Como aplicar os Produtos da Linha Luminesce

Para ter uma pele sempre jovem e saudável é necessário cuidados especiais, dedicação e, claro, tempo. Sabemos que encontrar tempo as vezes é complicado, mas por outro lado não podemos nos esquecer de que se trata da nossa pele que  envolve o nosso corpo inteiro. Limpar, tonificar, hidratar e proteger, são simples cuidados que devemos ter diariamente! No entanto, muita gente aplica os cremes sem saber aplicar corretamente, pois o modo de aplicação pode fazer toda a diferença na hora do tratamento. Segue esses simples passos na hora de aplicação dos cremes e tenha sempre o melhor resultado:

TER EM ATENÇÃO NA APLICAÇÃO

 Nunca coloque o creme logo em contacto com a pele do rosto!

Você deve medir a quantidade certa na palma da sua mão ou dorsal e em seguida ativar o produto com a outra mão tornando-o de uma consistência cremosa para uma consistência mais líquida.

Isso se aplica a todos os cremes, protetores, esfoliantes.

 

Com as pontas dos dedos pegar pequena quantidade do creme já de consistência líquida e distribui o creme em algumas partes do rosto e pescoço;

PRIMEIRO PASSO

MODO DE APLICAR 
                     

 

 PASSO 2
Já com o creme distribuido pele rosto você deve começar a fazer os movimentos, com as duas mãos, puxando o creme do queixo em direção a orelha;

 

MODO DE APLICAR MOVIMENTO 

PASSO 3

Depois você faz os movimentos com as duas mãos da orelha para a testa e vicê-versa. Atenção, façam esses movimentos do mesmo lado!

 

MODO DE APLICAR MOVIMENTO 

 

PASSO 4
 Repita os passos 3 e 4 do outro lado do rosto;

 

PASSO 5

De seguida, faz os movimentos com as mãos “puxando” o creme do rosto para o pescoço;

                                         
PASSO 6

No fim, faça os movimentos de pescoço para o colo até que o creme esteja absorvido pela a pele na totalidade.

MODO DE APLICAR MOVIMENTO 

Seguindo esses simples passos vocês vão conseguir obter os resultados máximos com a nossa linha de cuidados da pele da linha Luminesce da Jeunesse em poucos dias.

Uma coisa que vocês nunca podem esquecer é a ordem de aplicação dos nossos produtos de manhã, como na parte da noite, pois a linha completa da Luminesce foi concebida para tratar da sua pele em sinergia, ou seja, em conjunto.

DICAS

“Cuida da sua pele e ela nunca vai revelar a sua verdadeira idade!”

Cuidados na aplicação do  cleanser

Modo de aplicação: Ao contrário do que muitos pensam, o nosso creme de limpeza pode ser usado por pessoas com QUALQUER tipo de pele! Para que vocês consigam identificar de que tipo é a sua pele: normal, oleosa, mista, seca ou sensível – aconselhamos a vocês fazer 6 perguntas fáceis sobre a sua pele(ver teste no fim do artigo).

Bem agora que vocês já sabem que de que tipo é a sua pele vamos passar para o modo correto de aplicação do nosso Luminesce Youth Restoring Cleanser.

 

 

 

  • Antes de abrir o creme de limpeza, molhe bem o rosto com água morna (atenção que não pode ser muito quente!);
  • Mede uma pequena quantidade do nosso creme de limpeza na palma da mão. Umas 2 gotinhas já é suficiente! Vocês NÃO DEVEM colocar o produto em contato direto com a pele do rosto, uma vez que, ele contém os poderosos ácidos e ao fazer o primeiro contato com a pele pode ocorrer uma reação indesejada;
  • Esfregam as mãos e façam a ESPUMA! Sim, vocês vão fazer a limpeza com essa espuma! Para além de ativar o produto, vocês vão torna-lo menos agressivo para com a sua pele;
  • Distribuam essa estima pelo rosto, pescoço e/ou colo e façam os movimentos circulares, principalmente nas áreas mais problemáticas;
  • Massage suavemente e retire após 30-45 segundos (atenção para não exceder esse tempo) com água morna. Esse tempo é o suficiente para limpar profundamente a sua pele;
  • Para secar o seu rosto e pescoço usem uma toalha macia e não áspera sem esfregar, somente absorvendo a humidade!

Recomendações:

Cleanser

Quem pode usar: O nosso creme de limpeza Luminesce pode ser usado tanto por homens como por mulheres e adolescentes duas vezes por dia! No entanto, existem algumas precauções que vocês devem seguir, como evitar contato com os olhos, conservar o produto num local seco, fresco (20-25°C) e escuro. Gostaríamos de dar algumas dicas próprias, uma vez que a nossa equipa já teve várias experiências e seria bom partilha-las com vocês:

 

NA SUA APLICAÇÃO TER EM ATENÇÃO

  • Não usem o creme de limpeza enquanto tomam banho, a menos que tomem em água morna! Uma das nossas distribuidoras aplicou o creme de limpeza no rosto enquanto estava a tomar banho no chuveiro com água quente ligada. A pele do rosto dela ficou um pouco avermelhada e inchada uma vez que os poros do rosto foram abertas com o nosso restoring e ao aplicar água quente a reação deve ser equivalente a uma queimação. Lembrem-se: ÁGUA MORNA!
  • O tempo de reação do nosso restoring é de 30-45 SEGUNDOS e não meia hora! Já tivemos casos de as pessoas aplicarem o produto no rosto e ao mesmo tempo começaram a fazer as suas coisas e excederam o tempo aconselhável pela Jeunesse. O resultado foi, pele avermelhada e em partes um pouco seca!
  • Pelo o que falamos, vocês devem fazer limpeza com a ESPUMA e não com o creme em sí, no entanto, já tivemos pessoas que colocaram o produto diretamente no rosto e o resultado foi (como vocês podem imaginar) o contrário do desejado.

Todas essas reações que citamos em cima ocorreram com as pessoas que não quiseram seguir as regras e dicas da Jeunesse, achando que o nosso creme de limpeza é igual a do convencional vendido no mercado qualquer. Lógico, essas reações podem não ocorrer em certos casos de pele grossa, no entanto não tem nada melhor do que a experiência partilhada. Se com você ou um dos vossos clientes aconteceu algo parecido, aconselhamos SEMPRE parar de aplicar o nosso creme de limpeza por 2-3 dias e aplicar somente o Serum ou o seu creme hidratante habitual e depois de a pele voltar ao normal voltar a aplicar, desta vez,  CORRETAMENTE o nosso cleanser .

Os produtos da Jeunesse são de tecnologia de ponta e de anos de estudos e por isso certas regras devem ser seguidas para obter o resultado desejado!

 

TESTE

PEQUENO  QUESTIONÁRIO QUAL É O SEU TIPO DE PELE!

 

1. QUAL A SENSAÇÃO DA PELE DO SEU ROSTO IMEDIATAMENTE APÓS A LAVAGEM?

A) Bastante repuxada, com um pequeno ardor ao redor da boca e do nariz;

B) Um pouco repuxada, mas confortável;

C) Confortável na testa, nariz e queixo e um pouco repuxada nas bochechas;

D) Confortável e bem sequinha.

2. DE MANHÃ, AO ACORDAR, A SUA PELE ESTÁ:

A) Repuxada e descamando em algumas regiões;

B) Confortável e com aspecto hidratado;

C) Com brilho na parte central do rosto;

D) Bastante brilhosa e com sensação “grudenta”.

3. DEPOIS DE EXERCÍCIOS FÍSICOS, COMO VOCÊ SENTE O ROSTO?

A) Quente, avermelhado e ardendo;

B) Suado e vermelho apenas nas bochechas;

C) Suado e ligeiramente oleoso;

D) Com sensação suja e pegajosa.

4. QUANTAS VEZES POR DIA VOCÊ SENTE NECESSIDADE DE LAVAR O ROSTO?

A) Apenas uma vez ao dia, antes de deitar;

B) Duas vezes ao dia;

C) Duas vezes ao dia, mas a frequência aumenta no verão;

D) Várias vezes ao longo do dia, de 3 a 5.

5. PRESSIONE UM LENÇO DE PAPEL FINO SOBRE A TESTA AO ACORDAR. AO RETIRAR, ELE FICA:

A) Igual;

B) Com sinais de gordura, mas quase imperceptíveis;

C) Com uma mancha de gordura ao centro;

D) Impregnado de óleo.

6. NO GERAL, COMO É A APARÊNCIA DA SUA PELE?

A) Avermelhada na região das bochechas e nariz e com toque áspero;

B) Luminosa e sem poros aparentes;

C) Saudável e com excesso de brilho no centro, alguns cravos no nariz e queixo;

D) Com excesso de brilho e poros dilatados, espinhas e cravos recorrentes.

7. AO FINAL DO DIA, QUAL É A SENSAÇÃO DA PELE DO SEU ROSTO?

A) Com aspecto cansado e com as linhas de expressão mais fundas do que ao acordar;

B) Ligeiramente seca e um pouco mais áspera que ao acordar;

C) Confortável, mas com necessidade de limpeza;

D) Bastante oleosa.

SE VOCÊ RESPONDEU MAIORIA A: A SUA PELE É SECA

A sua pele parece estar clamando por hidratação! Por ter a barreira protetora comprometida, ela descama com facilidade e também fica sensível nas regiões em que a pele é mais fina, como as bochechas e o nariz. Assim, ela pode ser considerada seca.

Limpeza: você deve limpar o seu rosto  com um produto o mais suave possível USAR O CLEANSER( menos tempo de aplicação). Evite tônicos adstringentes e procure não usar sabonetes que possam ressecar mais a pele.

Hidratação: é importante hidratar o rosto . Por ser seca, a sua pele tem tendência a enrugar e perder a firmeza mais cedo, por isso o indicado é usar um CREME HIDRATANTE, de dia o de noite varia com a idade se for uma pessoa jovem pode e deve também utilizar à noite caso contrário utilize um regenerador celular CREME DE NOITE . . O protetor solar deve ser reaplicado ao longo do dia, funcionando também como um hidratante.

SE VOCÊ RESPONDEU MAIORIA B: A SUA PELE É NORMAL

Poucas pessoas têm o privilégio de ter uma pele normal: como em criança, ela é confortável, sedosa e precisa de poucos cuidados para se manter bonita. Geralmente, não apresenta poros aparentes nem espinhas ou cravos.

Limpeza: o rosto com pele normal também pode ser lavado apenas duas vezes ao dia, USAR O CLEANSER( um sabonete ou espuma suaves.

Hidratação: se não estiver devidamente hidratada, facilmente a pele normal pode pular para um quadro de ressecamento. Por isso, é importante inserir um CREME HIDRATANTE,de dia o de noite varia com a idade se for uma pessoa jovem pode e deve também utilizar à noite caso contrário utilize um regenerador celular CREME DE NOITE         A proteção solar também é essencial, como em todos os tipos de pele.

SE VOCÊ RESPONDEU MAIORIA C: A SUA PELE É MISTA

Especialmente no Brasil, a pele mista é a mais comum na idade adulta: ela é seca ou normal nas bochechas e oleosa na zona “T” – testa, nariz e queixo -, com propensão à formação de espinhas e cravos nesta região.

Limpeza: dependendo da estação do ano, é possível que a pele mista precise DE LIMPEZA USAR O CLEANSER. utilizar o para se manter sequinha.

Hidratação: a hidratação é essencial para manter a pele mista com uma qualidade uniforme! Aposte nas fórmulas de absorção rápida, que não deixem aquele aspecto pesado na pele, e não esqueça do protetor solar, que pode prevenir a produção excessiva de oleosidade na zona “T”.Utilizar o creme HIDRATANTE de dia e o REGENERADOR DE NOITE, (atenção sempre há idade)

SE VOCÊ RESPONDEU MAIORIA D: A SUA PELE É OLEOSA

Se você é dona de uma pele oleosa, provavelmente já sabe disso! Os poros abertos e evidentes, a gordura excessiva, as espinhas e a acne são algumas das suas características, mas em contrapartida, esse tipo de pele é o que envelhece mais tarde.

Limpeza: a pele oleosa deve ser lavada ou limpa com maior frequência que as outras, no entanto, os produtos usados não devem ser extremamente adstringentes, já que o efeito rebote é um problema real. É indicado fazer uma limpeza de pele profunda pelo menos uma vez por mês,USAR O CLEANSER( menos tempo de aplicação)  .

Hidratação: sim, a pele oleosa também precisa ser hidratada! Para regular o nível de oleosidade, é importante usar sempre um hidratante após as lavagens. O ideal é escolher uma fórmula bem leve e à base de água, bem como o protetor solar, que deve ter toque seco, CREME HIDRATANTE de dia e CREME DE NOITE (ter em atenção a idade).

NOTA

ANTES DA UTILIZAÇÃO DO CREME DE DIA OU DE NOITE, APLICAR SEMPRE O SERUM CELULAR .

SEQUÊNCIA DE APLICAÇÃO:

LAVAR COM O CLEANSER

APLICAR O SERUM CELULAR

CREME DE DIA OU DE NOITE (varia a altura da sua aplicação)

 

Ao desenvolver uma estratégia de marketing de relacionamento a empresa procura atrair clientes e cativá-los. Porém, as boas intenções não são capazes de garantir o sucesso da estratégia em todos os aspetos. 

Por isso, é preciso evitar alguns erros para não prejudicar os resultados.

Seguem abaixo os erros mais comuns que se devem evitar:

Desconhecer o cliente e a necessidade dele

Não é por acaso que temos necessidade de conhecer bem os clientes, os seus desejos e objetivos, pois não conhecer as necessidades do cliente é sem dúvida, uma das piores coisas que podem acontecer na estratégia de Marketing de Relacionamento.
Se só se conhecerem os clientes superficialmente, as hipóteses de comunicar com eles de forma errada são grandes, por isso, é indispensável que realmente se conheça o interlocutor em vários aspetos.

Oferecer algo que é apenas do interesse da empresa

Um relacionamento saudável é aquele em que ambas as partes são ouvidas e valorizadas. Quando uma das partes se preocupa apenas com os seus problemas e objetivos, ignorando os interesses da outra parte, todo o relacionamento é prejudicado.
E isso não é diferente no relacionamento entre empresas e os clientes.
Por isso, ao desenvolver o relacionamento com os clientes não se preocupe apenas com os interesses e objetivos da organização.
Demonstre que também se preocupa com os clientes, que os ouve e se preocupa em lhes oferecer o que eles precisam. Ofereça algo que seja de valor não apenas para a empresa, mas também para os clientes.

Esclarecer as dúvidas ao cliente

Nem todos os clientes sabem tudo sobre o produto e as melhores práticas de uso. Por isso é importante que haja sempre alguém pronto para os ajudar em todas as suas dúvidas.
Mantenha-os informados sobre outros produtos e serviços que a empresa possui e que podem ajudá-lo. Deixe claro quais são os horários de atendimento e qual a melhor maneira de comprar ou fazer algo.
Não se esqueça que o pós venda é indispensável para manter clientes fiéis à marca.

Otimize as ações de Marketing de Relacionamento

Otimizar as ações de marketing é um desafio para qualquer empresa, e isso não é diferente para as ações de Marketing de Relacionamento.
Por este motivo é indispensável que se realizem continuamente ações para otimizar o programa de marketing de relacionamento. Entre estas ações podemos listar:

Formação dos colaboradores

Os colaboradores são a alma do negócio. São eles que irão produzir os produtos e serviços oferecidos por sua organização e serão eles os responsáveis por atender e ajudar os colaboradores em todas as suas dúvidas.
Sendo assim é indispensável que você invista na formação de cada um deles, permitindo que sejam preparados para oferecer um serviço cada vez melhor para todos os seus clientes.
Torne cada um deles, um especialista na sua área de atuação, fator que fará toda a diferença não apenas em sua estratégia de Marketing de Relacionamento, mas em todos os outros aspetos de sua organização.

Usar ferramentas adequadas
Para a estratégia de marketing de relacionamento funcionar corretamente, é indispensável que se utilizem as ferramentas adequadas para cada etapa de implementação.
Sem as ferramentas ideais, haverá mais trabalho e os resultados serão prejudicados.

Conclusão

O Marketing de Relacionamento é uma excelente estratégia para aproximar os clientes da empresa, tornando-os fiéis e abrindo caminho para que atuem como promotores da marca.

Construir uma estratégia de Marketing de Relacionamento não é tarefa fácil, mas com um bom trabalho de análise dos dados do cliente e contando com as ferramentas certas para gerir as campanhas está-se, seguramente, no caminho certo para aumentar os lucros da empresa.

E o Marketing de Relacionamento é uma das estratégias usadas pela Jeunesse Global, nossa parceira de negócios, através do Sistema IMS – Impact Marketing System, em que usamos ferramentas que procuram atrair clientes fiéis, que tenham resultados com os nossos produtos, se apaixonem por eles, se tornem fãs e falem deles com entusiasmo aos seus familiares e amigos.

Saiba mais como o nosso sistema IMS o pode ajudar a ter um negócio bem sucedido no Marketing de relacionamento

Vale a pena investir  em Marketing de Relacionamento?

A resposta para essa pergunta é, cada vez mais, SIM.

O Marketing de Relacionamento é, num mercado cada vez mais competitivo, a diferença entre uma pessoa e o seu público-alvo. Isso porque, mais do que oferecer um produto ou serviço, vai-se oferecer um relacionamento com o utilizador, e é por causa desse relacionamento que ele vai decidir se vai continuar ligado à empresa ou não.

Mas não ache que o Marketing de Relacionamento é apenas um bom atendimento. Ele requer, mais do que competência, criatividade e investimento para oferecer o “algo mais” diferencial e que vai transformar um mero cliente num fã.

Assim, fica claro que o marketing tem que ir cada vez mais além da oferta de produtos e serviços. Por isso, aproveite o que os avanços tecnológicos oferecem e utilize-os para realizar um Marketing de Relacionamento cada vez mais abrangente.

Lembre-se de que o principal objetivo é manter um relacionamento saudável e positivo, a fim de estabelecer uma relação duradoura.

As vantagens de investir em Marketing de Relacionamento

vantagens do marketing de relacionamentoAlém de ajudar no processo de fidelização de clientes, diminuindo custos na sua organização, o Marketing de Relacionamento é capaz de ajudar a empresa em vários aspetos.

Através de um relacionamento próximo com os clientes, a empresa será capaz de colher feedbacks constantes sobre os produtos e serviços, permitindo com isso uma melhoria contínua.

Ao corrigir erros e otimizar processos, a qualidade dos serviços irá melhorar e, com isso, irá aumentar o valor no mercado.
Outra vantagem do Marketing de Relacionamento é que, com esta estratégia, os clientes irão promover os produtos e serviços junto dos amigos e conhecidos, trazendo novos clientes através do Marketing Boca a Boca.

Implementando o Marketing de Relacionamento

Agora que já sabe o que é Marketing de Relacionamento e as suas vantagens, é altura de implementar a estratégia.estratégia do marketing de relacionamento

Como qualquer campanha de marketing, o estilo, o tom e a criatividade irão determinar o alcance e, consequentemente, os resultados.

Métricas para mensurar o sucesso do Marketing de Relacionamento

Implementar programas de marketing de relacionamento é benéfico para a empresa, mas também é necessário acompanhar os resultados gerados para se saber se a estratégia está a funcionar, ou se é necessário fazer alguns ajustes.metricas
Por isso é preciso acompanhar algumas métricas para medir o sucesso da estratégia.

Número de vendas realizadas

O principal indicador do sucesso de uma campanha de defensores de marca é o aumento das vendas da empresa; afinal esse é o objetivo.

Outro indicador é a avaliação de resultados. Se, ao comparar o período atual com o anterior ao lançamento da campanha, os resultados não forem os esperados, reavalie toda a sua estratégia.

Taxa de retenção de clientes

Outro resultado imediato de uma estratégia de marketing de relacionamento é a melhoria da taxa de retenção de clientes.

Numa campanha bem sucedida, os números devem ir melhorando e deve também aumentar o tempo de relacionamento dos clientes com a marca.

Retorno do investimento

O Retorno do Investimento, ou ROI, é um cálculo utilizado para medir os resultados que uma determinada ação realizada, gerou para a empresa. É uma métrica muito utilizada em várias ações de marketing, inclusive em ações de Marketing de Relacionamento.

A forma mais simples de calcular o ROI é retirar do valor total de vendas geradas pela estratégia de marketing de relacionamento, o valor dos custos para fazer a campanha funcionar, dividindo novamente este resultado pelos custos da campanha.

A fórmula pode ser expressa da seguinte forma:

(Valor gerado pelas vendas – Custo da estratégia de Marketing de relacionamento) / Custo da estratégia de Marketing de relacionamento = ROI

Veja como o nosso sistema IMS o pode ajudar a ter um negócio próspero no Marketing de relacionamento

Marketing de Relacionamento é uma estratégia que tem o objetivo de criar e manter um relacionamento próximo entre empresa e clientes. Envolve a construção e disseminação da marca, fidelização de clientes e criação de autoridade no mercado. Descubra como pode colocá-la em prática!

Tudo o que precisa saber para fidelizar clientes

fidelizar clientes

O grande objetivo de uma estratégia de marketing de relacionamento é conquistar e fidelizar clientes que, por acreditarem e confiarem nas soluções da empresa, passam a atuar como defensores da marca, recomendando-a a amigos e conhecidos.

Outro objetivo é tornar-se uma referência no mercado, principalmente pelas boas experiências oferecidas ao cliente. Para conseguir tudo isso, a empresa basicamente cria um relacionamento em que oferece vantagens aos seus clientes e prospetos.

A seguir, vamos falar sobre o que é o Marketing de Relacionamento, para que serve, como aplicá-lo e se, afinal de contas, ele vale a pena.

Para que serve o Marketing de Relacionamento?

Como dissemos, o Marketing de Relacionamento visa muito mais do que auxiliar nas vendas. Ele não quer criar apenas clientes; quer criar fãs. Mas isso é uma via de dois sentidos: é preciso oferecer algo ao cliente que ele não possa obter em nenhum outro lugar. Afinal, é dando que se recebe.

O Marketing de Relacionamento não é uma estratégia de curto prazo. Pelo contrário, o seu objetivo é criar uma relação contínua, seja fazendo com que um cliente se torne um fã, seja fazendo com que um cliente de um produto evolua para outros produtos ou gamas diferentes.
Além disso, passando por uma boa experiência com a empresa, é provável que esse público queira divulgar essa experiência positiva para outras pessoas, gerando um efeito “bola de neve” que influencia na aquisição de novos clientes.

Como aplicar o Marketing de Relacionamento?

Já sabemos o que é o Marketing de Relacionamento e para que ele serve. Mas como podemos aplicá-lo na prática?

Há inúmeras formas de fazer isso e, felizmente, a internet deixou as coisas mais fáceis para as empresas, pois permite que elas se aproximem ainda mais da audiência.

Pode-se, por exemplo, contar com metodologias do Marketing Digital e Marketing de Conteúdo e a nível de ferramentas, podem-se utilizar blogs, comunicação social e Email Marketing, além de ações offline, como o envio de amostras.

Falemos agora um pouco mais das formas de aplicar o Marketing de Relacionamento:

Primeiro passo: conhecer o público e construir uma base de dados sólida

Antes de mais, tem que se conhecer o público. Atraindo o público e obtendo algumas conhecer o públicoinformações estratégicas sobre ele, gerar-se-à uma base de contatos, com a qual se estabelecerá um relacionamento para gerar e fidelizar clientes. É importante que essa base esteja com os dados sempre atualizados para que se seja assertivo no relacionamento. Os dados obtidos são particularmente importantes, pois é com eles que se vão criar ações para fidelizar os clientes.

Dos que já forem clientes, o ideal é identificar aqueles que compram de forma mais frequente e que geram mais receita para a empresa. É nesses clientes que se devem focar as ações de Marketing de Relacionamento mais intensas: criar um acompanhamento personalizado e pensar em formas de criar proximidade.

A partir daí, já se pode começar a pensar nas ferramentas e formatos que se irão utilizar para estreitar as estratégias de Marketing de Relacionamento.

Vejamos algumas dessas ferramentas:

Marketing de Relacionamento com Email Marketing
  • Uma das ferramentas mais poderosas no Marketing de Relacionamento é o Email Marketing, porque é altamente personalizável e pode-se utilizar para diversas ações de Marketing de Relacionamento, tais como:
  • • Criar uma relação de proximidade;
    • Parabenizar o cliente em datas importantes da sua vida;
    • Oferecer conteúdos relevantes que realmente geram valor para o seu
    cliente;
    • Enviar campanhas de construção e consolidação de marca, mostrando
    como é que a empresa tem um papel relevante na vida do cliente;
    • Oferecer promoções especiais, descontos, amostras e outras vantagens,
    ressaltando o benefício de ser cliente;
    • Ações de pós-venda: realizar pesquisas de satisfação para saber a opiniã
    dos clientes relativamente aos produtos que receberam;
    • Oferecer novos produtos, estimulando o cross-selling e upselling.
Marketing de Relacionamento com Redes Sociais

As redes sociais tornaram-se uma ferramenta poderosa para aproximar clientes e empresas. Por isso, é importante que as empresas saibammarketing de relacionamento e redes sociais utilizar bem esse meio para se relacionarem com os clientes. A presença nas principais redes – tais como Facebook, LinkedIn, Pinterest, Instagram, Twitter etc. – já não é mais um diferencial corporativo, mas sim uma estratégia básica de Marketing de Relacionamento.

Por um lado, as redes sociais são uma enorme oportunidade para as empresas divulgarem mensagens para uma audiência cada vez maior e, com isso, conquistar novos públicos. Além disso, como a comunicação ocorre de forma quase imediata, as ações nas redes sociais têm, muitas vezes, repercussões em curtíssimo prazo.

Isso tanto pode ter um efeito positivo como negativo: estratégias bem estruturadas podem acabar por levar uma empresa a um patamar completamente novo em relação aos seus clientes. Ações impensadas ou demora na resposta podem minar completamente a imagem de uma empresa frente aos clientes e possíveis clientes.

Da mesma forma que com o Email Marketing, as Redes Sociais são uma ferramenta muito útil para divulgação e produção de conteúdo. Mas não pode ser qualquer conteúdo: deve ser conteúdo qualificado e personalizado para que os seus clientes se sintam únicos.

Nas redes sociais, também se podem abordar diferentes tipos de conteúdo: ofertas de produtos, serviços e promoções, materiais que ensinam e geram valor, consolidação da marca, pesquisas de satisfação etc. Mas é importante que se fique atento ao tipo de rede social que se usa. Criar o mesmo tipo de relacionamento em todas elas é a mesma coisa que ter uma comunicação massificada e que, provavelmente gerará pouca retenção.

Por exemplo, o Facebook e o LinkedIn são empresas bastante utilizadas para trabalhar oferta de conteúdo. Redes mais visuais, como o Instagram e o Pinterest, são bastante eficientes para construção de marca. Já o Twitter funciona muito bem como uma forma rápida de conversar com os clientes e possíveis clientes sobre dúvidas e reclamações.

E, assim que puder, invista em anúncios pagos nestas redes. Além de aumentar consideravelmente o alcance das campanhas de relacionamento, também pode criar públicos bastante segmentados, tornando a sua comunicação ainda mais personalizada.

O nosso sistema IMS tem uma solução chave na mão para fazer isto e muito mais, clique aqui para saber como

Liberdade Financeira é um conceito muito diferente do que, normalmente, nós pensamos, e muito diferente de independência ou estabilidade financeira. Ser financeiramente livre não é ganhar mais do que gastamos, nem trabalhar sem propósito para conseguirmos pagar as nossas contas.

O que é então liberdade financeira?

A si aconteceu-lhe isto ?

Desde sempre, mas especialmente durante a juventude, a grande maioria de nós foi “programada” para concluir os estudos e então procurar um emprego.Mas quando conseguimos um trabalho fixo, a recomendação muda e somos orientados para economizar uma pequena parcela de cada salário recebido durante os próximos 40 anos até alcançarmos a sonhada REFORMA.

E, claro, fazem-nos partir do pressuposto que todos devemos seguir o mesmo caminho linear da escola primária até o fim da vida, gastando a maior parte das horas de cada dia no trabalho, tentando sempre subir de cargo, ganhar um aumento, sair do aluguer e comprar uma casa, ou mesmo comprar uma casa maior e preenchê-la com coisas que não são nem necessárias. Só depois de nos reformarmos é que sobra espaço para explorar, relaxar ou dedicar tempo à família.

É triste pensar que a grande maioria de nós troca grande parte do tempo disponível por um cheque de pagamento e, em seguida, gastamos a maioria desse dinheiro com bens materiais muitas vezes supérfluos. E isto torna-se uma autêntica uma bola de neve.
Muitas pessoas desejam então conseguir um salário maior mas conquistar isso exige mais horas e mais responsabilidades no trabalho, o que significa ainda menos tempo para aproveitar esse rendimento adicional. E isto torna-se num ciclo vicioso que muitas vezes continua até que nos sentimos cansados demais para continuar.

O que é liberdade financeira?

Alguns de nós, quando estão nesse ciclo infernal, tentam conseguir uma LIBERDADE FINANCEIRA.
Mas de que se trata?
Ser livre financeiramente, significa que podemos manter o estilo de vida desejado sem nos preocuparmos em receber um salário regular para isso.
Por outras palavras, a liberdade financeira é uma definição possivel de reforma do século XXI. É muito mais do que ter dinheiro. É a liberdade de ser quem você é e fazer o que realmente quer na vida.
Só que muitos de nós deixamos essa meta de lado colocando à frente muitas outras prioridades.
Mas vamos tentar compreender melhor o conceito de Liberdade Financeira .

O que significa para si liberdade financeira?

Em primeiro lugar, vale referir que o significado de liberdade financeira pode variar de pessoa para pessoa. Sendo assim, a resposta para isso tem que vir de dentro de cada um de nós.
Sonhe muito, faça perguntas para si mesmo e defina claramente qual o seu objectivo.
Como é que você imagina a independência financeira? Talvez algumas respostas como essas surjam:

  • • Seguir a carreira que você ama sem se preocupar com dinheiro
    • Fazer compras sem se preocupar com o preço ou se a loja está em promoção
    • Poder pagar à vista por um bem que você sempre sonhou em ter
    • Ter a possibilidade de ser generoso com as pessoas que você ama .
    • Tranquilidade para se reformar enquanto ainda tem energia para aproveitar
    • Fazer uma viagem anual, sem ter que se preocupar com os gastos

Quando você é financeiramente independente, você é o dono das opções. Você não precisa de se questionar se a sua conta bancária pode suportar os gastos com os melhoramentos em casa ou fazer uma doação para uma mãe que acabou de perder seu emprego ou mesmo de comprar aquela prenda para alguém da família.
Então, saiba por onde começar essa jornada que o irá levar à liberdade que deseja!

Antes da liberdade financeira

Procurar Emprego

Procurar emprego

Todos nós começamos a nossa vida de algum modo e nalgum sitio e, para a maioria de nós, esse começo vem de baixo, através de um trabalho e da confiança que um salário nos dá para fazermos frente às nossas despesas mensais.

Nesta fase, e esta é uma realidade para a maioria de nós, tomamos consciência da importância de nos focarmos num emprego e de termos um salário garantido para fazermos frente a todas aquelas contas e despesas que temos que satisfazer todos os meses.
Esta é uma altura da nossa vida em que nos apercebemos que, sem um emprego que nos pague todos os meses os compromissos que assumimos, qualquer poupança ou pé-de-meia que tenhamos guardado se poderá esgotar rapidamente.
Esta é uma fase em que, antes da liberdade financeira, precisamos de nos concentrar nas nossas despesas mensais. E é aqui que, a grande maioria de nós, se encontra.

Liberdade financeira temporária

Alguns de nós, quando começa a ter consciência da situação em que se encontra, foca-se em conseguir atingir a meta da liberdade.
Mas para chegar ao patamar temporário da liberdade financeira, ou, por outras palavras, alcançar metade do caminho, terá que gastar menos do que ganha e iniciar um plano de poupança apropriado.
Mas o que acontecerá se essa decisão não for tomada?
Então será forçado a continuar a trabalhar, sem prazo definido para a sua liberdade, porque o seu estilo de vida depende dos rendimentos gerados pelo seu trabalho no seu emprego.
À medida que você começa a economizar parte dos seus recursos, você pode colocar o dinheiro das suas economias em diversos tipos de investimento para produzir um fluxo de rendimento regular ou então pode arranjar forma de obter um rendimento extra com algo de que possa gostar, criando assim outro fluxo de rendimento.

A sua liberdade caminha ao lado das suas economias. Eventualmente, você terá dinheiro suficiente para ficar confortável e se arriscar mais, trocar de empregos, iniciar um negócio próprio, retomar os estudos, viajar ou qualquer outra atividade que é praticamente impossível de se realizar quando se trabalha em tempo integral.

Estas podem parecer grandes mudanças de vida mas, atenção, elas não são permanentes. A liberdade é temporária até que os rendimentos excedam todas as suas despesas.

Liberdade financeira permanente

Essa é a fase dos sonhos.
Aqui, os rendimentos totais vem de outros meios que não apenas o do seu emprego, excede as despesas totais e já não há mais a necessidade de um salário fixo do seu empregador.

Provavelmente alcançou sucesso em algum empreendimento e/ou possui grandes investimentos que lhe geram a quantidade ideal de rendimentos.

Mas liberdade financeira não significa não ter que trabalhar mais?
Uma empresa ainda é trabalho. E nela trocamos o nosso tempo pelo dinheiro.
Se esse processo inclui começar um novo negócio, óptimo! Fazer um trabalho significativo e receber o pagamento por isso é uma definição de vitória.
Contudo, nesta situação, tentamos partir do pressuposto que o negócio que você iniciou representa a sua verdadeira paixão e se é algo que você gosta de fazer isso traz-te satisfação e dá significado à tua vida.
A liberdade financeira significa exactamente que se trata de ter autonomia e independência na sua vida, permitindo que viva e gaste o seu tempo de uma forma melhor e mais proveitosa.
Então ser livre financeiramente é ter um estilo de vida que te permita que a tua paixão se sobreponha ao dinheiro que vais ganhar/gastar.

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A Jeunesse Global é uma fraude ou uma empresa integra?

A Jeunesse apresenta-se como sendo uma empresa de network marketing, norte americana, fundada a 09/09/2009. Os seus fundadores, Randy e Wendy são casados, e são um casal exemplar. Não apenas pelo volume de negócios da sua empresa, mas também porque eles compartilham a mesma e impressionante visão empreendedora. Para além disso a paixão pelo próximo e a fantástica energia é também algo que os carateriza. A visão empreendedora é partilhada também pelo filho, Scott Lewis.

Fundadores da Jeunesse GlobalA empresa promete oferecer “a maneira mais gratificante de se manter mais jovem”. Orgulha-se também de ter mais de meio milhão de distribuidores espalhados por mais de 215 países em todo o mundo. Já para não falar do orgulho que é ter uma receita anual de mais de um bilião de dólares.

Como atua a Jeunesse?

Como empresa de marketing multinível, a Jeunesse depende da venda direta. Isso implica que a empresa não possua lojas de retalho e que sejam os seus distribuidores a vender diretamente os seus produtos aos clientes. No entanto, para além da venda direta, é também possível encomendar os produtos nas lojas online, que cada um dos distribuidores possuí, após o seu registo como associado.

No ano de 2015, a empresa registou um crescimento recorde de 791%, e a Inc. Magazine classificou-a como a empresa de vendas diretas com o crescimento mais rápido, nos Estados Unidos. Nos ultimos anos, tem vindo a ser premiada com diversos prémios nas categorias relacionadas com a atividade da empresa.

Prémios

Clique na imagem para ver os Prémios atribuidos à Jeunesse

A Jeunesse Global construiu os seus negócios desenvolvendo e fazendo diversas e extensas pesquisas nas áreas de tecnologia de células estaminais adultas, suporte de telômeros e reparação do DNA. O resultado é que eles criaram produtos que ajudam os seus clientes a sentirem-se mais jovens e a fazer com que tenham a mais elevada qualidade de vida possível, independentemente da sua idade.

A Jeunesse pelo mundo

Esta empresa possui, sem qualquer dúvida uma excelente operação internacional. Para além do atendimento ao cliente multilíngue, possui ainda uma equipa de suporte para os seus distribuidores. Conta ainda com escritórios, totalmente operacionais em 32 países, e com distribuição em mais de 140 países.

Todos esses fatos apontam para uma organização que está preparada para continuar a crescer. Mas quais serão os verdadeiros motivos pelos quais a empresa está a desfrutar de tanto sucesso?

As quatro áreas-chave da empresa

Os fundadores dizem, que existem quatro áreas-chave da empresa que a tornam super especial e muito emocionante. Estas quatro areas são os ótimos produtos, as ótimas pessoas, o grande plano de compensação e a grande plataforma.

Sobre os ótimos produtos

Qualquer empresa que afirme ser líder em cuidados com a pele, deve ser capaz de se gabar de como seus produtos são desenvolvidos. Todos os produtos Jeunesse são exclusivamente formulados para a empresa, nos EUA. O Jeunesse Youth Enhancement System (Y.E.S.) é a sua coleção de produtos de cuidados pessoais e nutrição com tecnologia de ponta, que combinam ciências inovadoras com um sistema de produtos que aumenta a juventude, trabalhando ao nível das celulas. Concentrando-se na saúde, longevidade e renovação das células, estes produtos não produzem apenas uma aparência vibrante e jovem, eles também criam um corpo saudável para que para além da sua aparencia você se sinta também mais jovem.

Sobre as ótimas pessoas

A Jeunesse foi construída com base no esforço, na paixão e na habilidade de grandes pessoas. Pessoas estas que carregam a visão da empresa em todo o mundo. A cultura Jeunesse brota da integridade e dos valores centrais dos seus fundadores e estende-se globalmente a todos os envolvidos com a organização. Como resultado, a sua família global de funcionários e distribuidores, experimentam relacionamentos recompensadores baseados em respeito mútuo, confiança e amor.

Sobre o grande plano de compensação

A empresa fez do seu foco principal, a garantia de que aqueles que trabalham duro para a empresa, sejam recompensados generosamente. Com um dos planos de compensação mais lucrativos e verdadeiramente equilibrados, o Jeunesse Financial Rewards Plan é capaz de recompensar mais pessoas, com mais dinheiro e mais apoio para garantir que todos tenham o que precisam e para garantir seu sucesso. E com os incentivos abundantes e as promoções de viagens integradas, que permitem aos distribuidores viajar livremente e com frequência, a cultura Jeunesse é em si um estilo de vida recompensador.

Sobre a grande plataforma

Estratégias típicas de marketing de rede podem deixar os distribuidores com pouco apoio ou incentivo para buscar apoio. A Jeunesse não se conformou com as estratégias tradicionais de marketing de rede. Eles aderiram à geração da tecnologia com uma plataforma, que os distribuidores adoram, resultando numa das melhores a nível de suporte do setor.

Resumindo, uma empresa de sucesso internacional

Com tantos fatores positivos importantes, a Jeunesse Global está pronta para continuar a ter sucesso internacional.

Depois de ler estes factos, o que acha? Acha que a Jeunesse Global poderá ser uma fraude?

Clique aqui para saber como fazer parte desta empresa de sucesso.

Vemo-nos cá dentro!

O Impacto da Automatização nas Empresas

Desde a revolução industrial que a tendência nos negócios é para a automatização dos processos.

Ao longo dos anos, a presença e o uso de máquinas e de “software” tem vindo a aumentar de forma mais ou menos constante e consistente.

Automatização nas EmpresasEmbora, por vezes, nos sintamos tentados a ver e a falar sobretudo das consequências negativas da automatização nas empresas, como o aumento do desemprego, a verdade é que este novo modo de operar trouxe e continua a trazer muitas vantagens ao mundo dos negócios.

De facto, tanto os empresários como os seus colaboradores têm muito a ganhar com esta tendência, uma vez que a automatização facilita tarefas e consegue aumentar a produtividade.

Automatizar processos dentro de uma empresa é uma oportunidade para identificar as tarefas que podem ser optimizadas. Quando utilizada em pontos estratégicos, a tecnologia pode tornar a empresa mais eficiente e produtiva, revelando-se positiva para todos os que estão envolvidos no negócio.

A automatização nas empresas significa maior produtividade nos processos. A tecnologia permite poupar tempo e geri-lo de uma forma mais eficiente, o que tem consequências directas e muito positivas nos níveis de produtividade de uma empresa.

Automatização nas Empresas

Quando falamos em fábricas, sobretudo, a automatização vem também melhorar a qualidade do produto final, uma vez que há alguma dificuldade em manter os padrões de qualidade em trabalhos feitos manualmente.

Por meio da automatização dos processos, por outro lado, é possível chegar a resultados padronizados e de qualidade.

A tecnologia facilita e flexibiliza os processos de trabalho. Os sistemas online com soluções na nuvem permitem que os empresários e os colaboradores possam trabalhar facilmente onde quer que estejam, o que facilita e flexibiliza as tarefas.

 

Os “software” contribuem para uma gestão mais eficiente das empresas, ao colocarem toda a informação sobre o negócio disponível num só sítio e acessível em qualquer lugar. Desta forma, os gestores conseguem estar sempre informados sobre os stocks, o fluxo de caixa e outros elementos fundamentais para a gestão de uma empresa.

Automatização nas Empresas

A nova onda de Automação e Consequências

Como as máquinas poderão substituir os seres humanos também no sector de serviços. Os enormes riscos de desigualdade e desumanização. As saídas — entre elas, o rendimento universal independente do trabalho.

No ano passado, a Uber começou a testar carros sem motorista, com seres humanos no interior para fazer correcções no caso de alguma coisa correr mal.

Se os testes correrem bem, a Uber irá, ao que tudo indica, substituir seu exército actual de motoristas por uma frota dos novos carros.

Automação e ConsequênciasAlguns carros já podem estacionar automaticamente. Será uma questão de tempo até que a Uber, táxis e veículos individuais sejam suficientemente inteligentes para nos levar de A a B sem que tenhamos de fazer nada?

E o que acontecerá aos empregos com essa aplicação da “inteligência artificial”, em que máquinas têm funções cognitivas humanas construídas em seu interior?

Estima-se que, somente nos EUA, 4 a 5 milhões motoristas de camiões e táxis poderiam ficar desempregados.

O veículo sem motorista é apenas um exemplo da revolução tecnológica que deverá transformar drasticamente o mundo do trabalho e o modo de vida das populações.

É preocupante que a marcha da automação, ligada à tecnologia digital, venha a causar o deslocamento de muitas fábricas e escritórios e, ao fim, provocar desemprego em massa.

Automação e ConsequênciasApenas um dia antes de deixar a presidência, o ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama avisou, numa entrevista de despedida, que “os empregos estão a acabar por causa da automação, e isso vai se acelerar”, apontando a “Uber sem motorista” e “o deslocamento que ocorrerá nos prédios de escritórios de todo o país”.

Também manifestando preocupação sobre o impacto social da automação, o fundador da Microsoft, Bill Gates, propôs recentemente que os governos imponham um tributo sobre os robôs.

Empresas que usassem robôs teriam de pagar taxas sobre as rendas atribuídas ao uso da robótica.

A nova onda de Automação e Consequências

Essa proposta causou comoção. Economistas do mainstream como Lawrence Summers, ex-secretário do tesouro dos EUA, acusaram-na de retardar o avanço tecnológico.

Um crítico sugeriu que a primeira empresa a ser tributada por produzir automação deveria ser a Microsoft.

Contudo, a ideia de tributar robôs é uma resposta aos crescentes temores de que a revolução da automação venha a aumentar a desigualdade, já que muitos perdem os seus empregos, enquanto uns poucos colhem os benefícios do aumento da produtividade e do lucro.

As novas tecnologias causarão um transtorno incontrolável e irão adicionar-se ao descontentamento social e agitação política que alimentou os votos anti-establishment para o Brexit e Donald Trump.

Automação e Consequências

Estudos recentes mostram que o aprofundamento do uso da automação causará um transtorno generalizado em muitos sectores, e até mesmo em economias inteiras.

Pior, estima-se que os países em desenvolvimento são os que mais perderão, e isso irá exacerbar as já enormes desigualdades globais.

O risco da automação para os empregos nos países em desenvolvimento está estimado em 55% a 85%, de acordo com estudo feito em 2016 pela “Martin School and Citi”, da Universidade de Oxford. Grandes economias emergentes estarão sob alto risco, inclusive a China (77%) e a Índia (69%), maior do que o risco médio (57%) dos países desenvolvidos da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico).

A nova onda de Automação e Consequências

Automação e ConsequênciasO relatório da Citi-Oxford, “O futuro não é o que costumava ser” [“The Future Is Not What It Used To Be”, disponível na internet] apresenta muitas razões porque a revolução da automação será particularmente perturbadora nos países em desenvolvimento.

Primeiro, porque já está em curso a “desindustrialização prematura”, pois o trabalho na produção industrial está a tornar-se menos intensivo e muitos países em desenvolvimento atingiram ao máximo de empregos industriais.

Os processos de produção industrial estão hoje mais automatizados, inclusive em países em desenvolvimento de baixo e médio rendimento.

Segundo, enquanto as tecnologias do século 20 possibilitaram às empresas mudar a produção no exterior para tirar vantagem do trabalho barato, agora os recentes desenvolvimentos em robótica e fabricação cumulativa capacitam as empresas a posicionar a produção em fábricas automatizadas mais próximas dos mercados domésticos.

Setenta por cento dos clientes pesquisados acreditam que o desenvolvimento da automação e da impressão 3D irão encorajar as empresas a mudar as suas fábricas para perto de casa.

A China, a Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean, na sigla em inglês) e a América Latina são as que têm mais a perder com essa realocação, enquanto a América do Norte, a Europa e o Japão são os maiores ganhadores.

Terceiro, “o impacto da automação pode ser mais problemático para países em desenvolvimento devido à menor demanda de consumo e redes de segurança social limitadas”, em comparação com os países desenvolvidos, segundo um resumo do relatório da Oxford Martin School.

Automação e ConsequênciasO relatório alerta que países desenvolvidos podem até ter de repensar os seus modelos gerais de desenvolvimento, à medida em que os projectos anteriores, que foram capazes de gerar emprego no passado, deixarão de funcionar.

À luz desses desenvolvimentos tecnológicos, é provável que a industrialização produza muito menos empregos na próxima geração das economias emergentes do que nos países que os precederam.

Será portanto cada vez mais difícil para empresas fabris da África e da América do Sul criar os mesmos volumes de empregos criados pelos países asiáticos.

Por outras palavras, hoje os países de baixos rendimentos não terão a mesma possibilidade de alcançar o crescimento rápido, transferindo trabalhadores do campo para empregos melhor remunerados nas fábricas”.

Ao invés de crescimento industrial voltado para as exportações, os países em desenvolvimento terão de procurar novos modelos de crescimento, afirma o relatório.

Crescimento liderado por serviços é uma opção, mas muitos serviços de baixa qualificação estão se tornando igualmente automatizáveis.

O relatório cita um estudo do Banco Mundial que mostra que os países em desenvolvimento são extremamente susceptíveis ao fato de que a sua força de trabalho está a ser cada vez mais afectada pela automação, mesmo se comparados com as economias avançadas onde os custos do trabalho são altos.

Além do mais, países com PIB per capita mais baixo têm em geral uma maior parte da força de trabalho “em risco”.

Há pois razões para preocupar-se com o futuro da convergência de renda, uma vez que os países de baixa renda são relativamente vulneráveis à automação”, conclui o relatório.

Desemprego, Tendência para Aumento

Outra série de relatórios do Instituto Global McKinsey, “Dominando a Automação para um Futuro Viável” [“Harnessing automation for a Future that Works”, que pode ver no link], revela que 49% das actividades actuais podem ser automatizadas com tecnologias já aplicadas – e isso significa 15,8 trilhões de dólares em salários, e 1,1 bilhão de empregos globalmente.

Cerca de 60% das ocupações poderiam ter 30% ou mais actividades automatizadas, e 5% dos empregos poderiam ser inteiramente automatizados.

Mas James Manyika, um dos autores do relatório, é mais animador ao dizer que essas mudanças demorarão décadas.

O modo como a automação afecta o emprego não será decidido simplesmente pelo que é tecnicamente factível.

Entre outros factores estão a economia, os mercados de trabalho, as regulações e os movimentos e atitudes sociais.

Automação e Consequências

A nova onda de Automação e Consequências

Que empregos são mais susceptíveis à automação?

Embora a maioria das pessoas pense que são os da indústria, o fato é que muitos empregos no sector de serviços também serão afectados.

O estudo da McKinsey considera o sector da hospedagem e alimentação como o mais vulnerável nos EUA, seguido pelo de manufactura e distribuição.

No sector de hospedagem e alimentação, podem ser automatizadas 73% das actividades desempenhadas por trabalhadores, inclusive preparar, cozinhar e servir comida; limpar as áreas de preparação da comida, preparar bebidas e recolher pratos sujos.

Automação e ConsequênciasNo ramo de manufactura, 59% das actividades podem ser automatizadas, especialmente actividades físicas ou maquinaria de operação em ambiente previsível.

As actividades vão desde o empacotamento de produtos até o carregamento de materiais em equipamento de produção e à soldadura na manutenção de equipamentos.

Na distribuição, 53% das actividades são automatizáveis. Incluem-se gestão de stocks, embalagem de objectos, manutenção do registo de vendas, contabilidade e recolha de informações de clientes e produtos.

Shelly Palmer, consultora especializada em tecnologia, sinalizou também empregos de colarinho branco ameaçados por “robôs” – que chama de tecnologias – tais como algoritmos para aprendizagem de máquinas, que funcionam em plataformas de computador voltadas a um determinado objectivo, treinadas para realizar tarefas hoje desempenhadas por seres humanos.

A consultora avaliou que poderiam ser substituídos os gestores médios, vendedores, repórteres, jornalistas e locutores, contadores e médicos.

Alguns analistas entusiasmam-se com os efeitos positivos da revolução da automação; outros estão alarmados com as suas consequências adversas.

Essa tendência tecnológica certamente irá aumentar a produtividade por trabalhador que mantiver o emprego, e aumentará a lucratividade das empresas que sobreviverem.

Embora no nível micro haja benefícios para as corporações e indivíduos que estão a prosperar no novo ambiente, no nível macro há efeitos dramáticos — especialmente corte dos empregos que deixarão de ser necessários.

Automação e Consequências

O que pode ser feito para retardar a automação, ou enfrentar os seus efeitos adversos?

A proposta de Bill Gates de tributar robôs é uma das mais radicais. O imposto poderia retardar as mudanças tecnológicas e os fundos gerados por ele poderiam ser usados para mitigar os efeitos sociais.

Outra ideia radical que está a gerar muito debate é assegurar um “rendimento básica” para todos os seres humanos, independentemente de estarem ou não a trabalhar.

A alta produtividade irá permitir a todos receberem um rendimento confortável; portanto, não haveria razão para se preocupar com o facto da automação acabar com os empregos.

Os governos também podem assumir a atitude “se não pode derrotá-los, junte-se a eles”.

A China, por exemplo, está observando grandes oportunidades na adesão à revolução tecnológica e planeia investir em robótica e inteligência artificial.

Objectivos mais convencionais incluem promover a educação de estudantes e trabalhadores para assumir os novos postos de trabalho necessários na administração, ou para trabalhar com o processo automatizado de produção e treinar, com as competências exigidas pelo novo ambiente, trabalhadores que se tornarão desnecessários.

Contudo, é provável que em geral haja uma perda líquida de emprego, ao menos no curto prazo, e portanto um provável descontentamento social.

Quanto aos países em desenvolvimento, será necessária muita reflexão sobre as implicações das novas tecnologias para as perspectivas económicas imediatas e de longo termo, assim como repensar a economia e as estratégias de desenvolvimento.

Desemprego mantém Tendência para Aumento

Os últimos dados do INE relativos à taxa de desemprego indicam que esta já chegou a 16,9%, um recorde histórico cifrado no último trimestre do ano de 2017 e que compara com os 14 pontos percentuais registados no período homólogo de 2011 . Significa isto que a taxa já ultrapassou significativamente os valores inscritos pelo Governo no Orçamento de Estado para 2013, o qual apontava para fechar o ano com 16,4%.

Desemprego, Tendência para Aumento

Os dados do INE dão conta de um aumento de 152 mil desempregados face a 2011, número ainda mais preocupante se considerarmos que 52 mil das declarações de desemprego foram registados no quarto trimestre de 2012. Neste momento, calcula o organismo, a população desempregada aproxima-se do milhão de pessoas, em Portugal. Por outro lado, a população activa está agora calculada em 4,5 milhões de pessoas, tendo-se registado uma queda homóloga de 4,3 por cento entre 2011 e 2012.

Desemprego, Tendência para Aumento

Existem diversos factores que estão a influenciar essa tendência de aumento do desemprego.

Desemprego Tendência Aumento

Vamos dar, este exemplo:

A partir de 2019, a Volvo só vai produzir carros eléctricos e híbridos

A marca anunciou que em 2019 vai deixar de produzir carros alimentados apenas por motores de combustão interna. Híbridos e elétricos vão ser o único foco da empresa.

Desemprego, Tendência para AumentoO futuro da Volvo é oficialmente eléctrico. A empresa sueca anunciou em 2017, exactamente no dia 5 de julho, que a partir de 2019 só vai produzir veículos eléctricos, híbridos “plug-in” e híbridos que combinam um pequeno motor a combustão com uma bateria de grandes dimensões.

Este anúncio marca o fim dos automóveis que funcionam apenas com motores de combustão“, comentou Håkan Samuelsson, CEO da Volvo, que quer atingir um milhão de carros elétricos vendidos até 2025.

A fabricante automóvel foi adquirida em 2010 pela chinesa Geely e é a primeira empresa do sector a estabelecer uma meta definitiva desta natureza.

Planeado está o lançamento de cinco modelos totalmente elétricos entre os próximos anos de 2019 e 2021. A aposta será maior num segmento mais alto de mercado onde a Tesla tem vindo a ganhar terreno ao longo dos últimos tempos.
O fabrico de carros com motores a diesel ou gasolina vão ser integralmente descontinuados pela empresa. A tendência, no entanto, deverá ser seguida por outras marcas à medida que os preços da tecnologia caem.

A Volvo tem sido uma das pioneiras na articulação das novas tecnologias com o sector da condução. A produção de carros eléctricos não é o único exemplo desta estratégia, que também já resultou em várias parcerias para o desenvolvimento de veículos autónomos e experiências com realidade aumentada.Desemprego, Tendência para Aumento

Esta é uma decisão estratégica que, quer queiramos ou não, será alargada, inevitavelmente à outras Marcas no curto prazo.

Consequências:

A mudança iminente para veículos eléctricos e digitalmente ligados (plug-ins) terá implicações dramáticas para o sector dos transportes.
Mas esta é só uma parte da revolução que afectará diversos segmentos.

1 – Cadeia de fornecimento automóvel;
2 – Redes de concessionários e mecânicos;
3 – Empresas produtoras e exportadoras de petróleo;
4 – Cidades e mobilidade urbana;
5 – Economia mundial, em suma.

Desemprego, Tendência para Aumento