Qualidades à Mão Cheia!

Como Identificares as Tuas Qualidades e Desenvolvê-las?

 

 

Se tivesses que desenhar o teu retrato descrevendo as tuas qualidades, quais seriam elas?

 

Identificar as nossas qualidades pode averiguar-se um exercício que gera algum desconforto.

Porquê?

 

Porque para algumas pessoas é simplesmente difícil valorizarem-se, afirmarem-se perante os outros e “saírem do lote”. Também pode ser devido à falta de autoconfiança, excesso de modéstia, ou simplesmente ter receio e achar que é arrogância.

No entanto todos nós temos qualidades…muitas mais até do que aquilo que por vezes possamos pensar.

Tal como para as competências, é importante identificares as qualidades para melhor te conheceres, apoiares-te nas tuas forças e trunfos, para levares a bom porto os teus projetos e desenvolver relações com os outros.

Dá-me vontade de dizer: Afirmar as qualidades é uma qualidade 🙂


Não te subestimes nunca!

 

Para identificar as tuas qualidades deves fazer um trabalho de introspeção.
Não te vou propor uma lista de qualidade na qual possas escolher, como se estivesses a jogar à “bisca”, acho que seria boicotar o exercício. De facto, temos tendência, seja a subestimar e então identificar qualidades que estão abaixo daquelas que temos, ou ao contrário a sobrevalorizar e a identificar qualidades que na realidade não possuímos, para termos uma melhor imagem de nós mesmos.

 

Para te avaliares à tua justa medida, com honestidade e sinceridade, vou propor-te dois eixos de introspeção para identificares as tuas qualidades.

O primeiro repousa sobre as tuas próprias experiências, o segundo sob um olhar exterior dos teus amigos e dos teus próximos.

 

Lembra-te que o resultado deste exercício é para ti e somente para ti.

 

Eixo nº 1: Identificar as tuas qualidades através das tuas próprias conquistas.

Eis duas grandes questões às quais vais poder responder para identificares as tuas diferentes qualidades.

Pensa bem nas diferentes áreas da tua vida, grandes momentos, ou coisas mais pequenas.
Momentos em que fizeste uso de qualidades racionais, intelectuais, físicas ou até morais.

Questão nº1: Quais as tuas principais conquistas ou feitos e quais foram as qualidades sob as quais tiveste que agir para lá chegares?

Questão nº2: Quais os desafios que ultrapassaste e quais as qualidades de que te serviste para conseguires?

 
Eixo nº2: Identificar as tuas qualidades com ajuda e feedback dos outros.

 


O interesse em perguntares por um feedback a pessoas do teu circulo é de teres á tua disposição um olhar exterior, sem filtros, algo que tu não vês e que só é percetível pelos outros, o teu “eu cego”.

Desta forma não corres o risco de uma desvalorização ou sobrevalorização das tuas qualidades.

 
Interroga pessoas que te são realmente próximas, que conheces bem e que sabes que vão ter sobre ti um olhar honesto e sincero.

 
Pergunta-lhes o que pensam espontaneamente de ti, que tipo de pessoa pensam que és, como te vêm, que qualidades te atribuem.

 
Se alguém tivessem que contar contigo a 100% para resolver alguma situação, o que seria?

Através destas diferentes questões, colocaste em evidência qualidades que certamente foram surgindo múltiplas vezes. Podes assim elaborar o teu retrato resumindo as tuas qualidades sob a forma de frase: « sou organizado, confiável, corajoso, etc. ». Tens assim de alguma forma o teu slogan, a tua imagem de marca que te posiciona em relação a ti próprio e aos outros.

 

Para além das tuas atuais qualidades, talvez tenhas vontade de desenvolver algumas outras. Eis algumas etapas que podes seguir para ires ainda mais longe e melhorares a médio e longo prazo:

 

 

emails

 

 
As 4 etapas para transpores as tuas qualidades no seio dos teus projetos e desejos.

 

Etapa nº1: Identificar as qualidades a desenvolver

 

 

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Para isto, pega num caderno e começa a escrever. Lista 3 pessoas que admiras muito e associa as qualidades que mais gostas neles.

 

Este exercício é pura magia, revela com 100% de precisão as qualidades que queres alcançar. Através das pessoas que admiras, projetas-te em direção às suas próprias qualidades, aquelas que desejas para ti, sem mesmo teres consciência disso.

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Como?

 

Segue a segunda etapa…

 

 

Etapa nº2: Lança-te pequenos desafios para agires sobre as tuas qualidades

 

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As tuas qualidades só evoluem com o tempo e com o tempo vem a experiência. Com aquilo que fazes em concreto. Pode demorar mais ou menos. Para encurtar este período podes lançar-te pequenos desafios em relação às qualidades que queres desenvolver.

 

Por exemplo, se desejas ser mais aberto e menos introvertido. Aceita o desafio de falares com desconhecidos, de os abordares, seja com um elogio ou com algo que aches que tenham em comum contigo.

 

Ou ainda, se tens dificuldade em falar em público e te queres tornar num orador exímio, desafia-te a seres sempre aquele que representa os outros, aquele que fala pelo grupo, aquele que se “chega à frente” quando é preciso dar voz.

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Etapa nº3: Integrar as qualidades nos teus projetos

 

[fancy_box id=1]Nesta terceira etapa, trata-se de aprofundar o desenvolvimento de uma qualidade e de a integrar no fio condutor dos teus projetos. Não hesites em utilizar a visualização positiva. Fazer prova de uma vontade férrea e de perseverança para que ela fique “ancorada” em ti e te sirva no teu projeto.[/fancy_box]

 

 

Etapa nº4: Avaliar como essas qualidades de ajudaram a ter mais resultados

 

[fancy_box id=1]Finalmente, quando o teu projeto atingir uma primeira etapa importante, faz o balanço e procura perceber se conseguiste efetivamente sair da tua zona de conforto e como podes ainda melhorar.[/fancy_box]

A bola agora está no teu campo!

Identificaste as tuas qualidades? Sabes que qualidades deves desenvolver?

Deixa nos comentários:

-Quais as dificuldades que tiveste em encontrar as tuas qualidades?
-Como os outros te ajudaram no exercício de identificação das tuas qualidades?
-Como vais colocar em prática as qualidades que desejas desenvolver?
Se gostaste deste artigo, não deixes de o partilhar nas redes sociais.

 

 

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Forte Abraço 🙂

Como Superar os Medos Que te Impedem De Criar Um Negócio

A ideia de criar o próprio emprego e construir algo verdadeiramente nosso agrada à generalidade dos portugueses. No entanto, a maioria das pessoas não tem a coragem que é necessária para enfrentar os riscos inerentes à verdadeira aventura que é criar um negócio próprio.

 

 

Numa pesquisa realizada em 2013, mais de 60% dos portugueses confessaram que gostariam de criar o seu próprio emprego. Contudo, apenas 32% se imaginavam a criar realmente o seu negócio.

 

Estes números são substancialmente inferiores à média internacional e demonstram que por cá ainda há uma grande dificuldade em enfrentar alguns receios que surgem muitas vezes associados à ideia de empreendedorismo.

 

Quem não ousar enfrentar estes medos nunca sentirá o prazer de trabalhar por conta própria, de construir um negócio de raiz, no fundo, nunca poderá ser complemente independente financeiramente.

 

 

 

Enfrenta os Teus Medos e Conquista o Sucesso

 

Para ajudar-te a ultrapassar os medos que te estão a impedir de embarcar numa nova epopeia rumo à realização pessoal e profissional, compilei os receios mais comuns e as respostas que precisas de conhecer para finalmente avançar.

 

 

“Só posso avançar quando encontrar o produto perfeito.”

 

 

Esta é uma ideia comum, que defende que o fator mais importante para o sucesso é o produto. De acordo com este raciocínio a competência e a qualidade do trabalho do empreendedor são aspetos secundários.

 

O receio de avançar sem ter o “produto perfeito” origina verdadeiras demandas em busca da “galinha de ovos de ouro”. Sempre que o candidato a empreendedor encontra um possível negócio, faz a sua análise e acaba sistematicamente por encontrar um elemento que mina o projeto, decidindo que aquele ainda não é o produto ideal.

 

Qualquer empreendedor de sucesso te dirá que não é o produto que garante sucesso, mas sim a tua experiência e competência que fazem com que o produto obtenha sucesso.

 

 

 

“Lançar um negócio exige demasiado trabalho e não sei se quero abdicar do conforto de uma vida estável.”

 

 

Sim, é verdade que abraçar a aventura do empreendedorismo é muitas vezes sinónimo de algumas fases mais atribuladas e trabalhosas, principalmente nos primeiros tempos quando ainda se está a lançar as bases do negócio e a aprender.

 

Quem tem uma vida profissional estável pode hesitar em trocar um rendimento certo pelo desconhecido, preferindo continuar na sua rotina laboral, mesmo com um sentimento permanente de insatisfação.

 

Ao arriscar apostar no teu próprio negócio podes passar por algumas dificuldades, isso é inegável, mas também podes prosperar e ganhar muito mais do que ganharias a trabalhar para outros.

 
Apenas tem a ver com o veículo que escolheres!

Além de que o caminho do empreendedorismo conduz a um sentimento de realização e satisfação pessoal que não tem paralelo.

 

 

 

 

“O desconhecido assusta-me e não sei se tenho coragem para avançar.”

 

 

O empreendedorismo é feito de ambiguidades, o que pode ser assustador. Para lançar um negócio por conta própria e alcançar o sucesso é necessário saber viver com as zonas cinzentas que fazem parte de qualquer área empresarial.

 

É certo que ao começar não terás qualquer garantia de resultados. Não é possível prever com exatidão quais serão os teus ganhos, não é possível determinar se determinado produto ou serviço vai ter aceitação no mercado, nem há forma de saber se surgirão imprevistos que possam condicionar toda a operação.

 

A menos que optes por um negócio duplicável e já testado. Como este.

 

Por outro lado, um verdadeiro empreendedor sabe que tem dentro de si o que é necessário para conduzir o seu negócio a bom porto. Motivação e uma vontade de vencer férrea são dois atributos preciosos para qualquer empresário.

 

 

 

Não Adies Mais o Teu Sonho

 

Estas são algumas dicas que podem ajudar-te a ultrapassar o teu medo e a conseguir aquilo que desejas. Trata-se mais uma vez de uma questão de mentalidade. Com a mentalidade certa poderás materializar qualquer sonho.

 

 

 

 

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Salta Fora!

Aquilo a que chamamos tradicionalmente a zona de conforto, é o conjunto de atividades, hábitos ou comportamentos que nos são familiares e que não ousamos deles sair, por medo de julgamentos externos ou do fracasso.

 

Evidentemente, a zona de conforto limita-nos, na nossa propensão a novas experiências e dá-nos uma visão obtusa do mundo que nos rodeia.

 

Sair esta famosa zona de conforto, é dar-se os meios, de não mais recear o desconhecido, de satisfazer a sede de conhecimento e como é óbvio, de nos aproximarmos da felicidade pessoal.
Hoje vou deixar-te umas dicas, para que o consigas fazer progressivamente.

 

 

1 – Mudanças progressivas com riscos limitados.

 

 

Sejamos realistas, não é possível colocarmos em questão, todos os nossos valores, formas de pensar ou opiniões de uma forma abrupta.
Afinal, são eles que estão na base do nosso desenvolvimento e que influenciaram a construção da nossa personalidade ao longo dos anos.

 

Sair da zona de conforto não significa negar quem és, aquilo que pensas ou que gostas: significa sim, dar-se os meios de fazer novas experiências, sem se fiar aos preconceitos que ecoam.
De uma forma quotidiana, é então possível desenvolveres a tua curiosidade e enriqueceres o teu saber, sem no entanto entrares em conflito com a tua forma de pensar.

 

Começa por coisas simples, que poderás efetuar ao abrigo dos olhares, a fim de tomares consciência de que saíres da tua zona de conforto é uma “démarche” que deve partir de dentro de ti, antes de te interessares aos seus prováveis efeitos sobre o meio que te rodeia.

 

Ouve música que não tem nada a ver contigo:

O facto de ouvires hard rock se és um fã de música clássica não representa nenhuma infidelidade para com os teus valores.

 

Todos os dias, experimenta ouvir novas músicas, novas bandas, novos artistas, sem te perguntares de antemão se te identificas com aquele estilo de música. Pessoalmente uso uma técnica muito eficaz.

 

Experimenta sites como: Deezer, Spotify ou Groove Shark (ou outros que te permitam ouvires musica gratuitamente) e coloca na barra de pesquisa a primeira palavra que te vier à mente.

 

Apenas terás de começar uma escuta atenta das músicas que aparecem na página de resultados.

 

Não gostas de uma música? Passa à próxima até te aparecer uma “pérola”.

 

Todos os dias descubro música dos mais variados géneros que nunca pensei que fosse possível gostar.

 
Esta manobra, por mais simples que seja, traz uma certa satisfação e prepara o terreno por forma a começares a habituar-te a saíres da tua zona de conforto.

 

Novas experiências culinárias:

 

Diz não às batatas fritas ou aos ovos estrelados que comes de dois em dois dias!
Chegou a hora de descobrir novos sabores e de colocar um pouco de audácia na tua cozinha.
Experimenta alimentação internacional!

 

Nada mais simples do que procurares sites que te propõem receitas que diferem bastante daquilo que estás habituado a comer. Cozinha e convida amigos, para tornares este momento mais agradável.

 

Podes até planear uma jornada “especial descobertas”, a fim de expandires os teus horizontes, e claro as tuas papilas gustativas, hehe.

 

Uma outra forma de saíres da tua zona de conforto através da culinária é pesquisares receitas com alimentos que sempre achaste que não gostavas, ou que não te diziam nada.

 

Comi no fim-de-semana que passou o melhor gratinado de couve de flor da minha vida, e acreditem que é daqueles legumes que achava completamente sensaborão.

 

Uma experiência que recomendo vivamente!

 

Estas mudanças de hábitos podem parecer mínimas e até mesmo inúteis.

No entanto, não é senão alterando a tua perceção daquilo que aprecias, alargando os teus conhecimentos e experiências, até nas áreas menos significativas, que conseguirás apreender mais facilmente a importância de desafiar as tuas barreiras psicológicas e a abrires-te ao desconhecido.

 

 

2- Sai da tua zona de conforto e afirma-te aos olhos do mundo

 

 

Uma vez que tenhas realizado, que a mudança em si não é negativa, poderás começar a assumir mais facilmente os olhares alheios e a reforçar a tua autoconfiança. Poderás então começar a sentir-te até muito mais social do que antes.

 

A interação é sempre portadora de dúvida e medo, pois achamos (com razão) que o nosso comportamento é avaliado segundo as normas definidas pelo nosso ambiente.
Estando isto estabelecido, nada te impede de te chegares à frente e te assumires como uma pessoa capaz de iniciar contacto com aqueles que te rodeiam, mesmo que não os conheças.

 

Para saíres da tua zona de conforto e ao mesmo tempo multiplicares encontros e reforçar a tua “aura” junto de membros do teu meio, basta que reveles um pouco mais to que estás habituado a fazê-lo.
Como já te tinha falado neste artigo sobre “os olhares dos outros”, deves libertar-te dos julgamentos externos, está na hora de colocares a teoria deste artigo em prática.
Começa simplesmente por afixares em ti um enorme sorriso e de cumprimentares de forma genuína todos aqueles que se cruzam contigo.
Desta forma demonstras segurança e irás emanar a impressão de corresponderes às expectativas relacionais que predominam no teu meio.
Posto isto, tenta simplesmente tomar uma parte mais importante aquando das conversas entre colegas e amigos, podes até iniciá-las, partilhando as experiências efetuadas graças aos processos da primeira parte descrita neste artigo.

 

 

Nunca duvides do facto das pessoas querem conhecer a tua opinião.

Traz muito mais do que um longo silêncio e tem no mínimo o mesmo valor da opinião de qualquer outro indivíduo.

 

 

Apenas o teu receio te leva a pensar que as tuas opiniões não têm interesse ou importância.

 

 

3- Sai da tua zona de conforto assumindo as tuas ambições.

 

O sucesso pessoal causa receio.

 

Parece inacessível, longínquo e fruto mais da sorte do que vontade.

 

Esta reflexão é típica de alguém que só pensa em segurança e que está completamente “enfiado” na sua zona de conforto. Recusando quaisquer ideia que impliquem riscos.
O risco é no entanto um dos maiores fatores de estímulo pessoal. É este que nos dá uma enorme satisfação quando ultrapassado.

 

É o motor, o pilar de todo o sucesso. Um projeto apenas se transforma em sucesso quando confrontado com a sua realidade material, quando é lançado no terreno e quando se ergue face às dificuldades. Eu gosto mais de lhes chamar obstáculos.

 

Sair da tua zona de conforto é arriscares!

 

Tens vontade de mudar de vida? De mudar de atividade? De criares valor acrescentado pelas tuas próprias mãos? Porque hesitas?

 

Este é o momento…o TEU MOMENTO!

 

Lança-te!

 

Sê ambicioso(a), dá início!

 

A realização pessoal é a melhor ferramenta para saíres da tua zona de conforto.

 

Falo-te com conhecimento de causa…

15 Meses atrás estava desempregado, depois do meu negócio ter ido á falência…

Sabia que se ganhavam milhares de dólares diariamente na Internet…
Mas achava que não era para mim…achava que não deveria conseguir…

 

Até que ousei sair da minha zona de conforto.

 

E foi a melhor decisão que tomei na vida.

Hoje trabalho para mim, trabalho em casa, faço estes artigos para ti e nunca ganhei tanto dinheiro na minha vida!

Tu também podes, tu também podes ser livre!

 

Basta fazeres o teu registo aqui por $25 dólares e começares com eu comecei. A grande diferença será que eu te vou acompanhar passo a passo e ensinar-te tudo o que sei para ter estes resultados.

 

A zona de conforto, é aquela pequena voz na tua cabeça, que te diz « Não, não faças isto »; « Isto não é para ti »; « Tu não és capaz »; « não arrisques », etc…

 

Mas na realidade, é apenas uma limitação pessoal absurda que nos impede de nos desenvolver e que devemos absolutamente combater se quisermos viver a nossa vida em pleno!

 

Sabes agora o que tens a fazer!


Salta Fora!

 

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A Jornada!

“A impressão de que o momento presente não nos chega é um dos paradigmas mais enraizados no Ser Humano”
– Krishnamurti

 

 

O que é mais importante para ti: Os teus objetivos, ou o teu bem-estar?
Os dois, naturalmente. Mas qual privilegias no teu quotidiano?

Estou a pensar mal supondo que como a maioria das pessoas, sacrificas o presente em virtude do futuro?

Dizes constantemente, tudo irá ser melhor quando….e continuas a perseguir o sonho?

Então diz-me: Porque estás nesta cruzada? O que procuras atingir através dos teus objetivos?
Deixa-me adivinhar…A felicidade? A serenidade?


O que justifica plenamente o stress e o sacrifício certo?

Ao contrário daquilo que possa parecer não estou a ser irónico, está na natureza humana funcionar desta forma. E se recebes os meus emails e lês os meus artigos, sabes bem que falo muitas vezes que devemos sair da nossa zona de conforto para fazer as coisas acontecerem…que deve “doer” até.

É claro que os nossos sonhos devem ser tudo para nós, é claro que devemos dar um sentido importante á nossa vida, um significado, uma direção.

Mas quando temos sonhos e lutamos por eles, não podemos fazer dessa caminhada um inferno. Devemos apontar ao cimo e apreciar a ascensão. Devemos gozar da jornada.

Só assim teremos coragem de a preservar até ao sonho. E enquanto desfrutamos da jornada e do momento presente, vivemos coisas fantásticas e maravilhosas.

Nunca te esqueças disto!

Vive o momento presente e desfruta da jornada!

Do teu amigo

Olivier