Os Segredos da Autoconfiança em 5 Etapas 5/5

Este é o último artigo desta série de 5 que te vai ajudar a desenvolveres a “autoconfiança” Podes ver os outros 4 artigos AQUI.

Este quinto artigo tem por título:

5-Mandela & o Otimismo na vida

 

Finalmente, nada como o otimismo para termos autoconfiança.

O Nelson Mandela é para mim um modelo de otimismo.

“Sou fundamentalmente Otimista. Que isto seja ou não inato, nunca o saberei dizer. Uma forma de sermos otimistas é mantermos a cabeça erguida virada para o sol e os pés em movimento. Muitos foram os momentos sombrios em que a minha fé na Humanidade foi posta à prova mas nunca quis nem podia, entregar-me ao desespero. É assim que rejeitamos a derrota e a morte”

– Mandela

 

 

 

Deixo-te hoje 3 dicas neste último artigo da série:

1- Sorri!

2- Procura as vantagens e o lado bom de todas as coisas ou situações (até as piores). Há sempre!

3- Rodeia-te de pessoas positivas. Elimina as pessoas ou as influências negativas da tua vida (televisão, pessoas que se queixam, filmes tristes, etc…)

 

 

“Um pessimista vê dificuldades em todas as oportunidades, um otimista vê oportunidade em todas as dificuldades.”

– Churchill

 

 

Espero que te tenha dado tanto gozo leres estes artigos quanto eu tive a escrevê-los.

Diz-me o que pensas nos comentários abaixo 😉

Forte Abraço!

 

Otimismo

O Otimismo não se resume a um estado de espírito, é também uma forma de agir e de reagir.

De nada nos vale sermos otimistas, se ficarmos grudados ao sofá vendo

O Otimismo não se resume a um estado de espírito, é também uma forma de agir e de reagir.

De nada nos vale sermos otimistas, se ficarmos grudados ao sofá vendo televisão e comendo pipocas, pensando:

«Eu sei que esta situação vai passar!» ou «Eu sei que se for otimista e pensar positivo tudo se vai resolver»

Não, não se vai resolver, nem vai passar nada se não passarmos à ação. Atenção que ser otimista é ótimo, mas aliado à complacência é apenas uma ilusão que pode levar a médio prazo a grandes desilusões.

O otimismo até pode ser definido como uma aptidão mental com consequências comportamentais.

Aptidão mental – Face a um problema, partir sempre do presuposto que existe uma solução, quer venha de nós, dos outros ou do avanço natural da situação em torno do problema.
 

Consequência comportamental – Agir, no sentido das soluções serem facilitadas. Desenhar rápidamente um mapa mental por forma a poder-se verificar quais os caminhos a seguir no sentido da solução.

 

Não foi ao acaso que decido escrever-te hoje sobre o otimismo. Ontem aconteceu-me um episódio engraçado e já vais perceber como se enquadra nesta nossa conversa.

Como já te disse moro em Évora no Alentejo e desenvolvo o negócio da Empower Network em conjunto com a equipa dos Lazy Millionaires. E, em consequência deste negócio que desenvolvo, um amigo meu de longa data (o Bruno), decidiu vir visitar-me. Ele é de Vila Nova de Famalicão, no norte de Portugal e veio até Évora de comboio.

Assim que ele desceu do comboio, demos um abraço e quase nos atropelávamos a falar, já não via o Bruno em pessoa fazia mais de 20 anos e apenas 2 anos atrás nos reencontramos por assim dizer, nas redes sociais.

Equanto falávamos reparei que ele estava distraído e revirava os seu bolsos. Perguntei-lhe então:

«- Perdeste alguma coisa bruno?

– Sim acho que deixei os meus óculos de sol no comboio…»

 

Ui, não é algo de bom esquecer algo num comboio expresso que vai voltar a partir rapidamente sabe-se lá para onde. Propus-lhe rapidamente, sem acreditar muito naquilo que estava a dizer que se apressasse a ir ver ao cais se o comboio já tinha partido ou não.

«Tens razão, diz-me ele, tenho que tentar» e numa passada larga começou a ir em direção ao cais, contra o sentido da multidão de passageiros que acabara de desembarcar.

Enquanto o esperava, começo a pensar que as suas chances eram um pouco reduzidas. Mas afinal estamos a falar de otimismo, e era o que faltava começar a pensar como um pessimista e resignar-me com o facto dele ficar sem os óculos.

Ao fim de alguns minutos, o corredor que dava para o cais já estava vazio e ele ainda não tinha regressado. De repente mudei de crença: Já não temo que o comboio tenha partido com os óculos do Bruno, mas sim com ele a bordo…

Mas não…eis que o vejo chegar sorridente com os óculos recupedados “in extremis” na cabeça.

Fiquei contente por ele, e pela teoria do otimismo. 

O otimismo é escolher experimentar e passar à ação em vez de nos resignarmos. E funciona na maioria das vezes.

Adoro experimentá-lo na prática 🙂

 

Esta forma de aptidão mental para o otimismo pode aplicar-se a tudo, principalmente nas tomadas de decisão.

Por isso deixo-te aqui um pequeno desafio:

– Estás com dúvidas relativamente a criares o teu próprio negócio?

– Achas que não tens competências para o fazer?

– Achas que ter uma fonte de rendimento extra é só para os outros?

Dá o passo, regista-te aqui: http://oliviercorreia.com/c/joinen