Estratégias para Aumentar a Autoconfiança

Um dos principais fatores que podem demover alguém de atingir os seus objetivos é a falta de autoconfiança. Na realidade, a autoconfiança é tão importante que, quando carecemos desta, ficamos incapacitados de ir atrás do que queremos e, em muitos casos, não realizamos os nossos sonhos.

 

Caso não estejas devidamente familiarizado com as melhores formas de o fazer, vamos ver abaixo algumas estratégias para aumentar a tua autoconfiança, as quais te vão poder ajudar a realizar os teus objetivos.

 

 

Acredita em ti e enfrenta os teus medos

É preciso salientar que todas as pessoas sentem medo de algo, em determinada altura das suas vidas, contudo, sentir medo de algo não significa que não possas enfrentar quaisquer situações que despoletem esse medo.

 

Muitas pessoas, por exemplo, têm medo de falar em público. Embora possa não parecer, trata-se de um medo ecuménico. O próprio Dale Carnegie, famoso orador e escritor norte-americano, ensinou imensas pessoas em todo o mundo sobre como falar facilmente em público, no entanto, um dos primeiros passos que ele ensinava para o fazer com sucesso era precisamente enfrentar esse medo.

 

Nada abala mais a autoconfiança do que sucumbir ao medo. Porém, enfrentar as situações com coragem, não só fomenta a confiança em ti próprio como inclusive fortalece o carácter. Mesmo que, inicialmente, sintas algumas dificuldades em fazer algo, nunca desistas. A prática, bem como a persistência, é uma aliada da perfeição.

 

Cuida da tua saúde, corpo e mente

 

 

 

Sejamos sinceros, tanto uma imagem descuidada como o mal-estar físico não ajudam propriamente a fomentar a tua autoconfiança, pelo contrário.

 

Quando cuidas da tua saúde e do teu corpo, podes aumentar significativamente a tua autoconfiança. Isto acontece porque a saúde e o aspeto físico continuam a ser essenciais para obter uma boa imagem. Quando isso sucede, não só te sentes com maiores índices de autoconfiança, como também transpiras mais confiança nas outras pessoas.

 

Porém, de nada adianta ter em atenção os aspetos que veiculei acima se, concomitantemente, não cultivares a tua mente. Isto pode passar por estudar, ter formações adicionais, frequentar eventos, ler, falar com outras pessoas, enfim, uma mescla de situações que permitem com que alimentes o teu intelecto.

 

A inteligência, bem como a sabedoria, podem ser cultivadas por ti, de forma a propiciar ainda mais a tua autoconfiança.

 

 

Traça objetivos

Este é um aspeto que não deve ser, naturalmente, descorado por ninguém. Decerto que já ouviste em determinada altura da tua vida que é necessário teres objetivos. Para além de todo o aspeto existencial relacionado com os propósitos de cada um, os objetivos são essenciais para impelir as pessoas a conseguirem realizar algo.

 

Na realidade, quando nos decidimos a realizar algo que implique algum esforço da nossa parte, independentemente da natureza do objetivo, e conseguimos, a nossa autoconfiança aumenta de forma exponencial.

 

Mesmo que outras pessoas não tenham a tua visão ou não acreditem nos teus objetivos, nunca te deixes abalar. Basta que acredites em ti e no que estás a fazer, para alcançar o que pretendes.

 

 

 

Não existem adversidades…apenas desafios

 

Adversidades acontecem a todos, eu gosto no entanto de lhes chamar “obstáculos transponíveis”. É um nome fixe não achas? 🙂

Podem surgir em qualquer altura das nossas vidas, contudo, isso não significa que devam travar os nossos objetivos, pelo contrário, deverão constituir mais um desafio a ser ultrapassado.

 

Todas as pessoas estão invariavelmente sujeitas a sentimentos de perda e tristeza, todavia, ultrapassar esses momentos permite fortalecer o nosso carácter e aumentar a autoconfiança. Não deixes que os obstáculos minem e abalem as tuas convicções, vê-os como oportunidades para mostrar que és inabalável e que, por muitos desafios que te possam surgir no presente ou futuro, tu conseguirás ultrapassá-los…sempre!

 

A autoconfiança é essencial para atingir o sucesso, independentemente de quais forem os teus intentos. As estratégias que te falei acima, naturalmente, poderão ajudar-te, no entanto, tens de as colocar em prática, seguir em frente mesmo quando enfrentas adversidades e, acima de tudo, seres persistente. Ninguém disse que era fácil alcançar o sucesso, mas se acreditares em ti e fores persistente…não há como não acontecer!

 
No final das contas tudo se prende com uma decisão que faças num determinado momento da tua vida.

 

Podes tomá-la hoje aqui, começando o teu próprio negócio online, com um grupo de gente fantástica, um grupo de gente livre…

 

Ou podes continuar a deixar passar a carruagem…e continuar a ver nada acontecer.

 

Anda…REGISTA-TE 🙂

Como fazer Boas Escolhas Sempre!

Fazer boas escolhas – Uma interrogação quotidiana!


Devo aceitar este novo trabalho? Devo continuar os estudos ou procurar emprego? Será o momento indicado para constituir família? Que tipo de casa ou apartamento me agradaria mais?

Fazer boas escolhas pode parecer difícil.

 

A ideia de tomar uma decisão pode criar um clima de ansiedade. No entanto a vida é feita de escolhas em permanência.

 

Todos os dias fazemos escolhas. Algumas obviamente mais importantes que outras e mais decisivas. Mas as pequenas escolhas de hoje, podem ter um forte impacto a longo prazo.

 

É então necessário considerar as escolhas como um todo, como um conjunto, quaisquer que sejam a sua importância ou relevância.

 

Aprender a fazer boas escolhas no quotidiano é vital, permite-nos avançar na vida sem dependermos dos outros.

 

Infelizmente, o medo de nos enganarmos, de falharmos, de não tomar boas decisões ou até de nos arrependermos, pode impedir-nos de fazer escolhas.


Como saber então qual a melhor escolha a fazer? Como saber qual a melhor decisão a tomar?

 

Para responderes a estas questões podes utilizar os dois métodos seguintes:

 

A abordagem racional

 

 

 

Podes adotar uma abordagem racional fazendo:

 

– Pesando os prós e os contras

– Analisando as consequências da tomada de decisão

– Interrogando-te acerca das razões profundas da tua escolha

 

Este método apresenta as seguintes vantagens para se conseguirem fazer boas escolhas:

 

Tempo de reflexão. A escolha final será baseada em elementos tangíveis.

Esta forma pode ser-te conveniente, sobretudo se fores uma pessoa mais racional do que intuitiva.

 

No entanto o “racional” em demasia também tem os seus inconvenientes. É impossível prever o futuro e as suposições serão forçosamente aleatórias.

Para além disso com uma reflexão demasiado ”forçada”, arriscamo-nos a adiar a decisão “ad eternum”.

Quando esperamos até analisar todos os ângulos, arriscamo-nos a permanecer numa espécie de limbo da “não escolha”.

 

Hoje tenho a certeza de algo, as decisões tomam-se rapidamente!

 

E quando o teu coração te sopra algo diferente?

 

 

A abordagem intuitiva

 

 

Uma outra abordagem para tomar boas decisões, consiste em fazer confiança naquilo que sentimos, a apelar às nossas emoções.

 

Esta abordagem para fazer escolhas tem a vantagem de estar centrada exclusivamente em nós próprios. Podemos tomar uma decisão apenas em função de fatores internos.

 

Esta é sem dúvida aquela que mais utilizo.

 

Mas…decidindo apenas em função do que sentimos, pode ser por vezes algo frágil e extremamente subjetivo.

 

 

Então qual seria a receita para se fazer uma boa escolha?

 

Em primeiro lugar, penso que não existe nenhum método ideal para se tomarem boas decisões e iniciarmos algo novo.

 

Penso no entanto, que, para abordar a questão das escolhas, devemos sim abandonar 2 formas de pensar:

 

 

  • Fugir do perfecionismo:

 

Não existem escolhas perfeitas. A única coisa que podes fazer, é agir tendo refletido e “escutando” aquilo que sentes.

 

Agindo, testas as soluções!

 

E sim…tens o direito de te enganares.

 

Aliás…não te enganaste…agiste

 

Ao menos saberás que tentaste e não ficaste no “limbo” 🙂

 

Fizeste algo!

 

Depois fazes o balanço. Podes assim saber se a tua escolha foi acertada ou não. Podes analisar as circunstâncias que te levaram ao resultado obtido. E podes recomeçar, mudando as circunstâncias, tomando outro rumo.

 

 

  • Desdramatiza

 

A maior parte das escolhas ou tomadas de decisão não são irremediáveis.

Raras são as escolhas absolutamente definitivas, por isso…desdramatiza a tua tomada de decisão. Tem mais a ver com barreiras mentais e a ideia que temos das circunstâncias atuais que nos travam!


Será sempre tempo de fazer novas escolhas, de tomar novas decisões, de mudar e de melhorar.

 

Se tiveres sempre presente, que não existem escolhas perfeitas e desdramatizares a tomada de decisão, estas questões deixarão de ser um problema para ti, pois terás banido da tua mente, o medo de falhar.

 

 

Cada escolha será uma experiência de vida e a soma destas experiências, constituirá então o teu caminho de vida…em toda a sua singularidade.

 

 

Tu podes fazer hoje a tua escolha de vida!

 

 

Junta-te a este movimento de pessoas livres!

Regista-te!

Salta Fora!

Aquilo a que chamamos tradicionalmente a zona de conforto, é o conjunto de atividades, hábitos ou comportamentos que nos são familiares e que não ousamos deles sair, por medo de julgamentos externos ou do fracasso.

 

Evidentemente, a zona de conforto limita-nos, na nossa propensão a novas experiências e dá-nos uma visão obtusa do mundo que nos rodeia.

 

Sair esta famosa zona de conforto, é dar-se os meios, de não mais recear o desconhecido, de satisfazer a sede de conhecimento e como é óbvio, de nos aproximarmos da felicidade pessoal.
Hoje vou deixar-te umas dicas, para que o consigas fazer progressivamente.

 

 

1 – Mudanças progressivas com riscos limitados.

 

 

Sejamos realistas, não é possível colocarmos em questão, todos os nossos valores, formas de pensar ou opiniões de uma forma abrupta.
Afinal, são eles que estão na base do nosso desenvolvimento e que influenciaram a construção da nossa personalidade ao longo dos anos.

 

Sair da zona de conforto não significa negar quem és, aquilo que pensas ou que gostas: significa sim, dar-se os meios de fazer novas experiências, sem se fiar aos preconceitos que ecoam.
De uma forma quotidiana, é então possível desenvolveres a tua curiosidade e enriqueceres o teu saber, sem no entanto entrares em conflito com a tua forma de pensar.

 

Começa por coisas simples, que poderás efetuar ao abrigo dos olhares, a fim de tomares consciência de que saíres da tua zona de conforto é uma “démarche” que deve partir de dentro de ti, antes de te interessares aos seus prováveis efeitos sobre o meio que te rodeia.

 

Ouve música que não tem nada a ver contigo:

O facto de ouvires hard rock se és um fã de música clássica não representa nenhuma infidelidade para com os teus valores.

 

Todos os dias, experimenta ouvir novas músicas, novas bandas, novos artistas, sem te perguntares de antemão se te identificas com aquele estilo de música. Pessoalmente uso uma técnica muito eficaz.

 

Experimenta sites como: Deezer, Spotify ou Groove Shark (ou outros que te permitam ouvires musica gratuitamente) e coloca na barra de pesquisa a primeira palavra que te vier à mente.

 

Apenas terás de começar uma escuta atenta das músicas que aparecem na página de resultados.

 

Não gostas de uma música? Passa à próxima até te aparecer uma “pérola”.

 

Todos os dias descubro música dos mais variados géneros que nunca pensei que fosse possível gostar.

 
Esta manobra, por mais simples que seja, traz uma certa satisfação e prepara o terreno por forma a começares a habituar-te a saíres da tua zona de conforto.

 

Novas experiências culinárias:

 

Diz não às batatas fritas ou aos ovos estrelados que comes de dois em dois dias!
Chegou a hora de descobrir novos sabores e de colocar um pouco de audácia na tua cozinha.
Experimenta alimentação internacional!

 

Nada mais simples do que procurares sites que te propõem receitas que diferem bastante daquilo que estás habituado a comer. Cozinha e convida amigos, para tornares este momento mais agradável.

 

Podes até planear uma jornada “especial descobertas”, a fim de expandires os teus horizontes, e claro as tuas papilas gustativas, hehe.

 

Uma outra forma de saíres da tua zona de conforto através da culinária é pesquisares receitas com alimentos que sempre achaste que não gostavas, ou que não te diziam nada.

 

Comi no fim-de-semana que passou o melhor gratinado de couve de flor da minha vida, e acreditem que é daqueles legumes que achava completamente sensaborão.

 

Uma experiência que recomendo vivamente!

 

Estas mudanças de hábitos podem parecer mínimas e até mesmo inúteis.

No entanto, não é senão alterando a tua perceção daquilo que aprecias, alargando os teus conhecimentos e experiências, até nas áreas menos significativas, que conseguirás apreender mais facilmente a importância de desafiar as tuas barreiras psicológicas e a abrires-te ao desconhecido.

 

 

2- Sai da tua zona de conforto e afirma-te aos olhos do mundo

 

 

Uma vez que tenhas realizado, que a mudança em si não é negativa, poderás começar a assumir mais facilmente os olhares alheios e a reforçar a tua autoconfiança. Poderás então começar a sentir-te até muito mais social do que antes.

 

A interação é sempre portadora de dúvida e medo, pois achamos (com razão) que o nosso comportamento é avaliado segundo as normas definidas pelo nosso ambiente.
Estando isto estabelecido, nada te impede de te chegares à frente e te assumires como uma pessoa capaz de iniciar contacto com aqueles que te rodeiam, mesmo que não os conheças.

 

Para saíres da tua zona de conforto e ao mesmo tempo multiplicares encontros e reforçar a tua “aura” junto de membros do teu meio, basta que reveles um pouco mais to que estás habituado a fazê-lo.
Como já te tinha falado neste artigo sobre “os olhares dos outros”, deves libertar-te dos julgamentos externos, está na hora de colocares a teoria deste artigo em prática.
Começa simplesmente por afixares em ti um enorme sorriso e de cumprimentares de forma genuína todos aqueles que se cruzam contigo.
Desta forma demonstras segurança e irás emanar a impressão de corresponderes às expectativas relacionais que predominam no teu meio.
Posto isto, tenta simplesmente tomar uma parte mais importante aquando das conversas entre colegas e amigos, podes até iniciá-las, partilhando as experiências efetuadas graças aos processos da primeira parte descrita neste artigo.

 

 

Nunca duvides do facto das pessoas querem conhecer a tua opinião.

Traz muito mais do que um longo silêncio e tem no mínimo o mesmo valor da opinião de qualquer outro indivíduo.

 

 

Apenas o teu receio te leva a pensar que as tuas opiniões não têm interesse ou importância.

 

 

3- Sai da tua zona de conforto assumindo as tuas ambições.

 

O sucesso pessoal causa receio.

 

Parece inacessível, longínquo e fruto mais da sorte do que vontade.

 

Esta reflexão é típica de alguém que só pensa em segurança e que está completamente “enfiado” na sua zona de conforto. Recusando quaisquer ideia que impliquem riscos.
O risco é no entanto um dos maiores fatores de estímulo pessoal. É este que nos dá uma enorme satisfação quando ultrapassado.

 

É o motor, o pilar de todo o sucesso. Um projeto apenas se transforma em sucesso quando confrontado com a sua realidade material, quando é lançado no terreno e quando se ergue face às dificuldades. Eu gosto mais de lhes chamar obstáculos.

 

Sair da tua zona de conforto é arriscares!

 

Tens vontade de mudar de vida? De mudar de atividade? De criares valor acrescentado pelas tuas próprias mãos? Porque hesitas?

 

Este é o momento…o TEU MOMENTO!

 

Lança-te!

 

Sê ambicioso(a), dá início!

 

A realização pessoal é a melhor ferramenta para saíres da tua zona de conforto.

 

Falo-te com conhecimento de causa…

15 Meses atrás estava desempregado, depois do meu negócio ter ido á falência…

Sabia que se ganhavam milhares de dólares diariamente na Internet…
Mas achava que não era para mim…achava que não deveria conseguir…

 

Até que ousei sair da minha zona de conforto.

 

E foi a melhor decisão que tomei na vida.

Hoje trabalho para mim, trabalho em casa, faço estes artigos para ti e nunca ganhei tanto dinheiro na minha vida!

Tu também podes, tu também podes ser livre!

 

Basta fazeres o teu registo aqui por $25 dólares e começares com eu comecei. A grande diferença será que eu te vou acompanhar passo a passo e ensinar-te tudo o que sei para ter estes resultados.

 

A zona de conforto, é aquela pequena voz na tua cabeça, que te diz « Não, não faças isto »; « Isto não é para ti »; « Tu não és capaz »; « não arrisques », etc…

 

Mas na realidade, é apenas uma limitação pessoal absurda que nos impede de nos desenvolver e que devemos absolutamente combater se quisermos viver a nossa vida em pleno!

 

Sabes agora o que tens a fazer!


Salta Fora!

 

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Ver Com Olhos de Ver

A verdadeira viagem da descoberta, não consiste em procurar novas paisagens, mas a ver com outros olhos

– Marcel proust

 

 

Numa qualquer aldeia chinesa, um jovem principiante em meditação, chega um dia a casa do seu mestre completamente estafado e diz:

– Mestre! É impossível, nunca vou conseguir!

E o mestre pergunta-lhe:

– Mas o que tens tu?

– Na minha pequena casa com uma unida divisão tenho, a minha mulher e os meus três filhos a fazerem barulho de manhã à noite. É infernal! Não consigo meditar. Nunca me vou conseguir entregar a esta via.

O mestre após uma profunda reflexão diz-lhe:

– Tenho uma ideia, compra um cão.

Bem…era o mestre e evidentemente ele obedece, pensando que provavelmente havia algum sentido místico escondido atrás desta ideia. Foi então buscar um cão que levou para a sua pequena casa.

 
Alguns dias depois regressa a casa do mestre e diz-lhe:

 

– É impossível! Agora além da mulher e dos miúdos a fazerem barulho, ainda tenho o cão a ladrar. Como vou consagrar-me à meditação?

 
O mestre faz uma nova reflexão profunda e diz-lhe:

 

– Compra uma cabra

 

O jovem obedeceu, comprou a cabra…e galinhas…e um gato.

 

Obedeceu sempre, o mestre é o mestre e o jovem aprendiz segue instruções.

 

Mas está de facto cada vez mais extenuado…

 

Agora na sua pequena casa, tem a mulher, os filhos, o cão, a cabra, as galinhas e o gato.

 
Uma última vez e, completamente desmoralizado e cansado, queixou-se ao seu mestre que lhe disse então:

 

– Vende as galinhas, a cabra e também o gato!

 
Algum tempo depois o jovem foi visitar o mestre e diz-lhe:

 
– Obrigado mestre! Está a ser maravilhoso, já só tenho a mulher, os filhos e o cão em casa e é fantástico meditar assim!

 
Mas este não foi o ultimo ensinamento…

 

Um dia mais tarde o mestre disse-lhe:

 

– Agora retira a meditação e desfruta, tens em casa tudo o que precisas para seres feliz!

 

Por vezes precisamos de perceber realmente do que não gostamos para valorizarmos mais o que temos. Só essa experiência nos fará ver o mundo com outros olhos!

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Crenças Toxicas: Como livrar-se delas

Pensamentos tóxicos: Como os eliminar

Agora que chegou a primavera, lembrei-me de escrever um artigo que pudesse ajudar todos aqueles que desejam erradicar aquelas crenças que apodrecem a vida.

Estas crenças são um verdadeiro veneno que correm nas nossas veias e nos impedem de sermos felizes.

Estás pronto(a)? Vamos lá então 🙂

Pensamento tóxico nº1: O mundo está mal.

Se vês televisão sabes bem do que falo: Não se passa uma semana sem que haja uma catástrofe, um acidente, um evento climatérico bizarro. E ainda temos a crise, o mundo cheio de terroristas e epidemias que nos ameaçam constantemente.

Ficas deprimido(a) e pensas que o mundo vai de mal a pior!

Sabes o que eu penso?

Tontaria!

Enquanto continuares a pensar assim, não chegarás a lado nenhum! De facto, qual a vantagem de lutares para ser feliz se o mundo te vai impedir?

Pensamento tóxico: O mundo está mal.

Causas deste envenenamento: Demasiado tempo a ver televisão ou outros meios de comunicação pessimistas e sensacionalistas e/ou má leitura.

Antídoto: Olhar o mundo desde um ângulo positivo. Desprender-se das correntes de informação, que apenas stressam as pessoas para as incitar a passar mais tempo em frente à televisão. Dá um passo atrás em relação às notícias. Deixa-te de filmes de terror ou diminui a frequência.

Ouve musica que te relaxa, lê livros sobre desenvolvimento pessoal, vai ao parque com os teus filhos, lê biografias de pessoas de sucesso.

 

Pensamento tóxico nº2: Sou obrigado a ter este trabalho que detesto e não tenho escolha!

Eu pensei assim grande parte da minha vida. Estudar para ter um emprego que não gosto. Ficar á espera do fim-de-semana e contar os dias e as horas para que chegue.

 

Sabes o que significa para mim segurança de emprego? Aborrecimento, estagnação, um pesadelo! Passar 40 anos da minha vida num emprego a trabalhar 8, 9 ou 10 horas por dia, obedecer às decisões dos outros, suplicar aumentos mesquinhos e construir o sonho de outra pessoa que não eu!

 

Respeito obviamente todos aqueles que se sentem realizados desta forma, mas esta não é definitivamente a minha escolha.

 

 

E sim! É uma escolha! Existem alternativas, acreditar que existe apenas um modelo é um grande erro que nos pode custar a nossa liberdade!

 

Pensamento tóxico: Sou obrigado a ter um trabalho que não gosto.

 

Causas deste envenenamento: Quem nos educou, aqueles que nos são próximos, os professores, a nossa falta de curiosidade.

 

Antídoto: Informar-se sobre métodos alternativos que estejam ligados a algo que me agrade. Criar o seu próprio negócio. Ler biografias de pessoas que conseguiram realizar-se fora daquilo que é o convencional. Ousar mudar!

 
Pensamento tóxico nº3: Sou tímido(a), não posso viver como os outros.

Ah, a timidez, um dos piores inimigos de quem a sente…uma grande falta de maturidade também. Mas mais ainda, uma grande desculpa para não agir!

A timidez tem solução. Conheço pessoas que eram tímidas crónicas e passaram a ser pessoas muito sociáveis num curto espaço de tempo.
Quem acredita que é tímido, acaba por sabotar qualquer esperança de felicidade, acabando por se autolimitar e submeter-se a uma pressão completamente inútil.

Pensamento tóxico: Sou tímido(a) e nada posso fazer para mudar.

 

Causas deste envenenamento: Falta de confiança em si, passado difícil, educação.

 

Antídoto: Sair da sua zona de conforto. Tomar consciência de que ninguém é definido pela sua timidez. Arriscar. Envolver-se com pessoas.

 

 
Pensamento tóxico nº4: Ajudar tudo e todos custe o que custar.

 

Talvez te pareça estranho, mas por vezes esquecemo-nos que para ajudar os outros, devemos primeiro ajudar-nos a nós mesmos.

 

Num acidente de avião, se caírem as máscaras de oxigénio, as instruções são de colocares a tua primeiro antes de ajudares seja quem for, admito que como pai me causa alguma angústia este pensamento. No entanto devo admitir que se num caso desses me puser a ajudar antes de colocar a minha máscara, rapidamente perco os sentidos por falta de oxigénio e já não posso ajudar ninguém.

 

Pensa em ti primeiro, coloca-te em primeiro lugar. Aqueles que querem ajudar tudo e todos esgotam-se, e esquecem-se de aplicar neles próprios os melhoramentos necessários.

 

É claro que não estou a falar de darmos o nosso lugar a alguém num transporte público, de não mantermos a porta aberta para alguém entrar, de não darmos a vez ao carro que está para entrar onde circulamos.

 

Se conseguires ser feliz, vais empurrar aqueles que te rodeiam para cima. A felicidade irradia á volta daqueles que a sentem. É assim que se ajudam os outros.

 

Pensamento tóxico: Os outros valem mais do que eu.

 

Causas deste envenenamento: Falta de sentido de prioridades; síndroma do são-bernardo, acreditar que não somos suficientemente importantes para passarmos em primeiro lugar.

 

Antídoto: Pensa em ti. Toma tempo para te mimares, física e mentalmente. Dá prioridade às tuas necessidades básicas e em seguida se assim o escolheres, ajuda então os outros.

 

 

Pensamento tóxico nº5: Suportar relações e amizades.

 

Ouço muitas vezes as pessoas dizerem: tenho que ligar a fulano tal, já não falo com ele há não sei quanto tempo, qualquer dia ressente-me. Ou então: É difícil lidar com ela, está sempre a atirar-me isto ou aquilo à cara.

 

Vejo pessoas a esgotarem-se completamente, apenas porque ficam em proximidade de personalidades tóxicas que as arrastam literalmente para o lodo.

 

Se tivermos que “suportar” seja quem for, essa pessoa não merece relacionar-se connosco. Ninguém pode ficar à mercê da boa vontade dos amigos para ser feliz.

 

Aprendi que somos ou nos tornamos mentalmente idênticos às 5 pessoas com quem mais nos damos. Imagina então os estragos na nossa vida se essas 5 pessoas forem negativas e tóxicas!

 

O teu circulo mais íntimo devem ser pessoas positivas, pessoas que te querem bem, pessoas pelas quais deves querer deixar-te influenciar, por admirares as suas formas de estar.

 

Não te estou a dizer para cortares relações com alguém próximo, à martelada! Mas deves determinar quais as pessoas que são nefastas ao teu desenvolvimento e à tua evolução.

 

Por vezes não evoluímos no mesmo sentido, o teu melhor amigo de infância pode em nada corresponder-te 15 anos mais tarde. O mesmo acontece com um cônjuge: Devemos ficar com alguém que não nos faz feliz sob pretexto que ao princípio era bom?

 

As pessoas que fazem parte do teu círculo mais íntimo são uma escolha tua! Escolher viver rodeado de pessoas negativas pode muito bem ser igual a dares um tiro no pé!

 

 

 

Pensamento tóxico: Devo esforçar-me para suportar quem me rodeia.

 

Causas deste envenenamento: Ficar na sua zona de conforto, não ousar ferir suscetibilidades, não querer ver que já não nos identificamos com alguém próximo.

 

Antídoto: Rodear-se de pessoas positivas. Cortar as relações toxicas. Não estar tantas vezes com pessoas com quem temos menos afinidade. Continuar sempre a envolver-se com novas pessoas, mesmo quando está tudo bem, para melhorarmos em permanecia o circulo social.

 

 

Pensamento tóxico nº6: Sou demasiado velho(a) para mudar!

 

Esta é sem dúvida a desculpa nº1 que as pessoas usam para não agirem, para não mudarem as coisas e para não viverem os seus sonhos.

 

Podemos mudar em qualquer idade! Aliás…devemos!

 

Mudar hoje mesmo, seja qual for a tua idade, é a melhor decisão que poderás tomar na vida!

 

Muda para seres menos tímido, mesmo que tenhas 30 anos.

 

Trabalha a tua confiança, mesmo que tenhas 40 anos e que sempre tenhas tido uma baixa autoestima.

 

Aprende a seduzir, mesmo sem nunca teres agradado ao sexo oposto e tenhas 50 anos.

 

Aprende a tocar guitarra, mesmo que tenhas 60 anos.

 

Viaja aos 4 cantos do mundo, mesmo que tenhas 70 anos.

 

Nunca serás demasiado velho(a) para viveres os teus sonhos, és apenas conformado(a) e tens medo de sair da tua zona de conforto.

 

Efetivamente, se não mudares nada, nem fizeres nada para viver os teus sonhos és demasiado velho. Aí apenas te resta reformar-te e deixa-te estar no sofá.

 

Mas se o teu querer for forte…se tiveres um motivo válido…se quase que consegues saborear o sonho de tanto pensares nele…seja qual for a tua idade tu consegues!

 

Porque a vida é isto! É ganhar competências, é ultrapassar-se, é aprender novas coisas, é arriscar, é melhorar, é evoluir, é vivermos o nosso sonho!

 

Pensamento tóxico: Sou demasiado velho para mudar.

 

Causas deste envenenamento: o Status Quo da sociedade, falta de confiança, preguiça, desmotivação.

 

Antídoto: Tomar as rédeas da vida seja qual for a idade. Viver os sonhos, alterar as circunstâncias, arranjar os meios.

 

 

Porque a vida é agora!

 

E se não aproveitarmos (unicamente se não aproveitarmos) será tarde demais!

 

MUDA HOJE!

Genio ou Idiota: A Importancia do Contexto

A importância do contexto

Hoje quero partilhar uma pequena reflexão contigo.

Muitas vezes nos perguntamos: fará mal fazer isto, ou fará mal dizer aquilo. Procuramos uma resposta universal, como se existissem frases mágicas que funcionam sempre.

O que é facto é que a mesma frase te pode fazer passar por um génio num determinado contexto e por um idiota noutro.

 

Já todos experimentamos isto: dizemos uma piada, fazemos rir toda a gente á gargalhada e, dizemos – boa, grande piada. Voltamos a dizê-la a outras pessoas e é como levar um balde de água fria na cabeça…ninguém se ri nem acha piada nenhuma.

 

Pois é…esquecemo-nos de uma das coisas mais importantes e subestimada da nossa vida:

O Contexto
Mas afinal o que é o contexto?

 

É um conjunto de fatores externos que fazem com que aquilo que fazemos ou dizemos se adapte ou não á situação.
Deixa-me dar-te um exemplo simples:

 

Estares super bem vestido, com um fato de 3.000 euros feito por medida, para ires dar um passeio de camelo a Marrocos, vai simplesmente fazer-te parecer ridículo. Assim como ires de calções e T-shirt a um casamento.

 

Percebeste a ideia?

 

O problema é que, esta “calibração” se encontra em todas as facetas do quotidiano.

Se para a indumentária se torna evidente ver esta relação, pode averiguar-se mais complicado no que diz respeito às relações humanas.

 

Por exemplo:

 

É frequente em alguns trabalhos verem-se superiores hierárquicos gritarem com os seus subalternos no sentido de obterem resultados.

Com algumas pessoas até pode funcionar, algumas precisam deste tipo de motivação para se sentirem pressionadas e stressadas para reagirem e produzirem.

Para outras é simplesmente ridículo, este tipo de atitude apenas as levaria a não produzirem em jeito de retaliação.

O mesmo se passa em contextos sociais mais complicados.

 

Por exemplo:

 

Após recusar-se o aumento de salário a um colaborador, seria idiota pressioná-lo no sentido de duplicar a sua produção.

No entanto, a um colaborador em pleno crescimento de carreira e a quem se atribuiu um aumento, este tipo de pressão pode ser eficaz.

O mesmo se passa na sedução, demasiados elogios, ou atenção poderá afugentar a pessoa que te interessa e atrair outra.

 

Porquê?

 

Porque a primeira pessoa poderá já ter encontrado demasiados “coristas” ao passo que a segunda irá precisar de validação e atenção da tua parte para se imaginar contigo.

 

É preciso calibrar em permanência.

 

Guardando sempre a nossa própria personalidade.

 

Mas por vezes estas noções dissipam-se.

 

O que fazer então?  Manter-me fiel aos meus princípios? Adaptar-me? Ou afirmar-me?
É aqui que entra em jogo a importância do contexto.

 

Ser inteligente, não é (apenas) saber resolver equações difíceis. Isto é aquilo que é medido pelo Q.I., é a inteligência lógica.

 

A inteligência que depende do contexto é a inteligência emocional.

 

É esta inteligência que vai fazer com que respondamos adequadamente numa determinada situação.

 

Uma espécie de “inteligência camaleão”.

 

Como fazer para desenvolver esta inteligência?

 

Observar!

 

Aprende a observar e a fazer bem. E de preferência, mais do que uma vez!

O ser humano aprende por imitação, não tenhas então vergonha de te inspirares naquilo que de melhor se faz à tua volta.

Antes de decidires vestires umas calças de ganga para ires trabalhar, observa aquilo que os outros levam.

 

A informação é o nervo da guerra. É o que te fará sempre que possível tomares as boas decisões.

 

Uma vez adquirida a informação, decidirás se fazes como os outros ou se contornas os códigos.

 

Sem nunca te esqueceres que deves dominar os códigos antes de os quebrares. E quando os quebrares deves fazê-lo de forma inteligente e pouco a pouco. Não por derrapagens incontroladas, que te farão passar por alguém inadaptado.

 

O desrespeito pelos códigos sociais é um dos principais travões nas dinâmicas sociais. E poucos têm consciência disso.

 

Não sejas uma ovelha, mas improvisa inteligentemente!

 

 

Inspirares-te e adaptares-te a códigos, não suprime a tua personalidade. É simplesmente fazeres prova de bom senso.

Ninguém vai a uma entrevista de emprego em calções e T-shirt, transparece uma falta de inteligência social enorme, certo?

Mas também ninguém te obriga a ires de fato preto e austero, e podes (nos limites do bom senso) adaptar a tua indumentária á tua própria personalidade.

 

Observa, compreende, “digere” e personaliza!

 

Neste sentido, que toca piano, deve primeiro saber o que é o ritmo, uma nota, quais são os diferentes acordes antes de improvisar.

Na vida passa-se exatamente o mesmo, o improviso será um trunfo inigualável, com a condição de teres observado, compreendido e “digerido”.

Se estiveres atento ao que te rodeia, ao contexto das coisas, a tua vida será bastante simplificada. Não terás a impressão de nadares contra a corrente em permanência, antes pelo contrário, parecerás ter a sensação de ser levado confortavelmente pela corrente, por forma a ires cada vez mais longe.

Na próxima vez que “barafustares” ou te enervares numa determinada situação, questiona-te se percebeste o contexto daquilo que te rodeia.

 

Compreende o contexto, e estarás mais adaptado ao mundo do que 90% das pessoas.

 

Sentires-te-à o rei ou a rainha do mundo! Um mundo que mexe, que está em constante mudança, um mundo em que os contextos se alteram em permanência.

 

Mas agora que o sabes…saberás adaptar-te 🙂

 

Em que contexto te encontras aqui? A ler este artigo…

 

Será no contexto do desenvolvimento pessoal? Onde apenas procuras melhorar e crescer como pessoa?

Será no contexto de mudares de vida? Onde procuras uma ocupação rentável que te permite ao mesmo tempo cresceres interiormente e passares mais tempo com a tua família?

 

Em que contexto estás aqui?

 

Questiona-te!

 

De qualquer forma, todos os contextos que impliquem mudança começam AQUI

Pelo teu registo NESTE GRUPO, que te vai permitir mudares!

 

Forte Abraço!

Colocar ou não ação…eis a questão!

A ação nem sempre traz felicidade, mas não há felicidade sem ação

– William James

 

Dizer que de nada serve agir com força sobre um desejo, mas que se deve ao contrário deixar o universo tomar as rédeas, não significa que se deva não fazer nada.

Se não colocares nenhum ingrediente na tua panela, bem que a podes deixar ferver com água durante horas a fio que nunca farás nenhum guisado.

O que está em questão quando falamos de intenção, é construir em primeiro lugar no interior, a realidade que aspiramos viver no exterior, e a partir daqui deixar-se inspirar a agir desde este espaço.

Se pensares constantemente naquilo que queres, aquilo que dirás para ti mesmo em permanência é aquilo que ainda não tens. Irás habitar-te dessa falta. Assim, segundo o princípio da lei da atração, se te sintonizares na frequência daquilo que é, irás atrair essa falta e apenas a falta.

Em vez disso, tenta desenhar mentalmente os teus sonhos, tenta imaginá-los já realizados para sentires o que sentirás, impregna-te dessas sensações. Então quanto estiveres sintonizado nessa onda, deixa-te levar pelos contextos, pelos encontros, pelas oportunidades, deixa-te guiar para dares pequenos passos no sentido do teu objetivo.

Preenchendo-te desde o início das emoções positivas, que procuras sentir através da realização dos teus sonhos, podes desprender-te e desfrutar cada instante da jornada.

Desejo-te um resto de dia fantástico

Olivier

P.S.: Todas estas dicas sobre desenvolvimento pessoal estão contidas no Inner Circle. (Ver descrição abaixo)

 

A Felicidade

Continuo a surpreender-me, quando ouço as pessoas dizerem que não sabem ser felizes.

As pessoas agem como se a felicidade fosse uma força misteriosa e difícil de decifrar.

A felicidade é um dos temas mais estudadas da história da humanidade. Se olharmos para a psicologia e a filosofia, não é tudo aquilo que estas duas áreas têm feito ao longo de séculos?

Os princípios da felicidade são conhecidos!

Ver vídeo abaixo:

O que acontece é que por vezes, senso comum não significa prática comum, e as pessoas vêm-se embrenhados em ações que as levam precisamente a não serem felizes.

Sabemos que a felicidade advém da nossa forma de ver o mundo e a nossa vida. Depende da forma como vemos o nosso passado, o presente e o futuro.

Se olharmos para o passado com gratidão em vez de o ressentirmos, se filtrarmos as boas memórias e mesmo que tenham havido conflitos, lutas e desafios, e essencialmente se aceitarmos que o passado fez de nós quem somos hoje, podemos ser livres no presente!

Livres de ressentimento e livres de experimentar gratidão!

E No presente o que nos faz felizes?

Bem, aquilo eu que eu acredito e vivencio é que, se estivermos honesta e seriamente comprometidos com um objetivo de vida, todos os dias nos vamos desafiar mais um pouco e consequentemente fazer mais um pouco.

Ao agirmos desta forma, vamos sentir-nos preenchidos, sabendo que rumamos a passos largos para a concretização de um sonho.

Quanto ao “olhar sobre o futuro”, é apenas uma questão de antecipá-lo com entusiasmo, pois se estivermos seria e honestamente comprometidos com aquilo que queremos, o que queremos irá inequivocamente acontecer!

Saber disto faz-me feliz!

E mesmo que o futuro possa parecer em algumas ocasiões um pouco assustador, mesmo que antecipemos lutas e desafios (pois vão sempre existir). Devemos olhar para o amanhã com entusiasmo.

 

Vou dizer-te algo importante:

Se não consegues olhar para o amanhã com entusiasmo, não tem nada a ver com a realidade do amanhã!

Tem a ver com o teu ”mindset”, a tua mentalidade, ou a falta de uma mentalidade virada para a ação, uma mentalidade positiva, provavelmente pelo facto de teres sido pessimista e negativo durante muitos anos e que acabou por literalmente drenar a tua esperança!

A boa notícia é que existe uma “cura” para isso, a única coisa que tens que fazer é uma introspeção, um ponto da situação (vê aqui como) e tomares consciência de que tens vindo a envenenar a tua mente com falsas crenças.

Toma consciência!

Aceita o passado com gratidão, compromete-te no presente e olha para o futuro com entusiasmo!

Esta é a minha receita simples para a felicidade 🙂

Forte abraço!

Olivier

P.S.: Todas estas técnicas para um mindset de sucesso estão contidas na formação “INNER CIRCLE”. Que podes adquirir agora mesmo clicando na imagem abaixo:

10 Perguntas Para Fazeres o Ponto da Situação

É muito importante fazer-se regularmente o ponto da situação. Permite-nos colocar em prática os eixos de melhoramento e de tomarmos consciência da nossa situação atual.

A melhor forma de fazer o ponto da situação é efetuar um trabalho de introspeção respondendo a várias perguntas. Estas perguntas permitem ativar algumas alavancas psicológicas, a fim de fazer sobressair alguns aspetos (positivos e negativos) da tua situação atual e da tua personalidade.

Sentes-te num impasse? Não te consegues motivar quando trabalhas?

Ou ao contrário…Tudo parece estar (demasiado) bem no teu quotidiano e estás numa «gaiola dourada»?

 

Talvez queiras apimentar a tua vida, a fim de te aproximares dos teus ideais e dos teus sonhos de vida. Ou simplesmente para viveres de acordo com os teus próprios valores!

Antes de mandares tudo ao ar, coisa que virias a arrepender-te de seguida, convido-te a fazeres o ponto da situação para bem recomeçares.

Pensa em copiar este questionário para lhe responderes de vez em quando. A minha opinião é que devemos fazer o ponto da situação 1 vez por mês. 

Como fazer o ponto da tua situação atual?

Proponho-te responderes a um questionário de introspeção. Vais consagrar um tempo especifico para realizares este exercício, vai permitir-te refletires em profundidade sobre os teus objetivos, os teus comportamentos, estado de espirito atual e valores que são importantes para ti.

Pois é…como diz Kant o Homem é um animal racional, precisa de levar a cabo esta reflexão sobre ele próprio, de compreender o que lhe vai dentro, de ter um propósito.
A introspeção, longe de ser uma perda de tempo ou uma démarche narcisista, é ao contrário um método poderoso para se sair de um mau registo e dar um empurrão de motivação necessário para se avançar.

A introspeção, efetua-se através de perguntas fundamentais, para estares seguro que estás de acordo contigo próprio e para clarificar os teus desejos e convicções.

Então, depois de colocarmos em perspetiva a teoria, vamos passar á ação! Toma o tempo que for necessário para realizares o questionário. É muito importante!
Leva a sério cada pergunta e anota as tuas respostas num caderno. Não respondas apenas com SIM e NÃO. Argumenta as tuas respostas e determina pistas de melhoramento.

10 Perguntas para fazeres o ponto da situação (introspeção)

Pergunta 1 – Levanto-me de manhã com vontade de viver este dia? Se respondo que não, qual seria o dia ideal, que me trouxesse motivação de me levantar e apreciar plenamente o momento presente?

Pergunta 2 – Quais são os meus valores? Estarei a viver de forma congruente com os meus valores?

Pergunta 3 – Utilizo os meus talentos e competências na justa medida? Como poderei colocar estes talentos e competências a trabalhar no meu desenvolvimento pessoal e/ou para ajudar os outros?

Pergunta 4 – As atividades e/ou ações que faço durante o dia (no meu trabalho ou na vida em geral) valem a pena? O que me trazem? Utilizo o meu tempo de forma produtiva?

Pergunta 5 – Respeito o meu corpo, a minha saúde? Estou à escuta das minhas sensações físicas e sinais de alerta que o meu corpo me pode transmitir?
Pergunta 6 – O que trago de bom aos outros? Sinto-me útil para os meus familiares e amigos?

Pergunta 7 – Que impacto tenho no mundo que me rodeia?

Pergunta 8 – Sou uma pessoa que os outros respeitam? Qual o efeito das minhas ações e comportamentos nos outros?

Pergunta 9 – Como posso melhorar as minhas relações com os outros, por forma a que sejam mais positivas, construtivas e enriquecedoras?

Pergunta 10 – Qual é o meu futuro ideal daqui a 1 ano, 5 anos e 10 anos? E como posso lá chegar começando hoje mesmo por pequenas e simples ações?

Espero ter-te sido útil 🙂

Forte Abraço

P.S: Este pode ser o veículo certo para o futuro que tu queres: O VEÍCULO

Os 3 Inimigos do Desenvolvimento Pessoal

 

 

Acredito que existam 3 grandes inimigos ao desenvolvimento pessoal:

 

 

 

1º A Dúvida

 

As pessoas que se encontram neste registo, duvidam bastante das suas capacidades, das suas competências e até chegam a duvidar se merecem ou não.

O “truque” aqui é confrontar a dúvida, questioná-la:

– Porque duvido de mim? Alguém ou algo plantou esta semente? Fará esta dúvida parte do meu sistema de crenças?

A fé em nós próprios é o que aqui nos fará avançar! É o que nos fará confiar e procurar ajuda se necessário.

A solução é um passo de ação:

 

Ganhar coragem para ter autoconfiança e meter ação. Pois com a ação vém a competência, com a competência mais confiança e com a confiança mais ação.

Em psicologia chama-se o “Loop da competência e da confiança”

 

Quanto mais aprendemos e tentamos, mais sabemos e mais desenvolvemos
2º O Adiamento

O adiamento vem da dúvida muitas vezes, estes dois registos estão diretamente relacionados. Porém pode ainda não ser sempre assim.

Muitas vezes adiamos por tudo e por quase nada, não só porque duvidamos que somos capazes, mas tão simplesmente porque está a dar na TV aquele episódio da série dos “Vikings” que tanto queríamos ver. Ou simplesmente porque «não apetece», porque «dá trabalho».

O Ser Humano é indolente por natureza – Faço amanhã!

 

 

 

3º A Divisão

Neste registo existe um sentimento de divisão, de não pertencer, de ser diferente de todos.

Quem “sofre” de divisão são aquelas pessoas que dizem constantemente:

-Eles não me compreendem!

Quando alguém se encontra neste registo coloca barreiras e não faz conexões com os outros. Não sabe pedir ajuda, julga os outros, critica constantemente e não “deixa entrar” ninguém.

São estas as pessoas que se esquecem que a Humanidade está unida por uma força, uma energia comum. Um propósito de sobrevivência, comum à espécie inteira desde os primórdios dos tempos.

Quando não nos conectamos com os outros seres humanos, deixamos de estar conectados connosco.

O que se pode fazer?

O mais importante aqui é de facto tomar-se a consciência de que se está “embrenhado” no processo e depois AGIR…a ação é praticamente a solução para tudo!

Agir neste caso significa conectar-se, ir de encontro aos outros, envolver-se, dizer algo agradável a alguém, sentir os outros, perguntar, falar, tocar alguém. Criar empatia.

As relações profundas são “a cura” para a divisão.

Vou deixar-te um desafio antes de terminar este artigo:

Porque não fazeres deste dia, o dia em que redesenhas a tua vida? o dia em que metes ação no sentido da mudança!

Tem fé em ti! Mete ação! e desfruta o processo!

Forte abraço

Olivier