8 Hábitos de Vida para Seres um Líder

Certamente que conheces pessoas à tua volta a quem tudo sorri. Cada vez que desenvolvem um projeto, atingem um resultado que te surpreende.
Todos temos em mente exemplos de sucesso, de pessoas que partiram do nada e hoje são donos de negócios com uma incrível projeção. Aventureiros que partiram sós numa expedição e hoje são seguidos por milhares. Desportistas que conseguiram feitos abismais, etc.

Como fazem estes grandes líderes para atingir os seus objetivos?

Uma coisa é certa: Não conseguem certamente aquilo que fazem porque têm sorte. Conseguem porque se posicionam de uma certa forma. Desenvolvem competências e colocam em prática hábitos de vida orientados para o sucesso.

Estas pessoas têm em comum um número de hábitos que vou hoje partilhar contigo, para que tu também possas conseguir, como os grandes líderes o fazem.

Agrada-te a ideia? Então vamos lá…

 

Hábito nº1 dos líderes: A Paixão

Ter sucesso requer esforço. Para poderes fornecer esse esforço a longo prazo, é preciso que gostes daquilo que fazes. Só assim esses esforços te parecerão menos exigentes. A paixão dar-te-á a vontade e a motivação necessária para prosseguires.

 

Hábito nº2 dos líderes: Uma Visão

Agirá como uma bussola, fixará o teu norte para os meses futuros. É na visão que te podes agarrar sempre para avançares. É indispensável teres uma visão e saberes exatamente aquilo que queres atingir para que tenhas sucesso.

 

Hábito nº3 dos líderes: Mentalidade de Vencedor(a)

Este é outro ponto comum entre as pessoas de sucesso, a capacidade de pensar que conseguimos custe o que custar. Podemos facilmente deixar que nos poluam a mente nos nossos quotidianos, com ambientes negativos e de queixume. Por isso é imprescindível desenvolver o “mindset” certo e o pensamento positivo, pois sem isso estaremos vulneráveis à duvida e ao ruido exterior causado pelo nosso ambiente.

 

Hábito nº4 dos líderes: Rodeares-te de boas pessoas

Sozinhos não somos capazes! Isto aprendi há já muitos anos, é o princípio básico dos grupos de autoajuda.  A dinâmica do sucesso e a mentalidade vencedora são também o fruto das pessoas à nossa volta que nos influenciam, então é assim vital que estejamos rodeados de pessoas que tenham o nosso estado de espirito e boa atitude. Poderemos assim deixar-nos contagiar pelo seu otimismo e energia.

Coloca-lhes questões sobre o seu sucesso. Inspira-te nas suas experiencias. Não hesites também a falares sobre o teu projeto. Essas pessoas dar-te-ão conselhos uteis e serão certamente bons ouvintes para ti.

 

Hábito nº5 dos líderes: Pensar “fora da caixa”

Aqui trata-se de pensar de forma diferente para saíres dos caminhos trilhados pelo comum e achares novas soluções, mais ousadas, que te vão permitir ires mais longe. A criatividade é uma característica essencial de um líder.

Faz prova de mente aberta, de curiosidade, arrisca, coleciona conhecimento e ideias. Tudo isto vai permitir que te adaptes facilmente e só assim serás resiliente ao ponto das dificuldades que surjam façam ricochete em ti.

 

Hábito nº6 dos líderes: Concentrar-se no essencial

Em qualquer projeto deves ordenar as tuas prioridades e focares-te na realização das tarefas nesse sentido. Não te percas no detalhe, se o fizeres arriscas-te a desmotivar e abandonar.

 

 

Hábito nº7 dos líderes: Lutar contra a procrastinação

O teu inimigo nº1 é a procrastinação! Para teres sucesso nem penses em constantemente adiares para amanhã aquilo que deves fazer hoje. Para isso deves numa base diária agir sobre o teu projeto, mesmo que seja uma pequena ação. O importante é avançares…sempre!

 

Hábito nº8 dos líderes: Cada fracasso é uma tentativa

Todos os grandes líderes arriscam algo para terem sucesso. Á partida nunca sabemos quando vamos conseguir.

Um líder nunca imagina nem visualiza o fracasso. Nesta perspetiva cada obstáculo não ultrapassado é uma tentativa e há que contornar e voltar ao rumo.

Grava esta frase: Não existe fracasso! Cada tentativa é apenas uma nova aprendizagem. E a aprendizagem é necessária ao sucesso.

 

 

Passa para o patamar seguinte!

Estes hábitos de vida são essenciais ao teu bem-estar, não os negligencies em caso algum. Deves tomar ação hoje e deves saber que os hábitos de vida 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8 apresentados neste artigo estão aprofundados numa formação fantástica e contínua chamada: Inner Circle

Podes passar agora mesmo ao patamar seguinte que te vai ajudar a rumar ao sucesso.

 

O Curso Inner Circle é constituído por 3 vídeos e mais de 200 áudios! E vai ajudar-te a adquirires a mentalidade certa para o sucesso!

 

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Forte Abraço

7 Estratégias De Liderança Retiradas De Grandes Generais Da Nossa História

Se procuras um método eficaz para galvanizares as tuas tropas e fazer sobressair um espírito de conquista, este artigo é para ti.


Napoleão Bonaparte criou um império que se estendeu por toda a Europa de 1804 a 1814. Foi um general brilhante que compreendeu como liderar vastos exércitos rumo à vitória.

“O moral das tropas tem uma relação com o físico de três para um”, declarou um dia Bonaparte. O que queria dizer com esta frase era que o espírito de combate das tropas era decisivo para a batalha.


 

 

“Soldados motivados são capazes de derrotar um exército com uma superioridade numérica três vezes superior à sua”. Escreveu Robert Greene no seu livro: 33 Estratégias de guerra.

Fala-nos de técnicas aplicadas pelos maiores generais da história – de napoleão a Alexandre o Grande – para dirigirem as suas tropas.

Tu podes usar exatamente essas técnicas para levantar o moral da tua equipa e otimizar a produção.


À imagem de Napoleão podes usar estratagemas e fazer prova de eficácia.


Reúne-os à volta de uma causa igual

 

Dá à tua equipa uma causa de luta, pode ser qualquer coisa mas tem de ser progressivo. Deve corresponder a uma linha de tempo, em que o futuro é uma vitória.

 

Lembra á tua equipa que fazem parte de um grupo que compete com outros no mercado e incita-os a ultrapassar a concorrência.

 

Aquando da primeira revolução Inglesa em 1643, Oliver Cromwell foi nomeado coronel e membro do parlamento, começou a recrutar soldados inexperientes mas que partilhavam o seu fervor pela religião puritana. Unidos pela mesma causa sagrada, o exército de Cromwell, composto por jovens sem qualquer experiencia, esmagou em 1645 as forças reais e meteu um fim ao primeiro estágio da guerra.

 

 

Mantem-nos ocupados


 

Quando os soldados estão na defensiva, em espera de um assalto eminente, têm menos performance e estão demasiado confiantes ou angustiados. O mesmo fenómeno se observa numa equipa de vendas onde o espírito de iniciativa está ausente.

Napoleão foi nomeado comandante das tropas francesas que combatiam a Áustria em Itália em Abril de 1796. Não era bem-vindo entre eles. Os soldados achavam-no demasiado pequeno, demasiado jovem e inexperiente para liderar e já não tinham entusiasmo para combaterem pelos ideais da revolução francesa. Depois de algumas semanas onde falhou drasticamente em motivá-los, Napoleão decidiu empurra-los à ação. Levou-os a uma ponte em que tinha a certeza que conseguia conquistá-la facilmente e foi à carga à frente dos seus homens. Discursou para os seus homens com fervor e liderou-os numa vitória relativamente fácil. A partir desse dia Napoleão teve o suporte incondicional dos seus homens.

 
Faz a manutenção da satisfação

 

Não precisas de andar com eles ao colo, mas deves atender às suas necessidades. Caso contrário, explica Robert Greene, agirão de forma egoísta e desligar-se-ão da equipa. Arriscas-te assim a perderes os membros mais valiosos da tua equipa. És tu quem deve cuidar do desenvolvimento pessoal deles.

 

Napoleão sabia que uma boa parte dos seus homens estavam cansados e eram nostálgicos. Foi por isso que fez questão em conhecer cada um deles pessoalmente e encorajou-os a partilharem as suas histórias. Muitas vezes não avançou em função da baixa motivação dos seus soldados, isto mostrava que se preocupava com eles e que não era insensível ao sacrifício individual.

 

 

Leva-os ao teu lado

 

Até o entusiasmo do mais motivado dos membros da equipa pode decair, deves assim fazer-lhes saber que estás sempre do lado deles. Até quando caminhas fisicamente, deixa-te estar no meio deles…sempre.

 

Solicita as suas emoções

 

Os melhores generais têm sentido de teatro, declara Robert Greene. Quebra as defesas da equipa com uma graçola ou uma anedota e em seguida aborda diretamente o que pretendes deles.

Hanibal, o grande general de Cartago, sabia como fazer um discurso apaixonado que provocava gritos e lágrimas nos seus homens antes de defrontarem os romanos. Sabia ainda que esse mesmo discurso teria muito mais impacto se os seus homens se encontrassem relaxados e durante o tempo de descanso. Hanibal divertia os seus homens com combates entre gladiadores e provocava risos entre os seus homens com as suas anedotas.

 

“Só o sucesso torna um grupo coeso”

 

 

Acha o equilíbrio justo entre a recompensa e a culpa

 

Leva a tua equipa a competir entre ela para te satisfazer, a lutar para que sejas menos severo e mais amável (não sou eu quem o digo, continua a ser Robert Greene). Isto não significa que devas repreender a tua equipa, que não irão responder de forma positiva se assim o fizeres. Mas se não te mostrares firme face aos resultados, irão achar que te têm sempre por satisfeito.

 

Durante o era do período chinês “Primavera e Outono”, Sima Rangju foi nomeado general pelo Senhor Qi para defender a região contra os exércitos de Jin e Yan. Quando estavam no campo de batalha, dois homens faltaram ao respeito a Rangju, ele matou o primeiro e executou os serventes do segundo. Os seus homens ficaram terrivelmente assustados. No entanto o general fez prova de bondade, dividindo as reservas de água e comida em partes iguais pelas suas tropas. Os seus homens viram que ele recompensava quem o seguia e castigava os outros. Assim venceram Jin e Yan.

 

 

Cria um mito coletivo

 

 

Os soldados que combateram lado a lado em numerosas campanhas ou comissões, forjam uma espécie de mito geral baseado nas suas vitórias precedentes, revela Robert Greene. Apenas a vitória e o sucesso traz coesão ao seio de um grupo. É preciso inventar símbolos, logotipos e slogans que vão dar a essa ideia um peso ainda maior. A tua equipa vai desejar “fazer parte”.

Quando o general George Washington procurava um lugar para estabelecer o seu acampamento no decorrer do rigoroso inverno de 1777-1778, instalou-se em Valley Forge na Pensilvânia. Ele e seus homens foram submetidos a um frio extremo, privação e epidemias. No fim de fevereiro de 1778, 2500 soldados tinham morrido. No entanto, os que sobreviveram tiveram a sensação de que nada neste mundo os impediria de ganhar a guerra contra os ingleses. No mês de maio, as tropas celebravam o anúncio de uma aliança decisiva com os franceses que os fez redobrar os esforços e os levou á vitória.

 

A motivação é das maiores armas que o homem já conheceu

É por isso que te quero apresentar o Inner Circle, um curso em áudio só sobre desenvolvimento pessoal e motivação. Que te vai ajudar a pensares como os grande lideres o fazem e construíres e manteres a motivação da tua equipa

A recompensa da liderança (Liderança Cap. VII)

A recompensa do reconhecimento, as competências desenvolvidas e adquiridas no processo, a recompensa fantástica da confiança. Esta ultima é muito evidente nos

O líder que opta pela autoridade e influência positiva, tem que fazer muitas escolhas e sacrifícios.

 

Mas é certo que toda esta disciplina para atingir esta liderança em pleno, tras recompensas.

 

 

A recompensa do reconhecimento, as competências desenvolvidas e adquiridas no processo, a recompensa fantástica da confiança. Esta ultima é muito evidente nos grandes líderes que já o provaram ser.

 

As pessoas seguem o líder, até mesmo antes de seguir a causa!

 

 

Acima de tudo o líder é recompensado por fazer a diferença no mundo que o rodeia, pois ao abdicar das suas próprias necessidades em virtude das dos outros, quebra um dos maiores defeitos de caráter do ser Humano, o egocentrismo, o rei bebé que vive em cada um de nós.

 

 

O líder torna-se assim mais consciente dos outros. Abnegou e tornou-se altruísta.

 

A sua vida passa assim a ter um propósito maior, um sentido traçado.

 

A maior recompensa de um líder, é o amor e a alegria.

 

 

Faz como nós!

Entra na maior ecola de líders do mundo!

Liderar, criando ambiente saudável (Liderança Cap. V)

A liderança pela autoridade, resulta de múltiplas variáveis
Tudo o que fazemos, se o quisermos fazer bem feito, requer esse tal ambiente saudável e confortável

A liderança pela autoridade, resulta de múltiplas variáveis.

 

Criar um ambiente saudável e fazer escolhas, são duas dessas importantes variáveis.

 

E de que ambiente me estou aqui a referir?

 

Quer numa empresa, numa comunidade, instituição ou até numa família (que é uma instituição também). Temos que liderar.

 

O ambiente criado para exercer essa liderança com autoridade através do serviço, requer obviamente um ambiente saudável.

 

Tudo o que fazemos, se o quisermos fazer bem feito, requer esse tal ambiente saudável e confortável.

 

 

Neste momento que vos escrevo, sinto-me bem, num bom ambiente, está uma ótima temperatura, uns amenos 26 graus marca o ar condicionado. Estou sozinho no meu escritório, focado no meu trabalho e sem pressões.

O Jantar está ao lume (e que bem que cheira).

As minhas duas filhas estão no quarto, consigo daqui ouvi-las a rirem-se, o meu filho está no treino e a minha esposa deve estar quase a regressar do trabalho.

Este é o meu saudável e confortável ambiente.

Talvez por isso sinta esta paz de espirito, que estou a vivenciar de momento.

 

Mas estou a falar de família.

Se transportarmos esta criação de bom ambiente, para uma empresa ou grupo de trabalho, iremos obter os mesmos resultados de satisfação.

 

Tal como uma flor, precisa de em ambiente saudável para crescer (terra bem volvida, adubada, regada consoante as suas necessidades, exposição ao sol, mondar o solo em volta, etc…), assim precisam os seres humanos, para trabalharem com gosto e crescerem como indivíduos.

 

Se liderarmos num ambiente que tenhamos tornado saudável colheremos bons frutos dessa liderança.

 

E como se cria esse ambiente? Perguntar-me-ão.

 

 

Criar este ambiente aprende-se, requer muita disciplina e sobretudo não ansiar por resultados imediatos.

 

Se entrarmos para uma empresa ou para um novo grupo de trabalho, com um cargo de liderança, vamos obviamente ter que conquistar a confiança daqueles que somos supostos liderar.

 

Vamos em primeiro lugar “avaliar” o estado do ambiente e em seguida, exercer a nossa influência positiva para o modificar.

 

Vamos diminuir os conflitos identificando-os, vamos perceber as necessidades de quem vamos liderar e vamos servir, no sentido de preencher essas mesmas necessidades.

 

A partir deste passo vamos então investir nas nossas “contas relacionais”. – O que é isso?

Segundo Stephen Covey, estas contas relacionais funcionam da mesma forma que as nossas contas bancárias, onde depositamos e retiramos dinheiro…bem…talvez funcionem um pouco de forma diferente, pois estamos a falar de pessoas, e como se recordam foi falado no primeiro artigo destes capítulos, que as pessoas lideram-se e não se gerem.

 

– Simplificando:

 

Quando conhecemos alguém pela primeira vez, a nossa conta relacional com essa pessoa está neutra, está a zeros. Porém à medida que vamos interagindo com essa pessoa vamos fazendo depósitos e levantamentos.

 

Ou seja, fazemos depósitos, sendo honestos e confiáveis, ouvindo ativamente essa pessoa e outras coisas, tão simples como dizer bom dia, obrigado, se faz favor, passou um bom fim-de-semana?

 

Os levantamentos nesta conta podem porém averiguar-se mais caros em juros do que nas contas bancárias que ficam a descoberto. E por cada levantamento (má atitude), talvez tenhamos que fazer cinco ou seis depósitos.

 

E porquê?

 

É simples, porque para se conquistar a confiança de alguém através de comportamentos demora o seu tempo (o tal tempo de cultivo até á colheita), ao passo que para perder a confiança de alguém basta uma pequena gafe, seja não atendendo às suas necessidades, seja sendo mais rude, seja sendo impaciente, etc…

 

É por isso muito importante estimarmos os nossos liderados e estarmos sempre atentos aos nossos próprios comportamentos, no que diz respeito às nossas contas relacionais.

 

A responsabilidade de um líder, em criar um ambiente saudável é impreterível.

 

São os líderes que estão incumbidos de estabelecer normas comportamentais, dentro da sua área de influência.

Estas normas comportamentais são essenciais, para a preservação desse mesmo ambiente. Nunca em caso algum, o líder deve permitir a alguém a quem delegou alguma autoridade, a quebra dessas normas.

 

Como por exemplo falar de forma incorreta para algum liderado, principalmente em público, pois seria considerado uma humilhação.

 

No sentido de preservar esse mesmo ambiente saudável é ainda da responsabilidade do líder, influenciar positivamente todos os liderados a fazerem as suas próprias escolhas.

 

É ainda de sua responsabilidade, usar o poder caso necessário, para e com todos os reincidentes que insistam em não respeitar essas mesmas normas comportamentais, que preservam o ambiente saudável criado pelo líder. 

Liderar Com Ágape – (Liderança Cap. IV)

Quando falamos de “Ágape”, ou liderança baseada no amor incondicional, não quer dizer que temos que amar no verdadeiro sentido da palavra quem lideramos.

Quando falamos de “Ágape”, ou liderança baseada no amor incondicional, não quer dizer que temos que amar no verdadeiro sentido da palavra quem lideramos.

 

Normalmente quando se fala disto, é frequente confundir-se sentimento com ação.

Este tipo de amor, usado neste modelo de liderança, diz respeito a comportamentos e escolhas, sem que nada se exija em troca.

 

Então mas tenho que amar quem não gosto?

Tenho que amar a quem vejo maldade?

 

NÃO!

 

Mas tenho que perceber os seus comportamentos, usar de empatia, colocar-me no seu lugar e perceber o porquê dessas escolhas comportamentais.

 

Assim sendo como não posso controlar o meu comportamento em relação aos outros, devo pelo menos, controlar o meu comportamento em relação aos mesmos.

 

Usando os meus comportamentos posso ser (mesmo em relação àqueles que acho terem mau caráter – e aqui estou a julgar – “sou humano”), paciente, posso ouvir ativamente o que me têm para dizer, posso comprometer-me em vez de apenas me envolver, posso respeitá-lo, sendo humilde e perdoando.

 

E se tiver uma atitude positiva posso ainda usar da minha influência positiva, ou da minha inteligência emocional, para, de uma forma paciente e honesta chamá-lo à razão mantendo-o assim responsável.

 

 

Identificam aqui, nesta minha forma forma de liderar esta pessoa algum tipo de sentimento?

 

Não, porque são apenas comportamentos.

 

Em suma, o amor ágape e liderança são sinónimos.

 

Isto não significa que tenho que fazer uso deste amor ágape, vezes sem conta no mesmo individuo.

 

 É claro que vou tentar fazer com que essa mesma pessoa se responsabilize pelos seus comportamentos, mas no limite do tolerável (e cada um tem o seu limite).

 

Se esse limite for alcançado vou ter de exercer “poder”.

 

Mas nunca antes de ter tentado ser paciente, tentar incentivar, dar atenção (que é uma das maiores necessidades do ser Humano), ouvi-lo ativamente e sempre sempre fazendo uso da empatia.

 

Elogiar, valorizar e usar de alguma perceção seletiva, fundamentam a liderança com amor ágape.

 

TODOS GOSTAM DE SE SENTIR IMPORTANTES!

 

Para transmitirmos essa importância, usamos a abnegação, comprometemo-nos em fazê-lo.

Só assim fortaleceremos o nosso crescimento pessoal, porque o compromisso exige sacrifício e o sacrifício faz-nos crescer.

SÓ ASSIM NOS TORNAREMOS LÍDERES!

 

TORNA-TE NUM LÍDER CONNOSCO

 

O Modelo de liderança baseado no amor e serviço (Liderança Cap. III)

Este tipo de liderança não existe apenas em empresas ou grupos de trabalho, estamos a falar de liderança, e a liderança existe desde em nossas casas á maior emp

Existe um modelo de liderança, que para muitos líderes é considerado um modelo utópico, um modelo “mole” e contra produtivo.

 

Mas isto, são apenas opiniões ignorantes, de líderes pobres de espirito, que preferem ser déspotas temidos e abusar do poder que lhes é atribuído apenas pelo cargo, posição ou força que possuem.

 

Este tipo de liderança não existe apenas em empresas ou grupos de trabalho, estamos a falar de liderança, e a liderança existe desde em nossas casas á maior empresa multinacional.

 

O modelo de liderança pelo serviço, ou modelo de liderança humanista, foi usado pelos maiores lideres da nossa história.

 

Foi o modelo usado por jesus cristo, Gandhi, Martin Luther King, Madre Teresa de Calcutá…e tantos outros anónimos, que hoje lideram exemplarmente pelo serviço com amor.

 

Podem achar estranho, inserir a palavra amor ao falar de liderança, mas faz todo o sentido e vão perceber porquê.

 

Vou pegar no exemplo e Gandhi, escolho falar dele pois é um líder que muito admiro, embora a Liderança de jesus Cristo e a sua influência já perduram há já mais de dois milénios, sinto-me mais confortável ao falar de um líder contemporâneo.

 

 Gandhi mão comandou exércitos, nem exerceu nenhum cargo  político, mas era um apóstolo da paz, bateu-se contra a        exploração do império britânico sobre a India.

 

 

Foi admirado por milhões e odiado por outros tantos. Chamavam-lhe “Mahatma” que em Hindu quer dizer “grande alma”.

O império britânico saqueava literalmente os recursos da India. Explorava o povo e impunha restrições sociais.

 

Uma das suas grandes desobediências civis foi a tão conhecida “Marcha do sal”. Os ingleses impuseram aos Indianos a proibição de processarem o seu próprio sal. Mas inconformado e movido por uma vontade indomável, rumou ao oceano, durante 24 dias de marcha e seguido por milhões.

 

Quando chegou ao oceano, pegou num punhado de sal e ergueu-o ao céu em forma de protesto. Nenhuma autoridade policial ousou prende-lo nem castigá-lo.

 

Foi aí que anunciou aos seus seguidores, o ataque às salinas do governo. Isto a polícia não podia ignorar.

 

Num silêncio completo, os homens de Gandhi e ele próprio, marchavam em direção aos arames farpados, colocados pelo poder local para proteger as salinas, e quando Gandhi e os seus devotos chegaram a puco menos de 100 metros desta cerca, a polícia local investiu.

Deu-se um banho de sangue, uma violência horripilante contra uma multidão 100 vezes maiores que as forças policiais.

 

Relatos impressionantes citam: “é incrível como tantos homens brutalmente agredidos por tão poucos, nem um punho ergueram em retaliação.”

A partir desse dia, que marcou a história da humanidade para sempre começou o processo de descolonização da India por parte do império britânico. Os ingleses foram forçados pelos “olhos do mundo” a acabar com o que se vinha a viver na India.

 

Esta foi a grande vitória do povo indiano, liderado pelo “grande alma” Gandhi.

Einstein disse acerca de Gandhi que as gerações vindouras, nunca poderiam acreditar que um homem como este andou sobre a terra. Declarou ainda que Gandhi entraria para a história, tal como Buda e jesus cristo.

 

Mas como é que estes grandes líderes movem montanhas sem retroescavadoras, juntam multidões sem alarido e ganham guerras sem empunhar uma arma?

 

Por mais incrível que pareça, fazem-no por Amor! Têm uma vontade enorme de servir a causa pela qual se batem, investem em amor, compressão, justiça, empatia, amizade. Servem a causa, servem os outros, preenchem as suas necessidades e dão-lhes esperança, exercendo assim uma autoridade moral que impreterivelmente os torna em líderes.

 

Resumindo, para este tipo de liderança, começa na vontade de servir, na vontade de ajudar, na vontade de fazer acontecer e mudar. E isso faz-se com Amor, com acreditar, com paixão.

No entanto, não basta pensar nisto, tem que se agir, pois o sonho sem ação é apenas um sonho e nunca passará disso. A ação sem sonho é apenas uma rotina, mas se combinarmos o sonho com a ação poderemos mudar o mundo.

Exercendo a influência da autoridade que nos foi adjudicada chegamos então á liderança.

O Modelo parece-se um pouco com este desenho:

 

É neste modelo de liderança que crescemos na Empower Network e nos Lazy Milionaires. Temos vontade de ajudar, e servimos por amor, por gostarmos tanto uns dos outros. Sacrificamo-nos pelo bem comum, passamos horas a fio a ajudar quem de ajuda precisa, em deterimento de outras coisas, inclusive do nosso próprio negócio.

 

Fazêmo-lo com gosto!

 

Mas sabemos que juntos somos mais fortes, e batemo-nos por esta partilha de conhecimento. Temos autoridade para o fazer, e todos nos tornamos líderes!

É tempo para ti de abraçares a nossa causa, a causa de ganharmos a nossa liberdade financeira, liberdade de tempo, liberdade de termos qualidade de vida.

 

Estes são os nosso nobres valores, e lutaremos por eles até que dê!

 

Junta-te a nós!

Reformular paradigmas, uma história de vida verídica… (Liderança Cap.II)

Acreditava em paradigmas como “uma vez drogado drogado para sempre”, “as pessoas nunca mudam”, “certas coisas não têm perdão”, “viver depressa e morrer jovem”

Velhos e maus paradigmas, que desafiando crenças se tornaram em novos paradigmas e mudaram uma história de vida…

 

Hoje vou contar-vos uma história, uma história de vida, uma história terrível. Que se tornou numa linda história de Amor, apenas pela inserção de novos paradigmas e de ser liderada pelas pessoas certas.   

 

Tenho um grande amigo, que hoje respeito muito e em quem acredito bastante, acompanhei todo o seu processo e conheço a sua história de vida melhor que ninguém, pois ainda hoje sou um dos seus maiores confidentes.

 

Por motivos de anonimato, vou chamar-lhe Óscar Chermont.

 

Óscar nasceu num país europeu, a sua mãe é nativa desse mesmo país e o seu pai português. Toda a sua infância esteve dividida entre esses dois países. Passava o ano letivo em Portugal e o tempo das ferias do verão (que na altura eram quase 4 meses), e/ou as férias da páscoa ou natal nesse mesmo país.

 

Óscar foi uma criança educada entre dois lares, em Portugal vivia sob o paradigma de que todas as conquistas tinham que ser feitas “a pulso”, que “depressa e bem, não há quem”, que a frontalidade era uma das maiores qualidades que um homem pode ter, que “devagar se vai ao longe”.

 

Sempre se sentiu oprimido e coagido a agir e fazer aquilo que não queria.

 

No entanto, quando chegavam as férias da escola e podia ir visitar os seus avós maternos, nesse outro país europeu, sentia-se livre, porque lhe era permitido ser ele próprio. A avó não lhe dizia que a espiritualidade e o acreditar em algo era o ópio do povo, nem que tinha que ser frontal com todas as pessoas que agissem de forma que não lhe parecesse bem.

 

Mas como, quando alguém está “preso” e de repente consegue fugir…fugiu para bem longe, fugiu para um mundo que lhe mascarava a realidade, um mundo que inicialmente lhe parecia apenas recreativo, mas que acabou por se tornar na sua maior prisão. O mundo da droga e de todos os alteradores de consciência que podemos imaginar.

Começou bem cedo, usou heroína pela primeira vez com 13 anos. A partir daí foi sempre a descambar.

 

É claro que de tudo fez para alimentar o seu vício, desde mentir, manipular, roubar, assaltar, vender droga, encarceramento e muito mais…

 

Acreditava em paradigmas como “uma vez drogado drogado para sempre”, “as pessoas nunca mudam”, “certas coisas não têm perdão”, “viver depressa e morrer jovem” e ainda sofria de autopiedade, orgulho doentio, ira, raiva, cólera, vergonha, negação, falta de autoestima e mais que me contou e que não me consigo recordar.

 

Óscar viveu na rua, em carros abandonados, dormiu em vãos de escada e acabou por ir viver durante um ano e meio, para o maior “supermercado” de droga da europa no final dos anos 80 e princípio dos anos 90, conhecido na sua gíria pelo “C.V.”

 

Durante esse tempo, diz ele, teve altos e baixos, começou por vender droga, serviu de guarda, passou por andar a vender seringas no meio da rua, até que foi parar, ao que chamavam o “muro das lamentações”, que era o local mais baixo do C.V. Um muro enorme, onde os que lá estavam a morrer dormiam, numa velha tenda a usar á luz da vela.

 

Quando de lá foi resgatado e encaminhado para uma clinica de desintoxicação, tinha barba até ao umbigo, e quando lhe descalçaram as botas cuja sola já estava colada aos seus próprios pés, toda a pele da planta do pé lhe foi arrancada…ficou agarrada á bota.

 

Cada vez que falamos nisto Óscar já não o faz com as lágrimas a escorrerem-lhe pelo rosto, mas sim com um grande orgulho da vida que tem hoje e das suas conquistas.

 

Ainda assim teve que passar por centros de tratamentos que como ele lhes chama, praticavam a “terapia do barrote” onde aconteciam coisas que me relatou que nem vou mencionar.

 

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TU PODES ESTAR A PASSAR PELO MESMO!

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DEPOIS DE ESTARES BEM A MAIOR LIÇÃO QUE PODES DAR À PRÓPRIA VIDA É TERES SUCESSO

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Até que encontrou o seu primeiro líder, foi o seu conselheiro e psicoterapeuta num centro de tratamento a sério. Um amigo que o marcou muito. Que lhe fez desmistificar os filtros pelos quais ele via a vida, os seus FALSOS PARADIGMAS.

 

Óscar vivia segundo os seguintes paradigmas:

  • Era uma pessoa horrível pelo que fizera.
  • Nunca poderia mudar, pois tinha passado mais de metade da sua vida a usar
  •  Burro velho não aprende línguas
  • Não podia acreditar nele, pois tantas vezes se desiludira a si próprio
  • Não conseguia ajudar ninguém, pois nem a ele próprio se ajudava
  •  Só tinha defeitos de caracter e uma qualidade (segundo ele era um ótimo manipulador) – sofria de orgulho doentio, por isso achava ser uma qualidade a manipulação.
  •  Guardou da sua infância, que a frontalidade tinha que ser sempre aplicada.
  • Não merecia viver, pois contagiava tudo e todos em seu redor.

 

     Mas A.C (o seu líder, mentor e conselheiro), depois de um árduo trabalho, com mais de 3 internamentos pelo meio, recaídas, após recaídas. Conseguiu fazer com que Óscar pensasse e visse o mundo com novos olhos, apresentou-lhe novos paradigmas, rotas e mapas de vivência. Novos PARADIGMAS

 

Depois de muita terapia, literatura, trabalhos escritos, aprender a auto conhecer-se, ler sobre inteligência emocional, viver de forma equilibrada, estabelecer uma rotina e tudo o que tinha que ver com o tratamento em si, inclusive ter a noção de que sofria de uma doença grave, a adição (hoje reconhecida pela associação mundial de saúde).

 

Óscar “virou do avesso”, os padrões pelos quais se regia e adotou novos Paradigmas.

 

  • Quando se está doente, não se tem culpa das consequências dessa doença.
  • Quando queremos muito algo, conseguimos sempre alcança-lo.
  • Aprendemos até ao nosso ultimo suspiro.
  • Aprendeu a autoconfiança.
  • Ajudou tantas pessoas, pessoas que passaram pelo mesmo problema e algumas até que apadrinhou e hoje o consideram um líder.
  • Conseguiu eliminar os seus defeitos de carater, apenas pelo facto de não agir sobre eles. Ganhando assim muitas qualidades.
  • Aprendeu (já mais tarde depois de se casar) que a frontalidade em demasia pode ferir suscetibilidades. E que tal como na liderança deve ser usada como uma autoridade e não um poder.
  • Todos merecem viver, especialmente ele, que passou tantos anos encarcerado na sua própria mente.
  • Continuou a contagiar pessoas sim, mas de uma forma carismática, inspiradora e tornou-se num líder em ajudar pessoas que sofriam do mesmo problema.

 

Hoje Óscar vive feliz, é casado com uma mulher que ama mais que tudo no mundo, tem filhos maravilhosos, trabalha, é um membro produtivo da nossa sociedade, inspira pessoas, lidera outras e acima de tudo tem orgulho em si mesmo. Mas sobretudo sente-se grato, pois o universo conspirou a favor dele para que não esteja morto após tantas overdoses.

Se passaste por alguma experiência deste tipo, tens dificuldade em inserir-te na sociedade, não tens trabalho e sentes-te estigmatizado, então este negócio é para ti

 

Mudar de PARADIGMAS, faz por vezes a diferença entre a vida e a morte.

 

—————–>REGISTA-TE AGORA! VIVE A VIDA<——————-