de correres riscos. Tem coragem de fazeres escolhas!

 

 

Não olhes para trás

 

As escolhas devem ser feitas, mas o mais importante é conseguirmos viver com essas escolhas e continuar a avançar, aconteça o que acontecer.

Uma vez tomada a decisão, nunca mais olhes para trás, mesmo se te enganaste!

Todos erramos, e esses erros tornam-nos mais fortes, mais sábios. Por vezes esses erros levam-nos para direções que não tínhamos intenção de ir. Por ir no sentido dessas direções é a melhor coisa que nos poderia ter acontecido.

 

Então confia em ti! Confia no teu potencial e acima de tudo tem a coragem de ultrapassar a tua incerteza.

Levar-te-à ao teu destino!

Do teu amigo

A recompensa da liderança (Liderança Cap. VII)

A recompensa do reconhecimento, as competências desenvolvidas e adquiridas no processo, a recompensa fantástica da confiança. Esta ultima é muito evidente nos

O líder que opta pela autoridade e influência positiva, tem que fazer muitas escolhas e sacrifícios.

 

Mas é certo que toda esta disciplina para atingir esta liderança em pleno, tras recompensas.

 

 

A recompensa do reconhecimento, as competências desenvolvidas e adquiridas no processo, a recompensa fantástica da confiança. Esta ultima é muito evidente nos grandes líderes que já o provaram ser.

 

As pessoas seguem o líder, até mesmo antes de seguir a causa!

 

 

Acima de tudo o líder é recompensado por fazer a diferença no mundo que o rodeia, pois ao abdicar das suas próprias necessidades em virtude das dos outros, quebra um dos maiores defeitos de caráter do ser Humano, o egocentrismo, o rei bebé que vive em cada um de nós.

 

 

O líder torna-se assim mais consciente dos outros. Abnegou e tornou-se altruísta.

 

A sua vida passa assim a ter um propósito maior, um sentido traçado.

 

A maior recompensa de um líder, é o amor e a alegria.

 

 

Faz como nós!

Entra na maior ecola de líders do mundo!

Liderar e fazer escolhas (Liderança Cap. VI)

A liderança começa com a escolha, que vem da vontade de servir.Sigmund Freud, o pai do determinismo, atribui os nossos comportamentos e tendências como sendo qu

A liderança começa com a escolha, que vem da vontade de servir.

Seja uma causa, uma equipa de trabalho ou uma empresa.

Não esquecendo que o compromisso tem que estar sempre presente.

 

Há quem defenda, que as nossas escolhas comportamentais sejam elas boas ou más, descendem da nossa herança genética.

 

Sigmund Freud, o pai do determinismo, atribui os nossos comportamentos e tendências como sendo quase todas elas, de predisposição genética.

 

 

Ou seja:

 

Se formos filhões de pais alcoólicos, teremos uma predisposição genética superior ao alcoolismo. Se formos descendentes genéticos de alguém com genes neuróticos, teremos uma maior predisposição neurótica, etc…

 

Mas quem sou eu para refutar uma das maiores teorias de Freud.

 

No entanto, acredito sim, que possa existir essa predisposição. Contudo, em minha opinião assim como a de muitos psiquiatras e psicólogos, que estudam principalmente a área da adição. As nossas decisões comportamentais, não dependem apenas de uma predisposição genética.

Elas são fruto do nosso meio ambiente, dos genes e do nosso próprio desenvolvimento pessoal, maturidade e conhecimento pessoal, o que já reduz a percentagem genética para 33,3333…%.

 

Quando um líder “escolhe” servir, pode até nem simpatizar a quem serve, não precisa sequer!

 

Mas com o tempo vai sintonizar as suas ações e comportamentos, com esse compromisso, com essa escolha e decisão que tomou de liderar. Assim, com o tempo vai acabar por ter sentimentos positivos acerca dessa ou dessas pessoas.

 

A este fenómeno chama-se “Praxis”.

 

 

A praxis é muitas vezes usada nos grupos de auto ajuda. Diz o 2º passo dos Narcóticos Anónimos o seguinte:

 

“Viemos a creditar, que um poder superior a nós mesmos nos poderia devolver á sanidade”

 

Muitos membros de N.A., começam por “fingir” acreditar, ou por falta de fé, espiritualidade, ceticismo ou qualquer outra razão. É natural que um recém-chegado a um grupo de ajuda, ainda sob efeito da abstinência das drogas, não tenha qualquer pingo de espiritualidade, quanto mais acreditar num poder superior.

 

Por isso é-lhes sugerido que inicialmente “finjam” acreditar. E o mais incrível é que resulta. Cada um tem o seu timing e o seu processo, mas acabam por acreditar neste passo, passando ao seguinte.

 

Pode então concluir-se que, representando um sentimento, ao invés de agirmos de acordo com aquele que verdadeiramente sentimos, acaba por transformar esse mesmo sentimento.

 

A liderança começa com a escolha, a escolha de decidir comprometer-se a alinhar as ações com as boas intenções.

 

Na vida somos apenas obrigados a fazer duas coisas, morrer e fazer escolhas”.

 

 

“Pensamentos tornam-se em ações, ações tornam-se hábitos, hábitos tornam-se caráter, e o nosso caráter torna-se o nosso destino”.

 

DESENHA O TEU PRÓPRIO DESTINO!