Crenças Toxicas: Como livrar-se delas

Pensamentos tóxicos: Como os eliminar

Agora que chegou a primavera, lembrei-me de escrever um artigo que pudesse ajudar todos aqueles que desejam erradicar aquelas crenças que apodrecem a vida.

Estas crenças são um verdadeiro veneno que correm nas nossas veias e nos impedem de sermos felizes.

Estás pronto(a)? Vamos lá então 🙂

Pensamento tóxico nº1: O mundo está mal.

Se vês televisão sabes bem do que falo: Não se passa uma semana sem que haja uma catástrofe, um acidente, um evento climatérico bizarro. E ainda temos a crise, o mundo cheio de terroristas e epidemias que nos ameaçam constantemente.

Ficas deprimido(a) e pensas que o mundo vai de mal a pior!

Sabes o que eu penso?

Tontaria!

Enquanto continuares a pensar assim, não chegarás a lado nenhum! De facto, qual a vantagem de lutares para ser feliz se o mundo te vai impedir?

Pensamento tóxico: O mundo está mal.

Causas deste envenenamento: Demasiado tempo a ver televisão ou outros meios de comunicação pessimistas e sensacionalistas e/ou má leitura.

Antídoto: Olhar o mundo desde um ângulo positivo. Desprender-se das correntes de informação, que apenas stressam as pessoas para as incitar a passar mais tempo em frente à televisão. Dá um passo atrás em relação às notícias. Deixa-te de filmes de terror ou diminui a frequência.

Ouve musica que te relaxa, lê livros sobre desenvolvimento pessoal, vai ao parque com os teus filhos, lê biografias de pessoas de sucesso.

 

Pensamento tóxico nº2: Sou obrigado a ter este trabalho que detesto e não tenho escolha!

Eu pensei assim grande parte da minha vida. Estudar para ter um emprego que não gosto. Ficar á espera do fim-de-semana e contar os dias e as horas para que chegue.

 

Sabes o que significa para mim segurança de emprego? Aborrecimento, estagnação, um pesadelo! Passar 40 anos da minha vida num emprego a trabalhar 8, 9 ou 10 horas por dia, obedecer às decisões dos outros, suplicar aumentos mesquinhos e construir o sonho de outra pessoa que não eu!

 

Respeito obviamente todos aqueles que se sentem realizados desta forma, mas esta não é definitivamente a minha escolha.

 

 

E sim! É uma escolha! Existem alternativas, acreditar que existe apenas um modelo é um grande erro que nos pode custar a nossa liberdade!

 

Pensamento tóxico: Sou obrigado a ter um trabalho que não gosto.

 

Causas deste envenenamento: Quem nos educou, aqueles que nos são próximos, os professores, a nossa falta de curiosidade.

 

Antídoto: Informar-se sobre métodos alternativos que estejam ligados a algo que me agrade. Criar o seu próprio negócio. Ler biografias de pessoas que conseguiram realizar-se fora daquilo que é o convencional. Ousar mudar!

 
Pensamento tóxico nº3: Sou tímido(a), não posso viver como os outros.

Ah, a timidez, um dos piores inimigos de quem a sente…uma grande falta de maturidade também. Mas mais ainda, uma grande desculpa para não agir!

A timidez tem solução. Conheço pessoas que eram tímidas crónicas e passaram a ser pessoas muito sociáveis num curto espaço de tempo.
Quem acredita que é tímido, acaba por sabotar qualquer esperança de felicidade, acabando por se autolimitar e submeter-se a uma pressão completamente inútil.

Pensamento tóxico: Sou tímido(a) e nada posso fazer para mudar.

 

Causas deste envenenamento: Falta de confiança em si, passado difícil, educação.

 

Antídoto: Sair da sua zona de conforto. Tomar consciência de que ninguém é definido pela sua timidez. Arriscar. Envolver-se com pessoas.

 

 
Pensamento tóxico nº4: Ajudar tudo e todos custe o que custar.

 

Talvez te pareça estranho, mas por vezes esquecemo-nos que para ajudar os outros, devemos primeiro ajudar-nos a nós mesmos.

 

Num acidente de avião, se caírem as máscaras de oxigénio, as instruções são de colocares a tua primeiro antes de ajudares seja quem for, admito que como pai me causa alguma angústia este pensamento. No entanto devo admitir que se num caso desses me puser a ajudar antes de colocar a minha máscara, rapidamente perco os sentidos por falta de oxigénio e já não posso ajudar ninguém.

 

Pensa em ti primeiro, coloca-te em primeiro lugar. Aqueles que querem ajudar tudo e todos esgotam-se, e esquecem-se de aplicar neles próprios os melhoramentos necessários.

 

É claro que não estou a falar de darmos o nosso lugar a alguém num transporte público, de não mantermos a porta aberta para alguém entrar, de não darmos a vez ao carro que está para entrar onde circulamos.

 

Se conseguires ser feliz, vais empurrar aqueles que te rodeiam para cima. A felicidade irradia á volta daqueles que a sentem. É assim que se ajudam os outros.

 

Pensamento tóxico: Os outros valem mais do que eu.

 

Causas deste envenenamento: Falta de sentido de prioridades; síndroma do são-bernardo, acreditar que não somos suficientemente importantes para passarmos em primeiro lugar.

 

Antídoto: Pensa em ti. Toma tempo para te mimares, física e mentalmente. Dá prioridade às tuas necessidades básicas e em seguida se assim o escolheres, ajuda então os outros.

 

 

Pensamento tóxico nº5: Suportar relações e amizades.

 

Ouço muitas vezes as pessoas dizerem: tenho que ligar a fulano tal, já não falo com ele há não sei quanto tempo, qualquer dia ressente-me. Ou então: É difícil lidar com ela, está sempre a atirar-me isto ou aquilo à cara.

 

Vejo pessoas a esgotarem-se completamente, apenas porque ficam em proximidade de personalidades tóxicas que as arrastam literalmente para o lodo.

 

Se tivermos que “suportar” seja quem for, essa pessoa não merece relacionar-se connosco. Ninguém pode ficar à mercê da boa vontade dos amigos para ser feliz.

 

Aprendi que somos ou nos tornamos mentalmente idênticos às 5 pessoas com quem mais nos damos. Imagina então os estragos na nossa vida se essas 5 pessoas forem negativas e tóxicas!

 

O teu circulo mais íntimo devem ser pessoas positivas, pessoas que te querem bem, pessoas pelas quais deves querer deixar-te influenciar, por admirares as suas formas de estar.

 

Não te estou a dizer para cortares relações com alguém próximo, à martelada! Mas deves determinar quais as pessoas que são nefastas ao teu desenvolvimento e à tua evolução.

 

Por vezes não evoluímos no mesmo sentido, o teu melhor amigo de infância pode em nada corresponder-te 15 anos mais tarde. O mesmo acontece com um cônjuge: Devemos ficar com alguém que não nos faz feliz sob pretexto que ao princípio era bom?

 

As pessoas que fazem parte do teu círculo mais íntimo são uma escolha tua! Escolher viver rodeado de pessoas negativas pode muito bem ser igual a dares um tiro no pé!

 

 

 

Pensamento tóxico: Devo esforçar-me para suportar quem me rodeia.

 

Causas deste envenenamento: Ficar na sua zona de conforto, não ousar ferir suscetibilidades, não querer ver que já não nos identificamos com alguém próximo.

 

Antídoto: Rodear-se de pessoas positivas. Cortar as relações toxicas. Não estar tantas vezes com pessoas com quem temos menos afinidade. Continuar sempre a envolver-se com novas pessoas, mesmo quando está tudo bem, para melhorarmos em permanecia o circulo social.

 

 

Pensamento tóxico nº6: Sou demasiado velho(a) para mudar!

 

Esta é sem dúvida a desculpa nº1 que as pessoas usam para não agirem, para não mudarem as coisas e para não viverem os seus sonhos.

 

Podemos mudar em qualquer idade! Aliás…devemos!

 

Mudar hoje mesmo, seja qual for a tua idade, é a melhor decisão que poderás tomar na vida!

 

Muda para seres menos tímido, mesmo que tenhas 30 anos.

 

Trabalha a tua confiança, mesmo que tenhas 40 anos e que sempre tenhas tido uma baixa autoestima.

 

Aprende a seduzir, mesmo sem nunca teres agradado ao sexo oposto e tenhas 50 anos.

 

Aprende a tocar guitarra, mesmo que tenhas 60 anos.

 

Viaja aos 4 cantos do mundo, mesmo que tenhas 70 anos.

 

Nunca serás demasiado velho(a) para viveres os teus sonhos, és apenas conformado(a) e tens medo de sair da tua zona de conforto.

 

Efetivamente, se não mudares nada, nem fizeres nada para viver os teus sonhos és demasiado velho. Aí apenas te resta reformar-te e deixa-te estar no sofá.

 

Mas se o teu querer for forte…se tiveres um motivo válido…se quase que consegues saborear o sonho de tanto pensares nele…seja qual for a tua idade tu consegues!

 

Porque a vida é isto! É ganhar competências, é ultrapassar-se, é aprender novas coisas, é arriscar, é melhorar, é evoluir, é vivermos o nosso sonho!

 

Pensamento tóxico: Sou demasiado velho para mudar.

 

Causas deste envenenamento: o Status Quo da sociedade, falta de confiança, preguiça, desmotivação.

 

Antídoto: Tomar as rédeas da vida seja qual for a idade. Viver os sonhos, alterar as circunstâncias, arranjar os meios.

 

 

Porque a vida é agora!

 

E se não aproveitarmos (unicamente se não aproveitarmos) será tarde demais!

 

MUDA HOJE!

Os 3 Tipos de Vidas que Podes Levar

Acredito que existam 3 tipos de vidas no espectro da vida. Dependendo em qual delas nos situamos vamos determinar com isso a nossa qualidade de vida.

A chave é sabermos honestamente onde nos encontramos e tomar a decisão honesta de mudarmos.


 

1º Tipo de Vida

A Vida Armadilhada

As pessoas encontram-se presas às suas circunstâncias e nas expectativas dos outros.

“Agarrados” aos seus sistemas de crenças limitativas, acham que nunca se vão libertar.

A maioria de nós já passou e outros ainda estão presos nesta vida.

É como quando se mete um leão selvagem no jardim zoológico. O leão passa algum tempo a lutar para sair da sua jaula e com o tempo e a frustração acaba por se conformar.

As pessoas não são diferentes. Torna-se fácil identificar aqueles que estão presos nesta vida, todos usam um padrão de comunicação recorrente, apontam constantemente o mundo como a culpa principal dos seus destinos, o mal está sempre nos outros e acham-se incompreendidos.

Acreditam que as suas circunstâncias são as piores de todas e operam a partir de um alto nível do ego.

Só há duas coisas que podem fazer com que alguém se desprenda deste tipo de vida:

A) Um fator externo que apareça nesta vida, como uma nova relação com alguém que vai influenciar a decisão de mudar, ganhar dinheiro do nada, como a lotaria, uma herança, etc… Só este tipo de acontecimentos externos podem transformar esta vida.

B) Um fator interno. Algo muda dentro da pessoa. Uma tomada de consciência que a leva a querer mudar e a tomar a decisão de colocar ação.

2º Tipo de Vida

A Vida Confortável

Este tipo de vida é caracterizado pelo conforto material. O dinheiro já não é problema, pagam-se as dividas e todas as contas. É a típica “vida de dois lugares de garagem”.

Ganharam-se competências novas que postas a uso garante o equilíbrio familiar e financeiro.

…no entanto…algumas pessoas aqui começam a querer algo mais….

3º Tipo de Vida

A Vida Poderosa

Esta vida, caracterizada por um elevado estado de energia e paixão, é vivida em constante desafio e causas maiores.
É a vida em que o ser humano se começa a preocupar com o Humanitarismo e a ação social.

Esta vida já não é guiada pelo materialismo e o conforto, mas sim por uma constante busca do alargamento da nossa própria zona de conforto.

Crescer a servir é o lema desta vida.

É um pouco aquilo que fazem os Lazy Millionaires, estes empreendedores sociais que têm por lema: “Desfrutar a Vida e Fazer a Diferença”

Mais sobre os Lazy Millionaires aqui: http://oliviercorreia.com/c/?p=f1lcpt

Forte Abraço para ti!

A Jornada!

“A impressão de que o momento presente não nos chega é um dos paradigmas mais enraizados no Ser Humano”
– Krishnamurti

 

 

O que é mais importante para ti: Os teus objetivos, ou o teu bem-estar?
Os dois, naturalmente. Mas qual privilegias no teu quotidiano?

Estou a pensar mal supondo que como a maioria das pessoas, sacrificas o presente em virtude do futuro?

Dizes constantemente, tudo irá ser melhor quando….e continuas a perseguir o sonho?

Então diz-me: Porque estás nesta cruzada? O que procuras atingir através dos teus objetivos?
Deixa-me adivinhar…A felicidade? A serenidade?


O que justifica plenamente o stress e o sacrifício certo?

Ao contrário daquilo que possa parecer não estou a ser irónico, está na natureza humana funcionar desta forma. E se recebes os meus emails e lês os meus artigos, sabes bem que falo muitas vezes que devemos sair da nossa zona de conforto para fazer as coisas acontecerem…que deve “doer” até.

É claro que os nossos sonhos devem ser tudo para nós, é claro que devemos dar um sentido importante á nossa vida, um significado, uma direção.

Mas quando temos sonhos e lutamos por eles, não podemos fazer dessa caminhada um inferno. Devemos apontar ao cimo e apreciar a ascensão. Devemos gozar da jornada.

Só assim teremos coragem de a preservar até ao sonho. E enquanto desfrutamos da jornada e do momento presente, vivemos coisas fantásticas e maravilhosas.

Nunca te esqueças disto!

Vive o momento presente e desfruta da jornada!

Do teu amigo

Olivier

Quero Mudar de Vida!

Muitas são as pessoas que me abordam nas redes sociais e até na rua e me dizem: Quero Mudar de Vida! Estou farto(a) de fazer aquilo que faço e de viver a contar tostões.

Compreendo perfeitamente a frustração, pois eu também já aí estive! A questão que se coloca aqui, e é aquela que eu coloco sempre a quem me interpela desta forma é a seguinte:

O que estás disposto(a) a fazer para mudar de vida?

A resposta é sempre a mesma: 

-O que for preciso!

No entanto, depois na prática, as coisas não são bem assim.

A maioria das pessoas quer mudar as suas vidas. Isso eu entendo perfeitamente. O que acontece é que não querem mudar de forma de pensar e consequentemente de agir. Ficam completamente “presas” a velhos paradigmas e formas de pensar:

– Guardam os “tostões” a sete chaves (não vá haver uma catástrofe e não tenham dinheiro para comprar feijões)

– Quando lhes digo: Lê este livro, perguntam-me se não tenho o filme.

– Quando lhes pergunto se têm noção de quem é a responsabilidade das suas situações atuais, dizem-me que é de todos menos deles.

– Quando me dizem que farão tudo aquilo que for preciso para mudar e lhes digo: Investe aqui na tua formação e desenvolvimento, dizem-me…à não tenho dinheiro nem tempo para isso, fica para o mês que vem.

Será que queres mesmo mudar?

Os meu amigos Artur e Becas Ferreira, ilustram bem o exemplo de pessoas que decidiram mudar as suas vidas. Há algum tempo atrás, despediram-se e foram à luta. Desenvolveram novas competências, investiram na sua educação e, hoje tal como eu trabalham a 100% na Internet. São livres, estão sempre com o seu filho e têm a vida que sempre sonharam!

  

Deixo-te aqui um vídeo, para que possas ver o potencial de mudança que podes de facto atingir para a tua vida:

O que tens que fazer é muito simples!

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6 Etapas Para Obteres Tudo Aquilo que Queres na Vida 5/6

Vimos nas etapas precedentes, como ter motivação para se obter aquilo que se quer da vida.

Começa por ter que se criar um sentimento de urgência para mudar, associando prazer ao novo comportamento.

Temos depois que romper com padrões que nos bloqueiam e substitui-los por novos padrões positivos. Pode ainda ser útil ter o apoio e buscar visão em mentores que seguiram o mesmo caminho.


Vamos então agora ver como fazer durar a mudança.

 

Imprimir o caminho
Já alguma vez viste um caminho de javalis no mato?

O caminho no mato serrado forma-se pela força da passagem frequente dos animais, formando uma autêntica estrada de passagem entre dois pontos que pareciam completamente bloqueados.

O mesmo se passa com o cérebro. É o que acontece com a linguagem. Os bebés nascem com conexões entre os neurónios, que lhes permite compreenderem sons bem mais variados do que aqueles que compreendemos quando somos adultos. O facto de ouvirem o som dos seus pais a falarem, cria conexões no cérebro ou impede algumas de desaparecerem.

Quando somos adultos, por falta de estímulo de algumas conexões, deixamos de ser capazes de interpretar algumas “nuances”. Por exemplo, algumas tribos índias, pronunciam variantes da vogal “A” que nos parem idênticos.

Para dar origem a novas conexões é necessário…

 

Repetir, repetir e continuar a repetir
Os desportistas de competição fazem-no: Repetem vezes sem conta o processo de visualização dos seus próprios gestos no desporto.

É como aprender a andar, a andar de bicicleta ou a escrever. São necessárias quedas e erros, mas é a repetição da ação que a vai automatizar.

De um ponto de vista neurológico a repetição grava novos caminhos ou conexões no nosso cérebro: Estas novas conexões formam-se e transformam-se num comportamento subconsciente.

 

Emoções


Poderemos mais facilmente cimentar um novo comportamento se lhe associarmos emoções fortes.

Por exemplo: Será mais fácil reter algo se lhe associarmos uma emoção forte. Mais facilmente nos tornaremos um bom pianista se ao treino associarmos prazer.

Imaginação ou realidade?

 

O cérebro não faz a distinção entre a imaginação e a realidade.

Se pensares numa situação imaginária – mas provável – acrescentando-lhe a força de detalhes sonoros, visuais e até olfativos, o teu cérebro terá dificuldade em perceber a diferença entre o que é real e o que não é.

 

Cada individuo desenvolve estratégias para diferenciar o real do imaginário. Podem ser muito diversas.

Por exemplo, se tens por hábito comer gelados, mas ontem não o fizeste, será fácil persuadires-te que ontem comeste um.

Bastará determinar os elementos que fazem com que saibas que algo se passou realmente (como teres comido feijões). Se por exemplo comeste feijões ontem, talvez ouças na tua mente que o fizeste, ou que é verdade.

Bastará então aplicares o mesmo tipo de estratégia ao gelado.

Mas o que nos interessa realmente é saber que é possível criar novas conexões neurológicas através do pensamento. Assim sendo não fica reservado apenas a gestos ou a ações físicas.

 

 

Estar plenamente associado

 

Tomemos o exemplo de alguém que quer ficar rico. Essa pessoa deverá imaginar-se já sendo rico. Deve estar plenamente associado a essa situação imaginária na sua mente – situação que, para o cérebro é real!

Esta pessoa deverá não apenas imaginar-se como rico, mas sim sentir-se como tal no seu íntimo. Deve ainda acrescentar cores, sons e odores e aproximar-se ao máximo da realidade.

 

A lei do reforço positivo

Nos artigos precedentes desta série dissemos que, o prazer deve ser associado a um novo comportamento e que deve também ser associado ao caminho que leva.

 


Uma viagem de 1000 quilómetros começa por um pequeno passo.

 

 

É preciso fazer com que este caminho não se transforme em rotina. Cada passo deve ser reforçado com prazer. Desde o início.

Os domadores de animais, dão regularmente recompensas aos seus “alunos”. O nosso cérebro é igual, adora recompensas.

Assim que dás um primeiro passo no bom sentido, oferece-te uma recompensa. Mas atenção! Se estiveres a deixar de fumar, a recompensa não pode ser um cigarro! Pode ser até um sorriso, uma música, um chocolate, felicita-te! 

Tal como um animal que está a ser domado, estarás desejoso de fazer um novo esforço para obteres a tua recompensa.

 

Imprevisto

 

É preciso ter atenção para não sistematizar a recompensa. É necessário surpreender-se. Se cada pequeno esforço estiver associado a uma pequena recompensa, apenas farás o que tens que fazer pela recompensa em si.

Confessa lá que não estás sempre desejoso de receberes o teu salário todos os meses?
A agora pensa lá se não fazes o mínimo dos mínimos para o obteres?

 

Com a instalação de um novo comportamento é igual. Recompensas previsíveis são a melhor forma de cair na rotina e de desmotivar (como a maioria dos assalariados).

Convém então nem sempre oferecer-se a recompensa e ainda assim por vezes oferecer-se uma recompensa excecional.

Tudo isto a fim de haver uma motivação crescente e seguir o bom caminho.

 

Um reforço positivo

Quase que me esquecia,…falei de recompensa. Não de punição. Lamentar-se porque não se atingiram os objetivos não é nada bom. Continuarás algo que apenas te trás lamúrias? Não me parece.

Mesmo se não atinges os objetivos recompensa-te. Felicita-te por teres atingido 70% ou 30% dos teus objetivos.

Os reforços (recompensas) devem ser positivos, nunca negativos. 

 

Conclusão

Vimos que podemos colocar em prática novos comportamentos interrompendo antigos padrões, substituindo-os por novos, que sejam motivadores e de acordo com os nossos valores. Mas vamos cimentar esses novos comportamentos graças à repetição e a um reforço positivo.
Aplica estes princípios na tua vida e verás como ela vai mudar. 🙂

 

Relê:

 

Forte Abraço!

6 Etapas Para Obteres Tudo Aquilo que Queres na Vida 2/6

No primeiro artigo desta série, vimos que a maioria das pessoas sabem aquilo que não querem na vida, mas que não sabem como obter aquilo que querem.
Vimos igualmente que alguns querem de facto mudar, mas não sabem sequer por onde começar. Neste artigo vamos ver como meter esta ação em movimento.


 

Não é uma questão de capacidade
Mudar não é tanto uma questão de capacidade. Tem mais a ver com motivação. Sabemos todos, que devemos comer com menos gordura, com menos açúcar, fazer mais desporto. Todos sabem disso.

Mas quantos passam á ação!

 

O clique é a motivação!

Então, como achar a motivação para mudar?

 

Em primeiro lugar não se pode dizer “deveria fazer isto…” mas sim “vou fazer…”

 

Criar um sentimento de urgência

 

É preciso começar por criar um sentimento de urgência. Urgência para mudar.


Porquê?
Porque o preço a pagar por ficar no mesmo sítio é demasiado alto!

 

Ultrapassa o teu nível de dor aceitável

Não irás mudar enquanto não ultrapassares o teu nível de dor aceitável.

A situação presente tem que estar a causar dor! Uma dor tão grande que não te dá outra escolha senão mudares!

 Coloca-te as seguintes questões:

  • O que me custa fisicamente, emocionalmente e espiritualmente não mudar?
  • O que estou eu a perder não mudando?
  • Como seria a minha vida se eu mudasse?
  • Sinto-me verdadeiramente satisfeito com a minha vida?
  • Sinto-me satisfeito por não mudar?

 

Já experimentaste e não conseguiste?

Isso só significa que a dor não era suficiente!


 

A dor deve ser interior

Mesmo que algumas pessoas sejam mais sensíveis àquilo que os outros dizem, aos seus julgamentos, esta urgência deve vir do interior.

Mas como fazer?

A única coisa que te vai causar dor por não mudares, é constatares que não estás a ser congruente com os teus valores. Se os teus valores não estiverem a ser respeitados, não será suportável, terás aqui uma chance de estares motivado para mudares.

Assim, se queres mudar, coloca as questões que deves colocar, por forma a fazeres sobressair as tuas próprias inconsistências em termos de valores.

Complicado?

Vou dar-te um exemplo para perceberes melhor, o meu exemplo:

Antes de iniciar a minha atividade na Internet, o negócio que tenho hoje, que me trouxe a liberdade que tenho hoje em todos os aspetos, não tinha dinheiro nem para encher o frigorífico.

Chegava a dia 15 de cada mês sem um tostão no bolso, os meus filhos nem um iogurte para comer tinham!

Os meus valores como pai e chefe de família eram completamente inconsistentes, poi eu acredito que devo dar aos meus filhos tudo o que precisam. A dor era grande. E isso motivou-me à mudança!

 

Ter prazer em mudar

 

Os teus esforços serão em vão se nada colocares no lugar da dor.

Tens absolutamente que colocar na tua vida uma boa razão para mudares. Não basta afastares-te da dor ou escondê-la.

Se vais passar de A a B, mais vale associares uma grande dor a ficares em “A” e um grande prazer a ir para “B”.
 

Conclusão

A primeira etapa era então identificar aquilo que se quer. A segunda consiste em usar uma “alavanca” como motivação:

  • Uma grande dor não mudando; a dor de não estares alinhado com os teus valores.
  • Um prazer grande associado á mudança ou à realização dessa mudança.

 

Volta a ler a etapa 1 para obteres aquilo que queres na vida.

Não percas o próximo artigo desta série J

Forte Abraço!

 

Os Segredos da Autoconfiança em 5 Etapas 3/5

Nos últimos dois artigos desta série de 5 (que podes ver AQUI) falei-te de tomada de decisão e responsabilidade e visão e motivação


Hoje vou falar-te sobre pequenos passos para atingires grandes mudanças.

Este é então o terceiro artigo desta série de 5 e tem por título:

3- Gandhi & Pequenos Passos para Grandes Mudanças




Agora que já decidiste mudar a situação e que sabes porque o queres fazer, só te resta passar á ação!

De facto, apenas a passagem á ação de vai trazer resultados!

Atenção, não deves aqui fixar objetivos irreais nem demasiado elevados, estamos a falar das ações diárias. Pensa grande sim! Mas começa com pequenos passos. O importante agora é seres consistente e perseverar.


“Sê a mudança que queres ver no mundo”
– Gandhi

 

 

 

Todos os dias faz algo novo, algo diferente que te faça sair da tua zona e conforto.


Mais uma vez, faz com que estes pequenos desafios sejam exequíveis. Com a repetição diária, esta nova ação vai ser cada vez mais fácil. É assim que vais alargar a tua zona de conforto!


Recomeça uma nova ação que te faça sair da tua zona de conforto, até que essa ação fique fácil de fazer.



“Pouco importa a velocidade a que avanças, desde que nunca pares.”
– Confúcio

 

Não percas o próximo artigo desta série: 4- Buda & a Vida em Consciência.

Forte abraço!

A falta de autoconfiança

Uma das faltas que tive nos piores momentos da minha vida, foi a falta de confiança em mim mesmo.
Não me conseguia destacar perante os outros, nem sequer me

Um problema que chega com o fracasso

 

 

 “Uma das faltas que tive nos piores momentos da minha vida, foi a falta de confiança em mim mesmo.

Não me conseguia destacar perante os outros, nem sequer me apresentar,

Parecia-me difícil agir, parecia-me difícil fazer quase tudo,

Não conseguia estar onde quer que fosse, ou fazer parte de algo,

Era um apavorado perante o mundo.

A íntima insegurança que sentia levava-me por vezes a pensar:

«Se continuar assim, terei medo até de respirar»

Tapava a minha dignidade, na solidão do meu quarto.

Só aí conseguia ler, escrever, pensar e ter algum critério”

 

Os psicólogos sociais dizem que a autoconfiança

É uma componente do bem-estar psicológico (felicidade).

 

A perda ou a falta de autoconfiança, é um problema que pode afetar qualquer um.

 

Para os esquizoides é difícil escapar a este problema, mesmo que tentem e tentem ter uma vida de trabalho e relações conforme as normas convencionais

E ainda assim os seus esforços são feitos em vão.

Quando tudo se torce quando falhamos, a autoconfiança desmorna.

 

 

1- Herança genética e meio ambiente

 

 A autoconfiança, tal como as restantes qualidades do individuo, contem elementos de advêm da herança genética e do meio ambiente

Esta infraestrutura é inamovível, mas as diversas experiências de vida, fazem-na mover-se, seja para níveis altos ou para níveis baixos do uso desta qualidade psicológica.

Isto traz-nos a possibilidade de melhorar os nossos níveis de autoconfiança.

 

2- Como aumentar a autoconfiança  

 

Coisas como estas:

 

–  Defenderes-te

– Apresentares-te  

— Pedir

– Gestão da crítica

– Exprimires-te  

— Dizer não

– Negociar

– Começar ou acabar conversas

 

3 – Como adquirir a confiança

Com estas coisas…:  

 

** As coisas positivas que nos acontecem

** O suporte que recebo

As boas expectativas de que somos objeto,

** As adesões,

 ** A rede social que me sustem,

 ** O sucesso que obtenho,

** Os aliados que tenho,

** O saber que sou querido e estimado,

** Ter alguém a meu lado,

** Efetuar trabalhos de forma satisfatória,

** Gozar a vida ….

…São estas coisas que nos fazem aumentar a autoconfiança.

 

4 – Como perder a confiança

 

Se tudo está mal,  

Se vires que todas as portas se fecham,

Se não encontras solução,

Se os teus projetos pessoais se tornam impossíveis,

Se te vês só,

Se não significas nada para ninguém,

Se não obténs nenhum sucesso pessoal,

Se falhas no teu trabalho,

Se falhas ao estabelecer uma rede social de sustento,

Se não obténs um plano de vida viável,

Se não souberes recompor-te…

…Perderás toda a confiança em ti

 

5 – Como recuperar a confiança  

 

Trabalhando o ponto 3, em particular os aspetos que dependem de ti

** Procurando ativamente algum sucesso

** Fazendo coisas uteis

** Desenvolvendo as tuas capacidades naturais

** Sendo útil á comunidade

** Gozando de algo

** Evitando o isolamento total

** Tendo um plano de vida, um plano de ação

 

6 – Assertividade

A assertividade é a qualidade que nos permite afirmar perante os outros

A assertividade permite que nos defendamos de abusos.

Hoje em dia, a assertividade é-nos apresentada como uma qualidade diferente, com a sua própria categoria,

Mas na realidade não se trata de uma qualidade diferente da autoconfiança.

O que se diz da assertividade diz-se da autoconfiança, bem que não sejamos citados.